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terça-feira, 28 de novembro de 2017

WhatsApp libera novo jeito de gravar áudio



O WhatsApp começou a liberar o recurso que muda a forma de mandar áudios longos no aplicativo. A partir de agora, o usuário pode gravar mensagens de voz sem ter que ficar segurando na tela. A função, por enquanto, chegou primeiro ao iPhone (iOS), mas está pode ser liberada para celulares com Android a qualquer momento.

Para mandar uma mensagem longa no WhatsApp, basta iniciar uma gravação normalmente tocando sobre o ícone de microfone. Em seguida, basta deslizar o dedo para cima em direção ao cadeado para travar a gravação do áudio. Por fim, toque no botão de enviar para mandar a gravação ou em “Cancelar” para descartar a mensagem.

Para ter as novidades do WhatsApp, é preciso entrar na loja de aplicativos do seu celular e buscar pela nova versão do serviço de mensagens. Até o momento, apenas os usuários do sistema da Apple estão recebendo a atualização. Mas, a expectativa é que as novidades cheguem ao Android e ao Windows Phone em breve.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

WhatsApp permite gravar áudio sem pressionar o botão de microfone

O WhatsApp para Android consegue gravar áudios sem que usuários precisem usar as mãos. Chamado de Gravador do WhatsApp, o recurso faz a captura de voz e envia gravações de até 15 minutos sem a necessidade de segurar o ícone de microfone na tela para registrar o áudio. O gravador escondido possibilita ainda ouvir o áudio antes de enviar para alguém. Assim, você pode cancelar o envio de uma gravação errada ou incompleta.

Sem precisar pressionar o microfone do mensageiro, a ferramenta pode ser bem útil para quem deseja gravar áudios longos enquanto realiza outras tarefas. A função "Gravar com o WhatsApp" está disponível para Android, mas não funciona no iPhone (iOS) ou WhatsApp Web. Para ter acesso ao recurso grátis, não é preciso instalar plugins ou fazer download de apps ou APKs. Quer gravar áudios no WhatsApp sem usar as mãos? Descubra como fazer isso no seu celular com Android.
Gravador do WhatsApp: saiba como gravar áudios sem ficar pressionando o microfone (Foto: Caio Bersot/TechTudo)

Passo 1. Abra o WhatsApp e selecione a janela de conversa com algum contato. Depois, toque no ícone de anexar mídia (em formato de clipe de papel). No menu aberto, vá até "Áudio" para acessar o gravador.
Vá até o ícone de anexo do WhatsApp para gravar áudio sem precisar pressionar o microfone (Foto: Reprodução/Caio Bersot)

Passo 2. No menu "Escolher uma ação", toque em "Gravar com o WhatsApp". A janela "Gravador do WhatsApp" será aberta na tela. Depois disso, basta tocar em "Gravar" para iniciar um áudio sem precisar manter o botão de microfone pressionado. A gravação sem mãos tem tempo limite de 15 minutos.
Para acessar o gravador do WhatsApp, toque em "Gravar com o WhatsApp" (Foto: Reprodução/Caio Bersot)

Passo 3. Para finalizar a gravação do áudio, é preciso tocar em "Parar". O WhatsApp permite a você escutar uma prévia do áudio antes de enviar. Para mandar para o contato, toque em "Enviar". Caso contrário, basta ir em "Cancelar" e refazer o caminho para gravar outro áudio sem usar mãos.
É possível ouvir o áudio antes de enviar para alguém (Foto: Reprodução/Caio Bersot)

Passo 4. Depois de enviado, o áudio pode ser reproduzido normalmente na conversa, seja por você ou pelo destinatário.
A gravação pode ser ouvida como qualquer áudio do WhatsApp (Foto: Reprodução/Caio Bersot)

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Entenda as diferenças entre sistemas de áudio 2.0, 2.1, 5.1 e 7.1

Você já deve ter se deparado com produtos de áudio como home theater ou mesmo fones de ouvido que trazem sistemas de áudios com os números 2.0, 2.1, 5.1 ou mesmo 7.1. Esses valores se referem à quantidade de canais de áudio que derivam do aparelho. São essas configurações que irão determinar a qualidade do áudio que você irá ouvir e também como será sua experiência acústica, se mais próxima do som original ou não.

O primeiro sistema de áudio criado era monofônico, o que significa que todas as informações sonoras eram registradas por um único canal. Mesmo que o aparelho possuísse diversas caixas ligadas a ele, todas elas iriam emitir o mesmo conjunto acústico. Isso resulta na diminuição da noção espacial do som original, não sendo possível distinguir a origem espacial de cada elemento sonoro.


Foi então que, em 1957, foi formalizado o sistema estereofônico, ou como conhecemos 2.0, causando uma grande evolução na forma como a música era reproduzida no mundo todo. Esse modelo apresentava duas fontes sonoras distintas, esquerda e direita, e dividia o áudio em dois. A partir de então foi possível, por exemplo, reproduzir o som de uma guitarra pelo canal esquerdo, enquanto o canal direito emitia o som de uma bateria.

A maioria dos aparelhos de reprodução sonora ainda utiliza este sistema, mesmo que alguns avanços já permitam mais canais de áudio. Mesmo com novidades principalmente no cinema e em home theaters, por exemplo, ainda é indicado para o consumidor comum o uso dos padrões 2.0 ou 2.1, pois eles possuem um ótimo custo-benefício. Entre os produtos do nosso dia a dia que utilizam esses padrões de canais estão as caixas de som de computadores e fones de ouvido de qualidade – mesmo aqueles mais baratos também usam o sistema estereofônico.

Para entender melhor como escolher o aparelho mais indicado para as suas necessidades é necessário compreender o que significam estes números. No caso do 2.0 e do 2.1, por exemplo, o número antes do ponto (2) representa o número de canais de áudio comuns que o aparelho possui. Já o número depois do ponto (0; 1) representa a quantidade de subwoofers, ou seja, as caixas especiais que reproduzem apenas frequências extremamente graves (normalmente entre 20 Hz e 200 Hz).

A revolução do áudio e sua implementação no cinema foi possível com experimentos nas décadas de 1970 e 1980 com o padrão 5.1, até que o modelo ganhasse mais forma. Com o 5.1 é possível ligar cinco canais de áudios distintos no dispositivo e aumentar a sensação de um ambiente sonoro real para o ouvinte. Com este modelo, é possível ter diferentes percepções espaciais, como um tiro vindo de um lado, o cavalgar de um cavalo do outro e um sussurro de um terceiro ponto. O 5.1 também possui um subwoofer para reprodução de frequências graves.

Neste caso, não é apenas a qualidade e canais do áudio que irão influenciar a experiência do ouvinte, mas a disposição das caixas de som também terá um papel fundamental. O ideal é que o ouvinte fique no centro da sala onde será reproduzido o som, com uma caixa a sua frente, uma de cada lado (direita e esquerda), duas atrás (direita e esquerda) e o subwoofer que pode ficar em diferentes pontos. A Axiom Audio possui uma ilustração da disposição clássica do sistema 5.1, veja:


Com essa disposição do sistema, o ouvinte poderá acompanhar a passagem do som da direita para a esquerda, por exemplo, de um trem sob os trilhos. A disposição permite recriar uma contextualização sonora para que o ouvinte tenha uma experiência semelhante a que teria caso estivesse realmente vivendo aquela situação.

Caso deseje investir em um sistema mais potente como o 5.1 ou 7.1, é necessário avaliar antes se a potência do aparelho corresponde ao tamanho da sua sala. O cômodo precisa ser grande, pois as caixas de som devem ficar a uma distância de um metro da televisão e do ouvinte.

O home theater neste caso é mais indicado para pessoas que gostam da experiência cinematográfica e desejam que ela seja mais real com auxílio do áudio, devendo considerar na conta o espaço disponível. Esses sistemas têm passado por um barateamento que permite que sejam cada vez mais difundidos, inclusive com sistemas de até 7.2 canais, equipados com dois subwoofeers para aumentar a pressão oriunda das frequências mais graves.

O investimento médio de um sistema 5.1 de qualidade fica em torno de R$ 900, enquanto um sistema como o 7.1 exige um investimento de cerca de R$ 2.700, além de uma sala bem grande para a correta disposição dos autofalantes.

Fonte: http://canaltech.com.br/materia/audio-e-video/Entenda-as-diferencas-entre-sistemas-de-audio-20-21-51-e-71/#ixzz3DMBmrwjR

terça-feira, 22 de julho de 2014

O que é HDMI?

HDMI refere-se à sigla para High-Definition Multimedia Interface, que é uma interface condutiva digital de áudio e vídeo que permite transmitir dados não comprimidos, mostrando-se, assim, uma melhor alternativa aos padrões analógicos, como o VGA, rádio frequência e muitos outros.


Um conector HDMI consegue substituir todos os atuais conectores existentes, utilizados em aparelhos DVD, computadores, TVs, monitores e outros equipamentos. Além de possuir uma qualidade de transmissão bem mais elevada do que a maioria das demais alternativas, o HDMI fornece uma interface de comunicação entre qualquer fonte de áudio e vídeo digital, compatível com qualquer dispositivo.

Por meio de um único cabo, o HDMI suporta qualquer formato de vídeo. Isso inclui resoluções padrão (480i/p, 576i/p), de alta definição (720p, 1080i/p) e nas especificações 1.4 e 2k (2160p). Segundo a norma do Consumer Eletronics Control, essa interface de comunicação suporta atualmente até 32 canais de áudio digital, sendo o sinal de áudio e vídeo codificado em TDMS (Transition Minimized Differential Signaling) para transmissão digital não comprimida por meio do cabo HDMI.

No quesito segurança, o HDMI também é compatível com o HDCP (High-bandwidth Digital Content Protection) que é um sistema anti-pirataria.

O conceito do HDMI é realizar a ligação de sinais de áudio e vídeo de um aparelho por apenas um cabo, sem que exista a necessidade de várias conexões para conectar todos os sinais. As empresas Panasonic, Philips, Silicon Image, Hitachi, Sony, Toshiba e Thomson são as principais desenvolvedoras desse padrão.



Por ser feita digitalmente, a conexão HDMI promove uma melhor qualidade de áudio e vídeo, o que é uma grande vantagem para a utilização desse padrão. Ao contrário do DVI, por exemplo, o HDMI suporta resoluções maiores, enquanto que o DVI, além de ser bem mais grosso, só realiza conexão de vídeo.

O HDMI 2.0 é a mais recente versão desse padrão e foi apresentada pela primeira vez oficialmente na IFA, em setembro de 2013, em Berlim, na Alemanha. Os cabos continuaram a possuir 19 pinos, o que permite ainda que seja utilizada a tecnologia HDMI 1.4, anterior à 2.0, com o mesmo plug.

A tecnologia 2.0 melhorou a qualidade de imagem e som. As resoluções suportadas passaram a ter a 4K ou Ultra HD, com taxa de 50 ou 60 Hz de frequência. O HDMI 1.4 também possuía suporte ao 4K, porém com frequência de apenas 25 Hz, que se torna um problema para transmissão de dados em TVs com resolução de 4096 x 2160 pixels.

A atualização permitiu uma melhora também na qualidade de áudio. O som possui agora 32 canais simultâneos e até 1.536.000 Hz de transmissão. Isso significa uma capacidade 15 vezes maior do que a dos DVDs comercializados e ainda mais superior aos CDs.

Fonte: http://canaltech.com.br/o-que-e/o-que-e/O-que-e-HDMI/#ixzz38ALS6JLJ