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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Conheça os novos processadores de baixo custo da Intel

A Intel não vive apenas de processadores Core. A empresa anunciou dois novos chips voltados para equipamentos de baixo custo: Pentium Silver e Celeron baseados na arquitetura Gemini Lake.

A Gemini Lake é a versão mais moderna da arquitetura da Intel para processadores de baixo custo com 14 nanômetros. A empresa promete desempenho até 58% mais rápido do que em outros processadores de baixo custo, mas não deu muitos detalhes sobre como eles devem chegar a isso.

Ao todo, a Intel anunciou seis processadores diferentes, sendo quatro processadores N para dispositivos móveis e dois J para desktops:

Pentium Silver N500, quad-core 1,1 GHz (até 2,7 GHz em burst)
Pentium Silver J5005, quad-core 1,5 GHz (até 2,8 GHz em burst)
Celeron N4100, quad-core 1,1 GHz (até 2,4 GHz em burst)
Celeron N4000, dual-core 1,1 GHz (até 2,6 GHz em burst)
Celeron J4105: quad-core 1,5 GHz (até 2,5 GHz em burst)
Celeron J4005: dual-core 2,0 GHz (até 2,7 GHz em burst)

O modo "burst" eleva o poder de processamento automaticamente quando a demanda é alta, em um processo similar ao modo boost dos processadores Core. É uma técnica que a Intel emprega para oferecer desempenho melhor em determinados momentos.

Em um momento em que a Microsoft começa a apostar em processadores ARM em dispositivos Windows 10, o sucesso da linha de entrada da Intel é fundamental para a empresa, que não conseguiu se firmar no mercado de processadores móveis e ainda tem nos chips para PCs uma parte muito importante dos seus negócios.

A expectativa é que os primeiros dispositivos que usem os novos processadores sejam lançados no começo de 2018, mas até agora nenhum aparelho com os chips foi anunciado.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Entenda o que são os ultrabooks

Ao longo dos anos, computadores portáteis vem sofrendo diversas alterações estéticas, principalmente no quesito tamanho. Os primeiros notebooks eram grandes e pesados, sem praticidade para locomoção - o que deveria ser sua função inata. Com o tempo, os modelos foram afinando, ficando menores e mais leves, até a chegada dos netbooks, pequenos notebooks entre oito e dez polegadas, em média.

Os smartphones estão, cada vez mais, potentes, e agora, a última novidade são os tablets - um pouco maiores que os smartphones e com a capacidade de processamento similar a de um netbook. Tendo em vista esse panorama, para onde mais evoluir?

A Intel, durante o evento Computex 2011, sugeriu um caminho: os ultrabooks. Mais do que um nome, há todo um conceito por trás dessa nova nomenclatura para designar um gadget. Assim, é necessário esmiuçar as novidades propostas pela Intel para essa nova série de aparelhos portáteis, começando pelo processador.
Wafer de processadores (Foto: Intel) 
Wafer de processadores (Foto: Intel)
Os primeiros ultrabooks do mercado chegarão com os tais processadores Sandy Bridge da Intel. O nome, dado a segunda geração de processadores Core da empresa, já é famosa nos notebooks.

Os Sandy Bridge foram lançados no começo do ano de 2011 e possuem uma estrutura de 32nm, além da nova tecnologia Turbo Boost 2.0, que dá um melhor desempenho para o processador e apresenta menor consumo que sua antiga geração.
Já pensando na segunda onda de seus ultrabooks, a Intel anunciou que os aparelhos lançados em 2012 terão processadores com codinome "Ivy Bridge", que promete uma taxa de consumo tão baixa de energia a ponto de se tornar revolucionária, nos seus pequenos 22 nm. A última promessa da Intel, no quesito processador, virá em 2013, com a nova linha com codinome "Haswell". Veja um vídeo comparativo entre os processadores Intel Core i& e a segunda geração, os "Sandy Bridge", no vídeo abaixo.



Outro diferencial que poderá ser feito com o uso dos novos processadores é o tamanho e a espessura dos ultrabooks. Em média, os ultrabooks terão 11 polegadas, em um corpo com menos de 2cm de espessura, distribuídos em 1kg. O baixo consumo de seus aparelhos fará com que a bateria tenha uma autonomia real de até 10 horas. Como conexão, portas USB 3.0 e a novíssima Thunderbolt (que alcança velocidades 20x mais rápidas que o USB) se encontrarão presentes nos aparelhos.
Asus UX21: o primeiro ultrabook do mercado ainda não chegou às lojas (Foto: Divulgação) 
Asus UX21: o primeiro ultrabook do mercado ainda não chegou às lojas (Foto: Divulgação)
Em resumo, esses novos aparelhos são uma fusão entre a praticidade de um netbook com um melhor tempo de resposta, usual nos tablets. Por serem superfinos e leves, podem ser facilmente transportados em mochilas e bolsas, o que é ideal para se levar na rua.
A princípio, o maior prejudicial pode ser a pouca capacidade de armazenamento, já que os ultrabooks usarão memórias flash, que costumam transitar entre 8 e 64gb para poder economizar no consumo de energia. Ganha-se, no entanto, no tamanho e na capacidade de uso, mas perde-se no armazenamento. Eles deverão custar, em média, US$ 1 mil.
O primeiro ultrabook anunciado foi o Asus UX21. Sua configuração consiste em um case de 1,7cm de espessura (mais fino que o Macbook Air), uma tela de 11,6 polegadas (1366 x 768 pixels), trackpad de vidro, pesa pouca mais de um quilo, duas portas USB (2.0 e 3.0), uma saída mini-HDMI, e equipado com processadores Intel Core i7. Terá memória de 4GB de RAM e foi exibido pela primeira vez durante a Computex. Seu lançamento está previsto para o final do ano.

Nos resta, então, aguardar e saber qual será o futuro dos ultrabooks no mercado.

Fonte: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2011/06/entenda-o-que-sao-os-ultrabooks.html

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Intel anuncia transistores de 22 nanômetros com arquitetura revolucionária

A Lei de Moore - que diz que o número de transistores que podem ser colocados num chip dobra a cada dois anos, aproximadamente - vai ganhar pelo menos mais uma década de vida. A Intel acabou de lançar uma nova tecnologia diminuindo o tamanho dos transistores de 32 para 22 nanômetors (o equivalente a um quarto do tamanho do vírus da gripe, segundo Joab Paiva, gerente de habilitação de mercados da Intel Brasil) e mudando sua arquitetura de modo que eles permitirão maior desempenho e menor consumo de energia, crucial para a mobiilidade dos tempos atuais. 

Os novos transistores, batizados de 3D Tri-Gate, foram modificados, tornando-se mais "tridimensionais" que os habituais circuitos mais planos usados até agora. Com isso, os futuros processadores baseados na tecnologia - a família Ivy Bridge, sucessora da atual Sandy Bridge, de 32 nanômetros - esquentarão menos e serão mais hábeis em gerenciar a corrente elétrica que passa por eles. 

- Isso permitirá PCs, notebooks, smartphones e tablets com baterias de maior duração - diz Joab Paiva. - E a nova arquitetura permitirá processadores menores e mais adequados para dispositivos móveis. 

Segundo Mark Bohr, engenheiro e Senior Fellow da Intel, as pesquisas para chegar aos 22 nanômetros nos transistores começaram em 2002. E a nova tecnologia poderá ser escalável para 14 nanômetros, garantindo assim a sobrevida do velho provérbio que se confunde com a história da tecnologia. 

Quatro fábricas nos Estados Unidos e uma em Israel começarão a produzir o Ivy Bridge no fim do ano. Máquinas e gadgets com a nova tecnologia devem chegar ao mercado só em 2012.

Fonte: http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2011/05/04/intel-anuncia-transistores-de-22-nanometros-com-arquitetura-revolucionaria-924381462.asp

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Intel e AMD vão matar as conexões VGA e DVI

VGA x DisplayPort
VGA x DisplayPort: o padrão antigo deve ser abandonado pelos fabricantes até 2015

A Intel, a AMD e os principais fabricantes de PCs planejam eliminar as portas VGA (D-Sub) e DVI dos computadores até 2015. Os novos micros terão conexões de vídeo DisplayPort, para monitor, e HDMI, para ligação a um televisor.

A mudança demorou a chegar. A conexão analógica VGA apareceu pela primeira vez em 1987, no micro IBM PS/2. É uma tecnologia que já tem quase um quarto de século. Em comparação com as opções digitais, ela oferece menor resolução e cores menos precisas, além de acarretar maior consumo de energia. Mesmo assim, os fabricantes vinham relutando em abandoná-la por causa da enorme quantidade de monitores e projetores com porta VGA ainda em uso, especialmente nas empresas. Mas isso está mudando. A conexão DisplayPort oferece qualidade de imagem similar à das outras digitais – HDMI e DVI. Mas ela tem a vantagem de poder ser usada para ligar um aparelho com porta VGA, DVI ou HDMI por meio de um adaptador. Essa compatibilidade permite uma transição mais tranquila.

O DisplayPort é um padrão aberto. Criado pela Vesa (Video Electronics Standards Association – uma associação de fabricantes), ele pode ser usado sem o pagamento de royalties. Esse padrão requer um cabo mais simples, com menos fios internos do que o DVI. O conector, além de ser menor, não tem aqueles dois parafusos usados para fixar o plugue VGA. No lugar deles, há uma travinha acionada por um botão. Além disso, essa conexão exige menos circuitos eletrônicos no monitor do que a DVI e a VGA. Essa simplificação pode trazer uma (pequena) redução de custo para o usuário. O padrão também suporta o sistema HDCP, usado nas conexões HDMI para impedir a cópia de filmes. Mas a expectativa é que os dois tipos de conexão – DisplayPort e HDMI –continuem em uso.

Entre os fabricantes que já anunciaram que vão abandonar a velha porta VGA estão Dell, Lenovo, Samsung e LG. Intel e AMD vão usar DisplayPort como padrão nos seus próximos chip sets. Essa conexão ainda é pouco comum nos PCs. Ela está presente nas placas de vídeo avançadas baseadas nos chips da AMD/ATI, assim como em alguns modelos de monitores e notebooks de marcas como HP, LG, Samsung e Dell. Além disso, é padrão na linha Macintosh, da Apple. Em alguns casos, o conector usado é o Mini DisplayPort, de tamanho menor. Além da mudança nas tomadas dos PCs, há uma outra, invisível para o usuário. Nos notebooks, a conexão LVDS, que liga a placa-mãe à tela LCD, também será substituída por DisplayPort. Tanto AMD como Intel dizem que vão deixar de usar LVDS até 2013.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/blogs/estacaowindows/mercado/intel-e-amd-vao-matar-as-conexoes-vga-e-dvi/

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Processadores Intel Sandy Bridge estão chegando!

A nova arquitetura da empresa transfere o processamento gráfico para dentro do chip e ainda equilibra virtualmente a divisão de tarefas. O resultado é muito mais agilidade para o computador.
 
Mesmo nos computadores mais modernos, com os processadores mais rápidos disponíveis no mercado, às vezes ainda enfrentamos situações em que o computador precisa "pensar" muito. Mas uma nova geração de microprocessadores promete revolucionar nosso dia a dia a partir do ano que vem.

Você pode apostar: esse sinalzinho irritante, que atormenta todo mundo que depende de aplicativos pesados, será cada vez menos frequente nos computadores que vão chegar às prateleiras a partir do ano que vem. Quem vai garantir esse salto de performance é uma nova tecnologia que, por enquanto, ainda está nas fábricas e que responde pelo nome de Sandy Bridge. "Cada vez mais estamos eliminando aquela síndrome da ampulheta, que eu clico e fico esperando ela rodar e pensar. Com a segunda geração da família Core estamos eliminando esta síndrome para todo mundo", conta Reinaldo Affonso, Diretor de Desenvolvimento Tecnológico da Intel Brasil.

Um das boas características dessa nova geração de processadores tem a ver com o vídeo. A arquitetura Sandy Bridge transfere os gráficos para dentro do processador e ainda equilibra virtualmente a divisão de tarefas. O resultado é muito mais agilidade para todos os programas pesadões, que lidam com vídeo.
Outra coisa que foi acrescentado foi o turbo, que já tinha na primeira geração da família Core e é um conceito muito fácil de entender: quando o usuário precisa de potencia adicional, o turbo liga e ele ganho aquela potencia a mais para um momento específico. "Nós temos o turbo habilitado nos núcleos de processamento da CPU e agora também para parte gráfica. Se em um determinado momento você precisa de potencia na parte gráfica, para que ela entregue algo mais rápido, a computador pode subir a potencial de um lado e baixar do outro. Isso permitiu que o computador ficasse ainda mais inteligente", explica Reinaldo.
Resultado dessa eficiência maior: as placas de vídeo onboard vão se tornar cada vez mais poderosas e vão dar conta de aplicações ainda mais pesadas. Reinaldo ainda conta que eles estão prevendo que com a segunda geração da família Core, os usuários não vão precisar de outras placas especializadas para rodar certas aplicações. 

Para você ter uma ideia do que essa evolução significa, confira a diferença de desempenho entre um Core i7 – que é o processador mais rápido do mercado atualmente – e os novos processadores que vão chegar com a tecnologia Sandy Bridge. "A nossa nova família é mais rápida com consumo menor de energia. O que significa que se eu tenho um desktop, eu gasto menos energia pra fazer a mesma coisa. Se eu tenho um notebook, a bateria vai durar mais tempo", explica. 

Então, pode se preparar. Os processadores com a tecnologia Sandy Bridge serão lançados no início do ano que vem. E, os primeiros computadores equipados com a novidade devem começar a pintar nas prateleiras ainda no primeiro semestre.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br//produtos/central_de_videos/processadores-intel-sandy-bridge-estao-chegando/14857/integra