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sábado, 30 de junho de 2018

Confira 7 dicas para evitar choques e acidentes com carregadores de celular


Na última semana, um jovem sofreu uma parada cardíaca após levar um choque ao usar o smartphone ligado à tomada. Uma das suspeitas era de um mal funcionamento do aparelho, que acabou provocando um acidente raro, mas que não é tão incomum quanto deveria. Mas casos do tipo podem ser prevenidos com algumas medidas simples. Listamos algumas delas a seguir. Confira:

1. Fuja de carregadores baratos, de marcas pouco confiáveis, e também de acessórios em más condições, com cabo descascado. “As pessoas devem esquecer os mitos de que o carregador genérico cumpre o mesmo objetivo que os de marca”, diz Pedro Al Shara, CEO da fabricante de nobreaks TS Shara. A empresa diz que um acessório que não atende às normas de segurança pode causar “diferença de tensão elétrica”, o que acaba provocando acidentes.

2. A mesma dica vale para novas baterias. Scott Wolfson, diretor de comunicação da Consumer Product Safety Commission, órgão de segurança dos Estados Unidos, explicou ao Digital Trends que “componentes de terceiros não são consistentes com os componentes que vêm com o telefone”. Por isso, a comissão recomenda que “a peça de reposição seja adquirida pela mesma empresa que fabrica o telefone”.

3. Se você realmente precisa usar um carregador barato, tire-o da tomada para evitar que ele continue consumindo energia. A TS Shara explica: enquanto os equipamentos originais contam com uma tecnologia que impede o envio de corrente quando não há nada conectado a eles, um carregador falsificado não necessariamente vem com esse recurso. 

4. Evite o uso de muitas extensões, benjamins, Ts, multiplicadores e similares em tomadas. Conforme explicaram à BBC os bombeiros da South Yorkshire Fire and Rescue, os adaptadores são seguros, mas suportam uma quantidade limitada de corrente. Passando disso, os riscos de sobrecarga e incêndio aumentam. Aqui no Brasil, adaptador com três saídas comum, por exemplo, deve aguentar cerca de 10 amperes (10A).

5. Fique atento ao local em que você deixou o celular carregando. Os aparelhos costumam esquentar enquanto estão “se alimentando”, e a mistura de calor com superfície inflamável é bem perigosa. Os mesmos bombeiros ouvidos pela reportagem da BBC explicaram que isso aumenta a chance de um eventual incêndio se espalhar.

6. E o problema não é só com superfícies inflamáveis. Também é bom evitar carregar o celular em ambientes úmidos, seja um banheiro cheio de vapor ou as proximidades de uma piscina, porque a água é uma boa condutora de eletricidade. Segundo a TS Shara, isso faz com que os riscos de curto e de choque elétrico aumentem.

7. Por fim, fique atento à manuntenção da rede elétrica de sua casa.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Eu devo deixar meu celular na tomada toda noite?


Desde a criação das baterias, a tecnologia desse componente que permite que possamos sair de casa com nosso celular e outros aparelhos mudou muito. Desta forma, uma dúvida gira em torno da mente dos usuários: a partir de que momento eu devo recarregar meu celular? Será que é de noite? Será que é quando ele estiver com a metade da bateria, ou menos da metade?

Vamos fazer uma breve viagem no tempo

As baterias de níquel (pilhas tradicionais, hoje muito utilizadas em controles de Xbox) surgiram nos anos 80 e 90 e ficaram famosas por serem uma parte essencial dos dispositivos móveis da época. Mas nem tudo são flores. O grande defeito era o “efeito memória”- o ato de viciar.

Se uma bateria era carregada somente até 10% de capacidade máxima, ela só conseguia durar até a porcentagem que começou a receber energia, tanto que a primeira instrução do vendedor de celulares na época era: “Deixe o telefone descarregar por completo, só então você deve dar a primeira carga.”


Hoje em dia as baterias de dispositivos móveis tiveram sua tecnologia atualizada. Mas o modo como você as carrega ainda influencia no uso, pois enquanto carrega o celular, ele tende a aquecer e é ai que mora o problema.
Calor: um perigo iminente

As baterias não gostam nem de frio nem de calor excessivo. Mas a última opção é a mais nociva. Enquanto carrega, as baterias de lítio são capazes de suportar de 0 a 45°C, no máximo. E enquanto descarregam, obviamente quando estão em uso, elas podem atingir até -4°C.

Celulares energizados com a função “carregamento turbo” têm um carregamento mais rápido e atingem temperaturas entre 5 a 45°C. Descarregando, os celulares podem atingir 0°C.

Esses números nos levam a fatos interessantes. Em primeiro lugar, que as baterias de lítio descarregam em ambientes com temperaturas baixas, portanto, não pense em colocar seu telefone no congelador (você realmente pensou nisso?).

Em segundo lugar, que as baterias de lítio esquentam enquanto recebem energia e, quanto mais quente ela fica, mais rápido carrega. Mas uma vez que recebe temperaturas mais altas do que suporta, ela começa a dissipar/gastar energia em forma de calor. Isso explica a alta temperatura que você encontra seu celular durante a madrugada. O carregamento noturno pode ser um problema quando o smartphone não tem como mandar para fora o calor que recebe a mais depois de atingir sua resistência.

Para nossa alegria isso tem uma solução

Entretanto, os dispositivos ficaram mais inteligentes e, hoje em dia, não precisamos nos preocupar tanto com a saúde da bateria, pois a sua otimização já é um realidade. Com essas otimizações, chegamos à pergunta que está em nosso título: É certo deixar o celular carregando a noite toda? E a reposta é: Porque não?
Nossos dispositivos ficaram mais inteligentes com o tempo

Como dissemos acima, o maior perigo de deixar seu telefone ligado na tomada durante a noite são as altas temperaturas, que vão além do que ele pode suportar. No entanto, eles ficaram inteligentes e, hoje em dia, não acumulam mais energia e, em decorrência disso, não superaquecem. Simplesmente param de receber energia quando completam 100%.

Desse modo, você pode deixar o telefone ligado durante toda a noite e, ao acordar, ter uma carga completa. Os modelos mais recentes, como o Zenfone 5, contam com inteligência artificial para identificar quando carregar seu celular por completo durante a noite. Isso preserva a vida útil da bateria e previne o superaquecimento. Convenhamos que isso é muito satisfatório, mas alguns cuidados ao carregar seu celular são importantes.

Como por exemplo, tente não utilizar carregadores de marcas desconhecidas em seu telefone ou carregadores que não sejam os originais daquele celular. A maioria destes carregadores piratas esquentam demais sua bateria e agora nós sabemos que isso faz mal.

sábado, 25 de novembro de 2017

Erros mais comuns na hora de carregar a bateria do smartphone

Lembra que antigamente a gente tinha que tomar cuidado com as baterias de celular, porque elas não duravam muito e ainda corriam o risco de ficarem viciadas se você deixasse muito tempo carregando? Hoje em dia não é mais assim, mas a gente ainda comete alguns erros que podem prejudicar a bateria dos smartphones! Olha só quais são e como evitá-los.


Temperaturas extremas
Gente, calor e bateria não combinam! Evite deixar o celular exposto ao sol ou dentro do carro em dias quentes, pra não acabar com a vida útil dela. É por isso que, quando está muito quente, o celular desliga sozinho, sabe? E o mesmo vale pra temperaturas muito frias! Temperaturas abaixo de 0°C também podem estragar a bateria. Então, se você for viajar pra um lugar que tem neve, tome cuidado com o smartphone!

Carregador
Não use carregadores falsos ou que não são os ideais pro seu celular. O carregador faz parte do smartphone, ele é pensado pra carregar o aparelho de uma forma correta e segura. Se você usa o carregador de outro celular ou um falso, pode causar até incêndios, porque ele pode soltar faíscas ou superaquecer o aparelho. Então, resista a tentação de pagar baratinho em um carregador, tá? 

Usar o celular enquanto carrega
Antes de dormir você coloca o celular pra carregar e fica jogando ou navegando nas redes sociais? Então é melhor parar! O aparelho também precisa de um descanso depois de um longo dia de trabalho, viu? Se você fizer isso, além de demorar mais pra carregar, a temperatura do aparelho vai aumentar e, como você já sabe, o calor prejudica a bateria. 

Pouca bateria
Não espere a bateria acabar por completo pra começar a carregar o celular! O smartphone sente quando está com pouca energia e isso acaba encurtando a vida útil do aparelho ao longo do tempo. Pra evitar que isso aconteça, o ideal é não deixar a bateria ficar com menos de 10%, tá?

Com essas dicas você vai conseguir manter a bateria do seu celular saudável e fazer com que ela dure por muito mais tempo!

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Entenda como funciona a tecnologia de recarga de bateria sem fios


A Apple anunciou nesta semana os novos iPhones e um recurso específico chamou bastante a atenção: a recarga sem fio. A função não é exatamente nova, e vários aparelhos ao longo dos últimos anos já contavam com ela, mas o fato é que muita gente não sabe como a tecnologia funciona.

Para começar, é importante notar que a recarga sem fio não é 100% sem fio. O celular se conecta à base de forma livre de cabos, mas essa base ainda precisa ser ligada à tomada para ser abastecida. A diferença é que o celular pode simplesmente ser colocado sobre esse dispositivo sem a necessidade de cabos, o que proporciona mais mobilidade. Você não precisa ficar tirando e colocando o fio do celular se tiver que ir ao banheiro ou para a cozinha, por exemplo, o que ajuda a melhorar a vida útil da entrada para o cabo.

Sabendo isso, é preciso entender também que existem vários padrões concorrentes de recarga sem fio. Sem entrar em muitos detalhes sobre as vantagens e desvantagens de cada um, o fato é que o padrão Qi (pronuncia-se “tchí”) tem se estabelecido como o mais forte entre as fabricantes de celular. A escolha da Apple fortalece ainda mais o padrão, o que abre espaço para bases de recarga públicas; imagine ir a algum restaurante e descobrir que, ao deixar o celular na mesa, ele ficará carregando sozinho? Se cada fabricante usasse um padrão diferente, isso não seria possível.

O modo mais comum de recarga sem fio é a indução magnética, que usa magnetismo para transmissão de energia. Entrando em mais detalhes, a base de carregamento puxa energia da tomada, criando um campo magnético ao redor do cabo dentro do carregador. Esse campo cria uma corrente dentro de uma bobina dentro do celular encostado na base, o que permite a transformação de energia magnética em energia elétrica, enchendo a bateria do smartphone.

O método de indução requer o contato direto entre o celular e a base. O padrão Qi, originalmente, previa apenas esse método de recarga, mas recentemente também incluiu a função de ressonância magnética, que cria um campo um pouco mais distante, permitindo que os celulares sejam carregados a até 4,5 centímetros de distância da base. Isso possibilita, por exemplo, que a base seja posicionada abaixo de uma mesa, embora, quanto maior a distância entre dispositivo e carregador, menor a eficiência. O método também permite que vários aparelhos sejam carregados na mesma base ao mesmo tempo.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Carregar smartphone via USB pode colocar informações pessoais em risco



Uma pesquisa da empresa Kaspersky Lab, focada em serviços de segurança digital, mostra que carregar smartphones em entradas USB no computador pode ser algo perigoso, principalmente para quem quer manter dados pessoais seguros.

De acordo com as descobertas, nem todas as entradas USB dos computadores são seguras. Elas podem servir de passagens para malwares e ransomwares que trafegam do computador até o smartphone do usuário e colocam os dados armazenados no telefone em risco.

Para piorar, os usuários que utilizam os aparelhos enquanto eles estão sendo carregados por este método facilitam ainda mais a infecção de arquivos malignos no telefone.

Segundo a empresa, a prática pode fazer com que hackers obtenham o número de telefone e, com ele, possam realizar o download dos contatos armazenados no cartão SIM. Além disso, alguns smartphones têm sistemas de segurança mais frágeis e que possibilitam que os invasores instalem aplicativos voltados para o roubo de informações pessoais.

Assim, para evitar qualquer problema, a companhia recomenda que os usuários tenham cautela ao conectar o smartphone em computadores públicos. Outra dica é sempre realizar limpezas e varreduras antivírus no computador pessoal para evitar qualquer transmissão de arquivos maliciosos para o smartphone. 

terça-feira, 27 de junho de 2017

5 truques para fazer seu smartphone recarregar mais rápido

Seu smartphone já ficou sem bateria justo quando você vai sair e não vai ter como carregar no meio do caminho? Olha esses truques de como fazer seu smartphone carregar mais rápido:


Modo avião ou celular desligado
Gente, ativar o modo avião ou desligar o aparelho faz com que o celular carregue mais rápido. Isso acontece porque várias funções que gastam bateria, como Wi-Fi e Bluetooth, ficam desligadas. Mas olha só, se você fizer isso, vai ficar sem receber ligações e mensagens enquanto não ligar o celular ou desativar o modo avião, tá?

Desative funções desnecessárias
Se você não quer ficar sem receber ligações, então desative funções desnecessárias enquanto o celular está carregando, como o Wi-Fi, Bluetooth, localização e aplicativos que ficam rodando em segundo plano. Aproveite para fechar os aplicativos que você não está usando.

Modo economia
Uma dica bem legal para fazer o celular carregar rapidinho é ativar o modo de economia de bateria. Assim, o próprio celular irá fazer alguns ajustes que irão ajudar na hora da recarga.

Tomada
Sabia que o smartphone carrega mais rápido se estiver conectado na tomada do que no computador? É que as portas USB tem uma taxa de transferência de energia menor e o computador ainda limita o quanto de energia vai ser usado para recarregar o aparelho.


Não use o celular
Gente, a tela do celular é a parte do aparelho que mais consome energia. Então, não adianta nada ficar usando o smartphone enquanto ele carrega, não é mesmo? Coloque o aparelho para recarregar e deixe ele quietinho por um tempo. Você vai ver que sua bateria vai ficar no verde bem mais rápido. 

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Saiba diferenciar um cabo de iPhone pirata de um original


O cabo para carregar iPhone não é um produto barato: na loja oficial da Apple ele custa a partir de R$ 129. Alguns estabelecimentos, no entanto, o comercializam por preços bem mais baixos e ainda juram que vendem um equipamento legítimo da empresa norte-americana. Como visto aqui, cabos falsos podem danificar o telefone, por isso saiba como diferenciar as falsificações dos originais.

Embalagem
A primeira identificação de um produto falsificado pode ser vista logo na embalagem. Cabos falsificados são armazenados em recipientes alternativos. Os terceirizados e certificados vêm com o logotipo “Made for Iphone” (MFi) na caixa.

Inscrições no cabo
Os acessórios fabricados pela Apple têm a indicação “Designed by Apple in California”, além de "Assembled in China", "Assembed in Vietnam" ou "Indústria Brasileira" inscritos no fio a cerca de 18 cm do conector USB. Além disso, há também uma série de 12 dígitos no final do texto. Como mostra a imagem abaixo:


Detalhes do conector
O conector Lightning também traz suas características próprias que dificilmente são copiadas com exatidão por falsificadores. Ele deve medir exatamente 7,7 mm por 12 mm. A cor do encaixe deve ser obrigatoriamente cinza em tom metálico. Já os contatos são arredondados e lisos embutidos em uma peça única e regular. A imagem a seguir mostra as características originais na parte de cima e as falsas na parte inferior:


Detalhes do conector USB
A saída USB também tem características únicas. As travas são trapezoidais e tem espaçamento igual em relação à borda. Os contatos são dourados e a superfície é plana, uniforme e lisa. Novamente a imagem ilustra os componentes originais na parte superior e os falsificados na parte inferior:

sábado, 3 de junho de 2017

Seis práticas para preservar a bateria do seu smartphone

Ano após ano, os celulares ganham melhorias de hardware para ampliar suas capacidades de desempenho. Mas não tem jeito: mesmo com tantos avanços, a principal reclamação dos consumidores ainda é a bateria que, além de ter pouca vida útil durante o dia, pode se desgastar mais rápido que o normal. As fabricantes se justificam dizendo que uma bateria mais potente poderia deixar o dispositivo maior e mais pesado, e uma solução para resolver esse problema parece estar longe de acontecer. 

Muito já foi discutido sobre mitos e verdades envolvendo as baterias dos telefones móveis. Por isso, separamos alguns pontos para ajudar você a preservar esse componente tão importante do seu smartphone. 

É recomendável deixar o celular carregando a noite inteira? 
Você pode, mas não é o indicado. Como citamos acima, hoje os dispositivos mais modernos contam com um mecanismo de segurança que impede o superaquecimento por excesso de carga da bateria - o aparelho sempre interrompe a recarga quando detecta que a bateria está cheia. O problema é que repetir esse processo com frequência pode deteriorar a bateria mais rapidamente, uma vez que as baterias de lítio atuais se desgastam quando atingem extremos (0% ou 100%). Neste caso, procure deixar seu smartphone entre 20% e 80%, e não o recarregue por completo. 
Preciso usar carregadores originais?


Não necessariamente, mas é o recomendado pelas fabricantes. Se você for usar um carregador não-oficial, o que precisa estar atento é se o acessório apresenta uma corrente maior do que a suportada pelo celular. O carregador precisa oferecer valores iguais ou muito próximos de dois itens: voltagem e amperagem de saída - esses dados são as letras minúsculas na parte traseira do carregador original -, além do padrão de pinagem do componente. Se houver uma diferença muito grande entre esses números, aumenta o risco da bateria ficar superaquecida.

A bateria recarrega mais rápido com o celular desligado?
A resposta é um tanto óbvia: sim, já que o aparelho desligado não consome a mesma energia usada na tela e aplicativos. Caso você não possa desligar o dispositivo, uma dica é colocá-lo no modo avião pois, com a rede desligada, ele absorve mais carga. 

Posso usar o celular enquanto estiver carregando?
Sim, mas os riscos são menores se o carregador for original; peças falsas podem provocar problemas de funcionamento na bateria. Também não tem problema tirar e colocar o smartphone na tomada, uma vez que o importante é não deixar a bateria zerar ou chegar a 100% da carga.

Carregadores portáteis estragam a bateria?
Assim como no tópico anterior, o problema está no uso de carregadores piratas. Se utilizar o componente original, não há riscos. A única questão é que o dispositivo será carregado mais lentamente, já que a potência é menor do que a energia recebida por uma tomada.

O carregador do carro prejudica a bateria?
Sim, porque o carregador veicular fica bem próximo ao motor do carro. E como o grande vilão das baterias é o calor, isso prejudica a capacidade de retenção no celular. O cenário pode ser ainda mais perigoso porque mais componentes podem estar funcionando ao mesmo tempo, incluindo faróis, limpadores e ar-condicionado, causando uma sobrecarga. Se ainda assim você precisar usar o carregador veicular (ou a porta USB do rádio), saiba que o carregamento pode não ser muito satisfatório, já que a corrente elétrica é bastante baixa.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Como impedir que o cabo do seu celular estrague



Enquanto a tecnologia de carregamento sem fio ainda não chega aos principais smartphones do mercado, os consumidores precisam se virar com os tão odiados cabos. Na maioria das vezes, esses acessórios são frágeis e caros.

Então, para impedir que você gaste uma fortuna comprando novos cabos todos os meses, o Olhar Digital listou cinco dicas para garantir que o seu cabo não quebre (ao menos não tão facilmente).

1. Use uma mola


A maioria dos defeitos acontece nas extremidades do acessório, que acabam sofrendo muita pressão para algum dos lados. Para evitar que o cabo se dobre, o melhor a fazer é utilizar uma pequena mola (daquelas encontradas dentro de canetas) para envolvê-lo.

2. Misture amido de milho com silicone


Parece algo bizarro, mas um vídeo no YouTube ensina como fazer uma mistura envolvendo amido de milho e silicone para criar uma massa flexível que vai proteger a extremidade dos cabos. A aparência não fica das melhores, mas em temos de usabilidade o método parece bem eficiente.

3. Protetores de cabo


Uma opção mais barata e bonita são os protetores de cabo. É possível encontrá-los facilmente na internet, principalmente em sites como o Mercado Livre. O preço varia de acordo com o modelo, mas conseguimos encontrar alguns deles custando R$ 1.

4. Envolva com fita isolante


Se a proteção emborrachada que protege os fios já estiver desgastada, é melhor envolvê-la com fita isolante para evitar que os fios fiquem expostos. O problema é que a fita isolante não é tão protetora e, por isso, é aconselhável que se combine esse método com o da mola.

5. Utilize um tubo termo retrátil


O produto é encontrado por preços entre R$ 10 e R$ 25 na internet e, além de proteger, deixa o cabo até com um visual bacana. O problema é que a aplicação não é tão fácil e exige que o cabo seja aquecido usando um isqueiro. Este vídeo do site iPod School explica como aplicar a proteção em um cabo do iPhone. 

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Por que a fonte aquece enquanto carrega?

Já reparou que ao carregar o notebook, a fonte normalmente aquece? Quer saber se isso é um problema ou não? 

Não é difícil conhecer casos de pessoas que tiveram o carregador do notebook queimado, “inchado” ou, em casos mais extremos, até mesmo explodido. Por isso, muitas pessoas ficam preocupadas ao notar que ao utilizar a fonte do notebook, a mesma fica aquecida.

Na verdade, é normal ter um pouco de aquecimento, pois é próprio do funcionamento interno das fontes de notebook. Mas, se você perceber que esse aquecimento está maior que o normal, é preciso ficar atento e fazer alguns testes para identificar a causa do problema.


O que fazer quando a fonte de notebook aquece demais

Se a sua fonte de notebook está apresentando um aquecimento anormal, recomendamos que faça os seguintes testes:

Observe se existe algum defeito físico no carregador, como rachaduras, fio desencapado ou quebrado;

Veja se o conector DC Jack não está com algum dano; essa peça pode ser responsável pelo super aquecimento da fonte de notebook.

Verifique a compatibilidade entre a fonte e o notebook: como a voltagem, tensão e a amperagem. Se as configurações do notebook forem, por exemplo, 19V 3,42A (65W) e o carregador for de 19V e 2.1A (40W), não terá um fornecimento necessário de energia, podendo ocasionar a queima da fonte.

Não utilize o carregador em locais que propiciem o aumento do calor, como embaixo de cobertores ou no sol.

Exigir totalmente do processador do notebook também poderá intensificar o aquecimento, mas somente neste caso, não é preciso se preocupar.

Por isso, para evitar problemas é importante fazer o uso da fonte de notebook de maneira adequada. Utilizar somente se for compatível ao modelo do seu eletrônico, se não estiver apresentando nenhum problema físico e, não deixa-lá em lugares que aumentem o calor.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Cargas curtas podem ser melhor para a bateria do smartphone

Bateria do smartphoneFicar com a bateria zerada é um dos maiores temores dos usuários de smartphones. Infelizmente por melhores que sejam, as baterias desses aparelhos raramente superam os dois dias de uso. O que acabou sendo um pequeno retrocesso em relação à época dos "dumbphones" sem touchscreen, que conseguiram sobreviver até cinco dias sem voltar para a tomada.

A bateria curta faz com que muitos usuários adotem o uso do carregador quase o tempo todo, mesmo quando ainda tem bateria suficiente para algumas horas de uso. Mas essa tática pode influenciar na qualidade da mesma. As baterias são compostas de um material de íon-lítio, cuja vida útil é normalmente definida pelo número de ciclos de carga e descarga completa antes da perda significativa da capacidade.

Deixar a carga do celular cair constantemente para zero, e na sequência carregá-lo a 100%, tende a encurtar essa vida útil da bateria. Outro vilão é o superaquecimento, causado tanto pelo carregamento quanto pela temperatura externa. Veja mais dicas abaixo.

Evite deixar plugado e em 100% sempre

Segundo especialistas, fazer isso tende a forçar a capacidade máxima da bateria, colocando muita pressão no íon-lítio da mesma. A recomendação é deixar a bateria funcionando na faixa dos 40% a 80%, usando para isso recargas curtas ao longo do dia. A boa notícia é que os carregadores oficiais das fabricantes são "inteligentes" e reduzam a carga sobre a bateria assim que esta chega aos 100%, então deixar plugado e carregado ocasionalmente neste caso não causa grandes problemas, mas ainda assim, é bom não abusar do método.

Não zere a bateria

No extremo oposto, evite ao máximo usar seu smartphone até descarregá-lo completamente. Fique atento ao percentual da bateria quando estiver chegando aos 30% e já veja uma forma de carregá-lo. Carregar constantemente de 0 a 100% também exerce muita carga em pouco tempo na bateria, desgastando-a mais rápido. No entanto, fabricantes como a Apple recomendam fazer uma descarga completa e recarga pelo menos uma vez por mês, para fins de calibragem.

Fuja do calor

O superaquecimento é um dos fatores que acaba mais rápido com a qualidade da bateria. Então se ela estiver aquecendo enquanto carrega, é recomendável trocar o carregador por um modelo e marca confiáveis. Se o dia estiver muito quente, não utilize demais o aparelho. A uma temperatura média de 0°C, uma bateria de lítio-ion perderá 6% da sua capacidade máxima por ano. A 25 °C, esse número salta para 20%, e a 40°C, salta para 35%.

Carregamento rápido é bom?

Hoje os carregadores rápidos estão ganhando força no mercado, com as fabricantes de celulares usando isso como ferramenta de marketing. Se o carregador for de fábrica do próprio aparelho, não há muito a temer. Mas se for carregador de uma marca terceira, o cuidado deve ser maior. Quanto maior a tensão, menos perda de carga você vai ter, mas pode ser perigoso também, pois se não houver um chip inteligente que regule as descidas de tensão no início e no fim da carga, a bateria poderá sofrer um estresse.

Carregamento sem fio é ruim?

Do ano passado para cá, vem surgindo carregadores sem fio, que carregam o celular por indução, encostando-o em uma base. Novamente a dica anterior se aplica aqui; se for um carregador que veio na caixa do aparelho, feito especialmente para ele, na teoria não haverá problemas. Mas essa tecnologia tende a gerar um pouco de calor residual, o que causará mais desgaste a longo prazo;

terça-feira, 22 de novembro de 2016

A tecnologia de recarga rápida de bateria pode estragar seu celular? Entenda

Recentemente, o mercado de celulares encontrou uma solução alternativa para as baterias. Enquanto ainda não é possível fazer um smartphone ter bom desempenho e aguentar semanas inteiras de uso, pelo menos a tecnologia de recarga está avançando, permitindo repor a energia do aparelho mais rapidamente - o que posibilita ter várias horas de uso após poucos minutos conectado a uma tomada.

No entanto, resta uma dúvida: esta recarga rápida pode fazer mal para o seu celular no longo prazo? E a resposta é um insosso “depende”, já que isso vai realmente depender da forma que você usa e de como funciona o seu carregador.

O principal fator é que essas tecnologias normalmente acabam esquentando o celular, e o calor é um veneno para a bateria e vai afetar a sua durabilidade. Se o carregador faz o smartphone esquentar, isso provavelmente reduzirá a capacidade da bateria em pouco tempo. Além disso, também não é recomendável colocar o celular para carregar quando ele está quente.

Isso dito, baterias têm ciclos de recarga limitados, infelizmente. O recurso de recarga rápida pode ser um incentivo a se levar a bateria do 0% ao 100%, porque isso é muito mais veloz; mas a técnica não é recomendável. Se os ciclos são limitados, meio ciclo de recarga é sempre melhor do que um completo, então carregar o aparelho do 0% ao 100% acaba sendo o pior dos cenários para a longevidade da sua bateria. O ideal é sempre manter o nível entre 40% e 60%.

Só fique atento sobre a qualidade do seu carregador. Os carregadores das grandes marcas, feitos seguindo as devidas especificações, são projetados para se manterem dentro do limite de tensão e corrente que uma bateria pode receber, de modo que não haja sobrecarga com a checagem constante dessas restrições. Se você pegar um carregador falso só porque ele é barato, um que não tenha essas ferramentas de controle, é muito possível que você esteja danificando a bateria do seu celular. Pior que isso, este tipo de ação é o que costuma causar explosões de celulares.

Saiba como escolher um carregador portátil para o seu smartphone

Hoje em dia as pessoas andam com o celular pra todos os lados, não é mesmo? E às vezes a bateria não aguenta o dia inteiro... A melhor solução é usar um carregador portátil pra garantir que o seu smartphone continue ligado mesmo quando não tem nenhuma tomada por perto.

Mas na hora de escolher um carregador é preciso pesquisar bem pra não correr o risco de estragar o celular, viu!

Primeiro, evite comprar carregadores portáteis falsificados e dê uma olhadinha se ele tem o selo de homologação da Anatel. Quando o aparelho tem esse selo, significa que ele respeita as normas de segurança e a bateria tem proteção contra curto-circuito e sobrecarga.

Você também precisa ficar de olho na capacidade de carga, que é medida em mAh. É ela que mostra se o carregador vai conseguir carregar a bateria por completo ou não.

Funciona assim: se a bateria do celular tiver uma capacidade de 3.000 mAh, o carregador precisa ter, pelo menos, 3.000 mAh também pra ter uma carga completa. Se o carregador tiver 6.000 mAh, por exemplo, então ele consegue oferecer duas cargas completas. Agora, se a capacidade for de 1.500 mAh, então só vai dar pra carregar 50% da bateria.

Outro detalhe importante é a potência, que é medida em W [FALA WATTS]. Pro celular se carregado, é preciso que a corrente elétrica que sai da bateria seja maior ou igual à potência de carregamento do smartphone, tá? Se for menor, o celular não vai carregar! Essas informações de mAh e W ficam no manual ou na caixinha do aparelho.

E pra facilitar, olha essa dica!

As baterias portáteis vão perdendo vida útil ao longo do tempo, ou seja, ela perde o seu desempenho e capacidade de carga. Pra fazer o carregador durar por mais tempo, só recarregue o aparelho quando a energia tiver acabado por completo.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Qual a utilidade daquele cilindro preto no fio dos carregadores?


Para que serve aquele cilindro preto no fio dos carregadores? Você tem um notebook? Então, com certeza já deve ter percebido este pequeno objeto embutido no fio de carregamento.

Se olharmos bem para a configuração dos carregadores que usamos hoje em dia, você vai perceber que eles vêm com alguns acessórios que chamam a atenção.

Alguns deles fornecem energia, transmitem informações, permitem o funcionamento de dispositivos, mas já reparou em um cilindro com cerca de 3 centímetros que aparece bem perto do conector do carregador do notebook, por exemplo? Para que será que ele serve?

Esses cilindros de cor preta se chamam “núcleos de ferrite“. Estes pequenos objetos foram inventados no século XIX pelo físico Mihajlo Pupin, eles “ajudam a evitar que os cabos se comportem como antenas.

Esses cilindros evitam que variações grandes e picos de energia nas correntes que seguem fluxo pelos cabos aumentem a indutância dos fios.

Ele é uma espécie de controlador de ondas eletromagnéticas, que evita que aqueles chuviscos ou pixelados apareçam nos monitores dos computadores ou até mesmo celulares e televisões.

Por dentro do núcleo de ferrite

Por dentro dele existe uma bola ou espécie de cilindro que é feita à base de ferrita, um material bastante parecido com a cerâmica. A ferrita é feita de óxido de ferro, uma substância dura, quebradiça e bem escura.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Posso usar uma fonte no meu notebook com amperagem diferente?

Seja por mau funcionamento da fonte do seu notebook (ou simplesmente por esquecimento) você provavelmente já deve ter ficado sem poder utilizar o seu computador devido à falta de um carregador adequado – que atenda às especificações técnicas do seu aparelho.

Nesse momento, é normal algumas pessoas pegarem o carregador emprestado de um amigo (que aparentemente é compatível com o carregador original). Em outros casos, há consumidores que apenas compram a primeira fonte que encontram em uma loja de equipamentos eletrônicos sem verificar se a nova fonte é realmente compatível com a original.

O que poucos sabem é que a utilização de uma fonte inadequada pode causar danos ao aparelho e até mesmo diminuir o seu rendimento. Por isso, para garantir que o seu notebook continue funcionando normalmente, é importante conferir as seguintes especificações técnicas antes de realizar a substituição do componente: voltagem (V), amperagem (A) e potência (W) da nova fonte – informações disponíveis na etiqueta do produto.

Conheças as especificações: a amperagem deve ser IGUAL OU MAIOR do que a fonte original. Já a voltagem não pode ser maior ou menor, ou seja, deve ser IGUAL. Por fim, a potência, resultado da multiplicação da amperagem pela voltagem, deve ser MAIOR OU IGUAL. Por exemplo, um notebook que utiliza uma fonte de 65W – 19V-3,42A é perfeitamente compatível com um carregador de 95W – 19V-5.0A.

Caso você utilize uma fonte com voltagem menor do que o seu aparelho precisa, o equipamento poderá funcionar corretamente, mas o rendimento do notebook em geral e da bateria serão menores. Como resultado, a bateria terá um desgaste maior, já que ela precisará de recargas cada vez mais frequentes. Quanto à amperagem “extra” não há nenhum problema, pois o notebook utilizará apenas a amperagem necessária para o seu funcionamento.





terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Como escolher o melhor carregador e cabo para o smartphone

Já notou que o smartphone demora mais ou menos para carregar, dependendo do cabo ou da fonte de energia utilizada? Para quem precisa de agilidade nessa tarefa, preparamos algumas dicas e recomendações para você descobrir o que ajuda e o que atrapalha na hora de carregar seu gadget. Veja:


A tecnologia evoluiu rápido e hoje carregamos em nossos bolsos/mochilas aparelhinhos pequenos, mas cheios de funções e possibilidades. Os smartphones atuais são, de longe, superiores aos computadores disponíveis para a missão Apollo, que levou o homem à Lua em 1969.

O problema é que as baterias que alimentam estes gadgets não acompanharam essa evolução, tornando-se um problema para indústria, ainda sem solução disponível. Com isso, ficamos obrigados ao ritual que se repete (várias vezes ao dia) de plugar nossos portáteis na tomada mais próxima, sacrificando a mobilidade.

E, para que você passe o menor tempo preso à tomada, é preciso:

1) Escolher o carregador correto:

Esta é mais simples. Todo carregador vem com uma etiqueta ou inscrição informando a corrente em amperes (A ou mAh) e a tensão em volts (V).

A tensão deverá sempre ser 5V e a corrente deve ter, no mínimo, 2A ou 2000mAh. Abaixo destes valores, geralmente, será pouco para qualquer aparelho atual. O máximo costuma ser 3A ou 4A.

Em tempos de fios carregadores genéricos, é bom testar o que você compra. Para confirmar, se as informações exibidas na etiqueta do carregador são verdadeiras, conecte-o à uma tomada e ao smartphone, e realize os testes do aplicativo Charging Report. Quanto mais perto do valor anunciado, melhor é o carregador.

Aqui, só a saída nos importa. 5V com 2A

2) Escolha do cabo (USB, MicroUSB, etc):

Não parece, mas essa tarefa é tão importante quanto a escolha do carregador e… costuma ser mais complicada. Primeiro, porque não é sempre “visível” a diferença entre um cabo de qualidade e um cabo ineficiente.

Segundo, os vendedores das lojas (praticamente todos) não sabem dizer qual cabo é o melhor, e acabam fazendo apenas recomendações de marcas ou suposições.

Mas que problema é este?

É mais ou menos o seguinte: as fabricantes, na tentativa de aumentar o lucro, costumam economizar na quantidade de cobre usado para fabricar os fios que compõem o cabo, resultando em produtos de qualidade inferior aos padrões ideais. Como em uma mangueira fina que restringe o fluxo de água, um fio de cobre muito fino, ou de má qualidade, restringe a passagem da corrente elétrica. Resultado: não adianta ter o melhor, nem o mais caro carregador. A quantidade de corrente que chega no aparelho sempre será menor do que deveria ser.

Então, não adianta… o jeito é fazer o teste na hora. Não importa a marca ou aparência do cabo. Já vi cabos baratos muito bons, assim como outros bem caros e ruins.

Mas como é feito o teste?

Isso é simples. Veja só:
Com o próprio aparelho, baixe um destes aplicativos: Galaxy Charging Current Lite ou Charging Report;
Conecte o cabo ao smartphone;
Conecte o cabo a um carregador com, no mínimo, 2 Amperes (2A ou 2000mAh – significam a mesma coisa);
Ligue o carregador à tomada;
Inicie o aplicativo. Imediatamente, o app dirá qual é o valor real de corrente que chega nele. Quanto mais perto do valor escrito na etiqueta do carregador, melhor é o cabo.

As fotos abaixo demonstram o processo:

Vale lembrar que este guia serve para smartphones, tablets, câmeras e qualquer outro gadget que dependa de baterias recarregáveis, ok?

OBS: atualmente todos os aparelho tem controle de corrente. Logo não há risco ao se escolher uma corrente (A ou mAh) maior que a sugerida para este. Já para os volts ou tensão (V) é melhor escolher sempre igual a do aparelho.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Baterias: mitos e verdades

"Você tem 5 horas de autonomia, mas só usou 3 horas, por exemplo. Depois, você volta e dá uma carga e assim por diante. Isso forma um composto chamado intermetálico que isolava o material ativo, mas esse composto era de cádmio. Com a bateria de lítio, é outro material, então ele não tem este problema de efeito memória", explica Maria de Fátima Rosolem, pesquisadora / CPqD.

"Se você for usar o celular num clima muito frio, ele vai ter menor autonomia, só que é melhor para a vida útil, que não estaria sofrendo os processos de degradação da temperatura elevada. Só que a sua autonomia para falar todos os dias vai ser menor", completa Maria de Fátima Rosolem, pesquisadora / CPqD.

"A mudança da temperatura dentro daquela faixa de 0 a 40 graus tem a ver com a vida útil da bateria, quando que ela deixará efetivamente de funcionar - e não com a preservação da carga", afirma Renato Franzin, professor / USP.

"Esses sensores protegem de uma sobrecarga ou explosão quando você deixa carregando por muito tempo carregando na tomada", completa Franzin.

"Na verdade, a bateria não foi feita para ficar descarregada, então os processos eletroquímicos vão acontecer numa escala diferente do que quando ela tem alguma carga. E isso deteriora a bateria um pouco mais rápido", explica o professor da USP. 

"É muito mais provável que você encontre um desenvolvimento no dispositivo móvel que vá promover a economia de energia e prolongar o tempo de funcionamento do que a melhoria da tecnologia da bateria", completa Franzin.  

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Qual é o verdadeiro perigo dos carregadores falsos?

A morte de uma aeromoça chinesa depois de ser eletrocutada por seu smartphone, intrigou o mundo da tecnologia. Até hoje não se sabe ao certo o que causou o choque fatal. Mas informações de uma emissora de TV local dizem que o iPhone da jovem de 23 anos estava plugado na tomada com um carregador que não era o original da Apple. Ou seja, o uso do carregador genérico ainda é a principal hipótese da morte da chinesa.


Para esclarecer este e outros perigos, fomos conversar com o professor João Carlos Lopes. Os riscos são diversos; os menores são desde o carregador simplesmente não cumprir sua função, ou seja, não carregar o aparelho, até danificar ou queimar o dispositivo. Muito pior do que isso, segundo o professor, é que carregadores fora das especificações técnicas podem superaquecer, pegar fogo, explodir e, claro, dar choque...

Vale explicar, o choque elétrico em humanos ocorre quando há uma passagem de corrente elétrica através do corpo. Dependendo da intensidade, o choque pode ir de um simples susto e, na pior das hipóteses, matar!

"A partir de 1 mA, que é uma coisa bem baixa, você já começa a sentir o choque no organismo. O responsável pelo choque é a corrente, não a tensão. A tensão é 110V, 220V, enquanto a corrente é o que faz circular dentro do corpo. A partir de um mA, você começa a sentir", explica o professor de engenharia da computação do Instituto Mauá de Tecnologia.

Entre 50 e 70 miliamperes, a pessoa já sente certo formigamento ou até total adormecimento do músculo. Nos carregadores de telefones celulares a corrente elétrica varia entre 150 e 300 miliamperes; uma intensidade que se passar pelo corpo humano pode ser extremamente perigosa...

"De 100 a 300 mA já é uma corrente perigosa, porque ela passa pelo seu coração e ela pode fazer ele parar ou bater fora de ritmo, ter uma parada cardíaca e morrer", diz o João Carlos Lopes.

Visualmente os carregadores genéricos e originais são bastante parecidos. Tecnicamente, a principal diferença é que os falsos não trazem embutido sistemas de segurança para prevenir possíveis curtos-circuitos. O mais comum é a utilização de um fusível, que queima em caso de sobre carga ou superaquecimento...


"Esse circuito tem que ser testado para garantir que, quando o telefone terminar de ser carregado, ele desligue e não passe corrente ou tensão a mais do que o telefone precisa. Há filtros lá dentro que garantem isso", conta o professor.

E mais: sem sistema de segurança, o carregador ainda pode passar muita corrente elétrica para a carcaça do aparelho, causando o choque com força suficiente para matar. Resumindo, gastar menos em um carregador pirata, além de ser perigoso, não é uma economia muito inteligente.

Já os carregadores para carros, aqueles ligados no antigo acendedor de cigarro dos automóveis, não oferecem risco – pelo menos à vida. Ainda que a bateria do carro seja capaz de gerar uma corrente alta, a saída do carregador é alimentada com uma voltagem de apenas 12 volts.


"É muito difícil eles queimarem por causa da baixa tensão. O que acontece é eles não funcionarem. Você liga num telefone e não carrega. Aparece que está carregando, mas ele não tem corrente suficiente para dar carga na bateria", explica o especialista.