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domingo, 15 de maio de 2011

Como calibrar a bateria para notebook

Introdução

Após postarmos os objetivos de calibrarmos a bateria de notebook, disponível em “Por que calibrar uma bateria para notebook?” Iremos postar o passo a passo de como executar o procedimento correto para esta ação.


Objetivos

  • Calibrar a bateria de forma que a mesma possua níveis iguais de energia em suas células.
  • Consertar problemas decorridos de desnivelamento de energia nas células da bateria.
  • Eliminar problemas de desligamento precoce do notebook.
    • Notebook desliga sozinho mesmo com o sistema operacional informando que ainda resta uma carga superior a 10% na bateria.
  • Bateria com autonomia inferior ao de sua capacidade normal.
  • Diminuir o tempo para carregamento da bateria.


Atenção!

Este procedimento não deve ser executado de forma rotineira, é recomendado efetuar a calibragem da bateria somente quando a bateria estiver apresentando falhas de funcionamento ou na primeira utilização da mesma, caso contrário, descarregar as baterias de lítio por completo muitas vezes pode danificar a bateria e em alguns casos pode afetar por completo o funcionamento da bateria podendo até inutilizá-la.


Estes procedimentos são válidos para todos os aparelhos que utilizam baterias de íons de lítio (Lithium-ion).


Calibrando a Bateria

Seguem os passos para calibrar a bateria do seu notebook. O sistema operacional que iremos utilizar em nosso tutorial é o Windows 7, o processo em outras versões do Windows é muito semelhante a este.

  • Selecione -> Iniciar -> Painel de Controle ->Sistema e Segurança

alterar plano

  • Após entrar em Sistema e Segurança entre em Opções de Energia

opções de energia

  • Clique em “Alterar configurações do plano”

plano alterado

  • Selecione a Opções “Nunca” para todas as opções

Após alterar o plano de energia, carregue sua bateria até o sistema operacional exibir carga completa para a bateria (100%).


Com o carregamento completo desconecte o carregador do notebook e deixe o mesmo ligado até que ele se desligue sozinho.


Para as baterias que terão a sua primeira utilização o recomendado é executar estes passos 3 vezes. Baterias que mesmo após a calibragem, continuarem apresentando problemas, terão somente como alternativa a substituição por uma nova bateria.


Após a execução destes passos não esqueça de voltar ao Painel de Controle -> Sistema e Segurança -> Opções de Energia e configurar o tempo de cada ação conforme sua necessidade.  Como padrão você poderá deixar configurado da seguinte maneira:

  • Esmaecer Vídeo: 5 Minutos
  • Desligar Vídeo: 10 minutos
  • Suspender Atividade do Computador: 15 minutos

Se você preferir uma maior economia de energia você poderá diminuir o tempo de cada ação acima.

Fonte: http://bbaterias.com.br/tutoriais/como-calibrar-a-bateria-para-notebook

sábado, 14 de maio de 2011

Dobrável e com design elegante, mouse Arc Touch é fácil de transportar

Segunda geração do mouse sem fio da Microsoft foi totalmente redesenhada e conta com rolamento sensível ao toque.

Há algum tempo publicamos aqui um review do Arc Mouse, da Microsoft, um mouse bastante preciso e com um design dobrável que facilita o transporte. Agora, é a vez da segunda geração deste produto, conhecido como Arc Touch.


Primeiro vamos às questões técnicas: ele é um mouse sem fio com receptor USB e tecnologia laser BlueTrack (com resolução de 1.000 DPI), que oferece alta precisão em quase qualquer superfície. Ele é alimentado por duas pilhas palito (AAA), que acompanham o produto.

arc1-copy.jpg
Arc Touch dobrado para uso (acima) e desdobrado para transporte
Design
O novo Arc Mouse foi totalmente redesenhado: agora, quando fora de uso ele dobra "para fora", assumindo um formato plano e mais fino do que um celular, facilitando o transporte. Quando na posição de uso ele é bem confortável, mas a curvatura é um pouco mais alta que a da maioria dos mouses do mercado, ou seja, pode levar um tempo para se acostumar.


O mecanismo é baseado em uma estrutura de poliacetato e aço. Segundo a Microsoft, esses materiais garantem 40 mil "flexões" até que ele comece a desgastar. Isso também funciona como botão de força: ao dobrá-lo na posição de uso, ele liga. Ao desdobrar, ele desliga.

arc4.jpg
Primeira versão do Arc (atrás) mostra a diferença na curvatura


O receptor USB também evoluiu e agora está menor em relação à primeira geração. Ele continua magnetizado: para não perdê-lo, você simplesmente o "gruda" na parte de baixo do mouse.

arc3.jpg
Receptor USB também evoluiu
 
Touch
Apesar do nome Arc Touch, apenas o rolamento é sensível ao toque; os dois botões continuam funcionando como os de um mouse tradicional. O mais interessante é que o rolamento emite um retorno na forma de vibração, simulando um rolamento físico. A cada movimento com o dedo, ele emite uma pequena vibração, cuja intensidade pode ser ajustada com o software Microsoft Intellipoint.


Para pressionar o "botão do meio", basta dar dois toques rápidos no rolamento. Esse conceito de controle sensível ao toque é interessante e certamente ajuda no design, mas é bem diferente da tradicional "rodinha" física.

Conclusão
Além da qualidade este modelo tem portabilidade incrível, e é excelente para você que vive viajando com o seu notebook. Mas, por ter uma curvatura diferente e um rolamento sensível ao toque, pode levar um tempo para se acostumar com ele. Fora isso, o único contra é o preço, que é um pouco elevado: aproximadamente 200 reais.

Arc Touch

Fabricante: Microsoft
Pontos fortes: Design elegante e dobrável para facilitar no transporte
Alta precisão
Material confortável
Pontos fracos: Pode levar algum tempo para se acostumar com a curvatura diferente e com o rolamento sensível ao toque
Preço um pouco elevado
Preço: Cerca de R$200,00

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/reviews/2011/05/11/dobravel-e-com-design-elegante-mouse-arc-touch-e-facil-de-transportar/

Laptop dá Boot em menos de 10 segundos

A fabricante chinesa de computadores Lenovo configurou um laptop da série Thinkpad T420 de forma a conseguir executar o Boot completo usando Windows 7 em menos de 10 segundos. Para isto, a Lenovo usou a sua tecnologia Enhanced Experience 2.0 (EE2), que é muito mais eficiente que o tradicional BIOS, algumas otimizações de software, drivers e, finalmente, um rapidíssimo HD SSD Intel X-25.


A Lenovo afirma que todos os seus micros que usam a tecnologia EE2 conseguem tempos de boot em torno de 20 segundos e são 28% mais rápidas na hora de desligar do que as máquinas típicas. Ainda, segundo a Lenovo, com o EE2 o Windows volta da hibernação em apenas 1 segundo.


O Thinkpad T420 modelo Rapidboot Extreme estará disponível nos EUA ainda este mês. Em junho a companhia lançará o Lenovo Ideapad Y570 que também será capaz de executar o boot em menos de 10 segundos.

Fonte: http://www.guiadopc.com.br/noticias/18505/laptop-boot-menos-10-segundos.html?sms_ss=orkut&at_xt=4dcd3b94cb194ea6%2C0

Mistérios do PC: preciso mesmo “remover o dispositivo com segurança”?

O gesto é quase automático: simplesmente puxar um pendrive depois que o Windows terminou de copiar aqueles arquivos dos quais você precisava. Mas se você fizer isso quando o sistema estiver lendo ou gravando dados no pendrive, pode acabar com arquivos corrompidos, um pendrive ilegível ou ambos.


O problema é que nem sempre é fácil saber quando o Windows ou um aplicativo estão acessando um pendrive: muitas vezes não há uma janelinha de cópia de arquivos ou barra de progresso na tela. É por isso que é necessário “remover o dispositivo com segurança”. É uma forma de dizer ao Windows: “terminei de usar o pendrive e quero removê-lo, por favor pare de acessá-lo”.


Para fazer isso, clique no ícone do cabo USB com um círculo verde na bandeja do sistema (perto do relógio na barra de tarefas) e selecione a opção correspondente. Por exemplo “Ejetar Kingston Datatraveler USB 2.0”. Se você tem múltiplos HDs e pendrives plugados ao micro e não sabe qual item da lista corresponde ao que quer ejetar, você pode clicar em Iniciar, Computador, clicar com o botão direito no ícone correspondente e selecionar a opção Ejetar no menu.

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2011/05/11/misterios-do-pc-preciso-mesmo-201cremover-o-dispositivo-com-seguranca201d/

4 maneiras de testar o Linux em seu micro com Windows sem causar estrago

Quer experimentar o Linux mas tem medo de estragar seu PC com Windows? Tecnologias como LiveCD e virtualização podem ajudá-lo na tarefa.


Que o Linux para desktops oferece um sedutor leque de vantagens para os usuários corporativos já não é novidade para ninguém. Tudo que resta à maioria dos usuários do Windows é dar uma chance a esta alternativa.

Tal passo, contudo, pode causar alguma ansiedade. Embora não seja um bicho de sete cabeças, a instalação do Linux pode significar uma tarefa muito grande para algumas pessoas; outros podem se aborrecer com o efeito que isso teria sobre seus arquivos e programas atualmente em uso.

A boa notícia é que existem várias formas para realizar um test-drive no Linux sem instalá-lo de verdade. Tudo que estiver gravado no seu computador permanecerá inalterado, e se você decidir que o Linux não serve para você, nenhum estrago terá sido feito.
Pronto para conhecer o Linux em seu desktop? Então escolha a abordagem que mais lhe agradar e vá em frente.

1 - LiveCD
Provavelmente o modo mais comum de experimentar o Linux seja o LiveCD. Esses CDs permitem que você rode o Linux diretamente a partir do CD – assim, nada será alterado em seu computador. A maioria das grandes distribuições do Linux tem agora LiveCDs disponíveis – às vezes pelo correio, caso não se importe com a espera, e via download, em todos os casos.

Se você tem uma conexão lenta à Internet, poderá encomendar um LiveCD via correio normal. Um lugar onde se pode encontrar muitos LiveCDs de Linux para venda é o OSDisc.com, que atualmente oferece discos para Ubuntu 10.04.1, Fedora 13, OpenSUSE 11.3, Knoppix 6.2.1 e Linux Mint 9. O preço fica em cerca de 2 dólares (nos EUA).

Uma rota mais fácil, contudo, é baixar a imagem do CD, ou arquivo .iso, do site do projeto; queimá-lo em um CD você mesmo; e então usar este disco para carregar o sistema. Há uma lista de diversos locais na web para baixar o LiveCD disponível no FrozenTech; lá você também vai encontrar avaliações, requisitos técnicos e links para o download.

Uma vez que você obtenha o arquivo .iso, simplesmente queime o CD usando um programa de gravação de CDs. Se não tiver um, o Active ISO 2.0 é uma boa opção gratuita, e também há o PowerISO 4.5, que custa 29,95 dólares. Finalmente, insira o LiveCD resultante em seu computador e dê Restart. Quando o micro voltar a ligar, ele deverá carregar o Linux.

Tenha em mente que a maioria dos LiveCDs do Linux faz o sistema ser mais lento do que ele realmente é, já que o CD deverá ser acessado para ele funcionar. As versões de Linux instaladas no disco rígido são muito mais rápidas. Em qualquer caso, depois que tiver explorado suficientemente o Linux, basta que você o retire do CD e dê Restart no micro. Seu Windows voltará a funcionar como de costume.

2 - Live USB
Muito parecido com o LiveCD, um Live USB é uma memória flash USB (ou pen drive, como é mais conhecida) que contém uma cópia completa e usável do Linux.

O LinuxCD.org oferece algumas distribuições para venda em USB, bem como em CD. Como alternativa, com o LiveCD você pode baixar o arquivo .iso e colocá-lo em um drive USB você mesmo, carregando o sistema tal como descrito na opção anterior.

A grande vantagem de carregar o sistema a partir de um Live USB é que o Linux pode funcionar quase tão rapidamente como se estivesse totalmente instalado no PC.

3 - Wubi
Outro modo de testar o Linux é rodá-lo como se fosse outra aplicação Windows qualquer. Um jeito de fazer isso é com o Wubi, que é basicamente uma versão especial do Ubuntu que deixa o Windows inteiramente intacto.

Para usar o Wubi, você precisa de cerca de 5 gigabytes em seu disco rígido. Simplesmente clique no link de download no site do projeto para obter o instalador. Com dois cliques no arquivo baixado, o software irá baixar e instalar o resto do Ubuntu sem tocar no Windows.

O Wubi não exige qualquer modificação nas partições do PC, nem usa um diferente bootloader; ele também não instala qualquer drive especial. Em vez disso, ele funciona como qualquer outra aplicação e mantém a maioria dos arquivos do Linux em uma única pasta. Se decidir que não o quer mais, poderá simplesmente desinstalá-lo, com qualquer outra aplicação.

Vale lembrar que, se você já tiver um Ubuntu LiveCD, o Wubi já deverá estar incluído neste CD se for uma versão relativamente recente.

4 - Virtualização
Embora mais pesada do que quaisquer das opções acima, a virtualização pode ser outro belo modo de testar o Linux – de novo, executando-o como se fosse uma aplicação Windows.

Para explorar esta opção, você vai precisar de um software de virtualização de desktop; o VMware é provavelmente a versão comercial mais utilizada, ao passo que um bom pacote freeware é o VirtualBox.

Para começar, você primeiro baixa o software de virtualização – o VirtualBox, por exemplo, vem em versões para múltiplas plataformas – e então a instala como qualquer outra aplicação Windows. De lá, você poderá usar o software para instalar o Linux como um sistema operacional “convidado” usando o assistente do VirtualBox com um arquivo de imagem .iso.

O resultado, mais uma vez, é que você poderá rodar o Linux sobre o Windows sem afetar sua instalação Windows atual.

Claro que outra opção relativamente onerosa é instalar o Linux em um velho computador que você possa ter sobrando em casa. Uma das maiores virtudes deste sistema operacional é que – ao contrário do Windows - ele não precisa de hardware grandioso nem de última geração. Assim, você poderá mexer à vontade com máquinas velhas, para sua completa diversão.

Seja qual for sua escolha, meu palpite é que você ficará tão impressionado com o Linux que irá querer instalá-lo de fato. Agora, mais do que nunca, o Linux é uma boa escolha para uso empresarial.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2010/09/20/4-maneiras-de-testar-o-linux-em-seu-micro-com-windows-sem-causar-estrago/

Divertida propaganda do Core i5


Para relaxar um pouco: uma divertida propaganda do Core i5. Confiram o vídeo. Bom fim de semana para todos!


Fonte: http://www.guiadopc.com.br/notas/18550/divertida-propaganda-core-i5.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+guiadopc+%28Guia+do+PC%29

sábado, 7 de maio de 2011

Protótipo de PC tem o tamanho de um pendrive e custaria R$ 45

(Fonte da imagem: Raspberry Pi Foundation)

David Braben, um desenvolvedor de games do Reino Unido, criou um projeto para baratear o custo de computadores com a intenção de difundir o uso da tecnologia em escolas. O protótipo desenvolvido pelo entusiasta é tão pequeno que lembra as memórias Flash – um pendrive, por exemplo.

O dispositivo conta com dois conectores: de um lado uma saída HDMI e, na outra extremidade, uma porta USB. Essas tecnologias permitem que o equipamento seja conectado a monitores ou televisores, mouses e teclados. O preço calculado para este PC é US$ 25 – cerca de R$ 45, sem o cálculo de impostos.

O protótipo surgiu com o entendimento de Braben de que as escolas não oferecem o suporte tecnológico necessário para o melhor aprendizado das crianças. Segundo o desenvolvedor de jogos, ainda existem muitas instituições de ensino que não possuem computadores o suficiente para atender a demanda dos alunos.
 
(Fonte da imagem: Raspberry Pi Foundation)

Confira a configuração do protótipo:
  • Uma saída HDMI;
  • Uma porta USB;
  • Processador ARM11 de 700 MHz;
  • 128 MB de memória RAM;
  • Sistema operacional Linux;
  • Reprodução de imagem em até 1080p;
  • Entrada para cartão de memória SD, o qual funciona como dispositivo de armazenamento.
Fonte: http://www.tecmundo.com.br/9959-prototipo-de-pc-tem-o-tamanho-de-um-pendrive-e-custaria-r-45.htm#gostei

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Anatel libera venda do "PlayStation Phone" no Brasil

Agência publicou homologação do "telefone e console portátil" da Sony Ericsson na última semana; mas lançamento só acontece no 2º semestre.

O aguardado Xperia Play, também conhecido como “PlayStation Phone”, foi homologado pela Anatel na última semana e agora já pode ser vendido oficialmente no Brasil. A homologação do produto foi publicada no site da Agência Nacional de Telecomunicações no último dia 29/4
O misto de smartphone e console portátil da Sony Ericsson precisa receber a homologação por utilizar mecanismos de radiofrequência - conexão Wi-Fi e 3G. De acordo com a resolução 242 da Anatel, "a empresa ou pessoa que vender produto não homologado que seja passível de homologação está sujeita a multa e providências para apreensão”. Vale lembrar que a homologação não signfica a chegada imediata do equipamento às lojas.

PC World Brasil entrou em contato com a assessoria da fabricante, que disse que o aparelho chega ao mercado nacional no segundo semestre, mas ainda não possui previsão de data e preço de lançamento do produto.

Com o diferencial de possuir controles físicos, o smartphone possui um processador Snapdragon de 1GHz com GPU Adreno, ambos da Qualcomm, e uma tela touchscreen de 4 polegadas com tecnologia "Bravia Engine" e resolução de 480x854 pixels (FWVGA).
Enquanto não chega de modo oficial ao País, já é possível encontrar o Xperia Play (versão desbloqueada) à venda em sites de leilões nacionais com preços entre 1.800 reais e 2.200 reais. 

Para saber mais sobre o "PlayStation Phone", confira nossas primeiras impressões do aparelho.
xperiaplayanatel01.jpg
Imagem do Xperia Play publicada pela Anatel

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/telecom/2011/05/06/anatel-libera-venda-do-playstation-phone-no-brasil/

Microsoft Security Essentials é o segundo pior antivírus, segundo AV-Test

O último comparativo do AV-Test, referente ao primeiro quadrimestre do ano, revelou um dado surpreendente: o Microsoft Security Essentials, antivírus gratuito da Microsoft, conseguiu o amargo título de “segundo pior antivírus”.

Microsoft Security Essentials peca em proteção de novos malwares
Microsoft Security Essentials peca em proteção de novos malwares


O comparativo leva em conta a proteção, remoção de malwares e usabilidade dos softwares antivírus, com notas que vão de 0 a 6. Dos 22 antivírus testados, a melhor proteção ficou com o BitDefender, que conseguiu os 6 pontos. Logo atrás, com 5,5 pontos, entram BullGuard, F-Secure, Kaspersky e Norton. O Microsoft Security Essentials conseguiu 2,5 pontos, ficando em penúltimo lugar, apenas a frente do antivírus da Computer Associates. No quesito remoção, nenhum antivírus conseguiu 6 pontos: a maior nota foi 5, obtida pelo Norton, Webroot e Sunbelt. O Security Essentials, da Microsoft, conseguiu apenas 3,5 pontos.

Ranking traz BitDefender, BullGuard, F-Secure, Kaspersky e Norton nas primeiras posições
Ranking traz BitDefender, BullGuard, F-Secure, Kaspersky e Norton nas primeiras posições


Se proteção e remoção não é o forte do Microsoft Security Essentials, em usabilidade ele tira de letra: levou 5,5 pontos, a maior nota do teste, juntamente com BitDefender, F-Secure, Avast, Trend Micro e ESET. O quesito leva em conta a lentidão do computador com o uso diário do antivírus, os falsos positivos e o bloqueio incorreto na instalação de um software legítimo.


O dado é surpreendente, uma vez que, nos testes da AV-Comparatives, que leva em conta a detecção dos antivírus com base em um banco de dados de malwares, o software da Microsoft sempre atingia a certificação Advanced ou Advanced+, a maior possível. De qualquer forma, fique ainda mais atento se você utiliza o antivírus da gigante de Redmond: como dizem, o melhor antivírus é o próprio usuário.

Saiba mais sobre o teste vendo as pesquisas detalhadas da AV-Test.

Fonte: http://www.guiadopc.com.br/noticias/18426/microsoft-security-essentials-e-segundo-pior-antivirus-segundo-av-test.html

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Por que há tanto problema com 3G no Brasil?

Presente no país desde 2008, a tecnologia 3G ainda enfrenta sérios problemas para conseguir entregar serviços de qualidade aos usuários. No site Reclame Aqui, serviço de defesa do consumidor na internet, as operadoras de telefonia celular ocupam as primeiras colocações no ranking de reclamações.

A telefonia e banda larga 3G hoje atingem mais de 20 milhões de usuários em todo o país. Mas somente a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registrou em 2010 mais de 30 mil reclamações envolvendo essa tecnologia e seus serviços.

Entre as reclamações registradas pela Anatel e pelo Reclame Aqui as principais se referem a falhas na conexão e a redução da velocidade de navegação. Mas afinal, por que no Brasil há tantos problemas com esta tecnologia e de que forma poderiam ser resolvidos?

Segundo Edison Moraes, da Entelcorp, empresa especializada em serviços de telecomunicações, o 3G no país é instável porque ainda está em instalação. As empresas demoraram muito para disponibilizar a tecnologia no país e, quando resolveram oferecê-la, passaram logo depois por alguns períodos de crise que diminuíram os investimentos em infraestrutura.

“Outro grave problema está nas torres. Elas são dimensionadas para suportar um baixo volume de aparelhos conectados. Em algumas regiões, as torres vivem no limite máximo de conexões, o que deixa a internet lenta”, afirma Moraes.

O Brasil possui problemas de espectro (intensidade da frequência do sinal) principalmente devido ao mau posicionamento e dimensionamento dessas torres, pois cada operadora é responsável pela sua e é comum encontrar antenas próximas uma da outra, sinalizando uma falta de planejamento para a expansão dos serviços.

Em contrapartida, as operadoras alegam que a principal dificuldade para a expansão e estabilidade do 3G no país é a construção de backhauls (interligação das estações rádio-base) por todo o território nacional.

“O 3G em sua grande maioria utiliza um espectro de 2.1 gigahertz e antes disso operávamos em 850 megahertz. Acontece que quanto mais alta a frequência, menos alcance ela tem e mais dificuldade você tem na penetração do sinal. E o problema é que esse espectro é compartilhado com todos e o usuário fica sujeito a oscilações”, aponta Leonardo Capdeville, diretor de planejamento de redes da Vivo.
Segundo Capdeville, a implementação de novas torres depende da burocracia encontrada nos municípios e de altos investimentos para levar o acesso aos locais mais precários do país, como é o caso da região Norte, a mais crítica.

A solução estaria na construção de um backbone nacional compartilhado entre as principais operadoras. Ou mesmo no aluguel de antenas, que poderiam ser instaladas por empresas terceiras.

“Isso reduziria o custo e permitiria às operadoras ampliarem a qualidade e abrangência do 3G. Cada antena custa um milhão de reais em média para a operadora. Nos EUA e na Europa, a terceirização de antenas é algo muito comum. Por isso que a qualidade é melhor”, argumenta Moraes.

Tarifas e infraestrutura
Uma constante reclamação dos usuários são as altas tarifas praticadas pelas operadoras. Segundo o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), embora haja diversas opções de planos, os valores não diferem muito de uma empresa para a outra.

Mas as companhias alegam que a alta carga tributária no país não permitem preços mais competitivos, como os ofertados em outros países. Segundo a Vivo, no Brasil somente os impostos representam 43% do valor das tarifas, sendo que no Japão essa proporção é de 1%.

O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) do Governo Federal prevê a redução de ICMS para tornar o acesso à internet banda larga mais acessível para a população. Porém, o ICMS é apenas um dos impostos sobre esse serviço, que segundo especialistas deveria ser considerado como básico.

“Uma comparação mais justa seria considerar o preço FOB - sem a carga tributária - e veremos se os preços no Brasil são tão caros como parecem. Eu acho que Telecom deveria ser considerado um serviço básico. E é difícil você onerar um serviço básico, que serve de infraestrutura, em 43%. Essa é uma dificuldade enorme que temos”, justifica Capdeville.

Outra preocupação é a sobrecarga da rede durante a Copa do Mundo e as Olimpíadas, que serão disputadas no Brasil em 2014 e 2016, respectivamente. Segundo as operadoras, nesse período haverá de fato um uso maior da rede.

“É preciso elaborar projetos específicos para os eventos com antecedência. À época desses eventos, certamente a tecnologia LTE [4G] estará implantada pelo menos para hot spots”, afirma a Claro.

A construção de backhauls no Brasil deve visar principalmente uma ampla cobertura nas cidades sedes. Atualmente cada operadora (Oi, Claro, Vivo e TIM) possui, espalhadas por todo território nacional, cerca de 12 a 14 mil torres, número similar ao encontrado na Espanha. Porém é uma quantidade bastante inferior se considerarmos o tamanho do nosso país. E para as operadoras seria preciso no mínimo dobrar a quantidade de antenas até a realização desses eventos.

“Mas para isso precisamos ter mais facilidade na implementação. Há muitos conflitos entre as leis dos mais de 5 mil municípios brasileiros. Há cidades que são extremamente conscientes e que zelam pelo espaço de uso urbano, mas há lugares que legislam até sobre radiofreqüência, que deveria ser tratado pela Anatel ou em uma esfera federal”, aponta Capdeville.

Direitos do consumidor
Um motivo apontado por especialistas e pelas operadoras para a queda da qualidade do serviço 3G no país é seu uso como banda larga residencial. Esse tipo de conexão deveria ser utilizada apenas como alternativa para dispositivos móveis.

Porém, devido à carência de banda larga a cabo em diversos locais, muitos acabam usando o serviço como principal meio de acesso à internet, o que deixa as redes ocupadas, gerando lentidão.

“A Oi defende que a internet 3G seja indicada para situações de mobilidade e para utilização mais leve. A empresa busca promover em suas campanhas publicitárias e em seu site a noção de que a banda larga móvel é um serviço que deve ser usado de modo complementar à banda larga fixa”, destacou a empresa em comunicado.

O problema é que as próprias operadoras vendem o serviço como uma solução alternativa e oferecendo planos ilimitados de acesso à internet, atraindo cada vez mais consumidores. Porém, na prática elas não conseguem entregar essas ofertas e ainda mencionam apenas no contrato ou até mesmo somente na internet as restrições de uso da banda larga 3G.

As operadoras alegam que não podem ser responsabilizadas por fatores externos que possam comprometer a qualidade do sinal como a distância do usuário em relação à antena ou mesmo a quantidade de usuários conectados ao mesmo tempo na mesma região.

“Se na prática elas [operadoras] não conseguem entregar um plano ilimitado, elas não o poderiam oferecer aos usuários. Isso pode ser considerado publicidade enganosa, mesmo se os motivos forem limitações técnicas”, explica Veridiana Alimonti, advogada do Idec.

De acordo com o Idec, parte desse problema vem da falta de regulamentação específica pela Anatel para esse tipo de serviço. Além disso, essas práticas das operadoras ferem o direito de acesso a informações claras e precisas, que constam no Código de Defesa do Consumidor (CDC).

 Desta forma, as brechas na lei permitem que as operadoras mesclem suas regras para a banda larga móvel entre duas normas, a do Serviço Móvel Pessoal (SMP), que regula as prestações de serviços de celular, e do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), que regulamenta a banda larga fixa.

Por exemplo, a SMP permite que haja fidelização do usuário com o serviço contratado pelo período máximo de 12 meses. Já as regras do SCM não consideram a fidelização e o cliente pode cancelar o serviço quando quiser, sem ônus.

“As operadoras também não podem impedir que os usuários utilizem serviços de voz sobre IP, como o Skype, por exemplo, pois isso não é uma ação legal. A empresa não pode definir o que o usuário pode ou não fazer com seu aparelho ”, pondera Alimonti.

Segundo o Idec, a Anatel já foi notificada sobre esses problemas e diz que a agência prepara uma pesquisa de qualidade sobre a rede móvel 3G no país. Porém, procurada pela INFO, a Anatel não quis comentar sobre o assunto.

O Idec defende que o consumidor deveria ter um abatimento proporcional sobre aquilo que ele contratou e não recebeu. Além de considerar abusivas as cláusulas onde as operadoras dizem não ser responsáveis pelas quedas de velocidade na conexão.

“Mesmo que existam questões de rede, a velocidade que eles ofertassem deveria ser compatível com o que eles poderiam entregar. Ou então que deixassem muito mais claro quais são os limites de tráfego e as possibilidades de variação, não só no contrato, mas também nas publicidades”, argumenta Alimonti.

Segundo as operadoras, embora sejam poucos os clientes do 3G (a telefonia celular no país possui mais de 200 milhões de usuários e somente 10% destes usam o 3G), eles ocupam 80% da rede. Desta forma, as empresas acreditam ser mais justo controlar os excessos para evitar quedas contínuas da conexão. 

“AT&T, uma das maiores operadoras do mundo, decidiu não oferecer mais planos ilimitados e seus clientes pagam pelos excedentes. A opção da Vivo foi controlar o excesso oferecendo opções ao usuário como pagar os excessos, fazer upgrade do plano ou aceitar uma velocidade mais baixa  de navegação”, explica Capdeville.

Os consumidores que se sentirem lesados podem questionar e acionar judicialmente a operadora se desejarem. Segundo o Idec, o ideal é iniciar a reclamação na própria empresa para ter provas de que contatou a mesma, e se não for resolvido, então encaminhar a reclamação à Anatel e ao Procon do seu Estado. A instituição também não descarta a possibilidade de processos civis de pequenas causas.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/infraestrutura-compromete-redes-3g-no-brasil-05052011-21.shl