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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Mito ou verdade? 10 alertas sobre computadores que circulam na internet

Retirar o pendrive sem ejetá-lo estraga o computador? O computador pode explodir se ficar sob o sol? Macs são à prova de vírus? Essas e outras dúvidas surgem constantemente na internet e usuários encontram diversos argumentos na rede que podem não estar corretos. Abaixo você confere a verdade sobre algumas histórias relacionadas ao universo de computadores e notebooks.

Computador no sol 

É comum encontrar quem questione se a exposição direta do computador ao sol pode danificar algum componente. A claridade não interfere no funcionamento do computador, mas o calor em temperaturas altas pode contribuir com o superaquecimento de peças quando a máquina estiver rodando programas e jogos pesados, por exemplo.

Retirada do pendrive

Retirar o pendrive sem configurar o computador para ejetá-lo com segurança pode sim danificar as saídas USB e também o utensílio de armazenamento. Isso acontece porque a corrente elétrica que passa do computador para o pendrive é cortada abruptamente quando a retirada é feita de forma incorreta. Assim, em casos raros, há a chance de queimar o dispositivo. O mesmo vale para HDs externos.

HD cheio e computador lento

Ao ter um computador com mais de 80% do seu espaço interno ocupado, ele pode apresentar lentidão para a execução de tarefas comuns. O motivo para isso deve-se ao fato de que a máquina precisa dedicar mais memória RAM para fazer a leitura de todos os softwares e arquivos presentes. 

Protetores de tela descartáveis

Nos monitores antigos que não utilizavam telas LED ou LCD, uma das funções dos protetores de tela era atualizar as imagens do computador quando ele não estivesse sendo usado para que o aparelho não fosse danificado ao exibir uma mesma imagem durante muito tempo. Com o avanço da tecnologia, essa função tornou-se desnecessária. Além disso, a melhor dica é programar o monitor para entrar em modo de repouso quando não houver atividade durante alguns minutos, assim economiza-se energia elétrica.

Imãs perigosos

O magnetismo emitido pelos imãs pode danificar algumas peças que podem ser atraídas pelo objeto e, dessa forma, se deslocarem, desencaixarem ou quebrarem. O HD, por exemplo, é suscetível a esse tipo de dano. Isso, no entanto, só acontece se o objeto tive poder de magnetismo forte ou estiver bem próximo do dispositivo. Imãs de geladeiram não são tão ameaçadores nesse caso.

Espaço desnecessário

Ao contrário do que é difundido em fóruns e sites, o monitor não precisa da mesma área de ventilação de outras peças do computador. No entanto, isso pode variar de acordo com o modelo. A maioria dos produtos atuais pode ser encaixada na parede com suportes simples e dispensa espaço extra.

Consumo de energia

Se você deixa seu computador ativado durante semanas para evitar que ele precise ser ligado e desligado todos dias com a intenção de economizar energia, saiba que você está fazendo tudo errado. Além de gerar maior desgaste aos componentes que estão em funcionamento constante, o computador consome energia elétrica ao ficar ligado. O ato de ligar e desligar não gera grande consumo de energia que justifique a prática.

Celulares próximos

Além de alguns barulhos que caixas de som antigas podem fazer graças a interceptação das ondas de rádio dos celulares, os aparelhos telefônicos são inofensivos à saúde de computadores e notebooks. 

Bateria descarregada

Não há motivos para deixar a bateria do notebook descarregar completamente antes de ligar o notebook a uma fonte de energia elétrica. Esse procedimento, inclusive, pode encurtar a vida útil do componente. O mesmo vale para baterias de celular e tablets que utilizam ion-lítio. 

Macs com vírus

Não há qualquer indício que aponte para a inexistência de softwares maliciosos para computadores da Apple. Há até mesmo programas de proteção aos computadores da marca e também formas de descobrir se a máquina está infectada com algum malware.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

5 bons motivos para você ter um nobreak em casa


Geralmente quando pensamos em nobreak logo o associamos ao computador, mas na verdade ele pode ser usado para estabilizar a tensão elétrica e manter o equipamento ligado em casos de queda de luz em qualquer dispositivo eletrônico. Veja abaixo como você pode usar o nobreak em sua casa.

1) Proteger os eletrônicos
Uma das principais razões para se ter um nobreak é proteger os eletrônicos contra oscilações e quedas de energia, ainda mais comuns em épocas de chuvas de verão. Isso porque ele agrega a função de estabilizador da tensão elétrica, fazendo com que a corrente passe com valores adequados a qualquer momento. O mecanismo impede que os aparelhos queimem quando a energia volta, além de ajudar no aumento da vida útil dos eletrônicos.

2) Manter conexão com a Internet
A internet fatalmente irá cair sem luz, por causa do modem ou roteador, mesmo se você estiver acessando de um notebook. Com um nobreak, porém, você pode conectar o modem e o roteador no dispositivo e manter o acesso à rede por alguns minutos a mais, permitindo finalizar tarefas importantes.

3) Salvar trabalhos no computador
Quem nunca perdeu um trabalho por causa de uma queda inesperada de energia? Ainda que muitos programas atuais salvem as alterações periodicamente, quase sempre alguma parte precisa ser refeita. Ter um nobreak resolve esse problema. Percebendo a oscilação ou falta de luz, o usuário tem tempo de salvar adequadamente seus arquivos, evitando refazer tarefas cansativas.

4) Jogar games online
Os gamers têm motivos de sobra para ter nobreak em casa. A queda de energia durante uma partida pode ser um problema grave, especialmente para quem entra em competições online. Para esse público, um componente com boa autonomia pode ser fundamental para garantir a continuidade ou, pelo menos, a possibilidade de salvar o jogo.

5) Monitoramento
Quem tem câmeras de segurança em casa pode ligá-las a nobreaks para garantir o fornecimento de energia em caso de falta de luz, o que é imprescindível para que o monitoramento alcance o resultado desejado. Da mesma forma, o dispositivo pode ser usado em babás eletrônicas. Assim, se uma oscilação de energia ocorrer durante a noite, você continuará ouvindo os sons do quarto do bebê.

Existem diversos tipos de nobreaks no mercado. Há modelos que custam mais de R$2 mil, com mais de 10 horas de autonomia. Os mais simples e comuns para uso residencial custam por volta de R$250 a R$400 e tem autonomia de aproximadamente 15 a 20 minutos. Geralmente suas baterias devem ser substituídas a cada 2 anos. Se você pretender comprar um nobreak. eu sugiro a marca SMS, que é muito boa.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Como escolher o melhor carregador e cabo para o smartphone

Já notou que o smartphone demora mais ou menos para carregar, dependendo do cabo ou da fonte de energia utilizada? Para quem precisa de agilidade nessa tarefa, preparamos algumas dicas e recomendações para você descobrir o que ajuda e o que atrapalha na hora de carregar seu gadget. Veja:


A tecnologia evoluiu rápido e hoje carregamos em nossos bolsos/mochilas aparelhinhos pequenos, mas cheios de funções e possibilidades. Os smartphones atuais são, de longe, superiores aos computadores disponíveis para a missão Apollo, que levou o homem à Lua em 1969.

O problema é que as baterias que alimentam estes gadgets não acompanharam essa evolução, tornando-se um problema para indústria, ainda sem solução disponível. Com isso, ficamos obrigados ao ritual que se repete (várias vezes ao dia) de plugar nossos portáteis na tomada mais próxima, sacrificando a mobilidade.

E, para que você passe o menor tempo preso à tomada, é preciso:

1) Escolher o carregador correto:

Esta é mais simples. Todo carregador vem com uma etiqueta ou inscrição informando a corrente em amperes (A ou mAh) e a tensão em volts (V).

A tensão deverá sempre ser 5V e a corrente deve ter, no mínimo, 2A ou 2000mAh. Abaixo destes valores, geralmente, será pouco para qualquer aparelho atual. O máximo costuma ser 3A ou 4A.

Em tempos de fios carregadores genéricos, é bom testar o que você compra. Para confirmar, se as informações exibidas na etiqueta do carregador são verdadeiras, conecte-o à uma tomada e ao smartphone, e realize os testes do aplicativo Charging Report. Quanto mais perto do valor anunciado, melhor é o carregador.

Aqui, só a saída nos importa. 5V com 2A

2) Escolha do cabo (USB, MicroUSB, etc):

Não parece, mas essa tarefa é tão importante quanto a escolha do carregador e… costuma ser mais complicada. Primeiro, porque não é sempre “visível” a diferença entre um cabo de qualidade e um cabo ineficiente.

Segundo, os vendedores das lojas (praticamente todos) não sabem dizer qual cabo é o melhor, e acabam fazendo apenas recomendações de marcas ou suposições.

Mas que problema é este?

É mais ou menos o seguinte: as fabricantes, na tentativa de aumentar o lucro, costumam economizar na quantidade de cobre usado para fabricar os fios que compõem o cabo, resultando em produtos de qualidade inferior aos padrões ideais. Como em uma mangueira fina que restringe o fluxo de água, um fio de cobre muito fino, ou de má qualidade, restringe a passagem da corrente elétrica. Resultado: não adianta ter o melhor, nem o mais caro carregador. A quantidade de corrente que chega no aparelho sempre será menor do que deveria ser.

Então, não adianta… o jeito é fazer o teste na hora. Não importa a marca ou aparência do cabo. Já vi cabos baratos muito bons, assim como outros bem caros e ruins.

Mas como é feito o teste?

Isso é simples. Veja só:
Com o próprio aparelho, baixe um destes aplicativos: Galaxy Charging Current Lite ou Charging Report;
Conecte o cabo ao smartphone;
Conecte o cabo a um carregador com, no mínimo, 2 Amperes (2A ou 2000mAh – significam a mesma coisa);
Ligue o carregador à tomada;
Inicie o aplicativo. Imediatamente, o app dirá qual é o valor real de corrente que chega nele. Quanto mais perto do valor escrito na etiqueta do carregador, melhor é o cabo.

As fotos abaixo demonstram o processo:

Vale lembrar que este guia serve para smartphones, tablets, câmeras e qualquer outro gadget que dependa de baterias recarregáveis, ok?

OBS: atualmente todos os aparelho tem controle de corrente. Logo não há risco ao se escolher uma corrente (A ou mAh) maior que a sugerida para este. Já para os volts ou tensão (V) é melhor escolher sempre igual a do aparelho.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Você sabia que seu estabilizador pode estar danificando o seu computador?

Há décadas o estabilizador é visto como um item essencial ao bom funcionamento de computadores aqui no Brasil. Orientadas por técnicos e especialistas na área, nove em cada dez pessoas compram o aparelho quando adquirem seu primeiro computador. O motivo: evitar que instabilidades na rede elétrica afetem os componentes da máquina recém-adquirida. Afinal de contas, estabilizadores "estabilizam" o nível de tensão, corrente, etc, certo? Errado!

A verdade é bem mais triste do que se pode imaginar: na verdade os estabilizadores são os principais responsáveis pela queima de placas-mãe, processadores, pentes de memória e demais componentes dos computadores. Então por que existe essa aura de salvador da pátria em torno do estabilizador? Por que quando um componente queima as pessoas dizem "poderia ter sido pior se não fosse pelo meu estabilizador megazord" ao invés de culpá-lo? Nada melhor do que consultar o passado para entender o presente.
 
O que é um estabilizador? Por que ele existe?

Criado na década de 1940, o estabilizador surgiu com o propósito de minimizar os efeitos das oscilações da rede elétrica. Se ainda hoje algumas regiões sofrem com problemas de instabilidade na rede, imagine isso àquela época. É claro que os computadores estavam longe de ser uma realidade, mas alguns equipamentos eletrônicos, cujos componentes estavam vulneráveis a instabilidade elétrica, pediam o uso de um equipamento como o estabilizador. Não demorou muito e o aparelho foi largamente adotado.



É muito raro encontrar alguém que não use ou nunca tenha usado um estabilizador para ligar o computador

Décadas depois, os computadores surgiram e seus componentes e periféricos demandavam cuidados extras para que não queimassem e fossem inutilizados. Por essa razão as pessoas e empresas passaram a conectar seus equipamentos ao estabilizador. A ideia é que o estabilizador atenuaria sobretensões ou subtensões, levando à fonte um valor apropriado à sua voltagem. Em casos de variações extremas, o estabilizador simplesmente "queimaria" um fusível, evitando a passagem de corrente elétrica.

Por muito tempo os estabilizadores foram recomendados por técnicos e especialistas, principalmente nos primórdios da informática em nosso país, quando as fontes trabalhavam a velocidades mais lentas que o equipamento eletrônico. A coisa virou senso comum e, apesar de hoje estudos comprovarem a ineficácia do aparelho, todos continuam acreditando no que antes era verdade.
 
Então o que acontece de verdade quando uso um estabilizador?

Hoje a coisa mudou de figura e as fontes mais modernas dos computadores trabalham a velocidades muito, mas muito superiores à de um estabilizador. Basta verificar a etiqueta de qualquer estabilizador para ver que a velocidade de trabalho da maioria deles gira em torno dos 60 Hz, o que faz com que ele demore aproximadamente 0,008 segundos para responder a qualquer anormalidade na rede elétrica.

Por outro lado, as fontes de um computador comum trabalham a 100 KHz (ou seja, 100.000 Hz) e as mais poderosas, geralmente utilizadas por gamers, atingem a incrível velocidade de 400 KHz (ou 400.000 Hz), o que é infinitamente superior ao estabilizador. A coisa fica mais discrepante quando o tempo de reação de uma fonte dessas é analisado e comparado ao do estabilizador: são necessários apenas 0,0001 segundos para corrigir qualquer surto elétrico.



Além de potentes, as fontes atuais são infinitamente mais rápidas do que os estabilizadores e por isso identificam e corrigem falhas na rede elétrica mais rapidamente

Dessa forma, é correto afirmar que o seu estabilizador vai demorar mais tempo para identificar um surto na rede elétrica porque ele é mais lento. Nesse meio tempo, inevitavelmente o ruído gerado pela instabilidade da rede será transmitido à sua fonte, como se não houvesse estabilizador algum. A fonte, por sua vez, fará a correção do problema rapidamente, pois é mais rápida. Após um período de tempo, finalmente seu estabilizador perceberá o que aconteceu com a rede elétrica e tentará "corrigir" o problema, assim mesmo, entre aspas. Isso porque ele não corrige oscilações na rede elétrica e o ruído é passado novamente para a fonte, que vai ter que corrigir o novo problema gerado pelo estabilizador.

Por esses motivos, a fonte acaba trabalhando dobrado, esquenta mais e, consequentemente, terá sua vida útil reduzida.
 
Sendo assim, o que devo utilizar para proteger meu computador? Um filtro de linha?

Sim, aquele filtro de linha que você usa como extensão no seu quarto ou escritório pode ser a solução emergencial mais acessível para a maioria. Muitos usuários o recomendam expressamente.



Geralmente utilizados apenas como extensão, os filtros de linha (ou réguas) deixam a fonte do computador lidar com as oscilações de energia por conta própria, não interferindo no seu funcionamento. No entanto, o aparelho dispõe de um pequeno fusível para evitar que curtos circuitos causem queima dos componentes por sobretensão.

A verdade sobre os filtros é que, assim como os estabilizadores, eles não estabilizam coisa alguma, mas em compensação não tentam realizar uma tarefa que não lhes cabe. Com isso, a fonte do computador fica livre para fazer o serviço dela e corrigir qualquer surto ou instabilidade na rede elétrica o mais rápido possível. Somente em casos de sobretensão extrema é que o acessório entra em ação, bloqueando a passagem de corrente elétrica pelo fusível que, a essas alturas, estará queimado.

Outros modelos de filtro oferecem proteção extra contra ruídos eletromagnéticos, mas infelizmente estes são extremamente raros e difíceis de serem encontrados no Brasil. Em um dia de sorte, pode-se encontrá-los por, no mínimo, R$ 150.

Embora haja ampla recomendação do seu uso pela comunidade, infelizmente os filtros de linha não chegam a caracterizar a solução ideal de proteção aos componentes de um computador.

Estou disposto a proteger meu computador a qualquer custo. Qual a solução ideal para mim?

O No-Break! Ele é mais caro que qualquer estabilizador ou filtro de linha, no entanto é capaz de manter o computador ligado mesmo quando a energia acabar. A façanha é alcançada graças a uma bateria interna que fica carregada e a postos para assumir o fornecimento de energia aos aparelhos conectados ao No-Break quando ocorrer algum problema na rede.

Ou seja, mesmo que acabe a energia, o No-Break conseguirá fornecer energia ao computador por alguns minutos ou horas, dependendo do tipo: offline ou online.



Os No-Breaks são a proteção ideal contra qualquer tipo de problema e falha na rede elétrica. Os tipos são dois: online e offline e suas baterias variam bastante de tamanho

Os modelos de No-Break Offline são os mais comuns e mais acessíveis, já que a autonomia de suas baterias é baixa e fornece energia por poucos minutos. Para esses modelos, a bateria interna só entra em ação alguns milisegundos após a queda de energia, o que otimiza seu tempo de vida útil, mas gera pouca confiabilidade por causa desse pequeno espaço de tempo.

Quanto aos No-Breaks Online, são bem mais caros e recomendados para uso profissional em servidores. Suas baterias são mais robustas e têm autonomia variável, podendo oferecer até algumas horas de energia. Por ficarem ligadas diretamente à tomada, oferecem maior confiabilidade que os modelos Offline, pois os aparelhos são alimentados diretamente por ela. O incoveniente é que, por causa disso, sua vida útil é bastante abreviada e o preço de manutenção é outro fator limitante à sua adoção por usuários domésticos.

Independente do tipo escolhido, é certo que o usuário estará protegido contra quatro defeitos da rede elétrica:
Surtos de tensão;
Queda de tensão;
Queda na energia;
Oscilação da frequência.
Agora meu estabilizador vai para o lixo?

Não necessariamente. Lembre-se que o uso do estabilizador não é mais recomendado para computadores com fontes modernas, que operam a uma velocidade maior que o aparelho. Caso você ainda possua um computador daqueles bem antigos, o uso do estabilizador pode continuar sendo recomendado. Verifique nas especificações da fonte a velocidade que ela opera e veja se vale a pena usar o estabilizador.

Uma outra opção é conectar outros aparelhos eletroeletrônicos ao estabilizador, principalmente se houver muitas oscilações e falhas na rede elétrica de sua região. Apenas certifique-se que o estabilizador opera, no mínimo, na mesma velocidade que eles e tem potência suficiente para alimentá-los.

Fonte: http://canaltech.com.br/materia/hardware/Afinal-de-contas-para-que-servem-os-estabilizadores/