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terça-feira, 15 de novembro de 2016

Spotify está matando SSDs de uma forma lenta e silenciosa

Atenção você que costuma utilizar o Spotify em seu desktop: um bug presente em todas as versões (Windows, macOS e Linux) faz com que o software escreve quantidades titânicas de dados inúteis em sua unidade de armazenamento constantemente, mesmo quando deixado aberto sem execução e sem nenhuma música armazenada localmente.

O problema foi relatado pela primeira vez há cinco meses, mas desconfia-se que ele esteja em ação há mais tempo. Usuários perceberam que o a atividade do Spotify em desktops está muito acima de qualquer escala, com o app constantemente escrevendo dados nos discos de maneira desenfreada. O Ars Technica rodou alguns testes e constatou a falha, com o programa escrevendo cerca de 700 GB em apenas um dia, sem sequer ser operado diretamente. Os testes foram executados em PCs e Macs e em média o Spotify registra de 5 a 10 GB de dados por hora.

Muitos usuários estão relatando casos em que o Spotify grava centenas de gigabytes em apenas uma hora, e alguns inclusive falam em terabytes (muito provavelmente a velocidade de conexão é o gargalo). Em nota (após dois dias de silêncio) a empresa afirma que a versão 1.0.42 corrige o bug, entretanto ela ainda não foi disponibilizada para todos os usuários.

Tal bug representa uma ameaça potencial para SSDs principalmente. Escrever dados constantemente diminuem a vida útil dos discos (eu sei, a nomenclatura não faz sentido mas todo mundo usa, paciência) e embora em situações normais eles durem muito, temos um app louco escrevendo lixo constantemente e sem freio sem que o usuário perceba. Algo que deveria resistir décadas (em teoria) poderia morrer em meses, talvez semanas dependendo do caso.

Embora não haja casos de mortes de SSDs reportadas, a falha é grave e é muito estranho o Spotify ter levado tanto tempo para corrigi-la. Portanto fica o conselho: se você utiliza um disco de estado sólido o melhor a fazer é não rodar o Spotify, enquanto ele não for atualizado para a versão mais recente.

WhatsApp anuncia chamada em vídeo para Android, iPhone e Windows

O WhatsApp anunciou nesta segunda-feira (14) a liberação das videoconferências para as versões de seu aplicativo de mensagem para os sistemas Android (Google), iOS (Apple) e Windows Phone (Microsoft).


“Estamos apresentando este recurso ao WhatsApp, pois sabemos que as mensagens de texto e as mensagens de voz às vezes não são suficientes”, afirma a empresa em nota publicada em seu blog.

As chamadas em vídeo já haviam sido liberadas em uma versão de testes para os smartphones que rodam Android e Windows Phone.

Apesar de ter anunciado o novo recurso, o WhatsApp informa que a novidade só chegará a todos os usuários “dentro dos próximos dias”. Ainda na segunda, a Google Play recebeu uma nova atualização do app. A App Store e a Microsoft Store, no entanto, ainda não haviam recebido uma nova versão do serviço até a publicação deste texto.

Antes de iniciar as chamadas de vídeo, é preciso autorizar que o app use o microfone e a câmera do celular.

As videochamadas podem reforçar as rusgas entre WhatsApp e operadoras telefônicas, que já reclamavam de o aplicativo permitir ligações telefônicas.

O argumento é que o serviço do Facebook usa números telefônicos, administrados pelas empresas, para liberar as chamadas, mas não arca com todas as exigências regulatórias junto à Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) que essas companhas têm de arcar.

WhatsApp anuncia chamada em vídeo para Android, iPhone e Windows

O WhatsApp anunciou nesta segunda-feira (14) a liberação das videoconferências para as versões de seu aplicativo de mensagem para os sistemas Android (Google), iOS (Apple) e Windows Phone (Microsoft).


“Estamos apresentando este recurso ao WhatsApp, pois sabemos que as mensagens de texto e as mensagens de voz às vezes não são suficientes”, afirma a empresa em nota publicada em seu blog.

As chamadas em vídeo já haviam sido liberadas em uma versão de testes para os smartphones que rodam Android e Windows Phone.

Apesar de ter anunciado o novo recurso, o WhatsApp informa que a novidade só chegará a todos os usuários “dentro dos próximos dias”. Ainda na segunda, a Google Play recebeu uma nova atualização do app. A App Store e a Microsoft Store, no entanto, ainda não haviam recebido uma nova versão do serviço até a publicação deste texto.

Antes de iniciar as chamadas de vídeo, é preciso autorizar que o app use o microfone e a câmera do celular.

As videochamadas podem reforçar as rusgas entre WhatsApp e operadoras telefônicas, que já reclamavam de o aplicativo permitir ligações telefônicas.

O argumento é que o serviço do Facebook usa números telefônicos, administrados pelas empresas, para liberar as chamadas, mas não arca com todas as exigências regulatórias junto à Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) que essas companhas têm de arcar.

sábado, 17 de setembro de 2016

Usar notebook no colo pode fazer mal a saúde? E ao aparelho?

Os notebooks se tornaram ferramentas essenciais em nosso dia-a-dia, ele está na lista dos aparelhos eletrônicos mais usados para trabalhar, para o lazer entre outras atividades.

Em todos os lugares é possível encontrar uma pessoa usando um notebook, seja na praça, escritório, em casa, seja na sala ou até mesmo no quarto. No entanto o nosso maior costume é usar notebook no colo em qualquer lugar que estamos devido a sua versatilidade.

O notebook veio para trazer mais comodidade, assim não é preciso mais ficar sentado em uma cadeira desconfortável o dia todo para fazer pesquisas, estudar, jogar, assistir filmes enfim, isso já coisa do passado, agora com os notebooks você pode acessar a web em qualquer lugar que você deseja.

Os notebooks possuem bateria recarregável o que permite levá-lo para qualquer lugar depois de carregado, mas como apoiar um notebook em um local onde não há mesa? Muitas pessoas tem o costume de usá-lo no colo, no entanto elas desconhecem os riscos que isso pode oferecer para o notebook e também para a sua própria saúde.

Foto: Reprodução
Riscos à saúde de usar notebook no colo

Os notebooks realmente seriam excelentes se não fosse alguns fatores que podem causar riscos a saúde humana e também a vida útil do notebook, tudo isso pelo o simples fato de usar notebook no colo.

Para comprovar a veracidade desse fato médicos especialistas realizaram estudos para comprovar se realmente usar o notebook dessa forma, pode ocasionar algum mal para a saúde.

A doutora Kerstin Taniguchi Abagge participou dos estudos e afirma que usar notebook no colo pode sim causar danos à saúde, devido a alguns fatores como radiação infravermelha, que quando em contato com a pele pode fazer mal a sua saúde. Mais quais são os riscos que pode trazer para nossa saúde?

Queimadura leve na pele: Esse é um dos riscos mais comuns, essas queimaduras leves ocorrem devido à radiação infravermelha, ou seja, o calor que o notebook gera.
Ferimentos: Normalmente esse tipo de computador possui bateria recarregável e geralmente são apoiados no colo para serem usados, no entanto devido a sua radiação, a temperatura do mesmo cresce e consequentemente a temperatura do corpo também aumenta podendo assim ocorrer a explosão do aparelho e ocasionar ferimentos no corpo da pessoa.
Atrofia: Usar notebook no colo também pode ocasionar atrofia dos nervos existentes nessa região do corpo, devido ao calor do mesmo.
Câncer de pele e outros: Quando temos o costume de usar constantemente o aparelho dessa forma, o calor excessivo pode ocasionar queimaduras, alterações de pigmentação, ceratoses e por fim gerar câncer de pele.
Baixa produção de espermatozoides: O calor gerado pelo o notebook pode também, impedir a geração de espermatozoides.

Mas qual a temperatura pode oferecer riscos à saúde? Normalmente a temperatura de um notebook é inferior a 45 ºC, no entanto quando temos o costume de usar notebook no colo essa temperatura pode elevar e se tornar superior a 45 ºC, o que leva a esses riscos.

Segundo especialistas usar notebook no colo não é recomendado, além dos riscos que pode oferecer para sua pele, usá-lo dessa forma, também pode comprometer o aparelho.
Riscos ao aparelho de usar notebook no colo

Se observarmos as orientações do fabricante notaremos que eles não advertem quanto essa forma de uso, embora quando usamos o computado portátil no colo pode ocorrer alguns problemas no aparelho como por exemplo.

Descarregamento rápido da bateria: Esse é um dos principais riscos que você pode ter ao usar notebook no colo, pois quando usamo-lo no colo, normalmente a bateria fica em contato direto com a nossa pele, que por sua vez também puxa energia, favorecendo assim o descarregamento rápido.
Explosão do aparelho: Esse risco é pouco comum, no entanto, devemos ficar atentos quando usamos notebook no colo, pois quando a temperatura é excedida o aparelho pode chegar a explodir causando danos ao aparelho e também a sua saúde.
Queima do aparelho: O superaquecimento pode fazer com que seu notebook venha parar de funcionar, normalmente o superaquecimento pode ser ocasionado por usar ele no colo, exposto a luz solar ou até mesmo deixá-lo muito tempo conectado na tomada.

Mas como evitar esses problemas? Se você não quer correr o risco de perder seu notebook e ainda causar danos a sua saúde, evite usar notebook no colo, sempre que for usá-lo, procure apoia-lo em um local seguro desde que não esteja em contato com sua pele, assim você estará livre desse risco.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Descubra se alguma senha sua já vazou na internet

Um ataque em massa ocorrido em 2012 gerou alguns frutos nas últimas semanas: informações de usuários do Dropbox, Last.fm, LinkedIn e até Brazzers vazaram na web. O problema é grande especialmente para quem tem o hábito de reaproveitar as mesmas senhas em múltiplos serviços e acaba colocando várias contas em risco. Mas há uma forma de descobrir se suas informações foram vazadas.

Um dos mais conhecidos para verificar vazamentos é o Have I Been Pwned: eles capturam as informações vazadas e as incluem num banco de dados, que já possui 134 serviços e 1,4 bilhão de contas cadastradas. Basta fazer uma pesquisa pelo endereço de e-mail ou nome de usuário que você costuma utilizar nos serviços e o site retornará uma lista dos vazamentos que continham suas informações.


Outra boa fonte é o LeakedSource, que permite fazer pesquisar mais específicas: além do nome de usuário ou endereço de e-mail, você pode buscar por número de IP, nome completo ou até número de telefone. No blog do LeakedSource são publicadas estatísticas sobre os vazamentos — e frequentemente há centenas de milhares de e-mails @uol.com.br, @globo.com ou @yahoo.com.br no bolo, então tem muito brasileiro no meio das 2,2 bilhões de contas registradas pelo site.

A julgar pelos acontecimentos recentes, é bem mais provável que seus dados já tenham sido vazados do que o contrário. E a experiência mostra que não dá para confiar nas empresas que guardam seus dados, já que várias utilizam algoritmos de hash fracos (caso do Last.fm, que mantinha tudo em MD5 e teve 96% das senhas quebradas em duas horas) ou, pior, guardam as combinações em texto puro no banco de dados.

Estamos no meio de uma onda de vazamentos e amanhã é feriado. Talvez seja uma boa ideia gastar uns 30 minutos mudando as suas senhas (ao menos as mais importantes),organizando seu gerenciador de senhas e ativando a verificação em duas etapas, se você ainda não fez isso.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Troca de lâmpadas em casa ou escritório

Pensando em trocar de lâmpadas, olhe a tabela pra não comprar mais forte/ fraco do que já tem.


Mais rápido, novo Bluetooth 5 chega em breve ao mercado

Especificação final do sucessor do Bluetooth 4.2 deve ser divulgada até o começo de 2017 e também terá alcance bem maior.



Uma nova versão da especificação do Bluetooth chegará em breve aos aparelhos, dando aos usuários uma conectividade mais rápida entre aparelhos com distâncias maiores.

Chamada de Bluetooth 5, a nova versão representa um grande upgrade em relação ao Bluetooth 4.2, a especificação atual. Em uma linha clara de visão, o alcance do Bluetooth 5 pode chegar a até 400 metros, segundo uma pesquisa publicada pelos analistas do The Linley Group. Isso significa que será possível conectar o celular a um alto-falante Bluetooth que talvez nem esteja visível.

As especificações finais do Bluetooth 5 serão reveladas entre o final de 2016 e começo de 2017, apontam os analistas do Linley Group.

Em uma configuração típica e realista, o Bluetooth 5 oferecerá um alcance de até 120 metros, que é quatro vezes o do Bluetooth 4.2. A nova versão da especificação também será mais rápida, com taxas de transferência de dados de 2Mbps, afirmou o diretor de estratégia para negócios do Bluetooth-Special Interest Group, Chuck Sabin.

Historicamente, assim que uma especificação final de Bluetooth é lançada, os aparelhos seguem rapidamente a novidade. Então se as especificações do Bluetooth 5 forem finalizadas e lançadas até o final de 2016, os aparelhos que a usam podem chegar já no começo do próximo ano, afirmou Sabin.

Versões iniciais do Bluetooth eram usadas em equipamentos de áudio, fones e carros. Mas a tecnologia evoluiu desde então e hoje é central para a Internet das Coisas, sendo usada em produtos para casas inteligentes, aparelhos médicos, drones, robôs, medidores inteligentes e wearables.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Como desmarcar a opção de compartilhar dados da conta do WhatsApp com o Facebook

Ontem, o WhatsApp atualizou os termos e política de privacidade, e informou que sendo uma empresa parte do Facebook, você teria a chance de optar por compartilhar os dados da sua conta do WhatsApp com a rede social com o objetivo de otimizar a sua experiência com propagandas no Facebook. Caso você não queira este tipo de serviço, saiba como remover a permissão de compartilhamento de dados entre o WhatsApp e o Facebook para tal finalidade.


Antes de realizar este processo, você precisa saber que terá até o dia 24 de setembro para aceitar os novos termos e política de privacidade do WhatsApp. Caso você não concorde com o uso das suas informações pelo mensageiro, depois deste período você terá duas opções: aceitar os termos como estão ou excluir a sua conta.
Você terá até o dia 24 de setembro para aceitar os novos termos do WhatsApp

Além disso, aceitar ou não o fato do Facebook otimizar a sua experiência com anúncios e produtos através desta permissão, não modifica o fata da empresa ter acesso ao seu número de telefone ou monitorar o tempo que você passa no mensageiro. Em contato com a equipe de comunicação do WhatsApp no país, me foi confirmado que independente de sua escolha, o WhatsApp vai compartilhar alguns dados com o Facebook:

"Por exemplo, o número de telefone que as pessoas utilizam para se registrar no WhatsApp juntamente com informações do tipo quando e como estas pessoas utilizam nossos serviços (...) para que possamos entender as formas de utilização do serviço, sistemas de segurança e combate a abusos e spam entre serviços."

Dito isso, o processo abaixo deverá ser seguido por aqueles que pretendem manter uma conta no serviço.

Como desmarcar a opção de compartilhar dados da conta do WhatsApp com o Facebook para otimizar anúncios

Método 1

Existem duas maneiras de realizar este processo. A primeira delas é no momento em que aparecer o pop-up com os termos e política de privacidade, logo que o app for lançado. Antes de clicar no botão "Aceitar", primeiro peça para "Ler mais" sobre as mudanças.


Fazendo isso, você poderá remover a seleção do termo que permitiria compartilhar os dados da sua conta do WhatsApp com o Facebook para melhorar a sua experiência com anúncios e produtos no Facebook e, depois disso, aceitar os novos termos de uso e privacidade do WhatsApp.

Antes de aceitar os novos termos do WhatsApp, remova a permissão de acesso do Facebook aos dados da sua conta / © WhatsApp
Método 2

A segunda forma é feita a partir da revogação desta permissão depois que você aceitou os novos termos. Muitas vezes, não lemos os termos dos serviços que usamos e, com isso, por padrão as permissões já chegam ativadas.

Se este foi o seu caso, acesse as Configurações do WhatsApp > Conta e desmarque a opção “Compart. dados da conta”:Acessando as configurações, você terá até o dia 24 de setembro para revogar a permissão para compartilhar dados da sua conta do mensageiro com o Facebook / © AndroidPIT

Lembrando que, se essa opção permanecer marcada até o dia 24 de setembro deste ano, o Facebook terá a permissão de forma irrevogável para fazer sugestões de anúncios para você na rede social.

Fonte: http://www.androidpit.com.br/como-nao-compartilhar-dados-whatsapp-facebook

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

O que um bom mouse precisa ter?

Todos os usuários que buscam um novo mouse possuem as mais diversas dúvidas, mas quais delas são realmente importantes?

O mouse é um dos periféricos mais importantes para um jogador, afinal, ele é o responsável por boa parte de sua performance em games competitivos, principalmente os que exigem certa precisão, como Counter Strike. Não é difícil dizer se um mouse é bom, hoje temos várias ferramentas e softwares que nos ajudam a avalia-lo mostrando dados e características determinantes para um veredito, e você mesmo pode descobrir se o produto que possui é de qualidade ou não.

Por mais que você pense que o comentário de usuários que “tem o mouse e nunca tiveram problemas com ele” seja o suficiente, é preciso ter a certeza de que o produto em questão é bem feito e seus componentes oferecem um bom desempenho. Para te ajudar a escolher um bom mouse, aqui vão algumas características que você deve procurar antes de gastar o seu dinheiro.

Ergonomia e construção externa

Não adianta você ter um mouse com o melhor sensor do mundo se a construção externa e ergonomia dele são horríveis. Mouses com muitas curvas e cortes podem afetar a concentração em movimentos do jogador se suas fissuras “ralarem” em extremidades da mão, o que muitas vezes pode até machucar ou causar câimbras.

Um bom exemplo de mouse com design contestável é o Logitech G302, que embora tenha um bom desempenho, pode ser extremamente desconfortável para alguns jogadores com pegada palm, pois sua traseira estreita e tamanho reduzido fazem com que seus dedos sobrem e a palma da mão “raspe” nas extremidades encurtadas da sua traseira.


No entanto, vale destacar que o G302 é excelente para jogadores com pegada Claw, pois os dedos ficam bem posicionados sobre os botões e a palma da mão encaixa melhor nas extremidades reduzidas, como se ela “abraçasse” a traseira do mouse.


Depois de ver este exemplo, fica claro que a ergonomia dos mouses pode variar de acordo com a pegada do usuário, que pode ser Palm, Finger ou Claw, como nas imagens abaixo. 


O material de construção externa do mouse é outro fator que pode influenciar em sua ergonomia e conforto, isso pode ir desde o plástico utilizado em seu casco a até os pads e borrachas que ele usa. Um exemplo de um bom mouse que tem materiais de construção externa de qualidade não tão veneráveis é o SteelSeries Rival, que possui uma borracha em sua lateral que acaba desgastando bastante com o tempo.

Créditos da imagem ao Gabriel de Mattos


Peso

Outro aspecto bastante importante para boa parte dos jogadores é o peso do mouse, afinal, dependendo de sua pegada, você pode precisar arrastar todo o antebraço ou talvez apenas o pulso, e essa característica é determinante para saber quanto tempo você conseguiria jogar sem sentir desconfortos gerados por um mouse pesado.

Alguns modelos costumam trabalhar com um “extra”: a adição de pesos na carcaça para tornar este mais um recurso personalizável, que na verdade é razoavelmente inútil, afinal, na grande maioria das vezes, você vai procurar encontrar um produto que seja mais balanceado, nem muito leve e nem muito pesado.


Qualidade do sensor e seu rastreio (precisão)

Outro aspecto que deve ser levado com extrema importância é a qualidade do sensor do mouse e como ele é implementado, afinal, ele não funciona sozinho, depende de outros componentes e drivers de dispositivo que permitem o seu funcionamento, tanto que não são poucas as vezes que correções de erros no rastreio chegam a partir de atualizações de driver.

Existem vários fatores que devem ser levados em conta quando avaliamos um sensor, são eles:

O jitter, que é basicamente a incapacidade do sensor em rastrear altas DPI’s, o que faz com que linhas fiquem completamente tremidas pela tentativa do equipamento de registrar dados em uma velocidade rápida demais para sua capacidade.

O prediction, que é uma característica bastante indesejável principalmente em jogos que requerem precisão, pois o sensor tenta recriar linhas retas onde ele possa identificar que você está tentando fazer uma, e você certamente sabe que o movimento humano é praticamente incapaz de criar linhas perfeitamente retas e, portanto, o rastreio não estaria ocorrendo de acordo com seus movimentos reais.

A consistência é, basicamente, a “qualidade” do rastreio em relação as informações registradas pelo sensor, verificando se existe algum tipo de distorção ou inconsistência nestes registros. Quanto mais próximas das linhas as bolinhas azuis, melhores são os resultados, mas essa característica pode variar em alguns casos.

A aceleração, que se estiver presente na implementação do sensor, fará com que movimentos mais rápidos recebam uma adição ou uma diminuição no rastreio, reproduzindo distâncias maiores ou menores do que você realmente percorreu ao longo do seu mousepad, isso é horrível para jogadores que buscam precisão, afinal, você nunca terá total certeza de onde sua crosshair vai parar. No exemplo abaixo, em um movimento rápido, o mouse detectou apenas um pequeno movimento, quando, na verdade, deveria ter capturado todo o caminho da linha de cima.

O LOD ou lift off distance (distancia de altura do rastreio) é, basicamente, a altura em relação ao mousepad que mouse continua captando movimentos. Na grande maioria dos casos, quanto menor for o LOD, melhor para o usuário, afinal, você não quer ter que reposicionar o mouse no mousepad e o movimento de reposição ser reproduzido na tela, não é mesmo?

A frequência de comunicação com o computador, que automaticamente lhe dirá qual é o tempo que o mouse leva para trocar informações com o computador. Uma média mínima de frequência necessária para não causar problemas de input lag ou perda de informações é 500hz, que correspondem a 2 milissegundos demora nessa “conversa” entre sensor e máquina.

A velocidade máxima de rastreio, que representa o limite de velocidade que o sensor é capaz de registrar informações, caso esse limite seja ultrapassado, parte do movimento que você realizou será perdido. Este aspecto geralmente só será um problema em mouses de qualidade extremamente baixa, os principais mouses presentes no mercado têm uma média de 4 m/s de rastreio e a grande maioria dos jogadores profissionais sequer ultrapassa 3m/s em seus flicks.

Qualidade dos componentes

Se o sensor for bom e o mouse for confortável, o resto não importa, certo? Errado! É inútil você ter um mouse confortável, com um sensor incrível, mas que tem componentes de baixa qualidade, que param de funcionar ou quebram, portanto, procure sempre saber se eles são de igual qualidade.

Sempre busque verificar em reviews na internet se os switches do mouse que você está querendo comprar são de qualidade, eles são a peça responsável por captar os cliques, sejam dos botões esquerdo, direito, do scroll ou outros botões extra. Se eles forem de baixa qualidade, podem causar os característicos double clicks mais facilmente.

É importante também saber como funciona o scroll do mouse e a qualidade do componente que o faz funcionar, um dos sistemas mais comuns é o de codificador ótico, uma espécie de microcâmera que detecta os movimentos da “rodinha” do scroll.

Construção interna (durabilidade)

A maneira como as peças de um mouse é disposta em sua carcaça é igualmente importante para determinar quanto tempo ele poderá durar em seu desktop, portanto, verificar como é feita a soldagem de seus componentes, qualidade do material utilizado em suportes, organização e acabamento geral.

Produtos que são mal feitos internamente costumam apresentar defeitos com pouquíssimo tempo de uso, e o maior exemplo que podemos citar é o mouse do combo Devastator da CM Storm, que além de ser feito com materiais de baixa qualidade, possui algumas das soldagens mais horrendas de todo o mercado.

Um RMA eficiente e rápido

O RMA, ou Return Merchandise Authorization (Autorização de Devolução de Mercadoria) ,é um serviço no qual o usuário entra em contato com a marca para pedir um novo exemplar de um produto com defeito. Ele costuma ser uma das principais dúvidas de compradores justamente por ser um grande problema em algumas marcas.

Se você tiver algum problema com o seu mouse dentro do prazo de garantia dele, o que é absolutamente normal devido a problemas recorrentes na produção de peças tão pequenas e frágeis, é extremamente importante ter a certeza de que frustrações com um serviço de má qualidade não vão acontecer.

Valer o preço cobrado

A definição de precisão, ergono... Em tempos de crise, saber gastar o seu dinheiro é importantíssimo, no entanto, não interessa o quanto você tem sobrando ou pretende gastar, mais importante ainda é saber se o preço cobrado pelo mouse é equivalente à sua qualidade, afinal, sempre podem haver outras opções que valem mais a pena e que também possam te agradar. Não é porque produzimos conteúdos que ajudam o consumidor a escolher os melhores produtos que vamos incentivá-lo a pesquisar mais antes de gastar o seu dinheiro, mas sim porque sabemos o quão importante é evitar frustrações com escolhas erradas, portanto, reserve um pouco do seu tempo para verificar a opinião de pessoas que já testaram o mouse que você quer comprar e sabem como ele funciona.

sábado, 13 de agosto de 2016

O que priorizar em um PC gamer: placa de vídeo ou processador?

Na hora do upgrade do computador para rodar games mais novos sempre pinta a dúvida: por onde começar?Processador ou placa de vídeo? Embora a resposta mais simples seja fácil de dar – comece sempre pela placa de vídeo – há situações em que é preciso pensar melhor em uma série de fatores.

Considere a performance a ser ganha, o gasto envolvido, um planejamento para obter um bom custo x benefício, além de atingir o melhor equilíbrio de desempenho possível no computador. Fique por dentro desses cenários para fazer uma compra bem informada.

Placa de vídeo é sempre o ideal?

Na grande maioria dos casos, sim. A placa de vídeo será o componente mais importante no PC dedicado a jogos. A capacidade de processamento gráfico é o fator principal na equação em busca de uma melhor qualidade na reprodução de games. É possível montar um PC para jogos, inclusive com capacidades para realidade virtual, com processadores da quarta geração da Intel (que já está na sexta geração), que são relativamente antigos, mas não comprometem a experiência de uso em nenhuma medida.

Mas há exceções. Se o computador que é usado como base para o upgrade for muito antigo, adotar uma placa de vídeo muito mais nova pode não representar um salto muito grande, já que haverá gargalos: o restante do equipamento simplesmente não acompanha o potencial da placa de vídeo.

Como saber se o computador é muito velho?

É difícil determinar um ano como o limiar da necessidade de um upgrade, mas a presença de alguns componentes serve para denunciar que o computador está no fim da linha. Soquetes aposentados pela Intel, limitações de chipset (relacionadas com interfaces de armazenamento, memórias e novas tecnologias e padrões), barramentos mais antigos (PCIe 2.0 e não 3.0, por exemplo), são todos indícios de que o computador, no geral, é velho demais para tirar todo o proveito de uma placa de vídeo mais recente.

Quando o processador é a melhor ideia?

No geral, trocar de processador para jogar não é a opção mais comum para atacar o problema, mas nas situações em que o computador todo já anda pela fila da aposentadoria, pode ser interessante começar a evolução pelo processador.

Mas só vale à pena trocar de processador se o movimento presumir um salto relevante de performance. Um computador com um processador Intel de quarta geração, por exemplo, só vai ter ganhos de verdade se o usuário decidir pela compra de um de sexta, mais atual. Algumas dessas CPUs, inclusive, permitem performance razoável em games atuais – longe de rivalizar com placas de vídeo de verdade – mas suficiente para justificar o investimento do gamer que sente saudade de poder rodar títulos lançados recentemente.

Só que essa decisão acaba obrigando a aquisição de uma nova placa-mãe, já que as placas antigas não aceitam as novas CPUs. É, de certa forma, o mesmo problema da placa de vídeo que, embora possa ser instalada na placa antiga, não funcionará em seu pleno potencial.

Computador antigo demais: planeje seu orçamento e prioridades

Aí chegamos à conclusão de que, se o computador é velho demais a ponto de não acompanhar bem as novidades em termos de hardware, a opção mais inteligente é racionalizar o orçamento: definir um patamar de performance adequado e, a partir daí, prever um programa de aquisições de componentes. Pode ser necessário fracionar o computador, comprando primeiro processador e placa-mãe (placa de vídeo antiga, memórias, fonte, gabinete, HDs e monitor podem ser reaproveitados nesse primeiro instante).

Num segundo estágio, vem a nova placa de vídeo e assim por diante.

De olho nas APUs

A saída não é comum, mas as APUs da AMD vem ganhando em performance e, para consumidores que usam hardware da AMD, pode ser interessante sair de um processador FX para uma APU da marca – especialmente as A10 e A12, mais poderosas e de gerações mais recentes.

Algumas dessas APUs prometem jogos a resolução Full HD e com taxa de quadros razoável, no mínimo equivalentes a consoles. A solução está longe de ser ideal, mas para quem usa hardware da AMD mais antigo, o salto deverá ser considerável, ao menos até as contas se equilibrarem e ser possível investir em uma placa de vídeo de verdade.