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sábado, 7 de maio de 2011

Protótipo de PC tem o tamanho de um pendrive e custaria R$ 45

(Fonte da imagem: Raspberry Pi Foundation)

David Braben, um desenvolvedor de games do Reino Unido, criou um projeto para baratear o custo de computadores com a intenção de difundir o uso da tecnologia em escolas. O protótipo desenvolvido pelo entusiasta é tão pequeno que lembra as memórias Flash – um pendrive, por exemplo.

O dispositivo conta com dois conectores: de um lado uma saída HDMI e, na outra extremidade, uma porta USB. Essas tecnologias permitem que o equipamento seja conectado a monitores ou televisores, mouses e teclados. O preço calculado para este PC é US$ 25 – cerca de R$ 45, sem o cálculo de impostos.

O protótipo surgiu com o entendimento de Braben de que as escolas não oferecem o suporte tecnológico necessário para o melhor aprendizado das crianças. Segundo o desenvolvedor de jogos, ainda existem muitas instituições de ensino que não possuem computadores o suficiente para atender a demanda dos alunos.
 
(Fonte da imagem: Raspberry Pi Foundation)

Confira a configuração do protótipo:
  • Uma saída HDMI;
  • Uma porta USB;
  • Processador ARM11 de 700 MHz;
  • 128 MB de memória RAM;
  • Sistema operacional Linux;
  • Reprodução de imagem em até 1080p;
  • Entrada para cartão de memória SD, o qual funciona como dispositivo de armazenamento.
Fonte: http://www.tecmundo.com.br/9959-prototipo-de-pc-tem-o-tamanho-de-um-pendrive-e-custaria-r-45.htm#gostei

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Anatel libera venda do "PlayStation Phone" no Brasil

Agência publicou homologação do "telefone e console portátil" da Sony Ericsson na última semana; mas lançamento só acontece no 2º semestre.

O aguardado Xperia Play, também conhecido como “PlayStation Phone”, foi homologado pela Anatel na última semana e agora já pode ser vendido oficialmente no Brasil. A homologação do produto foi publicada no site da Agência Nacional de Telecomunicações no último dia 29/4
O misto de smartphone e console portátil da Sony Ericsson precisa receber a homologação por utilizar mecanismos de radiofrequência - conexão Wi-Fi e 3G. De acordo com a resolução 242 da Anatel, "a empresa ou pessoa que vender produto não homologado que seja passível de homologação está sujeita a multa e providências para apreensão”. Vale lembrar que a homologação não signfica a chegada imediata do equipamento às lojas.

PC World Brasil entrou em contato com a assessoria da fabricante, que disse que o aparelho chega ao mercado nacional no segundo semestre, mas ainda não possui previsão de data e preço de lançamento do produto.

Com o diferencial de possuir controles físicos, o smartphone possui um processador Snapdragon de 1GHz com GPU Adreno, ambos da Qualcomm, e uma tela touchscreen de 4 polegadas com tecnologia "Bravia Engine" e resolução de 480x854 pixels (FWVGA).
Enquanto não chega de modo oficial ao País, já é possível encontrar o Xperia Play (versão desbloqueada) à venda em sites de leilões nacionais com preços entre 1.800 reais e 2.200 reais. 

Para saber mais sobre o "PlayStation Phone", confira nossas primeiras impressões do aparelho.
xperiaplayanatel01.jpg
Imagem do Xperia Play publicada pela Anatel

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/telecom/2011/05/06/anatel-libera-venda-do-playstation-phone-no-brasil/

Microsoft Security Essentials é o segundo pior antivírus, segundo AV-Test

O último comparativo do AV-Test, referente ao primeiro quadrimestre do ano, revelou um dado surpreendente: o Microsoft Security Essentials, antivírus gratuito da Microsoft, conseguiu o amargo título de “segundo pior antivírus”.

Microsoft Security Essentials peca em proteção de novos malwares
Microsoft Security Essentials peca em proteção de novos malwares


O comparativo leva em conta a proteção, remoção de malwares e usabilidade dos softwares antivírus, com notas que vão de 0 a 6. Dos 22 antivírus testados, a melhor proteção ficou com o BitDefender, que conseguiu os 6 pontos. Logo atrás, com 5,5 pontos, entram BullGuard, F-Secure, Kaspersky e Norton. O Microsoft Security Essentials conseguiu 2,5 pontos, ficando em penúltimo lugar, apenas a frente do antivírus da Computer Associates. No quesito remoção, nenhum antivírus conseguiu 6 pontos: a maior nota foi 5, obtida pelo Norton, Webroot e Sunbelt. O Security Essentials, da Microsoft, conseguiu apenas 3,5 pontos.

Ranking traz BitDefender, BullGuard, F-Secure, Kaspersky e Norton nas primeiras posições
Ranking traz BitDefender, BullGuard, F-Secure, Kaspersky e Norton nas primeiras posições


Se proteção e remoção não é o forte do Microsoft Security Essentials, em usabilidade ele tira de letra: levou 5,5 pontos, a maior nota do teste, juntamente com BitDefender, F-Secure, Avast, Trend Micro e ESET. O quesito leva em conta a lentidão do computador com o uso diário do antivírus, os falsos positivos e o bloqueio incorreto na instalação de um software legítimo.


O dado é surpreendente, uma vez que, nos testes da AV-Comparatives, que leva em conta a detecção dos antivírus com base em um banco de dados de malwares, o software da Microsoft sempre atingia a certificação Advanced ou Advanced+, a maior possível. De qualquer forma, fique ainda mais atento se você utiliza o antivírus da gigante de Redmond: como dizem, o melhor antivírus é o próprio usuário.

Saiba mais sobre o teste vendo as pesquisas detalhadas da AV-Test.

Fonte: http://www.guiadopc.com.br/noticias/18426/microsoft-security-essentials-e-segundo-pior-antivirus-segundo-av-test.html

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Por que há tanto problema com 3G no Brasil?

Presente no país desde 2008, a tecnologia 3G ainda enfrenta sérios problemas para conseguir entregar serviços de qualidade aos usuários. No site Reclame Aqui, serviço de defesa do consumidor na internet, as operadoras de telefonia celular ocupam as primeiras colocações no ranking de reclamações.

A telefonia e banda larga 3G hoje atingem mais de 20 milhões de usuários em todo o país. Mas somente a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registrou em 2010 mais de 30 mil reclamações envolvendo essa tecnologia e seus serviços.

Entre as reclamações registradas pela Anatel e pelo Reclame Aqui as principais se referem a falhas na conexão e a redução da velocidade de navegação. Mas afinal, por que no Brasil há tantos problemas com esta tecnologia e de que forma poderiam ser resolvidos?

Segundo Edison Moraes, da Entelcorp, empresa especializada em serviços de telecomunicações, o 3G no país é instável porque ainda está em instalação. As empresas demoraram muito para disponibilizar a tecnologia no país e, quando resolveram oferecê-la, passaram logo depois por alguns períodos de crise que diminuíram os investimentos em infraestrutura.

“Outro grave problema está nas torres. Elas são dimensionadas para suportar um baixo volume de aparelhos conectados. Em algumas regiões, as torres vivem no limite máximo de conexões, o que deixa a internet lenta”, afirma Moraes.

O Brasil possui problemas de espectro (intensidade da frequência do sinal) principalmente devido ao mau posicionamento e dimensionamento dessas torres, pois cada operadora é responsável pela sua e é comum encontrar antenas próximas uma da outra, sinalizando uma falta de planejamento para a expansão dos serviços.

Em contrapartida, as operadoras alegam que a principal dificuldade para a expansão e estabilidade do 3G no país é a construção de backhauls (interligação das estações rádio-base) por todo o território nacional.

“O 3G em sua grande maioria utiliza um espectro de 2.1 gigahertz e antes disso operávamos em 850 megahertz. Acontece que quanto mais alta a frequência, menos alcance ela tem e mais dificuldade você tem na penetração do sinal. E o problema é que esse espectro é compartilhado com todos e o usuário fica sujeito a oscilações”, aponta Leonardo Capdeville, diretor de planejamento de redes da Vivo.
Segundo Capdeville, a implementação de novas torres depende da burocracia encontrada nos municípios e de altos investimentos para levar o acesso aos locais mais precários do país, como é o caso da região Norte, a mais crítica.

A solução estaria na construção de um backbone nacional compartilhado entre as principais operadoras. Ou mesmo no aluguel de antenas, que poderiam ser instaladas por empresas terceiras.

“Isso reduziria o custo e permitiria às operadoras ampliarem a qualidade e abrangência do 3G. Cada antena custa um milhão de reais em média para a operadora. Nos EUA e na Europa, a terceirização de antenas é algo muito comum. Por isso que a qualidade é melhor”, argumenta Moraes.

Tarifas e infraestrutura
Uma constante reclamação dos usuários são as altas tarifas praticadas pelas operadoras. Segundo o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), embora haja diversas opções de planos, os valores não diferem muito de uma empresa para a outra.

Mas as companhias alegam que a alta carga tributária no país não permitem preços mais competitivos, como os ofertados em outros países. Segundo a Vivo, no Brasil somente os impostos representam 43% do valor das tarifas, sendo que no Japão essa proporção é de 1%.

O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) do Governo Federal prevê a redução de ICMS para tornar o acesso à internet banda larga mais acessível para a população. Porém, o ICMS é apenas um dos impostos sobre esse serviço, que segundo especialistas deveria ser considerado como básico.

“Uma comparação mais justa seria considerar o preço FOB - sem a carga tributária - e veremos se os preços no Brasil são tão caros como parecem. Eu acho que Telecom deveria ser considerado um serviço básico. E é difícil você onerar um serviço básico, que serve de infraestrutura, em 43%. Essa é uma dificuldade enorme que temos”, justifica Capdeville.

Outra preocupação é a sobrecarga da rede durante a Copa do Mundo e as Olimpíadas, que serão disputadas no Brasil em 2014 e 2016, respectivamente. Segundo as operadoras, nesse período haverá de fato um uso maior da rede.

“É preciso elaborar projetos específicos para os eventos com antecedência. À época desses eventos, certamente a tecnologia LTE [4G] estará implantada pelo menos para hot spots”, afirma a Claro.

A construção de backhauls no Brasil deve visar principalmente uma ampla cobertura nas cidades sedes. Atualmente cada operadora (Oi, Claro, Vivo e TIM) possui, espalhadas por todo território nacional, cerca de 12 a 14 mil torres, número similar ao encontrado na Espanha. Porém é uma quantidade bastante inferior se considerarmos o tamanho do nosso país. E para as operadoras seria preciso no mínimo dobrar a quantidade de antenas até a realização desses eventos.

“Mas para isso precisamos ter mais facilidade na implementação. Há muitos conflitos entre as leis dos mais de 5 mil municípios brasileiros. Há cidades que são extremamente conscientes e que zelam pelo espaço de uso urbano, mas há lugares que legislam até sobre radiofreqüência, que deveria ser tratado pela Anatel ou em uma esfera federal”, aponta Capdeville.

Direitos do consumidor
Um motivo apontado por especialistas e pelas operadoras para a queda da qualidade do serviço 3G no país é seu uso como banda larga residencial. Esse tipo de conexão deveria ser utilizada apenas como alternativa para dispositivos móveis.

Porém, devido à carência de banda larga a cabo em diversos locais, muitos acabam usando o serviço como principal meio de acesso à internet, o que deixa as redes ocupadas, gerando lentidão.

“A Oi defende que a internet 3G seja indicada para situações de mobilidade e para utilização mais leve. A empresa busca promover em suas campanhas publicitárias e em seu site a noção de que a banda larga móvel é um serviço que deve ser usado de modo complementar à banda larga fixa”, destacou a empresa em comunicado.

O problema é que as próprias operadoras vendem o serviço como uma solução alternativa e oferecendo planos ilimitados de acesso à internet, atraindo cada vez mais consumidores. Porém, na prática elas não conseguem entregar essas ofertas e ainda mencionam apenas no contrato ou até mesmo somente na internet as restrições de uso da banda larga 3G.

As operadoras alegam que não podem ser responsabilizadas por fatores externos que possam comprometer a qualidade do sinal como a distância do usuário em relação à antena ou mesmo a quantidade de usuários conectados ao mesmo tempo na mesma região.

“Se na prática elas [operadoras] não conseguem entregar um plano ilimitado, elas não o poderiam oferecer aos usuários. Isso pode ser considerado publicidade enganosa, mesmo se os motivos forem limitações técnicas”, explica Veridiana Alimonti, advogada do Idec.

De acordo com o Idec, parte desse problema vem da falta de regulamentação específica pela Anatel para esse tipo de serviço. Além disso, essas práticas das operadoras ferem o direito de acesso a informações claras e precisas, que constam no Código de Defesa do Consumidor (CDC).

 Desta forma, as brechas na lei permitem que as operadoras mesclem suas regras para a banda larga móvel entre duas normas, a do Serviço Móvel Pessoal (SMP), que regula as prestações de serviços de celular, e do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), que regulamenta a banda larga fixa.

Por exemplo, a SMP permite que haja fidelização do usuário com o serviço contratado pelo período máximo de 12 meses. Já as regras do SCM não consideram a fidelização e o cliente pode cancelar o serviço quando quiser, sem ônus.

“As operadoras também não podem impedir que os usuários utilizem serviços de voz sobre IP, como o Skype, por exemplo, pois isso não é uma ação legal. A empresa não pode definir o que o usuário pode ou não fazer com seu aparelho ”, pondera Alimonti.

Segundo o Idec, a Anatel já foi notificada sobre esses problemas e diz que a agência prepara uma pesquisa de qualidade sobre a rede móvel 3G no país. Porém, procurada pela INFO, a Anatel não quis comentar sobre o assunto.

O Idec defende que o consumidor deveria ter um abatimento proporcional sobre aquilo que ele contratou e não recebeu. Além de considerar abusivas as cláusulas onde as operadoras dizem não ser responsáveis pelas quedas de velocidade na conexão.

“Mesmo que existam questões de rede, a velocidade que eles ofertassem deveria ser compatível com o que eles poderiam entregar. Ou então que deixassem muito mais claro quais são os limites de tráfego e as possibilidades de variação, não só no contrato, mas também nas publicidades”, argumenta Alimonti.

Segundo as operadoras, embora sejam poucos os clientes do 3G (a telefonia celular no país possui mais de 200 milhões de usuários e somente 10% destes usam o 3G), eles ocupam 80% da rede. Desta forma, as empresas acreditam ser mais justo controlar os excessos para evitar quedas contínuas da conexão. 

“AT&T, uma das maiores operadoras do mundo, decidiu não oferecer mais planos ilimitados e seus clientes pagam pelos excedentes. A opção da Vivo foi controlar o excesso oferecendo opções ao usuário como pagar os excessos, fazer upgrade do plano ou aceitar uma velocidade mais baixa  de navegação”, explica Capdeville.

Os consumidores que se sentirem lesados podem questionar e acionar judicialmente a operadora se desejarem. Segundo o Idec, o ideal é iniciar a reclamação na própria empresa para ter provas de que contatou a mesma, e se não for resolvido, então encaminhar a reclamação à Anatel e ao Procon do seu Estado. A instituição também não descarta a possibilidade de processos civis de pequenas causas.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/infraestrutura-compromete-redes-3g-no-brasil-05052011-21.shl

Intel anuncia transistores de 22 nanômetros com arquitetura revolucionária

A Lei de Moore - que diz que o número de transistores que podem ser colocados num chip dobra a cada dois anos, aproximadamente - vai ganhar pelo menos mais uma década de vida. A Intel acabou de lançar uma nova tecnologia diminuindo o tamanho dos transistores de 32 para 22 nanômetors (o equivalente a um quarto do tamanho do vírus da gripe, segundo Joab Paiva, gerente de habilitação de mercados da Intel Brasil) e mudando sua arquitetura de modo que eles permitirão maior desempenho e menor consumo de energia, crucial para a mobiilidade dos tempos atuais. 

Os novos transistores, batizados de 3D Tri-Gate, foram modificados, tornando-se mais "tridimensionais" que os habituais circuitos mais planos usados até agora. Com isso, os futuros processadores baseados na tecnologia - a família Ivy Bridge, sucessora da atual Sandy Bridge, de 32 nanômetros - esquentarão menos e serão mais hábeis em gerenciar a corrente elétrica que passa por eles. 

- Isso permitirá PCs, notebooks, smartphones e tablets com baterias de maior duração - diz Joab Paiva. - E a nova arquitetura permitirá processadores menores e mais adequados para dispositivos móveis. 

Segundo Mark Bohr, engenheiro e Senior Fellow da Intel, as pesquisas para chegar aos 22 nanômetros nos transistores começaram em 2002. E a nova tecnologia poderá ser escalável para 14 nanômetros, garantindo assim a sobrevida do velho provérbio que se confunde com a história da tecnologia. 

Quatro fábricas nos Estados Unidos e uma em Israel começarão a produzir o Ivy Bridge no fim do ano. Máquinas e gadgets com a nova tecnologia devem chegar ao mercado só em 2012.

Fonte: http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2011/05/04/intel-anuncia-transistores-de-22-nanometros-com-arquitetura-revolucionaria-924381462.asp

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Dicas para fazer a bateria do seu notebook durar mais

Os fabricantes até se esforçam para oferecer baterias que duram mais, mas não tem jeito: sem uma tomada por perto, você corre o risco de não conseguir utilizar o seu notebook (ou netbook) por muito tempo. É por causa disso que o InfoWester apresenta a seguir 10 dicas simples que podem ajudá-lo a economizar energia e fazer a bateria do seu portátil durar mais. Vamos lá?

1 - Diminua ao máximo o brilho da tela

O brilho da tela é um fator que pode influenciar bastante o consumo de energia. Não é por menos que muitos notebooks diminuem automaticamente a taxa de brilho quando o portátil não está ligado à tomada. Mas, mesmo nestes casos, é recomendável diminuir ao máximo essa característica. Para isso, vale inclusive evitar a utilização do equipamento em ambientes com forte iluminação (que recebem luz solar, por exemplo), pois assim será mais fácil enxergar o conteúdo da tela.
A tela costuma ser o grande vilão da história...
A tela costuma ser o grande vilão da história...

2 - Se não estiver usando, desligue o Wi-Fi ou o Bluetooth

Você está em um avião e o piloto autorizou o uso de equipamentos eletrônicos. Então, para adiantar seu trabalho, você liga o seu notebook. O problema é que, muito provavelmente, você não utilizará Wi-Fi ou Bluetooth lá em cima. Por isso, quando não estiver utilizando, desligue esses recursos para que o computador não gaste energia procurando sinal. Note que, muitas vezes, é possível fazer isso com uma combinação de botões em seu teclado.

Neste notebook, Fn mais F2 ativa/desativa o Wi-Fi
Neste notebook, Fn mais F2 ativa/desativa o Wi-Fi

3 - Utilize o mínimo possível de programas ou abas do navegador

Ok, você está em um café, utilizando a rede sem fio do local, portanto, não vai desligar o Wi-Fi. Neste caso, a dica é a de manter o mínimo possível de programas abertos. O mesmo vale em relação às abas do navegador. Quanto menos recursos de software você utilizar, mesmo energia seu laptop irá consumir.
Uma maneira de não manter vários programas abertos ao mesmo tempo é procurar não fazer várias tarefas de uma vez. Quer ouvir música? Use um MP3-player ou o seu celular. Recebeu uma apresentação do PowerPoint que não é urgente? Deixe para ver depois.
Ainda nesse sentido, você pode utilizar programas mais leves para determinadas tarefas. Por exemplo, se estiver redigindo um texto, utilize um editor simples, como o Bloco de Notas, no caso de usuários do Windows, e depois passe o texto para o Word ou outro software do tipo.
Tome cuidado também com o antivírus. Como esse tipo de software protege o sistema operacional, fica constantemente em execução. Neste caso, prefira uma solução leve. Se você é usuário do Windows, pode optar pelo Microsoft Security Essentials, que é leve, eficaz e gratuito (mas só roda em instalações originais do Windows).

4 - Evite sites com Flash

Conteúdo em Flash pode exigir mais processamento, por isso, é bom evitar sites como YouTube ou endereços de jogos on-line, por exemplo. Também pode ser uma boa ideia instalar um plugin em seu navegador que bloqueia Flash e ativá-lo somente quando precisar economizar energia.
- Flashblock - plugin de bloqueio de Flash para Firefox;
- FlashBlock - plugin de bloqueio de Flash para Chrome;
- No Internet Explorer (considerando a versão 9), vá em Ferramentas / Gerenciador de Complementos, marque a opção "Todos os complementos" em Mostrar, selecione a opção "Sockwave Flash" e clique em Desabilitar.

5 - Prefira mensagens instantâneas em vez da webcam

Utilizar o Skype para falar com alguém ou um programa de videoconferência pode não ser uma boa ideia quando você está longe da tomada, já que webcam e microfone também aumentam o consumo de energia. Nesse tipo de situação, prefira conversar via mensagens instantâneas, isto é, por serviços como Google Talk ou Windows Live Messenger (antigo MSN Messenger).

6 - Tente não visualizar vídeos ou jogos no modo "tela inteira"

Ok, você quer apenas assistir a um vídeo ou participar de um jogo para passar o tempo. Em situações como essa, tente visualizar o vídeo em uma janela de tamanho menor, já que o modo "tela inteira" (full screen) faz o computador trabalhar mais. O mesmo vale para jogos, mas neste caso, é mais apropriado optar por games leves, que servem de passatempo mesmo.

7 - Não utilize mouse ou outros acessórios USB

O touchpad do seu notebook pode não ser muito confortável, mas use-o no lugar do mouse, assim, você terá um dispositivo a menos consumindo energia. O mesmo vale para pendrives, cartões de memória, modems 3G e outros dispositivos USB: deixe-os conectados somente no momento de utilização.
Touchpad de vez em quando não faz mal a ninguém
Touchpad de vez em quando não faz mal a ninguém

8 - Tome cuidado com a temperatura do notebook

Você deve tomar cuidado para não deixar o portátil esquentar demais. A melhor forma de fazer isso é desobstruir as saídas de ar. Para tanto, utilize o laptop em superfícies planas. Evite apoiá-los no colo, em travesseiros, no sofá, enfim.
As saídas de ar devem ficar desobstruídas
As saídas de ar devem ficar desobstruídas
 
Também é importante tomar cuidado com as condições de armazenamento e transporte do equipamento. Deixá-lo em um lugar ao alcance do sol ou dentro do porta-malas do carro em um dia de intenso calor pode diminuir a vida útil da bateria ou do próprio notebook.
No transporte, é necessário deixar o portátil bem acondicionado, para evitar impactos que possam comprometer a durabilidade do equipamento.

9 - Verifique as opções de energia do sistema operacional

Praticamente todos os sistemas operacionais atuais contam com recursos que otimizam o consumo de energia. No Windows 7, por exemplo, você pode ir em Painel de Controle / Sistema e Segurança / Opções de Energia e ativar o item "Economia de energia". No Mac OS X, você pode ir em menu Apple / Preferências do Sistema / Economizador de Energia. Há também opções de economia de eletricidade em distribuições Linux.
Também vale a pena desativar recursos não essenciais, como efeitos de transparência em janelas, mudança automática de papel de parede, protetores de tela com animações e assim por diante.

10 - Evite utilizar a unidade de CD/DVD

Só utilize a unidade de CD/DVD do notebook se houver extrema necessidade. O dispositivo necessita de um mecanismo para manter o disco girando, assim como precisa manter o laser em constante funcionamento. A consequência? Maior consumo de energia. Prefira levar arquivos, fotos, músicas e filmes em pendrives ou deixe-os previamente armazenados no HD do portátil.

Finalizando

As dicas mostradas nesta página ajudam bastante a economizar energia, mas não fazem milagres. A indústria ainda não conseguiu desenvolver baterias que aliam as características de preço acessível, maior durabilidade e portabilidade. Assim, em casos mais "críticos", o melhor talvez seja adquirir uma bateria extra ou mesmo optar por um portátil mais econômico, mas com recursos suficientes para executar tarefas básicas, como os netbooks que utilizam a linha de processadores Atom, da Intel, por exemplo.

Fonte: http://www.infowester.com/baterianotebook.php

terça-feira, 3 de maio de 2011

Crie um disco de emergência contra pragas virtuais

Seu computador foi infectado? Existe uma forma de eliminar vírus usando um CD de boot. A Avira, por exemplo, fornece gratuitamente a imagem ISO de um CD inicializável, próprio para esse tipo de operação. Trata-se do Avira AntiVir Rescue System. Você deve baixar essa imagem e queimá-la num CD. Ajuste o Setup da Bios do PC para que ele possa dar o boot pelo drive óptico. Agora, coloque o CD no drive e reinicie o computador. O Avira Rescue entra em ação. À direita, no alto da tela, você pode trocar o idioma para Português. Em seguida, clique em Iniciar Verificador. Como padrão, o Avira vai varrer todos os arquivos do disco. Durante o processo, ele indica as ameaças encontradas e os arquivos suspeitos. Desconfia, por exemplo, de programas de backup e outros arquivos que, necessariamente, têm de acessar itens do sistema. Detalhe: a instalação e a operação do Avira Rescue são rapidíssimas. A varredura, no entanto, pode consumir horas, conforme o tamanho do HD e o volume de arquivos nele armazenado. 

Fonte: http://info.abril.com.br/dicas/seguranca/spyware-e-virus/crie-um-disco-de-emergencia-contra-virus.shtml

Limpeza do PC: Todo cuidado é pouco na hora de ´dar um trato´ no seu micro

Limpar o computador exige cuidado. Para esclarecer algumas dúvidas, testamos as principais substâncias encontradas na maioria dos produtos de limpeza doméstica neste notebook velhinho e aposentado. Começamos aplicando três tipos de solvente: o álcool comum, a acetona e outro solvente à base de clorofórmio.  

Normalmente, - e foi o que aconteceu – o  álcool etílico não agride o material e costuma ser o solvente mais indicado pelos fabricantes. Mas veja só o que aconteceu onde aplicamos os outros químicos: em questão de segundos, a acetona deixou esta mancha branca no aparelho e o clorofórmio praticamente “derreteu” o material. Você não ia querer fazer isso no seu notebook, não é?!  

Outra categoria dos produtos de limpeza são os oxidantes, como a água oxigenada, a cândida e os alvejantes em geral. Desta vez o teste foi no teclado do computador. Em um primeiro momento, eles podem até dar um “ar de limpeza”. Mas com o passar do tempo reagem com o material plástico, causando um dano irreversível. Podemos comparar estas manchas causadas pelos oxidantes com uma cárie dentária – que só piora com o passar do tempo.  


"Nunca descumpra o manual, porque cada fabricante vai fazer alguma coisa diferente no material dele", comenta Maria Lúcia Pereira da Silva, pesquisadora da USP.   


Com cuidado, você pode usar o álcool ou até um pano levemente umedecido com um pouco de sabão neutro. Mas atenção com a água... ela não combina nem um pouco com equipamentos eletrônicos e pode até queimar o aparelho. Cuidado! Existe um mito de que “lustra-móveis” são ótimos para limpar e deixar o monitor de LCD mais brilhante. Não se engane, por ser um produto muito oleoso e que mancha a tela do computador. 

Para limpar o monitor, o mais indicado são flanelas especiais de microfibra e produtos como este: um gel de limpeza que promete não produzir pingos e ser antiestático, ou seja, que impede a formação da eletricidade estática e, assim, não deixa qualquer resíduo de poeira na tela. No nosso teste, este gelzinho genérico até que funcionou muito bem.

Essas regras valem também para o teclado e partes plásticas dos desktops. Já para a parte de metal da CPU, a limpeza é mais simples. Um pano úmido com um pouco de sabão devem resolver o seu problema. Agora, se por acaso você quiser limpar a CPU por dentro...


"Tire só o pó. nada de colocar solvente. Muitas vezes as pessoas limpam com solvente e fecham imediatamente a CPU. Aí você confina o solvente ali e dá tempo para os problemas começarem a acontecer", explica Maria Lúcia.


Mãos à obra? É hora de fazer uma limpeza geral no seu computador! E se quiser investir um pouquinho mais de tempo e limpar a memória do seu micro, clique no link que acompanha o vídeo. Nós separamos dicas e programas que vão fazer uma faxina virtual na sua máquina e deixá-la mais rápida.  

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/central_de_videos/limpeza_de_pc_todo_cuidado_e_pouco_na_hora_de_limpar_o_seu_micro

VOCE S/A - O Seu portal de gestao de carreira

Os brasileiros são usuários ferrenhos das redes sociais. De acordo com pesquisa do Instituto Nielsen, feita em julho de 2010 em nove países, os brasileiros são os que têm maior presença nas mídias de relacionamento virtual. Praticamente nove em cada dez pesquisados por aqui têm contas no Facebook e no Twitter entre outras mídias.

O Brasil supera com folga países altamente conectados, como Japão e Estados Unidos. "A nossa cultura é de troca e compartilhamento, por isso estamos tão integrados", diz René de Paula, responsável pelo relacionamento com desenvolvedores de tecnologia da Locaweb, empresa de serviços de internet. Essa presença maciça motiva as companhias de recrutamento a encontrar novos talentos por meio de LinkedIn, Twitter e Facebook.


Segundo uma pesquisa da consultoria Robert Half, 63% dos headhunters brasileiros usam essas ferramentas para recrutar. "A internet ajuda a construir o perfil de um profissional", diz Gil Giardelli, professor especializado em mídias digitais da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo. Veja que atitudes você precisa adotar para impulsionar sua carreira (e não se queimar) nas mídias sociais.


Mundo real chamando

As redes são ótimas por tas de entrada para conhecer pessoas importantes que antes pareciam inacessíveis. Mas é preciso, também, cultivar seus contatos com encontros presenciais. Nada de fugir do mundo offline. "Um Twitter não substitui sua presença em eventos, palestras e cafés", diz Gil, da ESPM. "O contato corpo a corpo é importante para manter sua rede viva."

Líderes: usem a rede a seu favor

Se você busca novos conheci - mentos e quer ser mais criativo, pode encontrar o que procura nas mídias sociais. "Gestores que entendem a importância das novas redes para a inovação estão à frente dos que pensam que isso só desconcentra os funcionários", diz Josh Bernoff, autor do livro Empowered e consultor da Forrester Research. Algumas empresas veem nas redes um espaço para a criação de novas ideias. A Intel é um exemplo. Lá há estímulo para o uso das mídias sociais durante o expediente. "Os níveis de inovação aumentam por causa do nosso incentivo ao uso contínuo das novas tecnologias", diz Marcelo Fernandes, gerente de marketing corporativo da Intel.

Se não gosta, melhor nem entrar

Antes de entrar nas redes, analise qual delas têm mais a ver com seu perfil. Pior do que não estar presente em determinado site de relacionamento é não se sentir confortável ao usá-lo. "Se um profissional não tem familiaridade com o ambiente virtual, não saberá aproveitar tudo o que ele tem para oferecer", diz Heloisa Prates Pereira, professora de comunicação da PUC de São Paulo.

Profissional e pessoal juntos

Mesmo que você tenha dois perf is, para separar seus comentários profissionais dos pessoais, é muito provável que essas duas facetas se misturem. "Uma busca simples na internet revela informações pessoais e profissionais sobre uma pessoa", diz René, da Locaweb. E essa convergência não é necessariamente ruim. De acordo com John Hagel e John Seely Brown, diretores do centro de inovação e tecnologia da Deloitte, nos Estados Unidos, quem fala sobre a vida pessoal sem exagerar é visto com empatia pelos outros internautas e consegue criar vínculos mais fortes na rede. O cuidado nesses casos é não se expor em excesso. "Ninguém está interessado em saber o que você comeu no café da manhã", diz Gil, da ESPM. "Destaca-se quem divulga conteúdo relevante", explica.

Alimente suas redes

O segredo para ser visto nas redes sociais é comparti lhar constantemente informações relevantes para o segmento no qual você está inserido. Segundo os consultores da Deloitte, esse comportamento tem o potencial de aumentar a procura pelo seu perfil e ampliar sua relevância online. "Se você não tem o que dizer, fica invisível", diz Drica Guzzi, pesquisadora de novas mídias da USP. "As redes são locais para potencializar suas competências, por isso encontre assunto", completa.

Eu sei o que você fez no post passado

Na internet, todo mundo pode ver alguns flashes do seu passado. Mesmo que seu perfil seja protegido, um chefe, um colega ou até mesmo um recrutador pode encontrar referências a um comentário seu em outros perfis, blogs ou sites. Portanto, tome cuidado com o tipo de conteúdo que está divulgando por aí.

"As pessoas precisam entender que a internet arquiva tudo", diz o americano Josh Bernoff, da Forrester Research. "Uma foto embaraçosa pode prejudicar sua imagem no mundo real". Para fugir das gafes, evite compartilhar ou comentar ideas por impulso. "Quem pensa antes de postar ganha credibilidade", diz Edney Souza, criador do blog Interney, sucesso da web, com mais de 100 000 seguidores no Twitter e professor de novas mídias na FGV de São Paulo.


Uso objetivo
PAtríciA MourA (@ MiSSMourA)
, publicitária carioca de 27 anos, é muito disciplinada ao usar redes sociais. gestora de mídias sociais da agência de comunicação Binder Visão estratégica, Patrícia leva a sério o conselho de que, para ter relevância, é preciso atualizar constantemente seus perfis.

"uso as redes para encontrar e dividir informações importantes sobre meu mercado de trabalho, o marketing." com mais de 6 000 seguidores, ela conta que atribui sua boa audiência à qualidade de seus posts.

"Quem consegue definir um bom foco para o conteúdo que compartilha acaba se destacando naturalmente", diz.

Cada um no seu quadrado
Para se dar bem nas redes sociais é importante, assim como se faz dentro de uma compania, ler bem o ambiente. no Linkedin, que é mais sisudo e corporativo, não é recomendável comentar sobre o churrasco do fim de semana, por exemplo. no twitter, mais amplo, há espaço para esse tipo de assunto. no Facebook, divulgar fotos bacanas pode render comentários favoráveis. "Antes de entrar com tudo, é bom dedicar um tempo para analisar como o pessoal se comporta em cada rede", diz rené, da Locaweb. "isso evita gafes", completa.


Diga-me quem segues que te direi quem és

Não adianta cuidar só do seu perfil. As pessoas com as quais você se relaciona online também revelam que tipo de informação você procura e quais são suas preferências. Por isso, selecione e cuide bem de sua agenda virtual. e não se deslumbre pela falsa popularidade das redes. "o ideal é selecionar quem realmente tem a ver com sua vida e fugir dos milhões de falsos amigos", diz rené, da Locaweb.

Além disso, procure seguir gente interessante que está fora da sua área de atuação, o que ajuda a aumentar sua visão de mundo. "As redes são entradas para realidades com as quais você pode se entusiasmar", diz gil, da eSPM. e lembre-se de sempre dar crédito para seus seguidores quando postar algointeressante que você encontrou em outro perfil. "A ética das redes é a de que gentileza gera gentileza, então, credite", diz drica, da UsP.



Prepare-se para ser criticado

Mesmo que você tome todos os cuidados para compartilhar apenas conteúdos interessantes, seu post pode ser rebatido de maneira pouco amigável.

Nessas horas, nada de entrar em discussões com sangue quente. "respire fundo, saia do seu per fil e analise se aquele comentário merece uma resposta", diz rené, da locaweb.

Se você acha que o comentário desagradável pode render uma discussão interessante, mantenha o alto nível da conversa e vá em frente. "discussões inteligentes movimentam as redes e, muitas vezes, podem até aumentar o status de um profissional", explica drica, da UsP. "Mas só entre nelas se você realmente entender do assunto e tiver bons argumentos."


Etiqueta básica

É sempre bom lembrar: não faça comentários maldosos sobre a empresa, o chefe e os colegas. "Isso se espalha rapidamente e acaba com sua reputação", diz Heloisa, da PUC. "A internet pode criar ruídos de comunicação e provocar discussões desnecessárias", alerta edney, da Interney. Verifique onde seu nome aparece na web. "é bom para conhecer sua presença online", diz drica, da UsP.


Parte do trabalho
André Telles (@AndreTelles)
, de 37 anos, CeO da agência de marketing online Mentes digitais, tem mais de 20 000 seguidores no Twitter e usa as redes sociais para encontrar informações, novos negócios e até funcionários para sua agência.

"Todo dia alguém descobre a minha empresa por meio da internet", diz. André costuma fazer recrutamento online e, normalmente, acerta bastante em suas escolhas.

"Mapear um perfil com ajuda da internet é muito fácil", diz. "Para ter relevância e criar uma rede de contatos sólida, o profissional precisa escolher a dedo quem seguir e sobre o que falar", aconselha.



Fonte: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/sucesso-redes-sociais-625095.shtml