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sábado, 11 de julho de 2015

4 dicas para resolver problemas de som no seu notebook

Se você está lendo esse artigo é porque você está com algum problema com som do seu notebook, certo? E provavelmente não conseguiu resolver, mesmo acessando diversos tutoriais na internet.Por isso, neste artigo mostraremos a você como pode ser fácil ajustar o som no Windows 8, sem precisar procurar uma assistência técnica. Confira 4 dicas para resolver problemas de som no seu notebook



Para descobrir o problema será necessário seguir uma sequência de verificações, ok? Isso garantirá que todos os procedimentos possíveis para ajustar o som serão testados.

Verifique a alimentação dos alto-falantes e o volume do som

Caso o seu notebook tiver alto-falantes, verifique se ele estão ligados a fonte de energia que funcione. Depois disso, cheque também se o alto-falante está com o volume baixo ou até mesmo desabilitado.

Para abrir o Mixer Volume, acesse o botão “Iniciar”, depois Painel de Controle, Hardware e Som, emSom clique em Ajustar volume do sistema. Verifique se o botão Sem Som não está ativado. Caso esteja desativado, ative-o novamente.

Verifique se os cabos então conectados

Você já verificou que as saídas de som estão prontas, agora é necessário checar se os cabos que conectam o PC ao alto falante estão devidamente conectados.

Sim, às vezes o problema é um simples cabo desconectado, por isso siga o cabo que vai da saída de som para o computador e certificar-se que ele está conectado na saída certa.

Solução de Problema do Windows

Após a verificação nada foi resolvido? Tente utilizar a solução de problema Reproduzindo Áudio. A ação irá procurar por problemas comuns relacionados a configuração de volume, placa de som ou driver e alto-falantes. Para abrir a solução de reprodução de áudio, clique no botão Inicial, e vá emPainel de Controle.Na caixa de pesquisa, digite Solução de problema . Aparecerá uma lista clique em “Solucionar problemas de reprodução de áudio”, confirme o procedimento.

Verifique a placa de Som no Windows 8

Certifique-se se o Windows está reconhecendo a placa de som.

Para isso, siga os seguintes passos:

Passo 1 – Aponte o mouse para o canto superior direito da tela e quando a barra lateral aparecer, escolha a opção “Configurações”;


Passo 2. Acesse a opção “Mudar configurações do computador”;


Passo 3. Na tela seguinte, clique na opção “Dispositivo. Aparecerá todos os dispositivos do computador;


Se houver uma placa de som aparecerá na listagem, então os recursos de som estão instalados corretamente, verifique o volume do som. Caso não encontre, será preciso reinstalar os drivers do hardware de som ou em último caso trocar a placa de som.

Saiba como instalar o driver de som, aqui.


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Entenda as diferenças entre sistemas de áudio 2.0, 2.1, 5.1 e 7.1

Você já deve ter se deparado com produtos de áudio como home theater ou mesmo fones de ouvido que trazem sistemas de áudios com os números 2.0, 2.1, 5.1 ou mesmo 7.1. Esses valores se referem à quantidade de canais de áudio que derivam do aparelho. São essas configurações que irão determinar a qualidade do áudio que você irá ouvir e também como será sua experiência acústica, se mais próxima do som original ou não.

O primeiro sistema de áudio criado era monofônico, o que significa que todas as informações sonoras eram registradas por um único canal. Mesmo que o aparelho possuísse diversas caixas ligadas a ele, todas elas iriam emitir o mesmo conjunto acústico. Isso resulta na diminuição da noção espacial do som original, não sendo possível distinguir a origem espacial de cada elemento sonoro.


Foi então que, em 1957, foi formalizado o sistema estereofônico, ou como conhecemos 2.0, causando uma grande evolução na forma como a música era reproduzida no mundo todo. Esse modelo apresentava duas fontes sonoras distintas, esquerda e direita, e dividia o áudio em dois. A partir de então foi possível, por exemplo, reproduzir o som de uma guitarra pelo canal esquerdo, enquanto o canal direito emitia o som de uma bateria.

A maioria dos aparelhos de reprodução sonora ainda utiliza este sistema, mesmo que alguns avanços já permitam mais canais de áudio. Mesmo com novidades principalmente no cinema e em home theaters, por exemplo, ainda é indicado para o consumidor comum o uso dos padrões 2.0 ou 2.1, pois eles possuem um ótimo custo-benefício. Entre os produtos do nosso dia a dia que utilizam esses padrões de canais estão as caixas de som de computadores e fones de ouvido de qualidade – mesmo aqueles mais baratos também usam o sistema estereofônico.

Para entender melhor como escolher o aparelho mais indicado para as suas necessidades é necessário compreender o que significam estes números. No caso do 2.0 e do 2.1, por exemplo, o número antes do ponto (2) representa o número de canais de áudio comuns que o aparelho possui. Já o número depois do ponto (0; 1) representa a quantidade de subwoofers, ou seja, as caixas especiais que reproduzem apenas frequências extremamente graves (normalmente entre 20 Hz e 200 Hz).

A revolução do áudio e sua implementação no cinema foi possível com experimentos nas décadas de 1970 e 1980 com o padrão 5.1, até que o modelo ganhasse mais forma. Com o 5.1 é possível ligar cinco canais de áudios distintos no dispositivo e aumentar a sensação de um ambiente sonoro real para o ouvinte. Com este modelo, é possível ter diferentes percepções espaciais, como um tiro vindo de um lado, o cavalgar de um cavalo do outro e um sussurro de um terceiro ponto. O 5.1 também possui um subwoofer para reprodução de frequências graves.

Neste caso, não é apenas a qualidade e canais do áudio que irão influenciar a experiência do ouvinte, mas a disposição das caixas de som também terá um papel fundamental. O ideal é que o ouvinte fique no centro da sala onde será reproduzido o som, com uma caixa a sua frente, uma de cada lado (direita e esquerda), duas atrás (direita e esquerda) e o subwoofer que pode ficar em diferentes pontos. A Axiom Audio possui uma ilustração da disposição clássica do sistema 5.1, veja:


Com essa disposição do sistema, o ouvinte poderá acompanhar a passagem do som da direita para a esquerda, por exemplo, de um trem sob os trilhos. A disposição permite recriar uma contextualização sonora para que o ouvinte tenha uma experiência semelhante a que teria caso estivesse realmente vivendo aquela situação.

Caso deseje investir em um sistema mais potente como o 5.1 ou 7.1, é necessário avaliar antes se a potência do aparelho corresponde ao tamanho da sua sala. O cômodo precisa ser grande, pois as caixas de som devem ficar a uma distância de um metro da televisão e do ouvinte.

O home theater neste caso é mais indicado para pessoas que gostam da experiência cinematográfica e desejam que ela seja mais real com auxílio do áudio, devendo considerar na conta o espaço disponível. Esses sistemas têm passado por um barateamento que permite que sejam cada vez mais difundidos, inclusive com sistemas de até 7.2 canais, equipados com dois subwoofeers para aumentar a pressão oriunda das frequências mais graves.

O investimento médio de um sistema 5.1 de qualidade fica em torno de R$ 900, enquanto um sistema como o 7.1 exige um investimento de cerca de R$ 2.700, além de uma sala bem grande para a correta disposição dos autofalantes.

Fonte: http://canaltech.com.br/materia/audio-e-video/Entenda-as-diferencas-entre-sistemas-de-audio-20-21-51-e-71/#ixzz3DMBmrwjR