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sábado, 18 de junho de 2011

Ubuntu 11.10 facilitará instalação via pen drive com imagens híbridas

Finalmente o Ubuntu passou a adotar imagens híbridas de CD/USB. A partir desta semana as compilações diárias (de desenvolvimento) já são imagens híbridas.

Com essas imagens será mais fácil instalar o Ubuntu a partir de um pendrive, sem precisar recorrer a ferramentas específicas de conversão. Outras distros, como openSUSE e Fedora, já suportam isso há um bom tempo.

No Debian (e consequentemente Ubuntu) esse tipo de imagem híbrida não está disponível por um problema com o Jigdo. No caso do Ubuntu, estão usando o xorriso como gerador das imagens, agora que ele suporta JTE.

Os usuários ainda poderão usar ferramentas de conversão diversas, especialmente se quiserem aproveitar o armazenamento persistente no dispositivo. Todavia a mudança facilita bastante para quem quer apensa instalar o Ubuntu num notebook, netbook ou qualquer outro hardware compatível sem um leitor de CDs.

Pelo lado negativo, nos CDs para desktops será perdido cerca de 1 MB nessa mudança. A princípio não parece muito, mas cada MB num CD de 700 é precioso para um sistema que vem com vários programas compactados.

Como resultado teremos isso oficialmente no Ubuntu 11.10, em outubro.

Fonte: http://www.hardware.com.br/noticias/2011-06/ubuntu-imagens-hibridas.html

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Cinco erros comuns para novatos em Linux


Aprender a dominar o Linux requer um mínimo de empenho. Persevere, e verá que o sistema é seu amigo.

A chegada do Ubuntu 10.10 veio para aumentar a lista de argumentos que justificam a migração de sua empresa para a plataforma aberta Linux. O sistema operacional está mais simpático ao usuário e nem por isso condenou as robustas configurações de segurança que o diferenciam dos produtos concorrentes a se desmanchar em /dev/null.

Se você se encaixa na categoria Linux newbies (usuários recém chegado à plataforma criada por Linus Torvald) merece palmas. Agora que se livrou das amarras impostas por licenças e travas de sistema que o impedem de manipular o seu SO da maneira que achar melhor -  e das outras tantas desvantagens embutidas nos sistemas Mac e Microsoft - aproveite para conhecer os erros que você provavelmente vai cometer, assim como todos os novatos.

Não queremos te desanimar, pois nenhum desses erros é, digamos, fatal. Mas vale a pena estar atento para não passar por essa dores de cabeça. Então, sem mais delongas, respeitável público: cinco coisas que você deve evitar ao migrar para o Linux.

1. Linux não é Windows
O ser humano é dominado por hábitos. Passados anos na frente de estações de trabalho munidas a Windows ou a Mac, é natural que espere um ambiente semelhante.
Várias características que faziam do Windows e do Mac OS sistemas descomplicados de usar foram incorporados ao Ubuntu e a outras distribuições Linux recentes. Isso faz do sistema algo que, visualmente, é bastante parecido. Analisando a questão sob um prisma pragmático, é necessário alertar que a versão 10.10 do Ubuntu (codinome Maverick Meerkat) não vem enlatada e pronta para usar, como acontece com o Windows.

Não queremos dizer que usar o Ubuntu seja mais complicado que manipular o sistema da Microsoft. Linux, definitivamente, não é mais difícil que os outros SOs, apesar das diferenças. Pode ser que leve algum tempo até você se acostumar com o jeito da plataforma funcionar. Não desanime. Tudo requer aprendizado, e as vantagens ultrapassam de longe os incômodos iniciais.

2. Rodar o sistema em modo root sem necessidade
Uma das grandes diferenças entre os sistemas Linux e o Windows é o fato de os usuários do primeiro, por padrão, não terem todos os direitos sobre o software. Quando o assunto é segurança, isso faz a maior diferença. Esteja consciente de que não há necessidade de usar o Linux em modo administrador cada vez que realiza o login.

Isto posto, não há qualquer motivo para temer o modo root. Para realizar determinadas tarefas ele é necessário, e por bons motivos. Mas não abuse.

3. Usar o Google para encontrar softwares
Se você vem da plataforma Windows, deve estar acostumado a procurar por aplicativos e, se necessário for, pagar o que custam. Mas, uma das belezas do sistema do Pinguim está no fato desse processo ser menos complicado e não envolver o escrutínio de diretórios da web na busca por softwares. Sem mencionar que geralmente as soluções têm custo igual a zero.

Quase todas as distribuições Linux têm um gestor de aplicativos. Invista um pouco de tempo se informando como esse recurso funciona. No caso do Ubuntu, ele é chamado de Ubuntu Software Center. Com base nesse gerente de pacotes, você poderá encontrar praticamente qualquer software de que necessite.

4. Não tema o shell
Sem dúvida os sistemas operacionais se afastaram da linha de comando (aquela tela preta com um prompt). Mas, no caso do Ubuntu 10.10, ele se faz necessário para uma variedade de tarefas.

Não tema esse ambiente. A diferença entre digitar alguns comandos básicos nessa interface não difere muito do "clicar /  arrastar / soltar" com o mouse. Isso, sem mencionar que rodar processos na linha de comando pode ser mais eficiente e mais rápido que a interface gráfica. Ninguém está pedindo que decore as centenas de comandos passíveis de disparar uma rotina, mas quando isso for requerido, vá com fé.

5. Desistir logo no começo
Toda mudança é difícil, e o fato do novo sistema ser mais fácil não ameniza o choque da migração entre plataformas. Lembre-se que você não nasceu sabendo administrar o Windows nem o Mac OS. Por que dominaria o Linux assim, logo de saída?

O Linux pode parecer muito diferente do que você estava acostumado, mas isso não faz dele o vilão ou um ladrão de sono. Não desista. Em pouco tempo você nem vai mais notar a diferença entre os sistemas XP, Linux, Win 7, Mac OS etc. Logo você vai perceber que o modo do Linux realizar as tarefas faz mais sentido. E, quando menos esperar, não irá se recordar da época em que vivia sem ele.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2010/10/15/linux-ubuntu-5-erros-comuns/

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Elimine vírus com a ajuda Ubuntu


Se a máquina não dá o boot e você desconfia de uma infecção, o CD do Ubuntu pode dar uma força para eliminar o malware. Entre no Ubuntu com a opção Testar o Ubuntu Sem Qualquer Mudança No Seu Computador. 

Abra o Firefox e navegue para www.info.abril.com.br/downloads/avasthome-edition-for-linux. Ao baixar o pacote, escolha a opção Abrir, do Firefox, para que o Avast! seja instalado. No menu Locais, clique nas partições Windows. Agora, acesse o programa em Aplicativos > Acessórios > Avast! Antivírus. Acesse Ferramentas > Atualizar o Banco de Dados. Espere até que as definições de vírus sejam atualizadas e clique em Pastas Selecionadas. Pressione o botão + e localize as partições do Windows, que ficam na pasta media. Clique em Iniciar Escaneamento para dar caça ao malware.

Fonte: http://info.abril.com.br/dicas/seguranca/virus/cartao-vermelho-aos-virus-com-o-ubuntu.shtml