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quinta-feira, 1 de junho de 2017

Como fazer o Android rodar no seu computador

Você gosta tanto do Android que gostaria de poder ter o sistema operacional no seu computador? Se sim, saiba que isso é possível. Graças a um projeto open-source chamado Android x86, é possível colocar o sistema operacional do Google para funcionar em praticamente qualquer PC.

Por ser um sistema desenhado para smartphones e tablets, ele possivelmente apresentará algumas diferenças de uso ao ser acionado em um computador. Mesmo assim, é possível realizar uma série de tarefas interessantes - deste acessar seu e-mail até baixar e executar jogos e aplicativos da Play Store - com o Android no seu computador.

Será necessário ter um pen drive de pelo menos 2 GB que você não pretende usar. Isso porque ele precisará ser formatado para ser usado como unidade de boot. O melhor, porém, é que essa técnica que ensinaremos a seguir é facilmente reversível. Quando você cansar de "brincar" com o Android no computador, basta desligá-lo, reiniciar o PC e pronto, tudo voltou ao normal.

Veja abaixo como rodar Android no seu computador:

1. Baixe a versão mais recente do Android x86 em formato ISO por meio deste link. Se o seu computador aguentar sistemas operacionais 64-bits, prefira a versão 64-bits do Android;

2. Baixe a versão portátil do instalador Rufus por meio deste link (clicar no link iniciará o download). Esse programa ajudará a criar um pen-drive de boot com Android;

3. Terminados os downloads, abra o Rufus. Você deverá ver uma tela assim:


4. Certifique-se de que o dispositivo selecionado é o seu pen-drive (no primeiro menu) e que o sistema de arquivos é o FAT32 (no terceiro);


5. Marque a caixa "criar disco bootável com" e selecione "imagem ISO" no menu ao lado. Em seguida, clique no ícone à direita do menu e selecione o arquivo ISO do Android que você baixou antes;


6. Feito tudo isso, clique em "Iniciar" e deixe o Rufus realizar o processo. Quando ele terminar, você precisará reiniciar o computador, então leia tudo adiante antes de prosseguir;

7. Você precisará reiniciar o computador e entrar na BIOS do sistema para escolher a unidade de boot. Para fazer isso, fique apertando a tecla F12 enquanto o PC reinicia (para alguns PCs, a tecla que faz isso é a F10 ou a Delete). Se tudo der certo, você deverá chegar a uma tela parecida com a abaixo: 


8. Selecione a opção "Run Android-x86 without installation". Essa opção faráo Android rodar a partir do pen drive, sem ser instalado no computador;

9. Espere o carregamento terminar. Quando isso acontecer, você verá a tela de configuração do Android:


10. Complete o processo de configuração e utilize o Android normalmente. O teclado e o mouse deverão funcionar sem problemas, assim como o botão liga/desliga do seu computador. 


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Acesso à web via dispositivos móveis supera o de computadores pela primeira vez

Pela primeira vez, o acesso à internet via dispositivos móveis supera o de computadores, de acordo com uma pesquisa realizada pela StatCounter. Segundo a empresa, o tráfego combinado de smartphones e tablets atingiu os 51,2%, enquanto o de desktops caiu para 48,7%.


"Isso deve servir de alerta especialmente para as pequenas empresas, empresários e profissionais, para que se certifiquem que seus sites são mobile-friendly. Muitos sites antigos não são", explica Aodhan Cullen, CEO da StatCounter.

O estudo mostra ainda que, em mercados emergentes, o acesso à web é feito principalmente por dispositivos móveis. Na Índia, por exemplo, o índice é de 75%, enquanto em países mais desenvolvidos, como os Estados Unidos e o Reino Unido, o valor é quase igual.

A mudança não é uma surpresa para o mercado. Em maio do ano passado, o Google anunciou que as buscas feitas em dispositivos móveis haviam superado as de PCs. O Facebook também já declarou que o uso da rede social em smartphones ultrapassa o de computadores.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

O que realmente importa na hora de comprar um PC

Em todos os tipos de produtos há características que são enfatizadas pelos fabricantes e vendedores, mas que na verdade não tem muita importância para a maioria das pessoas. Muitas delas são importantes só em um contexto mas não em outros, e algumas características realmente importantes às vezes não recebem atenção. Computadores, sejam desktops, notebooks ou Ultrabooks, não são diferentes. Abaixo características que você pode ignorar, quais são importantes em determinadas situações, e quais você deve procurar em sua próxima máquina.

Antes de mais nada: Windows 7 ou 8?

O Windows 8 chegou ao mercado no final de Outubro, e junto com ele toda uma nova geração de máquinas com o sistema pré-instalado. Mas ainda há muitos PCs com Windows 7 no mercado, e você pode apostar que verá muitos deles em promoções atraentes no fim do ano, para "limpar" espaço no estoque para os novos modelos.

Não descarte uma máquina só porque ela ainda roda o Windows 7, especialmente se ela lhe agrada no geral. O motivo é simples: uma promoção da Microsoft que oferece aos proprietários de PCs adquiridos entre os dias 2 de Junho deste ano e 31 de janeiro de 2013 um upgrade para o Windows 8 por apenas R$ 29,00. Basta cadastrar as informações do comprador e da máquina em www.windowsupgradeoffer.com/pt-BR e aguardar instruções.
O Windows 8 tem uma "cara" completamente nova
De outra forma, a atualização custaria R$ 69 (via Internet) ou R$ 269 (comprando uma "caixinha" com o sistema em DVD). Mesmo sem aproveitar a promoção, pode ser mais barato comprar uma máquina com Windows 7 e fazer o upgrade em casa do que pagar mais por um PC quase idêntico mas com o Windows 8 já instalado.

Mas antes de comprar pensando no upgrade tome alguns cuidados extras, além dos mencionados nesta matéria, para se certificar de que o computador está mesmo pronto para o Windows 8 e evitar supresas desagradáveis.

O que realmente importa

Portas: usuários de desktops geralmente não tem que se preocupar com isso, mas é um ponto muito importante para os donos de notebooks. Não há nada mais frustrante do que não conseguir plugar um pendrive porque o portátil só tem duas portas USB, já ocupadas por um mouse e um HD externo.

O ideal em um notebook são três portas USB, com um bom espaço entre elas para que um pendrive mais "gordinho" não acabe bloqueando também a porta ao lado). Pelo menos uma delas já deve estar no padrão USB 3.0.
Portas USB
Portas USB próximas demais podem ser um problema na hora de usar um pendrive.
Nesta foto, o pendrive da esquerda acaba bloqueando duas portas.

Outros tipos de portas são importantes: a HDMI permite a ligação do notebook a TVs de alta-definição, mas se você for um usuário corporativo pode preferir em seu lugar uma porta VGA, já que é mais compatível com os projetos usados para apresentações nas empresas. Já a porta Ethernet permite a conexão a redes cabeadas, o que pode salvar seu dia se você estiver em um local onde uma conexão Wi-Fi não está disponível ou está saturada.

Quantidade de RAM: quanto mais melhor, sempre. Um computador com 4 GB de RAM será muito mais “esperto” que um modelo com 2 GB. Não aceite menos do que 4 GB, e se você quer o melhor em desempenho e pretende trabalhar com muitos programas abertos ao mesmo tempo (ou dezenas de abas simultâneamente no navegador) máquinas com 6 ou 8 GB não são uma má idéia, se você puder pagar o preço.

Um HD espaçoso e rápido: a “velocidade” de um HD é medida em rotações por minuto (RPM). Quanto mais rápido o disco onde os dados estão armazenados gira, mais rápido o computador pode chegar até eles e maior a velocidade de transferência. Um PC equipado com um HD de 7.200 rpm será notavelmente mais rápido que uma máquina similar com um disco de 5.400 rpm na hora de carregar o sistema operacional, abrir aplicativos e copiar arquivos.

Quanto ao espaço em disco, qual o sentido de ter um “super” PC se não cabe nada dentro dele? Espaço em disco está cada vez mais barato, e discos de 3 TB estão começando a aparecer nas lojas. Na prática, não aceite nada menor que 500 GB, e procure modelos com discos de 640 GB ou 1 TB se puder pagar a diferença (que não deve ser muito grande).

Discos de estado sólido (SSDs) são uma alternativa aos HDs. Feitos com memória Flash, como os pendrives e cartões de memória, são muito mais rápidos e resistentes que um HD tradicional. Mas são muito mais caros e, por isso, ainda raros por aqui e tem capacidade limitada: modelos de 128 GB ou 256 GB são os mais comuns. Entretanto eles podem causar uma diferença notável no desempenho da máquina, reduzindo drasticamente o tempo necessário para o boot e carga dos aplicativos. Se você não precisa de tanto espaço no PC e pode pagar a diferença, invista nesta tecnologia.

Discos SSD

Discos SSD usam memória Flash, como os pendrives, e são muito mais rápidos (e caros) que os HDs

Uma alternativa são os discos híbridos: muitos computadores, entre eles a maioria dos Ultrabooks, incluem uma pequena unidade SSD, de 20 ou 32 GB, acompanhada por um HD tradicional. O sistema operacional e os arquivos mais usados ficam no SSD, enquanto seus vídeos e músicas ficam no HD. Com isso é possível unir os benefícios das duas tecnologias: o rápido tempo de boot e a agilidade do SSD, com o amplo espaço para armazenamento de um HD.

Peso: mesmo pequenas diferenças no peso podem fazer um grande diferença quando você está carregando a máquina o dia todo por aí. A diferença de peso entre um máquina de 1,5 Kg e uma de 2,0 Kg pode não parecer tão grande, mas acredite: no final do dia ela será imensa.

Autonomia de bateria: quanto mais melhor, mas tenha cuidado. Fabricantes costumam relatar números de autonomia de bateria obtidos sob “condições ideais”, que você raramente irá encontrar no dia a dia (Wi-Fi desabilitado, brilho da tela em 25%, apenas um aplicativo rodando, etc). Para ter uma idéia da autonomia real, pegue o número informado pelo fabricante e reduza-o em 20%.

Ou seja, uma bateria com autonomia de “3 horas” vai durar na verdade menos de duas horas e meia. Não aceite nenhuma máquina com autonomia menor do que três horas, especialmente se viaja muito e precisa fazer uso constante dele. Não há nada pior do que ficar caçando uma tomada no aeroporto a cada 2 horas só para poder continuar trabalhando. Quer dizer, há sim: ficar sem bateria durante o vôo e não conseguir terminar uma apresentação ou relatório.

O que às vezes importa

Placas 3D (GPUs) com toneladas de memória: tudo o que você quer é assistir a alguns filmes em Blu-ray e vídeos em HD no YouTube? Então não faz sentido investir em uma GPU, mesmo um modelo mediano, com 1 ou 2 GB de RAM. A placa de vídeo que veio com seu computador provavelmente é mais do que suficiente para a tarefa, especialmente se ele foi fabricado nos últimos dois anos, ou se é um novo computador com processadores Intel Core de segunda ou terceira geração (famílias Sandy Bridge e Ivy Bridge) ou AMD Fusion.

Quantidades enormes de memória de vídeo só são realmente úteis em gráficos de qualidade muito alta em telas de resolução muito alta. Jogos são uma exceção. Nesses casos a placa de vídeo que veio com seu computador provavelmente não dará conta do recado, e uma GPU mais sofisticada com 1 GB de RAM irá ter desempenho melhor que um modelo de 512 MB ou 256 MB. Modelos com 2 GB são praticamente uma categoria à parte, exclusividade de entusiastas que exigem o máximo em desempenho nos jogos e não se acanham em gastar quase R$ 1.000 pra isso.

Outro caso em que uma GPU faz a diferença é no uso de aplicativos profissionais para edição de vídeo ou de imagens (como o pacote Adobe CS), já que os principais aplicativos nestas categorias são capazes de tirar proveito do poder de processamento extra da GPU para acelerar tarefas.

Drive óptico: por mais incrível que pareça, é uma tecnologia que está morrendo. Software já é em sua maioria distribuído via internet, e com a popularização de serviços de streaming de vídeo como o Netflix e lojas como a iTunes Store (sem falar nos downloads via BitTorrent) é cada vez mais raro assistir um DVD ou Blu-Ray no notebook. Ultrabooks e Ultrafinos geralmente não tem drives ópticos para reduzir a espessura e o peso da máquina, mas seu desaparecimento é uma tendência mesmo entre os notebooks tradicionais. Antes de descartar um notebook porque ele não tem drive óptico, pare e pense: quando foi a última vez que você colocou um CD ou DVD em seu computador atual?

Processadores quad-core: no mundo dos notebooks um processador dual-core (com dois núcleos) provavelmente terá desempenho melhor que um quad-core (com quatro núcleos) para a maioria dos aplicativos do dia-a-dia utilizados pela maioria dos usuários. Um processador dual-core geralmente opera a uma frequência (clock) mais alta, e a maioria dos aplicativos de uso geral (como editores de texto e navegadores) não faz bom uso de um processador com quatro núcleos.

Mas se você faz muita edição de vídeo, computação científica ou cálculos de engenharia, então um processador quad-core é o ideal. Se você quiser comprar uma máquina “pronta para o futuro”, tenha em mente que os aplicativos “multithreaded” (capazes de executar várias tarefas em paralelo, tirando proveito dos múltiplos núcleos de um processador moderno) estão se tornando comuns, e seu PC conseguirá fazer mais coisas ao mesmo tempo se tiver mais poder de processamento.

Brilho da tela de um notebook: uma tela brilhante demais em um notebook irá esgotar a bateria rapidamente. Uma tela de 300 nits (a medida de brilho de uma tela) é tão brilhante que chega a incomodar os olhos, e a maioria dos usuários, de qualquer forma, diminui o brilho de suas telas.

O brilho é realmente importante para as pessoas que usam seus notebooks ao ar livre. Nesse caso, quanto mais brilhante a tela, melhor.

O que não importa

Pequenas diferenças no clock (“velocidade”) do processador: um processador de 2.6 GHz com certeza será mais rápido que um modelo de 1.2 GHz, mas você não deve pagar a mais por diferenças pequenas. Na prática, você não conseguirá notar a diferença entre um processador Core i5 de 2.3 GHz e um de 2.5 GHz, portanto não se preocupe com isso.

Velocidade da RAM: Essa informação às vezes aparece nas fichas técnicas de alguns fabricantes, mas não é comum. Assim como nos processadores, mais rápido é melhor, mas no dia-a-dia a diferença entre pentes de memória que operam a 1066 ou 1333 MHz é praticamente nenhuma.

Velocidade de gravação de discos DVD ou Blu-Ray: mesmo que você seja um dos poucos que ainda lida frequentemente com mídia física, terá dificuldade em encontrar uma unidade óptica que tenha uma vantagem considerável na velocidade de gravação. Se você vai gravar um disco, terá de esperar um pouco, não importa se o gravador funciona 6x ou 10x. E todos eles tocam filmes do mesmo jeito.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

12 perguntas e respostas sobre o Windows 8

O Windows 8 foi lançado oficialmente no dia 25, quinta-feira. Tanto o sistema avulso como os notebooks, tablets e PCs de mesa equipados com ele já estão à venda. Com esse lançamento, a Microsoft faz uma das mudanças mais radicais nos 26 anos de existência do Windows.

O motivo para esse movimento arriscado é claro. O mercado de PCs está estagnado, enquanto o de tablets cresce explosivamente. A Microsoft (assim como a Intel e fabricantes de PCs como HP e Dell) está praticamente fora do mercado de tablets. Com o Windows 8, a empresa tenta conquistar uma parcela desse mercado, competindo com o iPad e com os tablets que rodam o sistema Android. 
Embora funcione melhor em tablets e em PCs com tela sensível ao toque, o Windows 8 vai ser usado também em máquinas convencionais, com teclado e mouse. Ao "tabletizar" a interface gráfica, a Microsoft procura dar uma aparência mais modernas a esses computadores. Mas nem todos os usuários vão gostar das mudanças. Nos Estados Unidos, há até pessoas correndo às lojas para comprar um notebook com Windows 7 antes que esse sistema desapareça das prateleiras. Confira 12 perguntas e respostas sobre o Windows 8.

1 Que diferenças há entre o Windows 7 e o Windows 8?
A mudança mais óbvia está na interface gráfica. O Windows 8 apresenta, ao usuário, um ambiente de trabalho completamente novo. Ele tem uma tela inicial com blocos ("tiles") que representam aplicativos, fotos, documentos e outros itens. Esses blocos são funcionais, ou seja, exibem informações correspondentes a cada aplicativo. Se o espaço na tela não for suficiente para exibir todos eles, ela pode ser rolada horizontalmente.
A nova interface era inicialmente chamada de Metro, mas a Microsoft abandonou esse nome e, agora, se refere a ela como Modern (moderna). Ela torna o Windows adequado aos tablets. Mas também pode torná-lo menos prático em PCs sem tela sensível ao toque. 

2 O que é a barra de charms?
A barra de “charms” (literalmente, “encantos”), é uma barra de ferramentas que aparece à direita na tela. Ela oferece opções de configuração, busca e outras que, no Windows 7, residem no menu Iniciar. É nela, também, que se desliga o computador. Quando a barra de charms é exibida, surge também um quadro com o relógio, um indicador da carga da bateria e outro que mostra a intensidade do sinal da conexão sem fio.
Há três maneiras de ativar a barra de charms. Num tablet, isso é feito deslizando-se o dedo da direita para a esquerda. Num PC, o caminho mais prático é teclar Win+C (a tecla com o símbolo do Windows junto com a letra C, de charm). Outro caminho é mover o cursor do mouse para um dos cantos à direita.
3 Quais são os benefícios do Windows 8 para usuários de PCs?
A promessa da Microsoft é que o computador vai iniciar mais rapidamente com o novo sistema. Para que a máquina receba o selo de aprovação para o Windows 8 da empresa, ela deve ser capaz acordar do estado de espera em 2 segundos ou menos. 
Há também melhoramentos na segurança. Um antivírus básico, o Windows Defender, entra em ação sempre que não houver outro software de segurança ativo. A ideia é que o computador nunca fique desguarnecido.

Além disso, o Windows 8 trabalha melhor com múltiplos monitores de resoluções diferentes. Isso é interessante, por exemplo, para quem usa um notebook e costuma acoplar um monitor externo a ele em casa ou no escritório.

4 O que muda no Internet Explorer
O Windows 8 vem com o novo Internet Explorer 10. Ele tem duas versões. Uma delas, feita para a interface clássica (do Windows 7), é similar ao Internet Explorer 9. A outra segue o estilo da nova interface gráfica. Nela, o browser roda na tela inteira em vez de ficar numa janela móvel. 

5 Há recursos do Windows 7 que foram removidos no Windows 8?
Sim. O Windows Media Center, por exemplo, não faz mais parte do sistema, mas deverá ser oferecido como um download avulso. O Windows Media Player não trará codecs para a exibição de filmes em DVD (que poderão ser instalados separadamente). O Windows DVD Maker foi eliminado. Além disso, sumiram vários recursos que são específicos da interface Aero do Windows 7 e do Vista. Entre eles, estão o menu Iniciar e a possibilidade de teclar Win+Tab para ter uma visão 3D dos aplicativos abertos.

6 Pode-se usar a interface do Windows 7 no Windows 8?
Sim. É possível abrir a interface clássica do Windows 7 no Windows 8. Mas ela não tem menu Iniciar e os usuários vão sentir falta dele. Para acionar um aplicativo, há três possíveis caminhos. Pode-se fazer uma busca na barra de charms ou voltar à interface nova clicando no canto inferior esquerdo da tela. A terceira opção é deixar um atalho para o app na área de trabalho ou na barra de tarefas para acesso rápido.

7 Como se faz para ter o menu Iniciar no Windows 8?
O Windows 8 não tem menu Iniciar. Quem sentir falta dele tem a opção de adicioná-lo usando programas de terceiros. Estes são alguns deles:
Pokki Start Menu — Além de acrescentar o menu Iniciar, o Pokki permite abrir a interface clássica ao dar a partida no Windows 8. Ele também possibilita pesquisar aplicativos, documentos e pastas e montar uma lista de itens favoritos. 
Classic Start Menu — Parte do kit Classic Shell, o Classic Start Menu é dirigido aos saudosistas mais radicais. Ele implementa um menu Iniciar no estilo do Windows XP.
Skip Metro Suite — Outra opção para forçar o Windows 8 a abrir a interface tradicional quando o computador é ligado. 

8 Os aplicativos do Windows 7 funcionam no Windows 8?
A maioria dos aplicativos do Windows 7 deve rodar sem problemas no Windows 8. Alguns apps específicos, principalmente os mais antigos, podem, porém, ser incompatíveis com o novo sistema. 

Isso vale para o Windows 8 completo. O Windows RT, edição simplificada para tablets com processador ARM, não roda aplicativos do Windows 7. Ele é compatível apenas com apps criados especialmente para a nova interface gráfica.

9 O que é a Windows Store?
A Microsoft seguiu o exemplo da Apple e de outras empresas e criou uma loja online de aplicativos para o Windows 8. Deve ser inaugurada no dia do lançamento do Windows 8. Ela vai oferecer apps feitos para a nova interface Modern. Alguns serão gratuitos, enquanto outros terão preços entre 1,49 e 999 dólares.

10 Meu computador atual pode receber o Windows 8?
Em princípio, as exigências de hardware do Windows 8 são espartanas. Ele requer um processador razoavelmente recente com frequência de clock de pelo menos 1 GHz. Também exige 1 GB de memória para a versão de 32 bits e 2 GB para a de 64 bits. Na prática, há outros requisitos mais esotéricos (como sistema gráfico compatível com DirectX 9 e WDDM 1.0) que podem impossibilitar a instalação do sistema em computadores mais antigos. Além disso, para que o sistema rode com bom desempenho num PC, um processador mais potente e pelo menos 4 GB de memória são recomendados.

A melhor maneira de verificar se um PC é compatível com o Windows 8 é baixar o Assistente de Atualização da Microsoft, que faz uma verificação de compatibilidade no computador. Além disso, pode-se pesquisar dispositivos e aplicativos específicos no Centro de Compatibilidade do Windows 8.

11 Quantas edições tem o Windows 8?
Serão quatro edições: Windows 8, Windows 8 Pro, Windows 8 Enterprise (para empresas) e Windows RT (para tablets com processador ARM). Além disso, haverá versões de 32 e 64 bits. Se o computador e os aplicativos forem compatíveis com o sistema de 64 bits (a maioria dos PCs é), é recomendável usar essa versão, que tende a ser mais estável e veloz que a de 32 bits.

12 Quanto custa o Windows 8?
Uma cópia do Windows 8 Pro para atualização de PCs que rodam Windows 7, Vista ou XP pode ser comprada por 69 reais via download. Já a versão embalada tem preço de tabela é 269 reais, mas pode ser encontrada por menos de 250 reais em algumas lojas. Quem comprou um computador com Windows 7 depois de 2 de junho pode fazer a atualização para o Windows 8 Pro por 29 reais. Esses preços valem até 31 de janeiro.

Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/12-perguntas-e-respostas-sobre-o-windows-8?page=1&utm_campaign=news-tecnologia.html&utm_medium=e-mail&utm_source=newsletter

segunda-feira, 26 de março de 2012

Pra que serve cada uma das portas em seu PC?

A traseira de seu PC está lotada de portas onde você pode plugar periféricos e cabos variados. Siga nosso guia e descubra a função de cada um delas.



Olhe atrás de seu PC, e você provavelmente irá encontrar um monte de portas onde pode plugar uma variedade de dispositivos. Mas algumas delas podem ser obscuras, e num mundo onde o USB é a estrela é fácil esquecer que existem outras formas de conectar periféricos ao computador. Mesmo o USB já não é mais o que era antes.

Neste guia vamos apresentar todos os tipos de portas que você poderá encontrar em um PC, bem como seus possíveis usos. Vamos começar com as mais modernas, e retroceder aos poucos. No final, falaremos sobre as portas que você poderá encontrar em futuros PCs.

Embora os exemplos que mostramos aqui tenham sido baseados em um PC desktop, boa parte destas portas pode ser encontrada também em notebooks.

As muitas faces do USB
O USB era algo simples. Você tinha o USB 2.0 e.... só isso. Portas USB 1.0 existiram por um breve período de tempo, mas depois que o USB 2.0 foi lançado, com largura de banda significativamente maior, ele foi amplamente adotado e varreu o antecessor do mapa. E como todo padrão amplamente adotado, variantes começaram a aparecer. Vamos conhecer alguns dos “sabores” de USB que você pode encontrar e suas características.

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Portas USB 2.0

USB 2.0 padrão: esta é a porta USB mais comum, que qualquer usuário de PC vê no dia-a-dia. Mouses, teclados, HDs, drives ópticos e praticamente qualquer outra coisa podem ser encontrados em versões com conectores USB que são plugados a uma destas portas. Mesmo depois do surgimento do USB 3.0 (também chamado SuperSpeed USB) esta ainda é a conexão mais versátil.

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USB 2.0 com "auto-instalação". Há um botão ao lado da porta

Porta USB 2.0 com “auto-instalação da BIOS”: é uma variante peculiar encontrada em algumas placas-mãe produzidas pelas ASUS. É a princípio uma porta USB 2.0 comum, e pode ser usada como tal. Mas também pode ser usada para automatizar a instalação (ou atualização) da BIOS da máquina.

Você precisa copiar um utilitário (junto com a BIOS que quer instalar) para um pendrive, e plugá-lo a esta porta. Aí é só apertar o botão ao lado dela assim que o PC for ligado e a BIOS será instalada. É um recurso “de nicho”, feito para os usuários mais avançados que podem ter encontrado algum problema após um overclock severo ou outra modificação do sistema que impediu um boot “normal” da máquina.

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USB 2.0 com energia extra: portas vermelhas

USB 2.0 com energia extra: estas portas, de cor vermelha, são encontradas em placas-mãe feitas pela ASUS, Gigabyte e alguns outros fabricantes. Elas fornecem mais energia do que as portas USB normais (por padrão limitadas a 500 mA), para carregar smartphones e tablets. É uma resposta a aparelhos como o iPad, que não recarregam a bateria quando conectados a um PC porque exigem mais corrente do que uma porta USB 2.0 comum pode fornecer.

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USB 3.0: portas azuis

USB 3.0: é a mais nova versão do USB, também chamada de SuperSpeed USB e capaz de trafegar dados a até 625 MB (5 gigabits) por segundo. Portas USB 3.0 tem cor azul e são compatíveis com dispositivos USB 2.0, mas nesse caso a velocidade fica limitada aos 60 MB (480 Megabits) por segundo do padrão anterior. Cabos USB 3.0 são internamente diferentes dos cabos USB 2.0, então certifique-se de estar usando o cabo certo com aquele seu HD externo novinho em folha se quiser tirar proveito de toda a velocidade extra.

eSATA: parece redundante, mas pode ser útil

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eSATA: alta-velocidade no acesso a HDs externos

Armazenamento externo em alta velocidade é algo crítico ao editar e arquivar vídeo digital e fotografias em RAW. A tecnologia eSATA foi criada para fornecer uma alternativa mais rápida ao USB 2.0, antes do surgimento do USB 3.0. Usada apenas em dispositivos de armazenamento (HDs e drives óticos) ela pode transferir dados a até 6 Gigabits por segundo. Alguns notebooks tem um conector USB híbrido, que aceita tanto um dispositivo USB quanto um eSATA.

Conexões de rede
A forma mais óbvia de conexão em rede em um PC desktop é a porta Ethernet, onde pode ser plugado um cabo de rede com conector no padrão RJ45 (o popular “cabo azul da internet”). 

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Porta Ethernet
Hoje são comuns PCs com interfaces “Gigabit Ethernet”, capazes de trafegar dados a até 1 Gigabit (128 MB) por segundo, cerca de 3 vezes mais rápidas que uma conexão Wireless 802.11n e ideais para quem precisa transferir grandes quantidades de dados. Entretanto, ainda há máquinas com interfaces “10/100”, capazes de trafegar no máximo 12 MB por segundo. Em ambos os casos, a porta e o conector são idênticos.

Som na caixa: portas de áudio
Nos velhos tempos era preciso adquirir uma “placa de som” (como a Sound Blaster 16) para reproduzir e gravar áudio em seu PC. Os micros modernos tem sistema de som e as várias portas relacionadas já integradas à placa-mãe.

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Portas analógicas para áudio
Portas analógicas: são as mais usadas, e codificadas por cor para que você saiba onde plugar cada componente (caixas de som, microfone, subwoofer, etc). Se você é um dos raros usuários com um sistema de som com múltiplos canais no PC, provavelmente usará três ou quatro destas portas: geralmente a verde, preta, laranja e cinza. Microfones são plugados na porta rosa, e a azul é a entrada de linha. Se você tem simples caixas de som estéreo, ligue-as na porta verde.

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Toslink S/PDIF: áudio digital
Toslink SPDIF: som analógico não é a única opção. Alguns PCs também tem saída de áudio digital usando uma porta Toslink S/PDIF. Toslink é uma conexão que usa um cabo de fibra óptica desenvolvida originalmente pela Toshiba (daí o “Tos” no nome). S/PDIF significa “Sony/Philips Digital Interface” e é um sistema de sinalização que pode funcionar sobre Toslink ou cabos de cobre. Tem largura de banda suficiente para som estéreo sem compressão, mas a compressão é necessária para áudio multicanal.

Outras formas de conexão digital de áudio são possíveis. Alguns aparelhos, como headsets, são capazes de enviar e receber áudio digital via USB. Portas HDMI e DisplayPort 2.0 também podem transportar áudio digital, além de sinais de vídeo.

Vídeo: o passado, o presente e o futuro
De todos os tipos de portas, as de vídeo são as que parecem ter a maior vida útil. Sempre me surpreendo quando desembalo um monitor Dell novinho e encontro um cabo VGA pré-conectado. Em que século estamos mesmo?

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VGA: entre nós desde 1987
VGA (Video Graphics Array): PCs com gráficos integrados ainda tem portas VGA, e a maioria dos monitores no mercado também, embora estejamos finalmente vendo alguns modelos dispensarem este padrão ancião (ele estreou em 1987). Atualmente é raro ver placas de vídeo que trazem esta porta, embora a maioria ainda inclua na embalagem um adaptador DVI-VGA, caso você precise dele.

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DVI: a primeira digital, mas no fim da vida
DVI (Digital Visual Interface): chegou ao mercado em 1999, e foi a primeira conexão digital para monitores de PC amplamente utilizada. Intel, AMD e vários outros fabricantes já anunciaram que irão abandonar o suporte a esta tecnologia em 2015, em favor da DisplayPort para conexão a monitores, e HDMI para conexão a TVs de alta-definição.

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Display Port: múltiplos monitores em uma só porta
Display Port: esta porta pode parecer redundante dada a existência das portas HDMI, mas ela tem na manga alguns truques inexistentes no “concorrente”. O licenciamento é um deles: o padrão é licenciado pela VESA, um órgão da indústria de tecnologia, e não exige que os fabricantes paguem royalties pela implementação. Em interfaces Display Port 1.2 é possível encadear até dois monitores com grande largura de banda, e o padrão prevê “hubs” para a conexão de ainda mais monitores. Ele também suporta bitrates até duas vezes maiores que o HDMI, permitindo a criação de monitores de resolução muito alta. Cabos Display Port também podem transportar sinais de áudio, até oito canais no total, com uma largura de banda de 49 Megabits por segundo.

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Mini Display Port: criada pela Apple
Mini Display Port: uma variante do DisplayPort com conector menor, originalmente utilizado pela Apple mas incluso como parte da especificação DisplayPort 1.2. É comum em placas de vídeo que utilizam GPUs AMD Radeon HD nas séries 6000 e 7000. 

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HDMI: padrão em TVs de alta-definição
HDMI (High Definition Multimedia Interface): porta padrão em TVs de alta-definição, e muito usada para plugar PCs, tablets e smartphones a elas. O padrão HDMI 1.4a tem largura de banda suficiente para uma tela com resolução de 1080p operando a 120 quadros por segundo, adequada para jogos e vídeos em 3D. Cabos HDMI também são capazes de transportar um sinal de áudio.

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Mini HDMI: rara nos PCs
Mini-HDMI: menos comum nos PCs, e mais popular em eletrônicos de consumo como câmeras digitais. Pode ser encontrada em algumas placas de vídeo com GPUs Nvidia GeForce da série 500. Tipicamente, um adaptador mini-HDMI para HDMI é incluso com a placa.

As veteranas
Há um grande número de portas que ainda aparecem em algumas máquinas, mas que são raramente usadas pela maioria dos usuários domésticos. Algumas são úteis em empresas, que tem que suportar hardware mais antigo que ainda é usado por alguns aplicativos legados.

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PS/2: para mouse e teclado
Porta PS/2 para mouse ou teclado: é o mais comum entre as portas antigas. A maioria das placas-mãe com portas PS/2 tem duas delas, embora em alguns casos haja apenas uma, como na foto acima. Por convenção o teclado é plugado na porta roxa, e o mouse na verde (os conectores usam cores correspondentes, para evitar confusão). 

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FireWire: útil se você trabalha com vídeo digital
FireWire (IEEE 1394): outra porta bastante comum, mas rara nas placas-mãe mais modernas. Útil se você tem filmadoras mais antigas, um iPod da primeira geração ou equipamento de áudio profissional.

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Paralela: algumas impressoras ainda usam
Porta paralela: ainda encontrada ocasionalmente, mesmo nas placas-mãe mais modernas. É geralmente usada para conexão de uma impressora, embora poucas façam uso dela hoje em dia. Entretanto ainda é útil com dispositivos legados comuns em empresas, como sistemas de ponto de venda (POS) e impressoras fiscais.

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Serial: usada por sensores e instrumentação
Porta serial: conector em forma de D com 9 pinos, quase impossível de encontrar em um PC moderno. A foto acima é de uma velha placa-mãe com um processador Pentium 4. Apesar disso há um grande número de instrumentos de laboratório, sistemas de ponto de venda e hardware especializado (como sensores remotos e sistemas de controle industrial) que ainda as utilizam. Hoje em dia é possível comprar “adaptadores” que se plugam a uma porta PCI na máquina e trazem uma porta serial, ou em alguns casos usar um adaptador Serial-USB, para se comunicar com estes aparelhos.

O futuro
Não mostramos algumas portas que você provavelmente verá em PCs neste próximo ano, e que já existem em alguns Macs. Um exemplo é a Thunderbolt, uma nova interface serial de alta velocidade que já apareceu em alguns computadores da Apple. É provavel que veremos portas Thunderbolt em PCs baseados nos processadores Ivy Bridge, da Intel, que devem chegar às lojas à partir da segunda metade deste ano.

A boa notícia é que a quantidade de portas realmente necessárias na traseira de um PC irá provavelmente ser reduzida com o passar do tempo. Mesmo máquinas com vídeo integrado provavelmente terão apenas uma porta DisplayPort e uma HDMI para vídeo, além de uma porta ThunderBolt, várias portas USB 3.0 e portas de áudio e rede. A simplificação é uma boa coisa, já que o espaço na traseira dos PCs está ficando escasso, especialmente no caso dos modelos mais compactos.
 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Vão faltar HDs e os preços dos computadores devem subir

A produção de unidades de disco para computadores deve cair 30% por causa da inundação que paralisou fábricas na Tailândia no início do mês

HD da Western Digital
Western Digital e Toshiba, dois dos principais fabricantes de HDs, tiveram fábricas inundadas

Você vai comprar um notebook ou um PC de mesa neste fim de ano? Então corra. As enchentes que danificaram fábricas na Tailândia no início do mês estão provocando falta de unidades de disco no mercado. Os preços desses dispositivos estão subindo e tendem a encarecer os computadores.
Um relatório divulgado pela empresa de pesquisas de mercado iSupply indica que a produção mundial de unidades de disco (também conhecidas como HDs, de “hard disks”) deve sofrer redução de 30%, de 175 milhões de unidades no terceiro trimestre para 125 milhões neste.
A inundação na Tailândia prejudicou dois dos principais fabricantes. A Western Digital, maior fabricante mundial, produz 60% dos seus HDs lá. No segundo trimestre, a empresa foi responsável por 32% da produção mundial. A Toshiba, quarto maior fabricante, tem metade da sua produção numa fábrica próxima à da Western Digital. As duas tiveram suas instalações alagadas.

A enchente também afetou companhias que fornecem partes para os HDs, como a japonesa Nidec, fabricante de 70% do motores usados nesses dispositivos. Por causa disso, a inundação acabou prejudicando também empresas que não tiveram suas fábricas alagadas, como a Seagate, segunda maior fabricante no mundo.

A Seagate deve fornecer entre 41 e 45 milhões de unidades neste trimestre, passando à frente da rival Western Digital – isso se não houver falta de componentes. A Nidec diz que já restabeleceu a produção numa das fábricas, e que está ampliando a capacidade na China e nas Filipinas para compensar a redução na Tailândia.
 
Ainda assim, a previsão é que a indústria de HDs só volte ao normal em março de 2012.  Dell e Apple são duas das companhias que já avisaram aos acionistas que podem ter seus resultados afetados pela falta de HDs, problema que deve afetar todos os fabricantes de PCs. As empresas menores podem ser mais prejudicadas, já que os grandes fabricantes tendem a ter tratamento preferencial dos fornecedores.

Ninguém se arrisca a prever quanto vai subir o preço dos HDs e nem qual será o efeito disso no custo dos PCs. O impacto não é imediato porque os fabricantes de PCs mantêm, em geral, estoques para um ou dois meses de produção. Na Europa, alguns preços de HDs chegaram a triplicar no varejo, mas esse aumento acentuado parece ter sido provocado pela corrida às lojas quando as notícias sobre a enchente circularam.

Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/vao-faltar-hds-e-os-precos-dos-computadores-devem-subir

terça-feira, 24 de maio de 2011

Windows 8 será lançado no próximo ano

Esta não é exatamente uma novidade, mas agora é oficial. O atual presidente executivo da Microsoft disse em uma conferência no Japão que a próxima versão do Windows será lançada “no próximo ano”. “À medida em que avançamos este ano, você ainda vai ouvir muito sobre o Windows 8. Slates, tablets, PCs e uma variedade de dispositivos com Windows 8”, declarou Steve Ballmer. Na próxima segunda-feira, na conferência All Things Digita, a Microsoft deve apresentar oficialmente o Windows 8 ao mundo. Em setembro, espera-se que a empresa libere a versão beta do sistema durante a PDC 2011. Via: Neowin.

Fonte: http://www.guiadopc.com.br/notas/18692/ballmer-windows-8-sera-lancado-proximo-ano.html

sábado, 7 de maio de 2011

Protótipo de PC tem o tamanho de um pendrive e custaria R$ 45

(Fonte da imagem: Raspberry Pi Foundation)

David Braben, um desenvolvedor de games do Reino Unido, criou um projeto para baratear o custo de computadores com a intenção de difundir o uso da tecnologia em escolas. O protótipo desenvolvido pelo entusiasta é tão pequeno que lembra as memórias Flash – um pendrive, por exemplo.

O dispositivo conta com dois conectores: de um lado uma saída HDMI e, na outra extremidade, uma porta USB. Essas tecnologias permitem que o equipamento seja conectado a monitores ou televisores, mouses e teclados. O preço calculado para este PC é US$ 25 – cerca de R$ 45, sem o cálculo de impostos.

O protótipo surgiu com o entendimento de Braben de que as escolas não oferecem o suporte tecnológico necessário para o melhor aprendizado das crianças. Segundo o desenvolvedor de jogos, ainda existem muitas instituições de ensino que não possuem computadores o suficiente para atender a demanda dos alunos.
 
(Fonte da imagem: Raspberry Pi Foundation)

Confira a configuração do protótipo:
  • Uma saída HDMI;
  • Uma porta USB;
  • Processador ARM11 de 700 MHz;
  • 128 MB de memória RAM;
  • Sistema operacional Linux;
  • Reprodução de imagem em até 1080p;
  • Entrada para cartão de memória SD, o qual funciona como dispositivo de armazenamento.
Fonte: http://www.tecmundo.com.br/9959-prototipo-de-pc-tem-o-tamanho-de-um-pendrive-e-custaria-r-45.htm#gostei

terça-feira, 3 de maio de 2011

Limpeza do PC: Todo cuidado é pouco na hora de ´dar um trato´ no seu micro

Limpar o computador exige cuidado. Para esclarecer algumas dúvidas, testamos as principais substâncias encontradas na maioria dos produtos de limpeza doméstica neste notebook velhinho e aposentado. Começamos aplicando três tipos de solvente: o álcool comum, a acetona e outro solvente à base de clorofórmio.  

Normalmente, - e foi o que aconteceu – o  álcool etílico não agride o material e costuma ser o solvente mais indicado pelos fabricantes. Mas veja só o que aconteceu onde aplicamos os outros químicos: em questão de segundos, a acetona deixou esta mancha branca no aparelho e o clorofórmio praticamente “derreteu” o material. Você não ia querer fazer isso no seu notebook, não é?!  

Outra categoria dos produtos de limpeza são os oxidantes, como a água oxigenada, a cândida e os alvejantes em geral. Desta vez o teste foi no teclado do computador. Em um primeiro momento, eles podem até dar um “ar de limpeza”. Mas com o passar do tempo reagem com o material plástico, causando um dano irreversível. Podemos comparar estas manchas causadas pelos oxidantes com uma cárie dentária – que só piora com o passar do tempo.  


"Nunca descumpra o manual, porque cada fabricante vai fazer alguma coisa diferente no material dele", comenta Maria Lúcia Pereira da Silva, pesquisadora da USP.   


Com cuidado, você pode usar o álcool ou até um pano levemente umedecido com um pouco de sabão neutro. Mas atenção com a água... ela não combina nem um pouco com equipamentos eletrônicos e pode até queimar o aparelho. Cuidado! Existe um mito de que “lustra-móveis” são ótimos para limpar e deixar o monitor de LCD mais brilhante. Não se engane, por ser um produto muito oleoso e que mancha a tela do computador. 

Para limpar o monitor, o mais indicado são flanelas especiais de microfibra e produtos como este: um gel de limpeza que promete não produzir pingos e ser antiestático, ou seja, que impede a formação da eletricidade estática e, assim, não deixa qualquer resíduo de poeira na tela. No nosso teste, este gelzinho genérico até que funcionou muito bem.

Essas regras valem também para o teclado e partes plásticas dos desktops. Já para a parte de metal da CPU, a limpeza é mais simples. Um pano úmido com um pouco de sabão devem resolver o seu problema. Agora, se por acaso você quiser limpar a CPU por dentro...


"Tire só o pó. nada de colocar solvente. Muitas vezes as pessoas limpam com solvente e fecham imediatamente a CPU. Aí você confina o solvente ali e dá tempo para os problemas começarem a acontecer", explica Maria Lúcia.


Mãos à obra? É hora de fazer uma limpeza geral no seu computador! E se quiser investir um pouquinho mais de tempo e limpar a memória do seu micro, clique no link que acompanha o vídeo. Nós separamos dicas e programas que vão fazer uma faxina virtual na sua máquina e deixá-la mais rápida.  

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/central_de_videos/limpeza_de_pc_todo_cuidado_e_pouco_na_hora_de_limpar_o_seu_micro

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Tire a poeira de seu PC

A poeira acumulada em seu PC pode parecer inofensiva, mas na verdade é um perigo. Ela pode se aglomerar em “tufos” que atrapalham o funcionamento das ventoninhas que retiram o calor de componentes críticos, como o processador, e entupir saídas de ar dificultando a refrigeração. Com isso o PC pode superaquecer, o que pode levar a “reboots” misteriosos ou até a uma falha total de hardware.

Mas resolver esse problema é fácil e não leva mais que alguns minutos. Em primeiro lugar, desligue o micro e desplugue todos os cabos, exceto o de força. Toque em alguma parte de metal exposto do gabinete (como a cobertura dos slots PCI) para descarregar a energia estática acumulada em seu corpo e impedir que ela danifique componentes internos. Agora sim, desplugue o cabo de força.

Prepare o ambiente
Use sapatos e trabalhe em um ambiente sem carpete. Algumas precauções adicionais podem proteger ainda mais seu equipamento. Coloque uma camada de borracha (como um Mouse Pad, por exemplo) entre o PC e a mesa de trabalho. O ideal é trabalhar usando um bracelete anti-estática (encontrado em lojas de componentes eletrônicos) conectado a uma parte de metal do PC.

Abra o gabinete. Muitos deles possuem portas laterais presas por parafusos Phillips, mas os mais recentes tem parafusos que podem ser removidos com os dedos, apelidados de “thumbscrews” – consulte o manual do fabricante para checar as instruções corretas.

Faxina completa
Tire com as mãos qualquer tufo de cabelo, poeira e outras obstruções que você encontrar dentro do micro. Não use um aspirador de pó!. Depois, use uma lata de ar comprimido (também encontrada em lojas de componentes) para “soprar” o restante da poeira para longe dos slots e frestas. Use um bico comprido para alcançar os cantos mais difíceis.

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Use ar comprimido, e amarre os cabos para desobstruir a ventilação

Se possível faça uma limpeza completa em todo o gabinete, mas concentre-se em tirar a sujeira das áreas de ventilação. Amarre os fios em feixes e fixe-os nas laterais, para que não obstruam o fluxo de ar. Feche novamente o gabinete e reconecte tudo. Para diminuir o acúmulo de poeira, tente manter o computador longe do chão, já que a maioria da poeira é originada aí. Repita esse ritual de limpeza anualmente, principalmente se você tiver animais de estimação em casa.

Não se esqueça das portas
Com o passar do tempo, portas e conectores também podem ficar cheios de poeira, o que pode ocasionar mau-contato e outros problemas. Se você estiver com problemas ao conectar dispositivos USB, por exemplo, limpar os conectores pode ser o primeiro passo rumo à solução.

Antes de mais nada, desligue o micro. Se alguma das portas estiver visivelmente entupida – com papel, giz de cera, chiclete ou vítima de outra arte similar de uma criança – remova gentilmente a “obstrução” usando um palito de dente. Lembre-se: as portas Ethernet, serial e similares possuem pinos frágeis. Faça movimentos cuidadosos de dentro pra fora para evitar que eles se dobrem ou quebrem, o que só iria piorar o problema.

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Tire a poeira acumulada nas portas para evitar mal-contato

Para situações menos “grudentas”, use a lata de ar comprimido para se livrar da poeira. É muito importante lembrar que essas latas contém gás comprimido que sai muito gelado e pode ser perigoso se inalado, então é importante manter a lata fora do alcance de crianças. Use os jatos de ar em pequenos disparos.

No caso das portas USB, termine a limpeza com um cotonete embebido em álcool isopropílico ou em uma solução de limpeza própria para componentes eletrônicos. Não use o cotonete nas portas Ethernet, serial ou qualquer outra com pinos visíveis, já que fiapos de algodão podem se prender a eles e piorar o problema. Deixe o micro desligado por uma hora até a solução secar e pronto.

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2011/01/25/tire-a-poeira-de-seu-pc/

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Intel e AMD vão matar as conexões VGA e DVI

VGA x DisplayPort
VGA x DisplayPort: o padrão antigo deve ser abandonado pelos fabricantes até 2015

A Intel, a AMD e os principais fabricantes de PCs planejam eliminar as portas VGA (D-Sub) e DVI dos computadores até 2015. Os novos micros terão conexões de vídeo DisplayPort, para monitor, e HDMI, para ligação a um televisor.

A mudança demorou a chegar. A conexão analógica VGA apareceu pela primeira vez em 1987, no micro IBM PS/2. É uma tecnologia que já tem quase um quarto de século. Em comparação com as opções digitais, ela oferece menor resolução e cores menos precisas, além de acarretar maior consumo de energia. Mesmo assim, os fabricantes vinham relutando em abandoná-la por causa da enorme quantidade de monitores e projetores com porta VGA ainda em uso, especialmente nas empresas. Mas isso está mudando. A conexão DisplayPort oferece qualidade de imagem similar à das outras digitais – HDMI e DVI. Mas ela tem a vantagem de poder ser usada para ligar um aparelho com porta VGA, DVI ou HDMI por meio de um adaptador. Essa compatibilidade permite uma transição mais tranquila.

O DisplayPort é um padrão aberto. Criado pela Vesa (Video Electronics Standards Association – uma associação de fabricantes), ele pode ser usado sem o pagamento de royalties. Esse padrão requer um cabo mais simples, com menos fios internos do que o DVI. O conector, além de ser menor, não tem aqueles dois parafusos usados para fixar o plugue VGA. No lugar deles, há uma travinha acionada por um botão. Além disso, essa conexão exige menos circuitos eletrônicos no monitor do que a DVI e a VGA. Essa simplificação pode trazer uma (pequena) redução de custo para o usuário. O padrão também suporta o sistema HDCP, usado nas conexões HDMI para impedir a cópia de filmes. Mas a expectativa é que os dois tipos de conexão – DisplayPort e HDMI –continuem em uso.

Entre os fabricantes que já anunciaram que vão abandonar a velha porta VGA estão Dell, Lenovo, Samsung e LG. Intel e AMD vão usar DisplayPort como padrão nos seus próximos chip sets. Essa conexão ainda é pouco comum nos PCs. Ela está presente nas placas de vídeo avançadas baseadas nos chips da AMD/ATI, assim como em alguns modelos de monitores e notebooks de marcas como HP, LG, Samsung e Dell. Além disso, é padrão na linha Macintosh, da Apple. Em alguns casos, o conector usado é o Mini DisplayPort, de tamanho menor. Além da mudança nas tomadas dos PCs, há uma outra, invisível para o usuário. Nos notebooks, a conexão LVDS, que liga a placa-mãe à tela LCD, também será substituída por DisplayPort. Tanto AMD como Intel dizem que vão deixar de usar LVDS até 2013.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/blogs/estacaowindows/mercado/intel-e-amd-vao-matar-as-conexoes-vga-e-dvi/