Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador rede. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rede. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Roteador: como o número de antenas afeta seu funcionamento

A quantidade de antenas que um roteador possui pode influenciar e muito nas capacidades de transmissão do equipamento.

Entenda como!


Você sabe como as antenas do seu roteador contribuem para a qualidade da sua conexão? Apesar da grande maioria das pessoas se contentarem com o equipamento cedido por suas provedoras de internet/TV à cabo, muita gente acaba precisando comprar modelos com maior alcance e velocidade, e é aí que surge a dúvida: mais antenas significam melhor qualidade de rede?

Tecnicamente, sim. Mas este não é o único fator ao qual você deve ficar atento na hora de aquirir um produto deste gênero; atualmente, a grande variedade de modelos disponíveis no mercado compreende versões com antenas internas, externas, de diferentes bandas e fluxos múltiplos.


Um roteador de fluxo múltiplo, por exemplo, é aquele que conta com mais de duas antenas para transmitir e receber os sinais Wi-Fi. Nesse quesito, aparelhos mais recentes e modernos costumam ter a configuração MIMO 2 x 2, que indica a existência de, ao todo, 4 antenas para esse processo. Já os ultrapassados, no entanto, utilizam a tecnologia SISO 1 x 1, com apenas uma antena para transmitir e outra para captar os dados.

Seja em modelos MIMO ou SISO, as antenas do roteador podem ser internas ou externas, não significando que, necessariamente, os modelos de receptor ou transmissor externo serão superiores àqueles com antenas embutidas.
Mas o que isso muda na conexão?

Muda bastante coisa. Os novos padrões de fluxo múltiplo costumam operar em duas frequências diferentes – 2.4 e 5GHz – a primeira, mais antiga, é limitada aos 200Mbps e tem a vantagem de ser amplamente compatível. A segunda banda é mais recente e mais rápida, mas pode não funcionar em alguns smartphones ou laptops do passado; ou seja, o melhor mesmo é ter as duas opções.

O roteador DIR-890L, da D-Link, funciona no padrão AC 3200 (Vel. Máxima de 3,2Gbps)

Cada antena é responsável por transmitir uma parte da velocidade máxima suportada pelo roteador. Um modelo SISO 1 x 1 com uma taxa de transferência limitada em 150Mbps, por exemplo, teria esse valor triplicado caso fossem dadas a ele as capacidades MIMO 3 x 3. Mas este é apenas um exemplo, não é possível realizar este tipo de incremento a um roteador doméstico.

Antes que fique tarde demais para falarmos, é válido ficar atento também ao padrão de transmissão utilizado pelo seu equipamento. Classificados como A/B/G/N e AC, eles revelam muitas informações sobre as capacidades do dispositivo que você tem em casa: hoje, o padrão mais rápido comumente encontrado é o AC, que suporta transmissões de até 430Mbps em 5GHz.

Maior velocidade e confiabilidade
Além de prover maior velocidade para sua rede, um roteador com múltiplas antenas pode garantir maior confiabilidade na hora de trocar os dados. Funciona assim: cada uma das antenas recebe uma versão diferente no sinal emitido pelos dispositivos da sua casa – smartphones, tablets, computadores e afins – portanto, é preciso que o roteador agrupe os vários sinais coletados em uma só informação, mais potente, confiável e estável.

Isso evita que pacotes de dados sejam perdidos no meio da comunicação, dando maior agilidade ao processo como um todo.

À prova de futuro

Normalmente, o roteador automaticamente distribui as bandas de conexão por demanda de uso.

Uma das vantagens de se comprar um roteador mais moderno é não ter de se preocupar com sua troca por um bom tempo: conforme a tecnologia evolui em seu sentido amplo, roteadores Wi-Fi também podem ficar obsoletos e não funcionar bem com aparelhos mais recentes ou velocidades de conexão mais altas.

Isto acontece porque o fluxo de dados sempre estará limitado ao dispositivo de menor capacidade. Um bom exemplo disso são os smartphones, que normalmente possuem antenas 1 x 1 – mesmo que você tenha um roteador MIMO 2 x 2 ou 3 x 3, seu gadget não poderá usufruir do poderio máximo deste equipamento.

Por fim, fica claro que existem vários aspectos técnicos a serem analisados na hora de comprar um roteador. Fatores como alcance, velocidade e confiabilidade da transmissão, além da compatibilidade com outros aparelhos mais modernos devem ser preponderantes na hora de escolher um produto destes para sua casa. Então fique atento!


segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Wi-Fi: entenda a relação entre a força do sinal e a velocidade da conexão

Todo mundo que já utilizou uma rede Wi-Fi sabe que, quanto mais forte estiver o sinal, melhor será a conexão. É algo semelhante ao ouvir música: quanto mais perto você estiver da origem do som, melhor você conseguirá perceber suas nuances.

No entanto, a relação exata que existe entre a força do sinal Wi-Fi e a taxa de transmissão de dados da conexão é consideravelmente mais complexa do que isso. Em outras palavras, se você estiver a uma distância duas vezes maior do roteador Wi-Fi do que outra pessoa, isso não significa que a sua conexão será duas vezes mais rápida que a dela.

O sinal do Wi-Fi é transmitido por meio de ondas de ultra-alta frequência (UHF na sigla em inglês) ou superalta frequência (SHF) do espectro de rádio. Com isso, está sujeito às mesmas interferências e instabilidades das demais ondas de rádio.

Interferência de radiofrequência

Um desses obstáculos é a chamada interferência de radiofrequência, ou RF. O mundo em que vivemos é repleto de sinais de rádio, e praticamente qualquer dispositivo eletrônico pode transmitir esses sinais, desde fones de ouvido sem fio bluetooth até fornos de microondas.

Quando um "cliente" de Wi-Fi (um aparelho que está recebendo dados via Wi-Fi) percebe outro sinal de radiofrequência - mesmo que não se trate de um sinal Wi-Fi - ele fica confuso, e para de transmitir e receber sinais até que esse outro sinal seja interrompido. 

Isso acaba causando a redução da taxa de transmissão de dados da rede, e em alguns casos resulta em perda de pacotes - dados que saem de um local, mas nunca chegam a seu destino. Nesses casos, os dispositivos precisam retransmitir os dados, o que também diminui a velocidade da conexão.

Mudando de marcha

Outro fator que todos nós sabemos que afeta a taxa de transmissão de dados é a distância: quanto mais perto estivermos da fonte do sinal, melhor a velocidade da conexão. Mas, como dissemos anteriormente, essa relação não é direta. Isso porque, conforme a força do sinal aumenta, os dispositivos conseguem utilizar Esquemas de Modulação e Codificação (MCS, na sigla em inglês) mais complexos. 

Os MCSs são, basicamente, a linguagem por meio do qual os sinais são transmitidos: quando o sinal está mais forte, os dados podem ser transmitidos em linguagens mais complexas, que oferecem uma taxa maior de transferência de dados. 

No entanto, por se tratar de interações mais complexas, os MCSs que permitem conexões mais rápidas são, também, mais sujeitos a interferência. Assim, conforme o sinal vai enfraquecendo, o dispositivo WiFi passa a usar MCSs menos complexos (e mais "lentos") para garantir a integridade da conexão.

É possível pensar nos diferentes MCSs como diferentes marchas de um carro: conforme o carro fica mais rápido, é necessário mudar de marcha para que a velocidade aumente ainda mais. Os roteadores são assim também: com determinada força de sinal, eles "mudam de marcha" para um MCS mais complexo, o que oferece um ganho considerável de velocidade na conexão. 

Isso funciona no sentido oposto também: conforme o sinal se enfraquece, chega um ponto em que é necessário trocar de MCS, deixando a conexão consideravelmente mais lenta. Isso explica por que um passinho para um lado ou para o outro pode fazer tanta diferença na sua conexão.

sábado, 2 de agosto de 2014

Conheça e entenda 22 termos usados em redes de computadores – parte 2

No artigo anterior mostramos o significado dos seguintes termos:

ISP
LAN
WAN
Endereço IP
IPv4 e IPv6
Roteador
Gateway
NAT
DHCP
Hostnames
Nome de Domínio

Agora vamos entender o que significa os 11 termos restantes.
DNS

O DNS ou domain name system é um sistema que converte o nome de domínio ou hostname legível em endereços IP. Por exemplo, quando você digita “www.guiadopc.com.br” no seu navegador, o seu computador entra em contato com o servidor DNS com o endereço que você digitou. O DNS, por sua vez, responde com o endereço IP do site. O navegador se conecta, na verdade, com o endereço IP, não com o nome de domínio.

Tente você mesmo!

Copie e cole no seu navegador os seguintes endereços IP e veja os sites a qual eles pertencem:
173.194.118.184
186.192.90.5
31.13.73.129

Dica: Para saber qual o endereço IP de qualquer site, basta abrir o MS-DOS e digitar “ping www.seusite.com.br“. O resultado mostrará o endereço IP do site. Para abrir o DOS, digite “cmd” na pesquisa do menu iniciar do Windows.
Ethernet

Se o seu computador estiver conectado a uma rede através de um cabo, provavelmente você está usando um cabo Ethernet. Esse cabo, por sua vez, está conectado na porta Ethernet do seu computador. Deu para entender? Em termos mais complexos a Ethernet é uma arquitetura de interconexão pare reles locais (LAN).
Interface de Rede ou Conexões de Rede

Existem basicamente duas Interfaces de Rede: A conexão Ethernet com fio e sem fio. Cada conexão de rede tem o seu próprio endereço IP. Cada um é uma conexão diferente. As conexões de rede podem ser adicionadas inteiramente em software, de modo que essas conexões nem sempre correspondem diretamente aos dispositivos de hardware.



Localhost

O nome localhost sempre corresponde ao dispositivo que você está usando. O endereço “http://localhost“, na verdade corresponde ao endereço IPv4 “127.0.0.1” e IPv6 “::1“.
MAC Address

Cada conexão de rede possui um endereço MAC (Media Access Control. Em português: Controle de Acesso ao Meio), também conhecido como endereço físico. Este é um número único de cada dispositivo que tem como função controlar o acesso ao mesmo. O endereço MAC é normalmente atribuído quando o fabricante cria um novo dispositivo.

O endereço MAC é precioso, com ele é possível acessar sua conexão de rede. Por isso não compartilhe esse número com ninguém!



Port

Quando uma aplicação deseja enviar ou receber tráfego, tem que usar uma porta. As portas numeradas de 1 a 65535 são usadas para receber ou enviar esse tráfego. Cada aplicação usa uma porta e é por isso que é possível saber o que cada aplicativo está usando da rede.

O padrão HTTP usa a porta 80. Quando você se conecta ao http://www.guiadopc.com.br, você está fazendo uma conexão HTTP pela porta 80.

Tente você mesmo!

Tente acessar o Guia do PC usando outra porta. Por exemplo, digite no seu navegador “http://guiadopc.com.br:81“. Se o nosso site não abrir é porque o servidor web não está respondendo à porta 81.
Protocolo – TCP, UDP, ICMP e etc

Os protocolos são diferentes formas de comunicação através da Internet. TCP e UDP são os mais comumente usados. Diferentes protocolos são ideais para diferentes tipos de comunicação.
Pacote

Um pacote é uma unidade de dados enviados entre dispositivos. Quando você acessa uma página na Internet, o seu computador envia pacotes para o servidor web solicitando pacotes de dados para montar a página. O servidor web responde com esses pacotes e o seu navegador monta a página.


Quando fazemos um teste de ping (como mostrado na parte DNS ), o computador dispara um pacote de 32 bytes de dados e aguarda a resposta. Como podemos ver na imagem acima, foram enviados quatro pacotes e foram recebidos apenas três. Tivemos a perda de um pacote.
Firewall

Um Firewall é um software ou hardware que bloqueia determinados tipos de acessos. Por exemplo, um firewall pode bloquear o tráfego de entrada de uma determinada porta. Pode-se também, bloquear totalmente o tráfego de entrada e liberar apenas as provenientes de um endereço IP específico.
HTTP

O hypertext transfer protocol é o protocolo padrão dos navegadores web modernos. FTP e BitTorrent são exemplos de protocolos alternativos.
URL

O uniform resource locator ou URL é conhecido como endereço web. A URL é exibida na barra de endereço do navegador. Por exemplo, http://www.guiadopc.com.br é a URL ou endereço do nosso blog.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Conheça e entenda 22 termos usados em redes de computadores – parte 1

Quando o assunto é redes de computadores, podemos começar a descrever inúmeros termos que são usados entre os técnicos e aspirantes da área. A fraseologia é bem peculiar e com certeza, quem não está familiarizado com ela, fica sem entender nada! Então, vamos ajudar você a entender os 22 termos mais usados em redes de computadores.

Por essa ser a primeira parte, iremos analisar os 11 primeiros termos, vamos começar com o ISP:
ISP

ISP (Internet Service Provider) é o seu fornecedor de Internet. Ou seja, a empresa que lhe provê acesso a Internet. Por exemplo, o seu ISP pode ser a Oi Veloz, GVT, NET e etc. Toda empresa que se paga mensalmente pelo serviço de acesso a Internet pode ser o seu ISP.
LAN

LAN

LAN ( Local Area Network) se refere a uma rede local. É uma pequena rede que está confinada a umaárea local. Por exemplo, se você tem três computadores em casa e eles estão interligados por uma rede local, essa rede é uma LAN. Agora você entende porque o poruqe do nome LAN House.
WAN

A WAN (Wide Area Network) é uma rede muito maior que a LAN. Ela é mais ampla. Por exemplo, o seu ISP, ou provedor de Internet, tem sua própria WAN, ou seja, todos os clientes da empresa. Para entender melhor, imagine que você é cliente da GVT. Todos os clientes da GVT fazem parte da WAN dela.

WAN



Uma LAN está dentro de uma WAN.
Endereço IP

O Internet Protocol address ou endereço IP é um endereço numérico que corresponde ao seu computador em uma rede. Quando um computador quer se conectar a outro por meio de uma rede, ele se conecta ao endereço IP desse computador.
Para saber o seu IP na WAN acesse: http://www.meuip.com.br/.
Para saber seu IP na LAN, aperte as teclas Ctrl + R. Depois digite “cmd”. No prompt de comando digite “ipconfig”.
IPv4 e IPv6

Existem dois tipos de endereço IP de uso comun. O antigo IPv4 é o mais comum, seguido do mais recente IPv6. O IPv6 é necessário porque a quantidade de ips (4×10 elevado a 9) ou endereços IPv4 não foram suficientes para o número de dispositivos conectados no mundo.
Roteador

O roteador é um dispositivo que passa o tráfego da rede de ida e volta. Você provavelmente tem um em casa. Ele faz com que a transmissão de sua Internet pela casa seja possível.
Gateway

O Gateway é uma porta de entrada. Ele gerencia a rota dos tráfegos entre as redes. Por exemplo, o seu roteador é um gateway. Ele fornece uma porta de entrada entre sua LAN e WAN.
NAT

O Network Address Translation é usado pelos roteadores para compartilhar um endereço IP único entre muitos dispositivos. Por exemplo, se você tem um roteador sem fio em sua casa, ele cria uma rede sem fio entre os computadores, notebooks e dispositivos portáteis. O ISP, seu provedor de Internet, fornece um único endereço IP, chamado de IP público (WAN).


O roteador cria uma rede local e atribui um endereço IP Privado (LAN) para todos os aparelhos conectador na LAN. Assim ele funciona também como gateway. Para os dispositivos que não estão conectados na sua rede local, sua rede aparecerá como um só dispositivo (seu roteador), utilizando um único endereço IP, o público.
DHCP

O Dynamic Host Configuration Protocol ou DHCP permite que os computadores solicitem e atribuam automaticamente endereços IP e outras configurações de rede nos computadores e dispositivos. Por exemplo, sempre que você conecta um notebook ou smartphone numa rede sem fio ou outra, o dispositivo pede um endereço IP ao roteador. O roteador por sua vez atribui automaticamente o endereço IP ao seu dispositivo por meio do DHCP. Isso é muito bom pois, sem isso, teríamos que definir os endereços IP manualmente, o que daria um certo trabalho e demandaria um conhecimento considerável.
Hostnames

O Hostname é um rótulo legível de cada dispositivo conectado na rede. Por exemplo, na sua rede local o nome do seu computador pode ser PC-SeuNome, ou Empresa-RH. Assim, quando você acessar esse computador, você estará sendo apontado para o endereço IP do mesmo.
Nome de Domínio

O nome de domínio é um tipo de Hostname. Digamos que o Hostname é usado na LAN (rede local) e o Nome de Domínio é usado na WAN (Internet). Por exemplo, o nome de domínio do Guia do PC é guiadopc.com.br. Quando acessamos guiadopc.com.br, estamos na verdade sendo apontados para o DNS do Guia.

O que é DNS? Isso nós iremos considerar no próximo post!

sábado, 11 de agosto de 2012

Como compartilhar a internet sem um roteador Wi-Fi

Na maioria das casas, o compartilhamento do acesso à internet é feito com o uso de roteadores. Mas existem formas de compartilhar a internet sem esse tipo de equipamento. Uma delas é a criação de uma rede sem fio a partir de um micro conectado à internet por meio de cabo, que funcionará como servidor da rede. Esse tipo de rede é conhecido como ad-hoc.

Rede ad-hoc
Redes ad-hoc dispensam roteador
Este método é muito útil para quem possui um computador com placa de rede sem fio, mas acessa a internet por cabo de rede conectado diretamente ao modem. E adquiriu algum outro produto com recurso Wi-Fi para uso eventual. Ele também é útil quando o roteador está com defeito e o usuário precisa compartilhar a internet com urgência.

A maior limitação de uma rede deste tipo é o fato de necessitar que o computador onde ela foi configurada esteja sempre ligado. Só assim a internet compartilhada permanece ativa. Essa limitação ocasiona maior gasto de energia em relação ao uso de um roteador. Por isso, nem sempre é recomendado seu uso.

A seguir como configurar um rede Wi-Fi sem roteador em diferentes sistemas operacionais. Não se esqueça de conectar seu micro diretamente ao modem por cabo. Feito isto, siga as instruções abaixo:
Windows XP

-- Clique em "Configurações" no menu "Iniciar";
-- Abra o "Painel de Controle";

-- Selecione "Conexões de Rede";

-- Clique com o botão direito do mouse na conexão correspondente a sua placa de rede sem fio;
-- Clique em “Propriedades”;

-- Selecione "Protocolo TCP/IP", clique em "Propriedades", certifique-se de estar automática a obtenção do IP, clique em "OK";

-- Selecione a aba "Redes sem fios";

-- Clique em "Adicionar" no campo "Redes preferidas";

-- Selecione a aba "Associação";

-- Digite o nome da rede sem fio no campo "Nome da rede(SSID)". Este é o nome que aparecerá quando outros dispositivos buscarem a rede ad-hoc criada;

-- Selecione o método de autenticação da rede e tipo de criptografia nos campos devidos. Escolha WEP caso algum computador que for se conectar a rede ad-hoc estiver com Windows XP. A WPA2 apesar de ser bem mais segura, apresenta certas incompatibilidades com este sistema operacional;

-- Desmarque a caixa de seleção "A chave é fornecida automaticamente";

-- Digite uma senha no campo "Chave de rede" e reconfirme-a. Esta será a senha solicitada toda vez que um computador ou dispositivo tentar se conectar à rede Ad-Hoc;

-- Marque a caixa de seleção "Esta é uma rede computador-a-computador(ad-hoc)...";

-- Clique em "OK".
Windows 7

-- Abra o menu "Iniciar"

-- Selecione "Painel de Controle";

-- Selecione "Rede e internet";

-- Abra a "Central de Rede e Compartilhamento";

-- Clique em "Configurar uma nova conexão ou rede";

-- Selecione "Configurar uma rede ad-hoc sem fio";

-- Clique duas vezes em "Avançar";Digite o nome da rede sem fio no campo "Nome da rede". Este é o nome que aparecerá quando outros dispositivos buscarem a rede Ad-Hoc criada;

-- Selecione a criptografia a ser usada no campo "Tipo de segurança". Escolha WEP caso algum computador que for se conectar a rede Ad-Hoc estiver com Windows XP. A WPA2, apesar de ser bem mais segura, apresenta certas incompatibilidades com este sistema operacional;

-- Digite uma senha no campo "Chave de segurança". Esta será a senha solicitada toda vez que um computador ou dispositivo tentar se conectar à rede Ad-Hoc;
-- Marque a caixa de seleção "Salvar esta rede";

-- Clique em "Avançar" para ativar o compartilhamento.
OS X Leopard

-- No menu "Apple" selecione "System Preferences";

-- Clique em "Network";

-- Selecione "Airport", marque a caixa de seleção "Show AirPort status in menu bar" e feche esta janela

-- Clique no ícone do AirPort no canto direito superior;

-- Selecione "Create Network";

-- Digite o nome da rede sem fio no campo "Name". Este é o nome que aparecerá quando outros dispositivos buscarem a rede Ad-Hoc criada;

-- Escolha "Automatic" no campo "Channel";

-- Marque a caixa de seleção "Require password";

-- Digite uma senha no campo "Chave de segurança". Esta será a senha solicitada toda vez que um computador ou dispositivo tentar se conectar à rede Ad-Hoc;

-- Selecione a criptografia a ser usada no campo "Security". Escolha WEP caso algum computador que for se conectar a rede Ad-Hoc estiver com Windows XP. A WPA2 apesar de ser bem mais segura, apresenta certas incompatibilidades com este sistema operacional;

-- Clique em "OK" para finalizar.

Sete truques para resolver problemas com sua rede Wi-Fi

Redes Wi-Fi nos dão o luxo de poder acessar a internet de qualquer lugar, seja deitados no sofá ou em um café à beira-mar, mas como toda forma de conexão baseada em ondas de rádio elas são sujeitas a interferência, limites no alcance, problemas e hardware e, claro, falha humana. 

Por isso elaboramos esse guia rápido, que mostra os problemas mais comuns com conexões Wi-Fi e como corrigí-los. Se você está sofrendo com sua rede Wi-Fi em casa ou no escritório, continue lendo para aprender como diagnosticar (e resolver) o problema.

Veja se o Wi-Fi está ligado
Você está tendo problemas pra se conectar à rede de um café ou aeroporto usando um notebook? O problema pode ser trivial e estar na ponta dos seus dedos. Se a máquina sequer consegue enxergar as redes próximas, verifique se não há um botão (ou sequência de teclas) que desliga o Wi-Fi e que foi acionado por acidente. Muitos notebooks tem uma chave na frente do gabinete, ou uma tecla de função (geralmente representada com o ícone de uma antena) para isso. Tente acionar a chave (ou pressionar a tecla) e veja se você consegue se conectar.

Se você está usando um tablet ou smartphone, a "chave" para ligar ou desligar o Wi-Fi é controlada por software. Num smartphone com Android 2.3 ela fica em Configurações / Redes sem fio e outras / Wi-Fi. Num iPhone ou iPad fica em Ajustes / Wi-Fi.

Reinicie seu computador (e talvez o roteador)
Se seu computador ainda não consegue se conectar, reinicie-o. Se subitamente nenhum computador consegue se conectar à rede e ela está sob seu controle (é sua rede doméstica, por exemplo), experimente também reiniciar o roteador. Parece simples, mas a interface Wi-Fi de seu computador ou o software de seu roteador por estar sofrendo com um problema temporário, e o “reboot” resolve. Para reiniciar corretamente seu roteador desligue-o da tomada, aguarde 30 segundos e ligue-o novamente.

Mude o canal de sua rede Wi-Fi
A maioria dos roteadores e dispositivos Wi-Fi opera na frequência de 2.4 GHz, geralmente dividida em 11 canais. Infelizmente só três deles podem operar simultâneamente sem se sobrepor ou interferir um no outro: são eles o 1, 6 e 11. Pra piorar, a maioria dos roteadores vem configurada por padrão para transmitir no canal 6. 

Como consequência, a interferência de outros roteadores na vizinhança é uma fonte comum de problemas de conectividade, especialmente em áreas densamente povoadas como condomínios e shopping centers. E outros rádios que operam na frequência de 2.4 GHz, como babás eletrônicas e telefones sem fios, além de aparelhos como fornos de microondas, também podem interferir com o sinal da rede Wi-Fi.

Você pode escolher cegamente um canal (os canais 1 ou 11 são provavelmente a melhor escolha), ou verificar antes quais canais as redes vizinhas estão usando para que você possa usar um canal diferente. Para isso use um programa gratuito como o InSSIDer ou Vistumbler, ou o Meraki WiFi Stumbler, que é baseado na web e roda em Macs e PCs. Outra opção é rodar um aplicativo em seu smartphone, usando o Wifi Analyzer (para Android) ou Wi-Fi Finder (para o iOS).

Depois de decidir qual canal usar, você vai precisar acessar a interface de administração de seu roteador para fazer a mudança. O processo varia com cada fabricante ou modelo de roteador, consulte o manual de instruções para o procedimento exato. Depois de mudar o canal provavelmente será necessário reiniciar o roteador. Aí é só reconectar seus aparelhos à rede e ver se os problemas de conectividade persistem. Se sim, pode ser necessário tentar um outro canal.

Mude o roteador de lugar
Se a dificuldade de conexão só acontece quando você está longe de seu roteador Wi-Fi, pode ser que você esteja no limite da zona de cobertura. A solução mais simples é comprar um roteador com um alcance maior, mas você pode tomar algumas medidas mais baratas antes disso. Primeiro, certifique-se de que as antenas estão bem presas ao roteador e apontando para cima. Depois, verifique se o roteador não está sendo bloqueado por grandes objetos que podem fazer o sinal se degradar mais rapidamente do que normalmente deveria.

Para melhores resultados, coloque o roteador em um espaço aberto (como sobre uma mesinha), para que o sinal possa trafegar livremente. Se você ainda não consegue o alcance de que precisa, experimente mover o roteador e o modem para um local mais central em relação à área de cobertura.

Restaure o roteador à configuração de fábrica
Se mesmo assim você continua tendo problema ao fazer com que vários computadores e aparelhos se conectem a seu roteador, você pode tentar restaurá-lo à configuração de fábrica. Infelizmente isso irá apagar todas as configurações, então você terá de recriar sua rede do zero. O procedimento é simples: a maioria dos roteadores tem um botão ou buraco chamado “RESET” na traseira. Pressione-o (ou insira um clipe de papel no buraco) por 10 segundos. Depois, reconfigure o roteador como fez quando o instalou.

Reinstale o driver da interface Wi-Fi
Se mesmo após resetar o roteador você ainda tiver dificuldade em fazer um PC se conectar à rede, experimente reinstalar os drivers e software da interface Wi-Fi desse PC. Procure o software no site do fabricante de seu PC (se for uma interface USB na forma de um pendrive ou um cartão ExpressCard, vá ao site do fabricante da interface). Siga as instruções que acompanham o software para fazer a reinstalação, reinicie o PC e pronto.

Atualize o firmware do roteador
Se os problemas de conexão persistirem mesmo após um reset do roteador e reinstalação dos drivers no PC, pode ser que você esteja sendo vítima de um “bug” no roteador. Roteadores Wi-Fi são praticamente pequenos computadores que rodam um software interno especializado. Esse software, chamado firmware, é sujeito a bugs como qualquer programa em um PC comum, e pode ser atualizado. De fato, os fabricantes constantemente lançam atualizações para corrigir problemas e até mesmo adicionar recursos.

Para ver se há uma nova versão do firmware de seu roteador, acesse o painel de controle dele e veja o número da versão instalada. Essa informação geralmente está numa seção chamada “sistema”, “sobre” ou “ajuda”. Depois vá até a seção de downloads no site do fabricante e veja qual a última versão disponível: são grandes as chances de que exista uma mais recente. Baixe-a e faça a atualização de acordo com as instruções do fabricante.

Uma alternativa é experimentar um firmware open-source, como o DD-WRT ou OpenWRT. Estes firmwares, baseados em Linux, são desenvolvidos por grupos de entusiastas e trazem recursos bastante avançados, mas sua instalação só é recomendada a usuários mais experientes. Consulte os sites de cada projeto para saber quais os roteadores compatíveis e obter instruções de instalação e configuração.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Compartilhe a rede sem fio pelo Windows

Sem ter de gastar com a compra de um acessório, crie um hotspot com base na conexão em banda larga do seu computador

Compartilhe a rede sem fio pelo Windows

Sem ter de gastar com a compra de um acessório, crie um hotspot com base na conexão em banda larga do seu computador

Se você quer compartilhar a rede sem fio de casa com convidados, mas não quer investir na compra de acessórios, a solução é usar o Connectify. O programa permite criar um hotspot com base na conexão do micro. Para instalá-lo, siga os passos: primeiro, rode o Connectify. Escolha um nome para a nova rede sem fio que será criada, no campo Wi-Fi Name, além de uma senha. No campo Internet, selecione a placa ou dispositivo conectado à web. Essa seleção pode ser a placa de rede com ligação física à internet, a placa Wi-Fi ou mesmo a conexão 3G. No campo Wi-Fi, escolha a placa que será usada para compartilhar a conexão com os outros computadores. Em Mode, escolha uma das opções de Access Point, com o padrão de segurança desejado. Aí, pressione Start HotSpot.

Fonte: http://info.abril.com.br/dicas/redes/wifi/compartilhe-a-rede-wifi-pelo-windows.shtml

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Redes Wi-Fi mais velozes podem surgir já em 2012

Dois novos protocolos de Wi-Fi podem chegar ao mercado muito em breve, ampliando a velocidade de transferências de dados consideravelmente. O Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) está trabalhando nos padrões 802.11ac, com possibilidade de atingir até 1 Gbps, e 802.11ad, com velocidade máxima de até 7 Gbps.

Rumores dão conta que os novos padrões podem chegar ao mercado já no final de 2012, com distribuição massiva em 2013. Para se ter uma ideia do potencial evolutivo, atualmente os roteadores atingem velocidades máximas de até 450 Mbps.

Os novos protocolos anida não forma aprovados em seus testes iniciais, contudo de acordo com o site do IEEE a estimativa é que em 2015 mais de 1 bilhão de dispositivos já estejam utilizando as novas velocidades.

Para melhor compreender como funcionam os diferentes tipos de protocolo de Wi-Fi e como eles interferem diretamente no seu cotidiano, vale a pena conferir o artigo "Qual a diferença entre adaptadores wireless de 54 Mbps, 150 Mbps e 300 Mbps".

No Brasil, as velocidades de banda larga mais comuns – 1, 2, 5 e 10 Mbps – oferecem melhor compatibilidade com o padrão 802.11n (450 Mbps). Caso contrário, ainda que disponha de uma alta velocidade, você não poderá usufruí-la ao máximo.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/10450-redes-wi-fi-mais-velozes-podem-surgir-ja-em-2012.htm

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Dicas: Seis coisas que podem atrapalhar a sua rede Wi-Fi

Sua rede sem fios está mais lenta do que deveria? Aprenda a detectar e resolver o problema com estas dicas simples de um especialista.


Sua rede Wi-Fi doméstica parece lenta? Um estudo recente da empresa inglesa Epitiro, especializada na análise de redes de banda larga, mostra que os consumidores perdem em média 30% da largura de banda oferecida por seus aparelhos quando usam uma conexão sem fios em casa.

Por que a lentidão? Você já deve ter ouvido falar que eletrônicos domésticos, incluindo fornos de microondas, babás eletrônicas e telefones sem fio afetam o desempenho das redes. Para separar os fatos da ficção fizemos uma pesquisa e consultamos um especialista no assunto: Nandan Kalle, gerente da unidade de produtos de rede da fabricante de roteadores Belkin. Veja o que ele tem a dizer sobre as principais causas de problemas.
 
1. O inimigo número um são as redes Wi-Fi de seus vizinhos
 “Eu diria que atualmente as maiores fontes de interferência para a maioria das pessoas são as redes Wi-Fi dos vizinhos”, diz Kalle. O problem é que a maior parte do equipamento Wi-Fi opera em uma “congestionada” faixa de frequência de 2.4 GHz. “Há basicamente três canais que não se sobrepõem. Eu sempre os descrevo como uma rodovia de três pistas que é muito, muito movimentada”, completa.
 
Se você usa um roteador na frequência de 2.4 GHz (ou seja, qualquer roteador Wi-Fi no padrão “b” ou “n”). em uma área densamente povoada, as redes dos vizinhos podem interferir com a sua, prejudicando o desempenho e limitando seu alcance.

A solução: compre um roteador capaz de operar nos padrões 802.11g (2.4 GHz) e 802.11n (5 GHz). A frequência de 2.4 GHz é necessária para suportar aparelhos Wi-Fi mais antigos, enquanto a de 5 GHz é “quase como uma rodovia de 11 pistas da qual ninguém ainda ouviu falar”, diz Kalle. “Há muito menos congestionamento”.

Novos aparelhos Wi-Fi, incluindo tablets como o Apple iPad e o Motorola Xoom, TVs com Wi-Fi integrado, videogames e notebooks, especialmente os voltados ao mercado corporativo, são todos dual-band. “Todos funcionam na frequência de 5 GHz e podem tirar proveito da rodovia vazia, o que realmente ajuda”, diz Kalle.

É importante comprar um roteador que suporte as duas frequências simultâneamente. Alguns modelos “dual-band” mais antigos só permitem uma frequência de cada vez, o que é um problema se você tiver aparelhos mais antigos em casa, já que para usá-los terá que deixar o roteador em 2.4 GHz e não terá nenhum benefício do modo de 5 GHz.

Na hora de comprar um novo roteador procure por modelos dual-band 802.11n MIMO, geralmente identificados com o termo “N600”. O N se refere ao 802.11n, um padrão internacional para redes sem fio aprovado em 2009 que opera a 5 GHz. Já a tecnologia MIMO (Multiple Input, Multiple Output, ou “Entradas e Saídas Múltiplas”) aumenta o alcance da rede através do uso de múltiplas antenas para enviar e receber dados. E o “600” se refere a dois canais de dados, cada um transmitindo a 300 Megabits por segundo.

2. Eletrônicos domésticos
Será que seu microondas, telefone sem fio ou babá eletrônica estão sabotando seus downloads? Talvez.

A maioria dos problemas com telefones sem fio e fornos de microondas envolve produtos que operam na frequência de 2.4 GHz. A maioria das babás eletrônicas opera a 900 Mhz e não irá interferir com o Wi-Fi. Entretanto, alguns modelos operam a 2.4 GHz, o que pode interferir com redes 802.11g ou 802.11n de canal único.

A solução: ao comprar uma babá eletrônica, procure modelos que operem na faixa de 900 Mhz. O mesmo vale para telefones sem fio: modelos mais recentes operam na faixa de 1.9 GHz, e não irão interferir nas frequências de 2.4 ou 5.8 GHz.

3. Dispositivos Bluetooth
Dispositivos Bluetooth mais antigos interferiam em redes Wi-Fi, mas isso é passado. “Nos últimos anos os fabricantes de aparelhos Bluetooth e Wi-Fi implementaram técnicas específicas para minimizar a interferência”, diz Kalle.

A solução: “a maioria das pessoas troca seus celulares a cada dois anos, então a não ser que você tenha um celular com Bluetooth ou headset Bluetooth muito antigo, é improvável que ele vá interferir com sua rede Wi-Fi”, afirma.

4. Humanos
Se você se lembra das aulas de ciência, deve saber que o corpo humano é composto em sua maioria por água, entre 45 e 75 por cento dependendo de sua idade e porte físico. E a água também pode prejudicar o desempenho de uma rede Wi-Fi.

“Digamos que você está dando uma festa e a sala está lotada. Tantas pessoas juntas podem reduzir a intensidade do sinal Wi-Fi, mas este é um caso extremo”, diz Kalle. “Quando estamos fazendo testes de Wi-Fi no laboratório e queremos resultados muito precisos, temos que tomar cuidado para não ficar em frente à antena, porque isso modifica visivelmente os resultados”, adiciona.

A umidade também pode afetar o desempenho de redes Wi-Fi, mas não o suficiente para que o usuário comum note a diferença.

A solução: relaxe. Não se preocupe com a umidade e com as pessoas. Afinal, não dá para controlar o clima, e não é recomendável ser antisocial só para garantir um melhor desempenho na rede.
 
5. Ajustes de segurança
Em alguns roteadores mais baratos, segurança mais forte pode afetar moderadamente o desempenho. Entretanto, isto não significa que você deve desligar a segurança completamente, ou usar segurança mais fraca.
 
Nos últmos anos, os protocolos WPA (Wireless Protected Access) e WPA2 substituíram o mais antigo e menos seguro WEP (Wireless Encryption Protocol). Em roteadores baratos que usam WEP como padrão, mudar para WPA pode afetar um pouquinho o desempenho. Em contraste, aparelhos mais robustos tem hardware especificamente projetado para criptografia WPA e WPA2, e como resultado os protocolos de segurança mais sofisticados não devem prejudicar o desempenho da rede.

A solução: Kalle enfatiza a importância da criptografia do roteador. “Sempre ouvimos histórias sobre roubo de informações, e é tão fácil habilitar a segurança hoje em dia”, diz. Como os roteadores atuais tem segurança habilitada por padrão, os usuários não devem se preocupar em configurá-la. Mas não desabilite a criptografia, mesmo que isso possa acelerar um pouco as coisas.

6. Firmware antigo
Por que atualizar o firmware do roteador? Bem, melhorias de desempenho e ocasionalmente um ou outro novo recurso são bons motivos. “Sempre que você tiver um problema, verifique se está usando uma versão recente do firmware. Às vezes há bugs aqui e ali, e o fabricante do roteador já pode ter disponibilizado uma solução”, diz Kalle.

Mesmo quando você compra um roteador novo é uma boa idéia verificar se há versões mais novas do firmware disponíveis, afinal meses podem ter se passado entre a fabricação do aparelho e o momento em que você o comprou.

A solução: mantenha o firmware atualizado. Em aparelhos mais antigos é necessário acessar a interface de administração do roteador (geralmente através de uma página web) para buscar por atualizações. Mas o processo está ficando mais fácil. “Nossos roteadores tem um aplicativo - quase que um iTunes - que avisa quando uma versão mais recente do firmware está disponível”, diz Kalle. O usuário pode fazer a atualização simplesmente pressionando um botão.

Embora o funcionamento do seu roteador possa parecer misterioso, seguir estas dicas simples pode ajudar muito a manter sua rede Wi-Fi doméstica em perfeito funcionamento.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2011/05/18/dicas-seis-coisas-que-podem-atrapalhar-a-sua-rede-wi-fi/