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segunda-feira, 22 de julho de 2013

Entenda a diferença entre os cartões SD


Realmente, eles são todos iguais – mas só por fora. Você sabia que os cartões SD, hoje usados em mais de 90% das câmeras fotográficas e filmadoras, são bem diferentes entre si? E mais: sabia que se, por acaso, você errar na escolha, isso pode comprometer bastante o desempenho do seu equipamento?

Basicamente três pilares dividem os cartões SD: memória, classe e velocidade. Vamos começar pelo mais simples. Todos são SD, mas existem nomenclaturas específicas para distinguir os cartões com maior capacidade de memória. Aliás, para começar, o SD do nome dos cartões quer dizer Secure Digital – ou digitalmente seguro.



Aí, temos os com capacidade para até 2 GB são chamados apenas de SD mesmo. Já o padrão SDHC denomina cartões com capacidade de armazenamento entre 4 e 32 GB e são os mais utilizados hoje em dia. O HC, dá até para adivinhar: significa High Capacity. Mas como espaço nunca é demais, o mercado já estabeleceu um novo padrão; o SDXC, que pode chegar a 2 Terabytes de memória. O “xis” do nome quer dizer Extended, ou Estendida.



A segunda característica a ser observada em um cartão SD é sua “classe”. Os diferentes modelos são classificados em classes de um a dez, mas as três mais comuns disponíveis no mercado são as classes quatro, seis e dez. A classe do cartão SD corresponde à quantidade de quadros por segundo que o cartão consegue armazenar.

Importante ressaltar também que a classe do cartão pouco tem a ver com a fotografia. O que tem a ver com fotos é a velocidade do cartão SD; normalmente expressa em megabytes por segundo. Há diferentes valores para a taxa de gravação e leitura nos cartões SD. A velocidade deve ser bem avaliada principalmente para quem for usar o cartão em câmeras fotográficas.

Cartões simples e baratos costumam ter velocidade de 5 megabytes por segundo; os mais caros e modernos, chegam a até 100 megabytes por segundo. Para usufruir bem da tecnologia que seu equipamento oferece, procure um cartão SD com, no mínimo, 15 megabytes por segundo – com essa velocidade já é possível inclusive fazer fotos em sequência.

Mas lembre-se da dica: consulte sempre o manual da sua câmera. As marcas sempre recomendam qual classe e velocidade de cartão SD é mais adequada àquele equipamento.

"Por exemplo, se você tiver uma câmera mais simples, compacta, tem de olhar para mais capacidade - quantas fotos quer armazenar. Se a câmera for mais profissional, você já começa a olhar tanto a classe, pra fazer vídeo, quanto a velocidade do cartão", explica Paulo Vizaco, diretor comercial da Kingston Technology. "Muitas vezes a pessoa compra uma câmera semiprofissional e um cartão com velocidade baixa e não consegue fazer as fotos quadro a quadro, ter velocidade e acaba achando que é problema da câmera."

Para quem quer mais memória em tablets e smartphones, o cartão SD também tem uma versão micro, que segue as mesmas regras dos SD tradicionais de classe e velocidade.

"Como o celular, hoje, reúne foto, vídeo etc, acho que é mais interessante comprar um microSD de maior capacidade. Sempre olhando, obviamente, se o seu celular suporta a capacidade que você quer comprar", comenta Vizaco.

Agora que você já conhece as diferenças entre os cartões, tem outra pergunta. O que é melhor: uma câmera fotográfica que filma ou uma filmadora que tira fotos? Confira a comparação que fizemos recentemente aqui no site. Fique por dentro e acerte nas suas escolhas.


quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O que diferencia os celulares dos smartphones?

Descubra quais as principais características que tornam os telefones móveis em um moderno smartphone 
 
Smartphone. Do inglês, algo como telefone inteligente. Eles são geralmente maiores, mais pesados e com baterias que duram menos que as dos celulares comuns. Mas, o que realmente diferencia um telefone para ele ser considerado inteligente?

Vamos começar pelo contrário pelos telefones comuns. A maioria dos celulares é apenas um telefone, só que móvel. Neles você pode fazer ligações de voz, enviar mensagens de texto SMS, além de, em alguns mais modernos, ter funções como alarme, agenda e até joguinhos. Em alguns casos, o celular tem até acesso à internet utilizando a rede WAP.

Mesmo entre os celulares, digamos comuns, já há recursos de sobra. Os top de linha servem para falar e também para usar diversos recursos multimídia: dá para ouvir música, tirar fotos e até filmar.

Mas se os celulares comuns já têm tudo isso e os Smartphones? Bem, poderíamos arriscar e dizer que esses celulares inteligentes funcionam quase como um computador dentro de um telefone.

Normalmente as principais características de um smartphone são o telado QWERTY (lê-se cuérti), físico ou virtual; acesso a internet por wi-fi ou através da rede 3G; troca de e-mails; câmera fotográfica e filmadora; GPS; grande capacidade de armazenamento; tela sensível ao toque e leitor e editor de documentos. Como acabamos de dizer: é praticamente um computador de mão.

"Geralmente o smartphone tem um display maior e por ter um sistema operacional aberto também tem agregado um grande número de aplicativos para o usuário final", conta Hélio Oyama, Gerente Sênior de Desenvolvimento de Negócios da Qualcomm. 
Um outro detalhe que diferencia os smartphones dos celulares comuns são os jogos. Com qualidade cada vez maior, eles impressionam e atraem crianças, jovens e adultos. Outra recurso que aparece com cada vez mais força nos smartphones é a integração com as redes sociais, como Facebook, Twitter e Orkut e outros. "Dentro do mercado de terceira geração há uma proporção de 74% de smarphones contra 26% de celulares", relata Hélio. 

A boa notícia é que os preços dos smartphones vêm caindo, e mais e mais gente está abandonando os celulares comuns em busca dos tais "telefones inteligentes". Só nos primeiros três meses deste ano, cerca de 1,2 milhão de smartphones foram vendidos no país; um crescimento de 170% em relação ao mesmo período em 2009.

Um smartphone pode ser bem bacana. Mas, vale a pergunta: Será que você precisa mesmo investir em um? Para ter certeza, é muito importante saber para que o seu aparelho vai servir.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br//produtos/central_de_videos/o-que-diferencia-os-celulares-dos-smartphones/14727/integra