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domingo, 17 de junho de 2012

Uma forma mais conveniente de copiar e mover arquivos

O Windows tem um recurso que facilita a cópia e movimentação de arquivos mesmo quando a pasta de destino não está visível. Infelizmente ele está oculto. Veja como ativá-lo!

É difícil encontrar uma forma mais intuitiva de copiar e mover arquivos do que simplesmente arrastá-los de uma pasta para a outra. Mas isso só é prático se a pasta de destino já estiver visível na tela. 

Felizmente o Windows oferece alternativas mais convenientes para esses casos: caixas de diálogo que perguntam onde você quer colocar os arquivos. Mas essas opções não irão aparecer em menus de contexto (como o mostrado abaixo) até que você as coloque lá. 

Então como chegar a elas?
copiararquivos-360px.jpg
Esta caixa de diálogo facilita a cópia de arquivos. O problema é que ela está escondida

No Windows Explorer, selecione os arquivos e pastas que você deseja copiar ou mover. Se você usa o Windows Vista ou Windows 7, tecle Alt e um menu deve aparecer na janela do Windows Explorer. Selecione Editar e então Copiar para pasta... ou Mover para pasta... No Windows XP é só acessar o menu diretamente, não é necessário pressionar Alt antes.

Claro que faria muito mais sentido colocar estes recursos no menu de contexto, para que você possa acessá-los clicando com o botão direito do mouse nos arquivos. Você consegue isso com dois ajustes simples no registro, que podem ser feitos automaticamente.
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Com duas mudanças no registro os itens Copiar para pasta e Mover para pasta aparecem no menu
 
Baixe o arquivo copyto_moveto.zip. Dentro dele você irá encontrar dois arquivos com a extensão .reg. Basta dar dois cliques sobre cada um deles para executá-los. Depois disso, sempre que você clicar com o botão direito do mouse sobre um arquivo ou pasta irá ver as opções Copiar para pasta... e Mover para pasta... no menu

segunda-feira, 11 de junho de 2012

ENTENDENDO O VOIP

Cada vez mais, as evoluções tecnológicas em telecomunicações nos proporcionam serviços e facilidades que antes mal poderiam ser imaginadas. 
Aparecendo cada vez mais em nosso mercado, esta uma nova tecnologia das redes IP (principalmente a Internet), que é conhecida como VoIP – Voice over Internet Protocol, traduzindo, Voz sobre Protocolo de Internet. Vamos entender um pouco mais sobre essa tecnologia.


A Agência Nacional de Telecomunicação - ANATEL tem como definição contida em seu glossário que o VoIP (Voz via IP) é a tecnologia que possibilita o uso de redes IPs como meio de transmissão de voz. O conceito é simples e consiste em converter os pacotes de voz, analógicos, em pacotes digitais e fazê-los trafegar pela internet.

Com uma relativa largura de banda, (128Kbps já garante uma boa qualidade de voz, sendo de 256Kbps em diante melhor) é possível usar a capacidade de transporte do protocolo IP para transmitir voz.

E o que você ganha com isso? O principal ganho da tecnologia VoIP esta na grandiosa economia proporcionada, pois diferente da tarifação telefônica, que é baseada em distâncias geográficas e horário de utilização, o VoIP se baseia simplesmente na troca de pacotes via Internet.

Outra enorme vantagem é uma herança da rede IP, que é a característica conhecida por comutação de pacotes. Essa característica permite que os pacotes procurem automaticamente o melhor caminho disponível para que a comunicação seja estabelecida, aproveitando de maneira muito mais inteligente os recursos disponíveis e com a opção de ter contingência.

Um pequeno detalhe que eu chamo por sua atenção, é para não confundir VoIP com Telefonia IP. O conceito de VoIP define apenas a transmissão de voz, enquanto a telefonia IP abrange voz, vídeo, fax e outros serviços de telecomunicações.

Mas aonde entra a tão falada economia?
Essa economia que chega a superar a casa dos 70%, reside no fato de se poder realizar chamadas a longa distância com o custo do pulso local de sua conexão à internet, ou o custo de sua banda larga mais o valor cobrado pela operadora de VoIP e mais nada!
Fora o fato de que por ser um serviço da INTERNET e não do monopólio de alguma operadora de telecomunicações ou governo, haverá concorrência, e das grandes! Logo, com concorrência, quem sai ganhando é o usuário final!

E como funciona o VoIP?
Basicamente existem 3 maneiras de se comunicar usando o serviço VoIP.
1) Via telefone comum, com a utilização de um ATA (adaptador de telefone analógico).
Telefone comum -> ATA -> Modem Banda Larga -> Internet à Provedor VoIP

2) Usando um IP-Phone, que é um dispositivo, normalmente ligado a uma porta USB, que com suporte do software do fabricante, você terá literalmente um telefone funcionando em seu computador.
IP-Phone -> Modem Banda Larga -> Internet -> Provedor VoIP

3) Conexão direta via IP-Phone, que dispensa o uso de um provedor VoIP, visto que a conexão será equivalente a um ponto-a-ponto.

IP-Phone -> Modem Banda Larga -> Internet -> Modem banda Larga -> IP-Phone
Nos dois primeiros exemplos, depois que a conexão é estabelecida com o provedor VoIP, sua ligação poderá ser roteada para qualquer aparelho telefônico, convencional, celular ou outro serviço VoIP também.

Iniciando o uso do VoIP
Que tal agora nós começarmos a realmente usar o VoIP para sentir como é? Nada melhor que botar a teoria em prática para entender não é?

Um dos maiores nomes mundial de VoIP é o SKYPE, que possui uma versão para download que permitirá a comunicação gratuita de PC à PC, como se fosse um programa de mensagens instantâneas, porém de alta qualidade de voz.

No site http://www.skype.com/intl/pt/download/ você tem todas as informações necessárias para fazer o download, e um excelente guia de como começar a usar o SKYPE. Sendo que a SKYPE já esta difundindo o conceito de Telefonia IP que citei lá em cima, adicionando vídeo e outros serviços. A SKYPE possui todo o portfólio de serviços de VoIP para os mais diversos perfis de clientes.

Vamos dar uma olhada nas duas principais ramificações de serviços do Skype, o SkypeIn e o SkypeOut.

SKYPEIN – Trata-se de um número telefônico regular, que seus amigos poderão discar de um telefone convencional e o seu Skype irá receber essa chamada.
Com isso, você pode morar no Rio de Janeiro por exemplo, e poderá estar viajando pela Europa, e algum amigo seu irá discar seu número local do RJ e seu Skype na Europa vai atender. Assim, seus amigos não precisam gastar com ligações interurbanas. Olha a economia aí de novo!

É claro que em uma viagem, você não fica o tempo todo ligado em seu computador, por isso o serviço já agrega um voice-mail (caixa de mensagem de voz), aonde ficarão armazenadas as ligações que você não pôde atender.

Atualmente o serviço custa 30 € (euros) ANUAIS, o que significa uma assinatura mais barata que a da Telemar, e ainda lhe dá o direito de 10 números que podem ser espalhados pelo mundo (atualmente Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Hong Kong, Polônia, Noruega e Suécia).

SKYPEOUT – Com essa função, você poderá ligar do seu Skype para qualquer aparelho telefônico convencional ou celular em qualquer lugar do mundo com tarifas super-reduzidas (veja aqui o preço em reais). Como podem ver, a preço é muito inferior ao cobrado pelas companhias telefônicas! E não tem essa de período de preço reduzido, planos e mais planos e outras dificuldades... é um preço definido por minuto e ponto final.

Durante a pesquisa do material desse artigo, me deparei com um produto interessante, um telefone já todo preparado para trabalhar em conjunto com o Skype, sem-fio e com várias funções. O CIT200 da LinkSys (LinkSys é uma empresa representante da CISCO no Brasil). Para aqueles que adotarem o Skype como solução VoIP, esse telefone é uma mão na roda no quesito comodidade, pois poderá ter acesso a todas as funções do Skype em seu visor (que apesar de pequeno, atende às necessidades).

Se desejar um tutorial passo a passo de como instalar, você pode dar um pulo na dica: TUTORIAL: INSTALANDO O SKYPE (VOIP - VOZ SOBRE IP) que verá como é fácil a instalação.

Temos também a Google nesse campo da informática. Através do Google-Talk, poderemos usufruir do VoIP também.

O site http://www.google.com/talk/intl/pt-BR/ possui o programa para download e um breve guia para utilizá-lo.

Alguns provedores de acesso à internet nacionais oferecem serviços de VoIP, como o Terra e o UOL. Através dos respectivos serviços Terra-VoIP e do UOL-Fone.

Porém ambos tem limitações perante o Skype, como por exemplo, não criam números virtuais para que usuários que não estejam usando VoIP liguem pra você. Mas ainda criam uma ótima economia em ligações interurbanas ou internacionais.

Porém, temos aqui no Brasil, o provedor VoIP VONO, que vem como uma ótima opção ao Skype. Possui os mesmos tipos de serviço, possibilita a criação de números virtuais espalhados pelo Brasil e pelo mundo, várias opções de recarga dos créditos, ligações gratuitas de vono pra vono... e por ai vai. Você poderá conferir no link a seguir, todas as vantagens.

Ressalto algo que achei magnífico tanto no Skype quanto no Vono, que é o fato da conta ser totalmente detalhada, com hora de início e fim da conversação, preço do pulso, número de pulsos, número e IP que originou e número e/ou IP de quem recebeu.

Fonte: http://www.boadica.com.br/layoutdica.asp?codigo=509

sábado, 2 de junho de 2012

Primeiras impressões: Windows 8 Release Preview

Estou sentado na sala de jantar, com meu notebook sobre a mesa. Leio as notícias, e depois confiro como está o mercado de ações. Abro o Internet Explorer 10 para ler meus blogs matinais, o que leva uns 15 minutos. Com um gesto, deslizo os dedos sobre o trackpad, acesso a lista de aplicativos e abro o Word. E aí acontece algo desconcertante: estou na interface Metro, colorida e cheia de “blocos dinâmicos” que compõem o que a Microsoft chama de “tela inicial do Windows” e subitamente, assim que o Word abre, me vejo de volta no bom e velho ambiente desktop. Mas essa “dissonância cognitiva” será provavelmente um fenômeno comum entre os usuários experientes do Windows.

Não há dúvida de que o Windows 8 é uma experiência polarizante, particularmente quanto à sua nova interface. Mas por outro lado, as impressões iniciais dos usuários até o momento foram resposta a versões muito preliminares. A Microsoft agora disponibiliza a “Release Preview” (RP), uma amostra do sistema bem mais próxima ao produto que chegará às lojas no final deste ano. O Release Preview (Build 8400) é similar em escopo ao Windows 7 Release Candidate: em muitos aspectos está completo em termos de recursos, embora ainda existam bugs e partes faltando, e a Microsoft tenha muitas arestas a aparar. No geral, entretanto, a RP é substancialmente mais usável que as versões anteriores: os aplicativos inclusos funcionam melhor, o mouse e teclado respondem melhor e o sistema em geral parece muito mais sólido.

Mais que um rostinho bonito
Já vou mostrar os aplicativos inclusos com o sistema, mas primeiro quero mencionar alguns recursos do Windows 8 que são uma melhoria em relação às versões anteriores. A interface Metro e a Windows Store já foram analisadas em detalhes, mas há outros aspectos que podem ser mais importantes para os usuários que estão considerando um upgrade. 

Menor consumo de memória: o Windows 8 usa memória de forma mais eficiente, e exige uma quantidade menor para rodar. Isso é importante em sistemas como os Ultrabooks, que geralmente tem 4 GB de memória não expansível, que devem ser divididos com o processador de vídeo.

Maior eficiência: o Windows 8 e seus subsistemas consomem menos recursos do processador do que as versões anteriores. Isso é importante em ultraportáteis e tablets, cujo desempenho é menor que o de sistemas de mesa.

Menor consumo de espaço em disco: discos de estado sólido estão se tornando cada vez mais comuns, mas ainda são caros. Por isso máquinas como os Ultrabooks de menor custo tem unidades de apenas 128 GB (contra os 500 GB ou até 1 TB de espaço em disco de um notebook tradicional), o que torna cada GB ainda mais valioso. Quanto menos espaço o sistema consumir, mais espaço o usuário terá para suas fotos, vídeos e músicas.
Integração com HyperV: recurso crucial para empresas que usam máquinas virtuais para executar aplicativos essenciais em um mundo onde as pessoas querem usar seus próprios aparelhos no trabalho.

Integração com o SkyDrive: o armazenamento em nuvem agora é uma parte integral do sistema operacional.

Melhor suporte a múltiplos monitores: entre os recursos disponíveis está a capacidade de ajustar o tamanho, comportamento e posição da barra de tarefas. Parece algo simples, mas faz falta.

Muitos destes recursos, com a possível exceção do melhor suporte a múltiplos monitores, não terão muito apelo entre os usuários avançados de computadores desktop, mas terão um grande impacto sobre a eficiência de sistemas móveis, como tablets e notebooks, que normalmente tem limitações de memória, capacidade de processamento e de armazenamento.

 Melhorias nos aplicativos
Versões anteriores dos aplicativos “Metro” inclusos com o sistema operacional foram criticadas por seus recursos limitados. No Release Preview Mail, Música, Vídeo e Notícias são muito mais refinados, embora ainda existam algumas arestas a aparar.

Mail
O programa de e-mail ainda não tem todos os recursos que esperamos de algo em sua categoria. Por exemplo, ele pode ser facilmente configurado para baixar mensagens de contas do Hotmail, GMail ou de servidores Microsoft Exchange, mas não de servidores POP ou IMAP. Consegui configurar facilmente duas contas do GMail, mas não a minha conta particular no Yahoo.

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Você leu direito: duas contas do GMail. O Mail agora é um agregador, e mostra todas as mensagens de uma vez só em uma caixa de entrada unificada. Ele se comporta de forma similar ao aplicativo de e-mail de um smartphone, então por padrão você não verá todo seu histórico de mensagens de uma vez. Mas esse comportamento é configurável, e pode ser modificado. A interface é limpa, e é fácil renomear contas para que fique fácil saber qual você está vendo.

Música e Vídeo
Os aplicativos de música e vídeo se parecem demais com seus “primos” no Xbox 360, o que não é surpresa já que foram escritos pela mesma empresa. Eles reproduzem conteúdo local e permitem que o usuário compre facilmente músicas e vídeos na loja Zune Marketplace (em países onde este serviço está disponível. Se você tem um Zune Music Pass (serviço que permite o acesso ilimitado a músicas via streaming mediante uma assinatura mensal) ele será integrado ao aplicativo Música no PC.

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Notícias, Finanças e Esportes
Estas apps tem uma interface similar: embora ela seja tipicamente usada para exibir fotos grandes, texto é apresentado em um formato de colunas, e monitores de alta-resolução são muito bem aproveitados. E você vai querer um monitor de alta-resolução: a mínima recomendada para poder usufruir a nova interface Metro com todos os seus recursos é 1366 x 768 pixels (um pouco superior à resolução “HD”) mas o sistema e seus aplicativos ficam fabulosos em resoluções mais altas.

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Fotos
O aplicativo de fotos continua com sua integração com redes sociais como o Facebook e Flickr. É fácil selecionar um grupo de fotos dentro de uma pasta e criar uma apresentação, mas não há uma forma óbvia de fazer isso usando imagens de múltiplas pastas ou serviços. As imagens, mesmo as maiores, são exibidas de forma adequada, mais ainda é óbvio quando elas estão armazenadas em locais diferentes, e não é fácil obter uma visão unificada de todas elas.

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Contatos
Este aplicativo serve como uma lista de contatos universal, e você pode integrá-lo a contas de e-mail ou a redes sociais. A idéia é que você possa interagir com seus contatos não importa o meio, e mesmo entre diferentes aplicativos. Foi fácil adicionar meus contatos do Facebook, Twitter, LinkedIn e Google ao programa, e também há suporte a contas em servidores Exchange e no Hotmail. Mas não encontrei uma forma óbvia de importar meus contatos do Yahoo!

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Melhorias na tela inicial
A tela inicial é um substituto do tradicional Menu Iniciar, e o ponto de partida o uso do Windows 8. O objetivo é criar uma experiência unificada, seja em desktops, notebooks, tablets ou smartphones (que rodam uma interface similar no Windows Phone 7). Mas a experiência de uso para quem está em um PC foi substancialmente melhorada em relação às versões anteriores.

A Microsoft forneceu à nossa equipe um notebook ultraportátil Samsung Series 9 modificado, com um trackpad capaz de detectar gestos junto à sua borda. Isto permite que o trackpad seja usado como um equivalente virtual da tela do Windows 8. Deslizar um dedo de fora do trackpad, à direita, para o centro faz surgir no lado direito do monitor a barra de “Charms”, com ícones sensíveis ao contexto.

Deslizar um dedo de fora do trackpad, à esquerda, para o centro alterna entre os aplicativos abertos. Você pode rolar entre páginas com blocos e atalhos na tela inicial deslizando dois dedos sobre o trackpad. Os drivers instalados neste notebook ainda eram um pouco instáveis e lentos, mas ainda assim tudo funcionou a contento. Com o novo trackpad, é possível interagir com o sistema de forma mais natural, usando os mesmos gestos que seriam usados em um PC com tela sensível ao toque.

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O que isso significa é que, na hora de comprar um notebook “pronto para o Windows 8”, é importante verificar se ele tem um trackpad com detecção de borda, especialmente se a máquina não tem uma tela LCD multitoque.

Um termo que a Microsoft usa para descrever a tela inicial é que ela é a “homepage” do Windows, e que com alguns gestos com o mouse ou atalhos de teclado você pode ir para onde quiser. E se você precisar acessar funções comuns anteriormente disponíveis no velho Menu Iniciar, pode clicar com o botão direito do mouse no canto inferior esquerdo da tela para abrir uma lista com recursos para os usuários avançados. Ela poderá até ser modificada, embora isso ainda não seja oficialmente documentado ou suportado.

IE10 e Flash
Talvez a mudança mais controversa no Windows 8 foi o recente anúncio da integração do Adobe Flash com o IE10. A Microsoft integrou o player, baseado no Flash 11.3, diretamente no mecanismo de renderização do navegador, e não como um plugin. O objetivo não é rodar todo o conteúdo em Flash, mas suportar “conteúdo-chave” que torna melhor a experiência do usuário. Para isto a Microsoft está criando uma “lista branca” de sites onde o Flash pode rodar, embora não divulgue quão grande a lista é. Note que o suporte à tecnologia Flash não é completo: certos tipos de menus pop-up e propagandas não são suportados.

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Usei o IE10 para abrir o site da Disney, um exemplo típico de site que faz uso pesado de Flash, e notei que as animações e vídeos foram reproduzidos sem problemas, e o som funcionou como esperado. Também gastei algumas horas no site Armor Games, lotado de jogos em Flash. Títulos como Crush the Castle certamente funcionaram bem.

Considerações finais
Está claro que o Windows 8 evoluiu bastante desde o Consumer Preview, mas ainda há arestas a aparar. O cliente de e-mail ainda não tem recursos importantes, e a constante transição entre as interfaces Metro e Desktop irá continuar a gerar controvérsia. Mas após passar um tempo com o Release Preview, posso dizer que ele é certamente mais usável que as versões passadas. Se isso vai ou não ser o suficiente para convencer os críticos é outra história.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Windows 8 Release Preview está disponivel para download

Como esperado, a Microsoft lançou nesta quinta-feira mais uma "prévia" do Windows 8. A versão "Release Preview" é mais completa do que as duas versões lançadas anteriormente, e mais próxima do produto final que chegará às lojas no final deste ano.

O software está disponível em versões para PCs com processadores de 32 e 64 Bits, nos idiomas Árabe, Chinês (Simplificado e Tradicional), Francês, Alemão, Japonês, Coreano, Português Brasileiro, Russo, Espanhol, Sueco e Turco. O arquivo ISO tem 2.5 GB (versão de 32-Bit) e 3.3 GB (versão de 64-Bit), e deve ser gravado em um DVD com um programa como o Windows Disc Image Burner, ou transferido para um pendrive de pelo menos 4 GB com a USB/DVD download tool.

Os requisitos de sistema não mudaram em relação às versões anteriores: um PC com um processador de 1 GHz ou mais rápido, 1 GB de RAM, cerca de 20 GB de espaço em disco (16 GB para a versão 32-Bit) e uma placa de vídeo compatível com DirectX 9. Para rodar a nova interface "Metro" é necessário um monitor com resolução mínima de 1024 x 768 pixels.

Lembramos que o Windows 8 Release Preview é uma amostra do Windows 8, e ainda é considerado um software incompleto. Não recomendamos seu uso como o único sistema operacional em seu PC, ou no ambiente de trabalho.

Esta deve ser a última amostra pública do Windows 8 antes de seu lançamento oficial. A Microsoft ainda não informou a data, mas especula-se que o sistema chegará às lojas por volta de outubro, com preços similares aos do Windows 7.

Como remover um programa que não tem um desinstalador

Dá um pouquinho de trabalho, mas você não precisa ficar com um programa que não usa mais ocupando espaço no PC só porque ele não tem um desinstalador. Basta seguir estes passos.


Mesmo em pleno século 21 alguns desenvolvedores não seguem as boas práticas e distribuem programas sem um desinstalador, gerando um incômodo para o usuário na hora de removê-los. Felizmente ainda assim é possível se livrar deles, embora seja necessário um pouco de “trabalho braçal”. Basta seguir estas nossas dicas.

Antes de mais nada, tenha certeza de que não há um desinstalador. Olhe na pasta do programa no menu Iniciar, pode haver um link para ele ali. Você também deve checar a lista do Windows de desinstaladores. Clique no botão Iniciar e digite appwiz.cpl (seguido de Enter) no campo de pesquisa. A janela que surge lista todos os programas instalados na máquina. Basta clicar com o botão direito do mouse sobre um deles e selecionar a opção “Desinstalar” para removê-lo do PC.

Às vezes um programa não tem um desinstalador oficial, mas há uma ferramenta de terceiros que faz o serviço. Experimente fazer uma busca no Google pelo nome do programa, seguido da palavra Uninstall. Se nem isso resolver, é hora de arregaçar as mangas e “despejar” o programa indesejado na marra. Veja como:

1) Crie um ponto de restauração do sistema, para que você possa reverter as mudanças caso algo dê errado. Clique no botão Iniciar, digite Criar ponto no campo de pesquisa e tecle Enter. Uma janela de Propriedades do Sistema deve aparecer na tela. Clique no botão Criar... nessa janela e siga as instruções na tela.

2) Entre em modo de segurança: Reinicie o PC e antes do Windows começar a carregar (ou seja, antes da animação com as luzes coloridas) tecle F8. Você pode ter de tentar alguma vezes para acertar o ritmo. No menu que surgir use as setas do teclado para selecionar a opção Modo de Segurança e tecle Enter. 

3) Encontre o caminho até a pasta que contém o programa. Se houver um atalho para ele no menu Iniciar ou no Desktop, clique com o botão direito do mouse sobre ele. O caminho é tudo o que está no campo Destino:, exceto o nome do arquivo. Por exemplo, se o campo diz C:\Arquivos de Programas\Bricked Software\ErodeCode.exe o caminho até o arquivo é C:\Arquivos de Programas\Bricked Software
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Encontre o caminho até os arquivos do programa para saber o que apagar

Se não há um atalho no Desktop ou menu Iniciar, vá até C:\Arquivos de Programas e veja se consegue identificar a pasta com o programa. Olhe também na pasta C:\Arquivos de Programas (x86).

4) Apague a pasta com o programa. Se o caminho é C:\Arquivos de Programas\Bricked Software vá até C:\Arquivos de Programas no Windows Explorer e apague a pasta Bricked Software. Clique sobre ela e tecle Delete. Confirme e pronto.

5) Limpe o registro: agora você precisa remover todas as referências ao programa do Registro do sistema. Um utilitário gratuito como o CCleaner deve resolver o problema. E você nem precisa instalá-lo em seu PC: pode usar uma versão como o CCleaner Portable, que roda direto a partir de um pendrive.

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Use o CCleaner (ou a versão Portable) para limpar o registro do PC

Não importa a versão, abra o CCleaner e clique no ícone Registry no canto painel esquerdo da tela e no botão Scan for Issues. Quando a varredura estiver completa, clique em Fix Selected Issues. E sim, aceite o backup antes que as mudanças no registro sejam feitas.

6) Apague os atalhos. Todos eles, tanto no menu Iniciar quanto no desktop. 

7) Reinicie o computador. Pronto, o programa foi removido.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Pra que serve cada uma das portas em seu PC?

A traseira de seu PC está lotada de portas onde você pode plugar periféricos e cabos variados. Siga nosso guia e descubra a função de cada um delas.



Olhe atrás de seu PC, e você provavelmente irá encontrar um monte de portas onde pode plugar uma variedade de dispositivos. Mas algumas delas podem ser obscuras, e num mundo onde o USB é a estrela é fácil esquecer que existem outras formas de conectar periféricos ao computador. Mesmo o USB já não é mais o que era antes.

Neste guia vamos apresentar todos os tipos de portas que você poderá encontrar em um PC, bem como seus possíveis usos. Vamos começar com as mais modernas, e retroceder aos poucos. No final, falaremos sobre as portas que você poderá encontrar em futuros PCs.

Embora os exemplos que mostramos aqui tenham sido baseados em um PC desktop, boa parte destas portas pode ser encontrada também em notebooks.

As muitas faces do USB
O USB era algo simples. Você tinha o USB 2.0 e.... só isso. Portas USB 1.0 existiram por um breve período de tempo, mas depois que o USB 2.0 foi lançado, com largura de banda significativamente maior, ele foi amplamente adotado e varreu o antecessor do mapa. E como todo padrão amplamente adotado, variantes começaram a aparecer. Vamos conhecer alguns dos “sabores” de USB que você pode encontrar e suas características.

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Portas USB 2.0

USB 2.0 padrão: esta é a porta USB mais comum, que qualquer usuário de PC vê no dia-a-dia. Mouses, teclados, HDs, drives ópticos e praticamente qualquer outra coisa podem ser encontrados em versões com conectores USB que são plugados a uma destas portas. Mesmo depois do surgimento do USB 3.0 (também chamado SuperSpeed USB) esta ainda é a conexão mais versátil.

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USB 2.0 com "auto-instalação". Há um botão ao lado da porta

Porta USB 2.0 com “auto-instalação da BIOS”: é uma variante peculiar encontrada em algumas placas-mãe produzidas pelas ASUS. É a princípio uma porta USB 2.0 comum, e pode ser usada como tal. Mas também pode ser usada para automatizar a instalação (ou atualização) da BIOS da máquina.

Você precisa copiar um utilitário (junto com a BIOS que quer instalar) para um pendrive, e plugá-lo a esta porta. Aí é só apertar o botão ao lado dela assim que o PC for ligado e a BIOS será instalada. É um recurso “de nicho”, feito para os usuários mais avançados que podem ter encontrado algum problema após um overclock severo ou outra modificação do sistema que impediu um boot “normal” da máquina.

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USB 2.0 com energia extra: portas vermelhas

USB 2.0 com energia extra: estas portas, de cor vermelha, são encontradas em placas-mãe feitas pela ASUS, Gigabyte e alguns outros fabricantes. Elas fornecem mais energia do que as portas USB normais (por padrão limitadas a 500 mA), para carregar smartphones e tablets. É uma resposta a aparelhos como o iPad, que não recarregam a bateria quando conectados a um PC porque exigem mais corrente do que uma porta USB 2.0 comum pode fornecer.

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USB 3.0: portas azuis

USB 3.0: é a mais nova versão do USB, também chamada de SuperSpeed USB e capaz de trafegar dados a até 625 MB (5 gigabits) por segundo. Portas USB 3.0 tem cor azul e são compatíveis com dispositivos USB 2.0, mas nesse caso a velocidade fica limitada aos 60 MB (480 Megabits) por segundo do padrão anterior. Cabos USB 3.0 são internamente diferentes dos cabos USB 2.0, então certifique-se de estar usando o cabo certo com aquele seu HD externo novinho em folha se quiser tirar proveito de toda a velocidade extra.

eSATA: parece redundante, mas pode ser útil

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eSATA: alta-velocidade no acesso a HDs externos

Armazenamento externo em alta velocidade é algo crítico ao editar e arquivar vídeo digital e fotografias em RAW. A tecnologia eSATA foi criada para fornecer uma alternativa mais rápida ao USB 2.0, antes do surgimento do USB 3.0. Usada apenas em dispositivos de armazenamento (HDs e drives óticos) ela pode transferir dados a até 6 Gigabits por segundo. Alguns notebooks tem um conector USB híbrido, que aceita tanto um dispositivo USB quanto um eSATA.

Conexões de rede
A forma mais óbvia de conexão em rede em um PC desktop é a porta Ethernet, onde pode ser plugado um cabo de rede com conector no padrão RJ45 (o popular “cabo azul da internet”). 

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Porta Ethernet
Hoje são comuns PCs com interfaces “Gigabit Ethernet”, capazes de trafegar dados a até 1 Gigabit (128 MB) por segundo, cerca de 3 vezes mais rápidas que uma conexão Wireless 802.11n e ideais para quem precisa transferir grandes quantidades de dados. Entretanto, ainda há máquinas com interfaces “10/100”, capazes de trafegar no máximo 12 MB por segundo. Em ambos os casos, a porta e o conector são idênticos.

Som na caixa: portas de áudio
Nos velhos tempos era preciso adquirir uma “placa de som” (como a Sound Blaster 16) para reproduzir e gravar áudio em seu PC. Os micros modernos tem sistema de som e as várias portas relacionadas já integradas à placa-mãe.

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Portas analógicas para áudio
Portas analógicas: são as mais usadas, e codificadas por cor para que você saiba onde plugar cada componente (caixas de som, microfone, subwoofer, etc). Se você é um dos raros usuários com um sistema de som com múltiplos canais no PC, provavelmente usará três ou quatro destas portas: geralmente a verde, preta, laranja e cinza. Microfones são plugados na porta rosa, e a azul é a entrada de linha. Se você tem simples caixas de som estéreo, ligue-as na porta verde.

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Toslink S/PDIF: áudio digital
Toslink SPDIF: som analógico não é a única opção. Alguns PCs também tem saída de áudio digital usando uma porta Toslink S/PDIF. Toslink é uma conexão que usa um cabo de fibra óptica desenvolvida originalmente pela Toshiba (daí o “Tos” no nome). S/PDIF significa “Sony/Philips Digital Interface” e é um sistema de sinalização que pode funcionar sobre Toslink ou cabos de cobre. Tem largura de banda suficiente para som estéreo sem compressão, mas a compressão é necessária para áudio multicanal.

Outras formas de conexão digital de áudio são possíveis. Alguns aparelhos, como headsets, são capazes de enviar e receber áudio digital via USB. Portas HDMI e DisplayPort 2.0 também podem transportar áudio digital, além de sinais de vídeo.

Vídeo: o passado, o presente e o futuro
De todos os tipos de portas, as de vídeo são as que parecem ter a maior vida útil. Sempre me surpreendo quando desembalo um monitor Dell novinho e encontro um cabo VGA pré-conectado. Em que século estamos mesmo?

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VGA: entre nós desde 1987
VGA (Video Graphics Array): PCs com gráficos integrados ainda tem portas VGA, e a maioria dos monitores no mercado também, embora estejamos finalmente vendo alguns modelos dispensarem este padrão ancião (ele estreou em 1987). Atualmente é raro ver placas de vídeo que trazem esta porta, embora a maioria ainda inclua na embalagem um adaptador DVI-VGA, caso você precise dele.

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DVI: a primeira digital, mas no fim da vida
DVI (Digital Visual Interface): chegou ao mercado em 1999, e foi a primeira conexão digital para monitores de PC amplamente utilizada. Intel, AMD e vários outros fabricantes já anunciaram que irão abandonar o suporte a esta tecnologia em 2015, em favor da DisplayPort para conexão a monitores, e HDMI para conexão a TVs de alta-definição.

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Display Port: múltiplos monitores em uma só porta
Display Port: esta porta pode parecer redundante dada a existência das portas HDMI, mas ela tem na manga alguns truques inexistentes no “concorrente”. O licenciamento é um deles: o padrão é licenciado pela VESA, um órgão da indústria de tecnologia, e não exige que os fabricantes paguem royalties pela implementação. Em interfaces Display Port 1.2 é possível encadear até dois monitores com grande largura de banda, e o padrão prevê “hubs” para a conexão de ainda mais monitores. Ele também suporta bitrates até duas vezes maiores que o HDMI, permitindo a criação de monitores de resolução muito alta. Cabos Display Port também podem transportar sinais de áudio, até oito canais no total, com uma largura de banda de 49 Megabits por segundo.

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Mini Display Port: criada pela Apple
Mini Display Port: uma variante do DisplayPort com conector menor, originalmente utilizado pela Apple mas incluso como parte da especificação DisplayPort 1.2. É comum em placas de vídeo que utilizam GPUs AMD Radeon HD nas séries 6000 e 7000. 

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HDMI: padrão em TVs de alta-definição
HDMI (High Definition Multimedia Interface): porta padrão em TVs de alta-definição, e muito usada para plugar PCs, tablets e smartphones a elas. O padrão HDMI 1.4a tem largura de banda suficiente para uma tela com resolução de 1080p operando a 120 quadros por segundo, adequada para jogos e vídeos em 3D. Cabos HDMI também são capazes de transportar um sinal de áudio.

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Mini HDMI: rara nos PCs
Mini-HDMI: menos comum nos PCs, e mais popular em eletrônicos de consumo como câmeras digitais. Pode ser encontrada em algumas placas de vídeo com GPUs Nvidia GeForce da série 500. Tipicamente, um adaptador mini-HDMI para HDMI é incluso com a placa.

As veteranas
Há um grande número de portas que ainda aparecem em algumas máquinas, mas que são raramente usadas pela maioria dos usuários domésticos. Algumas são úteis em empresas, que tem que suportar hardware mais antigo que ainda é usado por alguns aplicativos legados.

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PS/2: para mouse e teclado
Porta PS/2 para mouse ou teclado: é o mais comum entre as portas antigas. A maioria das placas-mãe com portas PS/2 tem duas delas, embora em alguns casos haja apenas uma, como na foto acima. Por convenção o teclado é plugado na porta roxa, e o mouse na verde (os conectores usam cores correspondentes, para evitar confusão). 

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FireWire: útil se você trabalha com vídeo digital
FireWire (IEEE 1394): outra porta bastante comum, mas rara nas placas-mãe mais modernas. Útil se você tem filmadoras mais antigas, um iPod da primeira geração ou equipamento de áudio profissional.

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Paralela: algumas impressoras ainda usam
Porta paralela: ainda encontrada ocasionalmente, mesmo nas placas-mãe mais modernas. É geralmente usada para conexão de uma impressora, embora poucas façam uso dela hoje em dia. Entretanto ainda é útil com dispositivos legados comuns em empresas, como sistemas de ponto de venda (POS) e impressoras fiscais.

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Serial: usada por sensores e instrumentação
Porta serial: conector em forma de D com 9 pinos, quase impossível de encontrar em um PC moderno. A foto acima é de uma velha placa-mãe com um processador Pentium 4. Apesar disso há um grande número de instrumentos de laboratório, sistemas de ponto de venda e hardware especializado (como sensores remotos e sistemas de controle industrial) que ainda as utilizam. Hoje em dia é possível comprar “adaptadores” que se plugam a uma porta PCI na máquina e trazem uma porta serial, ou em alguns casos usar um adaptador Serial-USB, para se comunicar com estes aparelhos.

O futuro
Não mostramos algumas portas que você provavelmente verá em PCs neste próximo ano, e que já existem em alguns Macs. Um exemplo é a Thunderbolt, uma nova interface serial de alta velocidade que já apareceu em alguns computadores da Apple. É provavel que veremos portas Thunderbolt em PCs baseados nos processadores Ivy Bridge, da Intel, que devem chegar às lojas à partir da segunda metade deste ano.

A boa notícia é que a quantidade de portas realmente necessárias na traseira de um PC irá provavelmente ser reduzida com o passar do tempo. Mesmo máquinas com vídeo integrado provavelmente terão apenas uma porta DisplayPort e uma HDMI para vídeo, além de uma porta ThunderBolt, várias portas USB 3.0 e portas de áudio e rede. A simplificação é uma boa coisa, já que o espaço na traseira dos PCs está ficando escasso, especialmente no caso dos modelos mais compactos.
 

segunda-feira, 19 de março de 2012

Como desligar o PC sem instalar as atualizações do Windows

Isso já aconteceu com você? Você está trabalhando em seu notebook quando de repente olha o relógio e nota que está em cima da hora para um compromisso. Então você clica em Iniciar/Desligar... e vê uma mensagem dizendo que antes é necessário instalar "algumas" atualizações de sistema. Dez minutos depois você ainda está esperando a instalação terminar, e na prática se tornou um refém de seu sistema operacional.

Isso, meus amigos, é um incômodo com I maiúsculo. É tão difícil para a Microsoft adicionar uma opção de “instalar atualizações mais tarde” ou “não agora”? Toda essa história de forçar uma atualização durante o desligamento é praticamente um insulto!

Felizmente existe um meio de desligar o PC sem instalar as atualizações. Ele só não é fácil de encontrar. Veja como:

1. Tecle Win + D para ir ao desktop

2. Tecle Alt+F4

3. Uma janela irá aparecer na tela. Selecione a opção Desligar no menu e clique em OK

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Basta selecionar a opção "Desligar" nessa janela e pronto!

Pronto! o Windows será desligado imediatamente, sem instalar as atualizações. Só não se esqueça de fazer um desligamento “normal” quando tiver um tempinho para que elas sejam corretamente instaladas. Afinal, um PC desatualizado é um PC desprotegido. 

quinta-feira, 1 de março de 2012

Como instalar o Windows 8 em uma máquina virtual no Windows 7

Com a versão de teste para desenvolvedores do Windows 8 disponível para download, é possível instalar o Windows 8 e experimentar os recursos novo sistema operacional da Microsoft. Como o Windows 8 Developer Preview é uma versão instável, ele pode causar alguns problemas para o computador. Recomenda-se, portanto, instalar o Windows 8 em uma máquina virtual. Veja, aqui, um passo a passo sobre como instalar o Windows 8 pelo Virtual Box.
Passo 1: O VirtualBox é o software mais utilizado para criar uma máquina virtual. Se você não o possui instalado no seu PC, baixe-o agora mesmo clicando aqui. Uma vez instalado, uma janela para permissão do Oracle se abrirá, clique em "Allow". Em seguida, clique em "New".
Janela para permissão do Oracle. (Foto: Divulgação)Janela para permissão do Oracle. (Foto: Addictivetips)

Passo 2: Uma máquina virtual se abrirá, clique em "Next".
Passo 3: Digite o nome da máquina virtual, pode ser Windows 8, selecione Microsoft Windows como sistema operacional e Windows 7 como versão.
Digite o nome da máquina virtual. (Foto: Addictivetips)Digite o nome da máquina virtual. (Foto: Addictivetips)

Passo 4: É recomendado que você reserve pelo menos 1GB de memória para instalar o Windows 8 32-bit, e ao menos 3GB de memória se você escolheu instalar o Windows 8 64-bit. Em seguida, clique em "Next".
Inslação do windows 8 na máquina virtual (Foto: Divulgação)É preciso ter espeço suficiente no HD para a alocar a máquina virtual. (Foto: Addictivetips)

Passo 5: O VirtualBox oferece opções para criar um novo disco rígido ou usar um disco rígido existente como um disco start-up. Por padrão, defina como "Create new hard disk" e clique em "Next".
Instalação do windows 8 em uma máquina virtual. (Foto: Divulgação)Crie um novo disco rígido. (Foto: Addictivetips)

Passo 6: Nesta etapa, certifique-se de que o VDI está selecionado. VDI significa imagem de disco VirtualBox. Clique em "Next".

Passo 7: Selecione "Fixed size" para que o software não ocupe no disco virtual nada além mais do espaço indicado pelo usuário.

Passo 8: Por padrão, o VirtualBox ocupa 20GB de espaço no disco rígido para a máquina nova. Você pode aumentar ou diminuir este número. É recomendado que não se dimuna. Quando terminar, clique em "Next".

Passo 9: Nesta etapa, será mostrado um resumo das configurações que você selecionou. Clique em "Create" para começar a criar o arquivo de disco virtual.

Passo 10: O VirtualBox levará alguns minutos para criar uma unidade de armazenamento no disco virtual.
Inslação do windows 8 na máquina virtual. (Foto: Addictivetips)Criando uma unidade de armazenamento na máquina virtual. (Foto: Addictivetips)

Passo 11: Quando o processo estiver concluído, clique em "Create" e você será levado para a interface principal, onde a máquina virtual está pronta.

Passo 12: Agora você terá de reconfigurar alguns itens. Vá para a opção "Settings", abaixo da barra de menu à esquerda, e selecione "System". Certifique-se de que "Enable IO APIC" está marcado na guia "Motherboard". Você pode desmarcar a opção "Enable absolute pointing device", já que não costuma ser usada pela maioria dos usuários.
Inslação do windows 8 na máquina virtual (Foto: Addictivetips)Certifique-se de que "Enable IO APIC" está marcado. (Foto: Addictivetips)

Passo 13: Vá para a guia "Processor" e marque a opção "Enable PAE/NX".

Passo 14: Finalmente, na guia "Acceleration", marque "Enable VT-x/AMD-V"  e "Enable Nested Paging".

Passo 15: Agora vá para "Storage", na barra lateral esquerda, e clique em "Empty" sob a opção "IDE Controller". Clique no ícone do CD ao lado da caixa de seleção CD/ DVD e clique em "Choose a virtual CD/ DVD disk file".
Inslação do windows 8 na máquina virtual. (Foto: Divulgação)Clique em "Empty" e em "Choose a virtual CD/ DVD disk fiile". (Foto: Addictivetips)

Passo 16: Agora navegue até o arquivo "Windows 8 Developer Preview" que você baixou e selecione-o. Você voltará à interface principal. Clique em "Start" para começar a instalação do Windows 8 e siga as instruções na tela.
Página principal do Windows 8 Developer Preview. (Foto: Addictivetips)Página principal do Windows 8 Developer Preview. (Foto: Addictivetips)

Passo 17: Após a instalação completa, você pode começar a usar o Windows 8.
Comece a usar o Windows 8. (Foto: Addictivetips)Comece a usar o Windows 8. (Foto: Addictivetips)

Como instalar programas que o Windows 8 bloqueia

Um dos recursos de segurança do Windows 8 é o SmartScreen, um serviço desenvolvido para identificar aplicativos baixados da internet que podem ser perigosos. Ao executar um arquivo, o novo Windows exibe alertas quando há algum risco. O filtro é semelhante ao recurso utilizado no Internet Explorer, o qual alerta sobre sites maléficos.

O problema é que o SmartScreen pode ser inconveniente, e bastante. Não raramente, ele exibe notificações desnecessárias, identificando programas seguros como potencialmente perigosos. Por isso, você vai aprender neste simples tutorial como desabilitar este recurso do Windows 8.

Apesar de ser considerado inconveniente por quem já experimentou o Windows 8, o SmartScreen é um recurso que proporciona segurança adicional. Por isso, é recomendável que você o desabilite apenas caso siga outras medidas de segurança.

Faça você mesmo

A fim de desabilitar o SmartScreen para aplicativos no Windows 8, abra a Central de Ações (Action Center) do sistema operacional. Clique com o botão direito sobre o ícone com uma bandeira na bandeja do sistema e, em seguida, clique em “Open Action Center”.

Na janela que se abre, clique em “Change Windows SmartScreen settings”, no canto superior esquerdo.

Como desligar o Windows 8

Pode parecer estranho ter um tutorial com este título, mas acredite, ele é válido. O Windows 8 está diferente em muitos sentidos, inclusive em relação a como tarefas corriqueiras devem ser executadas.

A versão Beta do novo sistema operacional da Microsoft, batizada de Customer Preview, eliminou o Menu Iniciar da Barra de tarefas; com isso, o caminho para desligar, reiniciar e hibernar o computador mudou. Além disso, o novo ambiente Metro é totalmente diferente do que se está acostumado com as versões anteriores do Windows.

Para desligar o Windows 8, é necessário abrir a Charms Bar, a barra que se abre no canto direito da tela e com a qual é possível acessar diferentes áreas do sistema. Com ela aberta, você deve clicar em “Settings”.

Em seguida, clique em “Power”, e você verá as opções para hibernar, desligar e reiniciar em um menu pop-up.

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Como você pode perceber, a proposta do Windows 8 é integrar experiências de desktops com as de portáteis. O problema é que quem está acostumado à maneira como os desktops funcionam atualmente vai se sentir incomodado com as novidades e terá muitas dificuldades no primeiro estágio da adaptação.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/windows-8/20095-como-desligar-o-windows-8.htm#ixzz1nv4tjjAR