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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Qual é a diferença entre as versões Home e Pro do Windows

O que há de realmente diferente entre as versões Home e Pro do Windows 10? Vale a pena investir mais na versão mais cara?

Uma dúvida bastante comum, em especial para quem monta seus próprios PCs. Afinal, estamos falando de uma diferença de R$ 340 entre uma versão e outra. O que há de realmente diferente entre as versões Home e Pro do Windows 10? Vale a pena investir mais na versão mais cara? Antes, um pouco de contexto.

Windows vs Linux e MacOS

Vale começar dizendo que essa escolha é uma particularidade do Windows. As distros Linux não trazem diferenciação de recursos entre uma versão e outra. O Ubuntu, por exemplo, possui diferentes versões, mas isso acontece pela escolha do ambiente de trabalho, não de recursos. Ubuntu, Xubuntu, Lubuntu e Kubuntu são, essencialmente, o mesmo sistema, mas trazem ambientes diferentes (Unity, Xfce, LXDE e KDE, respectivamente).


O mesmo acontece com o MacOS. Ao comprar um Mac, ele já está incluso no preço, sendo exatamente o mesmo sistema para todos os produtos (do Mac Mini ao Mac Pro). Há sim uma versão Server do sistema, mas ela tem um papel diferente, assim como o Windows Server da Microsoft. Não é o caso do Windows, que diferencia suas versões para um mesmo público. Aliás, versões anteriores eram ainda mais segmentadas, com muito mais versões disponíveis.
Windows 7

No caso do Windows 7, que possui 6 versões, e tudo começa com a Starter. Criada especificamente para os netbooks (lembra deles?), ela só estava disponível em 32 bits, não suportava o Windows Aero e permitia o uso de somente 3 programas ao mesmo tempo. Não era possível comprá-la, já que ela vinha pré-instalada em máquinas mais básicas. A versão Home Basic adicionava a possibilidade de rodar mais de 3 programas simultâneos e estava disponível para máquinas 64 bits. Ainda assim, nada de Aero Glass, Aero Peek, Aero Snap ou suporte a multi-toque.


A partir da versão Home Premium, já era possível comprar o sistema, já que os dois acima só estavam disponíveis de forma pré-instaladas. O grande limitador era o suporte a, no máximo, 16 GB de memória RAM, o que não chegava a ser um grande problema na época (mas hoje é). Máquinas que necessitavam de mais deveriam usar a versão Professional (até 192 GB), mas a Home Premium já contava com o Aero, Home Group, Media Center e capacidade de trabalhar com DVDs.


Partir para a versão Professional garantia também recursos de redes e proteção de dados avançados, mais voltadas para usuários corporativos. Além disso, incluía criptografia embutida, DirectAccess e BranchCache. Depois dela, havia a versão Enterprise incluía ainda mais ferramentas, mais o Bitlocker, Applocker e DirectAccess, voltada para corporações de maior porte. Por fim tínhamos a Ultimate, que era, essencialmente, o Windows 7 Entreprise para consumidores, trazendo todos os recursos originalmente projetados pela Microsoft.
Windows 8/8.1 e Windows 10


A partir do Windows 8/8.1, as versões Home passaram a suportar um máximo de 128 GB de memória RAM, o suficiente para a grande maioria das máquinas comuns. O mesmo vale para a segmentação do Windows 10, que suporta até 2 TB de memória RAM nas versões Pro. Mais do que isso, suporta virtualização de forma nativa (Hyper-V), o Bitlocker (criptografia de discos), Remote Desktop Connection (gerenciamento remoto de PCs) e capacidade de trabalhar com domínios de rede. Há alguns outros detalhes, mas essas são as principais diferenças entre as versões Home e Pro.

Vale a pena pagar mais pela versão Pro?

Vale um pequeno comentário aqui. Com exceção da quantidade de memória RAM, é possível usar ferramentas de terceiros que têm o mesmo papel da versão Pro. Muitas delas são, inclusive, gratuitas. A diferença é que estas ferramentas não são integradas no sistema, além de exigir uma curva de aprendizagem para dominá-las. Mas é uma questão de avaliar se os R$ 340 a mais da versão Pro em relação à Home se justificam.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Veja como rodar aplicativos Android no Windows, Mac e Linux

Você não precisa ter um smartphone ou tablet Android para ter acesso aos aplicativos oferecidos na loja virtual Google Play. Com um computador, você pode emular o sistema operacional móvel e usar normalmente serviços como o WhatsApp ou jogar games exclusivos para dispositivos móveis, como o Subway Surfers ou Temple Run.

Se você usa Linux, Mac ou Windows no seu computador, você vai precisar do software chamado Genymotion. Ele já vem com alguns sistemas Android prontos para rodar na sua máquina, como as edições 4.1.1 e 4.2.2, que suportam a grande maioria dos aplicativos disponíveis. É possível emular as roms de dispositivos como Samsung Galaxy S4, Nexus 7, HTC One, entre outros.

Entretanto, o programa ainda está em fase beta, portanto, é possível que você enfrente alguns bugs na execução de aplicativos. Para fazer o download da aplicação, é preciso fazer um cadastro no site da empresa e selecionar qual edição você precisa: Linux, Mac ou Windows. É essencial que o computador possua o VirtualBox da Oracle instalado.

apps android no pc

Nos testes do Canaltech, o software funcionou sem problemas. Apesar da grande oferta de roms, as únicas que rodam aplicativos da são as que têm "With Google Apps" no nome. As demais não possuem a  loja virtual Google Play instalada.  

Não é possíver games que dependem de movimentos no aparelho, como é o caso de Real Racing 3 - devido à ausência do acelerômetro, que permite controlar carros apenas movendo dispositivos móveis paraos lados, como um volante. Em nossos testes, não foi possível controlar veículo o mouse nem com o teclado, e curiosamente o carro fiou rodando em círculos quando a corrida começou. Já games que têm o formato "corrida infinita", como o Subway Surfers, Temple Run e Minion's Rush são ideiais para se divertir no computador.

Mas se seu objetivo é de fato jogar games no Windows, uma opção melhor de emulador Android é o BlueStacks, já que ele permite controlar jogos usando o teclado do seus personagens virtuais.


terça-feira, 28 de junho de 2011

Windows, Mac ou Linux? Veja as vantagens e as falhas de cada um deles

Um velho ditado vale aqui: gosto não se discute! Sistema operacional, cada um tem o seu preferido. Mas para aqueles que ainda não decidiram ou não conhecem os principais concorrentes do mercado, a gente dá uma mãozinha; fomos conversar com um especialista no assunto para saber quais as principais diferenças entre Windows, Mac OS e Linux.

Vamos começar com o campeão de audiência: o Windows. Provavelmente todo mundo que já usou um computador, conhece. Ele começou apenas como interface gráfica para o antigo MS-DOS – alguém aí se lembra das telas verdes dos computadores? -  e hoje, além de ser um dos sistemas operacionais mais antigos no mercado é também o mais popular. E, claro, isso tem suas vantagens.

"É mais fácil encontrar aplicativos, é mais fácil encontrar drivers nos dispositivos que você vai usar nele, além de ser mais fácil de achar pessoas que saibam usar por ser o mais utilizado no mundo. Então não há dificuldade para treinar pessoas em uma empresa para usá-lo", conta Wellington Watanabe, CEO da Bug Busters, empresa de assistência técnica para computadores. "Por ser o mais utlizado, é mais fácil de ser atacado por vírus. Então, ele acaba sendo muito mais assediado por este tipo de problema de vírus e malware, porque  pode-se atingir uma quantidade muito maior de usuários", conclui.

Lançado em 2009 e prestes a ser substituído, o Windows 7 é a última versão do sistema operacional da Microsoft. A atualização foi focada na intenção de torná-lo totalmente compatível com aplicações e hardwares com os quais o Windows Vista já era compatível. Mas, mais do que isso, o sistema apresentou infinitamente menos travamentos e um grau de maturidade inédito na família Windows.

"O Windows 7 já é uma versão que veio corringindo uma série de coisas do Vista e XP. É uma versão nova que veio com uma dinâmica muito melhor e é mais seguro", explica Wellington.

O Windows 7 está indo de vento em popa. Vendeu muito. Mas, prepare-se no começo de 2012 já vem aí o Windows 8. Pelo que já deu para saber, o novo sistema operacional da Microsoft vai adotar várias soluções que hoje estão presentes no Windows 7 mobile. Tem também a possibilidade de você começar a interargir com o computador por meio de gestos, usando a tecnologia que foi criada para o Kinect, acessório do XBox, o console de games da Microsoft.

De um tempo para cá, principalmente depois do sucesso que iPod e iPhone fizeram mundo afora, os computadores da Apple vêm ganhando espaço. Conseqüentemente, o MAC OS, sistema operacional que vem nas máquinas da empresa de Steve Jobs, se torna cada vez mais conhecido.

"Design sempre foi um diferencial e um ponto positivo. A inovação também chama atenção, então a usabilidade acaba sendo um atrativo para as pessoas", explica Wellington. 

Esse aumento de vendas de computadores Apple atrai cada vez mais fabricantes de aplicativos para a plataforma. E, diferente do que acontece no Windows, existe um controle rigoroso para que um programa seja disponibilizado para o Mac OS; antes, ele deve ser testado e pré-aprovado pela Apple, o que garante padrão e qualidade dos aplicativos.

Até pouco tempo atrás, os MACs eram conhecidos por não serem suscetíveis a vírus. Mas isso já não é mais realidade. Os hackers já descobriram falhas para serem exploradas e criaram pragas virtuais. O número desses malwares ainda é pequeno, mas, sim, os usuários de Mac também devem se preocupar e utilizar um antivírus nas suas máquinas. Ainda no quintal de Steve Jobs, nas próximas semanas vêm grandes novidades. O sistemas operacionais dos MACs recebem nomes de felinos Atualmente, o sistema está na versão Snow Leopard. No mês de julho, chega a nova versão, a Lion. E tem alguns recursos bem bacanas vindo com ela. O Lion tem uma interface muito próxima à dos iPads e iPhones: os programas podem ser exibidos assim, como ícones no seu desktop – e o touchpad dos notebooks passa a ser ainda mais versátil, com diferentes gestos e toques para várias funções. Outra coisa interessante é o trabalho em rede. Com o Lion, se você estiver numa rede com outros Macs, e quiser transferir documentos entre eles, bastará clicar e arrastar para o outro computador. Simples assim. O pessoal da Apple diz que será o fim dos pendrives para transportar arquivos de um micro para outro.

Por último, o Linux, um sistema de código aberto; isso significa que qualquer pessoa pode utilizar, estudar, modificar e distribuir o sistema operacional, de acordo com os termos da licença. Por isso, existem diversas versões de Linux, chamadas de distribuições. Talvez o Ubuntu seja a mais famosa dessas versões – e também a de interface mais amigável.

"O Linux tem a vantagem da questão de custo, por não ter que pagar para usar o sistema operacional. Mas, os outros fabricantes defendem que este não é o custo que tem que ser medido, porque você acaba tendo mais custos na administração do sistema. É necessário ter um treinamento do usuário, porque não é tão intuitivo quanto o Windows, que é usado por mais pessoas", afirma Wellington. 

Essa é uma das maiores desvantagens dos sistemas em Linux; não há suporte. E, se você não for um usuário um pouco mais avançado e se virar sozinho, normalmente vai ter que recorrer aos fóruns para pesquisar uma solução para qualquer problema que tiver.

Por outro lado, a maior vantagem está na segurança. O mundo Linux é pouquíssimo visado pelos hackers, mesmo porque o número de atingidos com um vírus para Linux seria bastante pequeno, o que não interessa para esses piratas virtuais. Além disso, por ser uma comunidade de usuários bastante ativa, as correções a possíveis falhas são super rápidas.

Nos links que acompanham a matéria, você já pode conhecer todas as novidades que a próxima versão do Windows, que tem lançamento previsto para 2012, vai trazer. Quem usa Mac, pode descobrir dicas de como melhorar o desempenho das baterias dos Macbooks e mais detalhes sobre a nova versão que vem aí, a Lion. E para os que acham o Linux um bicho de sete cabeças, tem um vídeo que mostra facilidades de como usar o sistema sem muitas complicações.
 
Fonte:  http://olhardigital.uol.com.br/produtos/central_de_videos/analisamos_os_principais_sistemas_operacionais_do_mercado?utm_source