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sexta-feira, 19 de maio de 2017

WhatsApp vai parar de funcionar em celulares antigos; veja se o seu é afetado

Atenção: se você ainda usa um smartphone muito velho, você só tem mais um mês de acesso ao WhatsApp. O aplicativo só vai funcionar até o final de 2016 em aparelhos Android, iPhones e Windows que não são julgados novos o bastante para o aplicativo.


É importante notar que os modelos abandonados pelo WhatsApp são realmente velhos e que já praticamente já caíram em desuso. São modelos e sistemas operacionais que não receberam mais atualizações nos últimos cinco anos.

Os aparelhos que perderão o suporte no fim do ano são os seguintes:

Todos os Androids usando a versão 2.1 (Eclair) ou 2.2 (Froyo)
iPhone 3GS ou qualquer aparelho usando iOS 6
Qualquer aparelho com Windows Phone 7

O anúncio feito em fevereiro deste ano incluía também outros sistemas menos populares como BlackBerry OS, BlackBerry 10, Nokia S40 e Nokia Symbian S60. No entanto, a empresa decidiu estender o suporte a estas plataformas até a metade de 2017, mais precisamente até o dia 30 de junho.

“Esta foi uma decisão difícil de ser feita, porém foi a decisão certa para que pudéssemos oferecer as pessoas, melhores maneiras de manter contato com família, amigos e entes queridos utilizando o WhatsApp. Caso você utilize um destes aparelhos, nós recomendamos que troque por um aparelho Android, Apple ou Windows Phone mais atual antes do fim de 2016 para que possa continuar usando o WhatsApp”, diz a empresa.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

WhatsApp anuncia chamada em vídeo para Android, iPhone e Windows

O WhatsApp anunciou nesta segunda-feira (14) a liberação das videoconferências para as versões de seu aplicativo de mensagem para os sistemas Android (Google), iOS (Apple) e Windows Phone (Microsoft).


“Estamos apresentando este recurso ao WhatsApp, pois sabemos que as mensagens de texto e as mensagens de voz às vezes não são suficientes”, afirma a empresa em nota publicada em seu blog.

As chamadas em vídeo já haviam sido liberadas em uma versão de testes para os smartphones que rodam Android e Windows Phone.

Apesar de ter anunciado o novo recurso, o WhatsApp informa que a novidade só chegará a todos os usuários “dentro dos próximos dias”. Ainda na segunda, a Google Play recebeu uma nova atualização do app. A App Store e a Microsoft Store, no entanto, ainda não haviam recebido uma nova versão do serviço até a publicação deste texto.

Antes de iniciar as chamadas de vídeo, é preciso autorizar que o app use o microfone e a câmera do celular.

As videochamadas podem reforçar as rusgas entre WhatsApp e operadoras telefônicas, que já reclamavam de o aplicativo permitir ligações telefônicas.

O argumento é que o serviço do Facebook usa números telefônicos, administrados pelas empresas, para liberar as chamadas, mas não arca com todas as exigências regulatórias junto à Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) que essas companhas têm de arcar.

WhatsApp anuncia chamada em vídeo para Android, iPhone e Windows

O WhatsApp anunciou nesta segunda-feira (14) a liberação das videoconferências para as versões de seu aplicativo de mensagem para os sistemas Android (Google), iOS (Apple) e Windows Phone (Microsoft).


“Estamos apresentando este recurso ao WhatsApp, pois sabemos que as mensagens de texto e as mensagens de voz às vezes não são suficientes”, afirma a empresa em nota publicada em seu blog.

As chamadas em vídeo já haviam sido liberadas em uma versão de testes para os smartphones que rodam Android e Windows Phone.

Apesar de ter anunciado o novo recurso, o WhatsApp informa que a novidade só chegará a todos os usuários “dentro dos próximos dias”. Ainda na segunda, a Google Play recebeu uma nova atualização do app. A App Store e a Microsoft Store, no entanto, ainda não haviam recebido uma nova versão do serviço até a publicação deste texto.

Antes de iniciar as chamadas de vídeo, é preciso autorizar que o app use o microfone e a câmera do celular.

As videochamadas podem reforçar as rusgas entre WhatsApp e operadoras telefônicas, que já reclamavam de o aplicativo permitir ligações telefônicas.

O argumento é que o serviço do Facebook usa números telefônicos, administrados pelas empresas, para liberar as chamadas, mas não arca com todas as exigências regulatórias junto à Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) que essas companhas têm de arcar.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

5 dicas muito simples para proteger seu smartphone

Você sabia que uma em cada três pessoas compartilha segredos que não gostaria que outras pessoas soubessem pelo celular? Isso é mais comum do que se imagina. Mas, como evitar riscos e se proteger para que ninguém tenha acesso aos seus arquivos armazenados em seu smartphone ou nas nuvens. Veja abaixo cinco dicas de segurança para você proteger seus dados.

1. Evite notificação na tela de bloqueio
Se você não quer que ninguém fique bisbilhotando as suas notificações e acabe vendo o que você não gostaria que alguém visse, a melhor coisa a fazer é desligar essa função na tela de bloqueio do seu smartphone. Se você usa iOS, você deverá ir até as configurações e clicar em Touch ID e Código. Depois, confirme a sua senha de boqueio do aparelho. Feito isso, deslize a tela até o fim e, na seção Permitir acesso quando bloqueado, desative as opções Hoje e Visualização de Notificações.

E se você usa Android, também é fácil. Vá em Configurações e depois acesse o menu Som e notificação. Toque em Notificações de apps e escolha um dos aplicativos que aparecem na lista para editar seus alertas, e assim por diante.

2. Gerenciador de senhas
Para evitar que as senhas sejam as mesmas para tudo, uma alternativa de segurança é você ter um gerenciador. Esses aplicativos servem de apoio na hora de criar e gerenciar, com segurança, uma coleção de senhas para vários sites e serviços diferentes. Algumas opções populares são o LastPass, o F-Secure Key e o ChatLock.

3. Use senha para tudo
Se a palavra da vez é privacidade total, use senhas para impedir que qualquer um libere o aparelho com um simples deslizar de tela. É uma medida muito simples e que, sozinha, é capaz de evitar bastante dor de cabeça, viu?

Outra dica é bloquear o acesso de alguns aplicativos como WhatsApp, por exemplo, com senha, sabe? Com isso, se o seu celular cair em mãos erradas, você pode ter certeza que ninguém terá acesso ao seu perfil em alguma rede social, sua caixa de entrada e histórico de mensagens. Os aplicativos que facilitam essa ação, são o Lockdown Pro e o KeepSafe, para fotos. 

4. Fique atento com redes de Wi-Fi públicas
Cá entre nós, não tem quem não fique feliz, quando acha uma redes wireless aberta, não é verdade? Mas, olha só, elas podem oferecer riscos, porque a princípio, alguns hackers de plantão, podem controlar a distribuição de Internet Wi-Fi com programas que permitem monitorar o tráfego de dados entre aparelhos conectados à rede. Infelizmente, os criminosos virtuais podem usar essas brechas para interceptar senhas e até informações de acesso à contas bancárias.

5. Use antivírus e mantenha sempre atualizado
Parece óbvio, mas tem muita gente que esquece desse detalhe. Afinal, um simples momento de distração pode ser suficiente para que um vírus se espalhe pelo dispositivo infectando tudo. Para evitar essas dores de cabeça, baixe e instale um app de proteção. Ele monitora o comportamento do seu sistema em tempo real e oferece proteção contra aplicativos maliciosos que, se forem executados, acabam servindo de porta de entrada para vírus no seu celular. Tanto no iOS, na App Store e Android, na Play Store, você encontra opções interessantes e gratuitas de antivírus.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Windows 10 pode demorar para chegar ao seu PC; saiba por quê

Hoje, 29 de julho, é o lançamento oficial do Windows 10, a primeira versão do sistema operacional da Microsoft a ser oferecida como um serviço e "última versão do Windows",segundo a própria empresa. Ao todo, a empresa estima que atualizará cerca de um bilhão de dispositivos, entre PCs, notebooks e tablets, para o Windows 10. E o processo, como seria de se esperar, deve levar algum tempo.

Isso porque será necessário atualizar muitos dispositivos diferentes, rodando versões diferentes do Windows, e garantir a compatibilidade de todos com o novo sistema operacional - o que não é fácil. Por mais que hoje seja o "lançamento" do sistema operacional, a Microsoft ainda tem muito trabalho pela frente.

Por esses motivos, as atualizações chegarão para os usuários em "fases", de forma semelhante a como os smartphones Android recebem atualizações de sistema operacional. Isso ajuda a aliviar um pouco a carga dos servidores de download da Microsoft, e impede que a empresa lance de uma vez só, para todos os usuários, um programa que não funciona.

Fases

Os primeiros a receber a atualização hoje serão os usuários cadastrados no programaWindows Insider. Nos dias seguintes, a empresa acompanhará a experiência desses usuários para retocar a versão final do Windows 10, fazendo ajustes diários ao programa. 

Os próximos da lista serão os usuários que "reservaram" a atualização em seus dispositivos (clicando no ícone "get windows" que aparece no canto direito da barra de tarefas). A nova versão do Windows será automaticamente baixada nesses aparelhos e, uma vez que o download estiver completo, a opção para atualizar o sistema aparecerá.

Empecilhos

Caso a Microsoft perceba que seu dispositivo tem algum problema para atualizar para a nova versão do Windows, mais detalhes sobre como proceder deverão aparecer durante o processo de atualização. Nesse caso, será possível suspender a atualização ou seguir adiante e buscar soluções posteriormente.

Se os detalhes desse processo parecem um pouco imprecisos, é porque, de fato, a Microsoft não detalhou quanto tempo cada fase desse processo vai demorar. Provavelmente, isso vai depender dos problemas que aparecerem pelo caminho. 

Outras versões

Vale lembrar que isso vale para as versões do Windows para usuários comuns. Empresas, organizações e instituições educativas que utilizam o Windows só poderão começar a atualizar seus sistemas, segundo a Microsoft, a partir do dia 1 de agosto.

Além disso, a versão mobile do Windows 10 (para Windows Phones) deverá chegar apenas "mais para o final do ano", segundo a Microsoft. A empresa também informa que a data exata, no entanto, variará segundo os modelos de smartphone e das operadoras de telefonia.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Quais recursos seu PC vai ganhar (e perder) ao atualizar para o Windows 10




Se você está usando o Windows 7 ou 8.1, provavelmente já recebeu a notificação “Baixe o Windows 10″ no seu PC: com ela, você pode reservar a atualização gratuita para baixá-la automaticamente quando ela estiver disponível, a partir de 29 de julho.

Você provavelmente já sabe dos novos recursos do Windows 10: a assistente virtual Cortana; o navegador Microsoft Edge; os apps simplificados do Word, Excel e PowerPoint; entre outros. A Microsoft também fez uma lista do que você vai perder: são coisas pequenas, mas é bom ficar atento.

O que há de novo

– menu Iniciar renovado: ele está de volta, agora incluindo blocos dinâmicos, e pode ser redimensionado. Você também pode fazê-lo ocupar a tela inteira – tal qual no Windows 8 – indo nas configurações.


– Central de Ações: este recurso veio do Windows Phone, e reúne notificações de outros programas. Você pode realizar comandos direto no painel – dá para atender uma ligação do Skype, por exemplo – e acessar configurações rápidas na parte inferior.

– Microsoft Edge: o novo navegador web é exclusivo para o Windows 10, traz modo leitura e permite fazer anotações à caneta nas páginas. Ele terá suporte a extensões portadas do Firefox ou Chrome e deixa de lado aquelas terríveis barras de ferramentas.


– Office: a Microsoft criou apps simplificados do Word, Excel e PowerPoint para fazer edições rápidas em documentos, seja com toques ou com teclado e mouse.


– Xbox: você pode gravar e compartilhar vídeos de jogos com o Game DVR, e fazer streaming de jogos do Xbox One no seu computador, caso outra pessoa esteja usando a TV.

– Loja: a loja do Windows unifica apps, música e vídeos. Quanto aos apps, ela vai oferecer programas desktop “empacotados”, que não têm acesso profundo ao sistema e podem ser facilmente desinstalados. Ela também oferece apps universais, feitos para rodarem em smartphones e PCs.

– Apps Metro renovados: no Windows 8, há programas que rodam sempre em tela cheia; no Windows 10, eles podem ser redimensionados e tratados como janelas. Além disso, os apps de Música, Vídeo, Clima, Notícias, Email, Calendário e outros foram atualizados com um novo visual.


– Continuum: o Windows 10 assume um modo dedicado para tablets quando você quiser. Ele aumenta o tamanho dos botões na barra de tarefas, abre o Menu Iniciar em tela cheia e exibe um botão Voltar universal. Para tablets com menos de 10 polegadas, este modo é ativado por padrão.


– Windows Spotlight: este recurso opcional fica na tela de bloqueio e troca a imagem de fundo, exibindo diferentes informações ao longo do dia. Ele também pode exibir sugestões de apps para baixar.

– Cortana: a assistente de voz migrou do Windows Phone para os PCs. Ela responde perguntas, permite ditar e-mails e mensagens – por exemplo, diga a Fulano que vou me atrasar usando o Viber – e exibe informações relevantes ao longo do dia. A Cortana também vai se vincular a apps para iOS e Android. Infelizmente, ela está restrita aos “Estados Unidos, Reino Unido, China, França, Itália, Alemanha e Espanha”.
– Windows Hello: trata-se de uma forma de fazer login no Windows sem usar senha – basta mostrar seu rosto, sua íris ou sua impressão digital para obter acesso ao sistema. Isto “requer uma câmera infravermelha iluminada especializada para o reconhecimento facial ou detecção de íris, ou um leitor de impressão digital que dê suporte ao Windows Biometric Framework”, explica a Microsoft.

– multitarefa e áreas de trabalho virtuais: para alternar entre seus programas, há um novo botão na barra de tarefas. Para organizar seus apps abertos, existe o “Snap Assist”: ao arrastar uma janela para a borda direita, ela ocupa a metade da tela, e você recebe sugestões de qual programa deve ocupar o lado esquerdo.


Também é possível organizar seus programas em diferentes áreas de trabalho – separando programas para trabalho de apps para diversão, por exemplo.

– novos ícones e sons: o que você achou?




– e mais: há apenas um Painel de Controle moderno para acessar suas configurações; é possível usar o comando Ctrl+V para colar texto no prompt de comando; há gestos com três dedos para trackpad para minimizar/alternar entre programas; e Candy Crush Saga será instalado automaticamente.
O que você vai perder

Alguns recursos vêm, alguns recursos se vão. A Microsoft fez uma lista do que o Windows 10 irá remover:

– Windows Media Center: este programa, lançado em 2002, foi abandonado em 2009 mas ainda rodava no Windows 8. Agora, ele vai morrer de vez, pois não é compatível com o Windows 10 e será removido quando você instalar a atualização. Troque-o por uma destas alternativas.

– Paciência, Campo Minado e Copas do Windows 7: estes jogos também serão removidos durante a instalação. A Microsoft lembra que lançou novas versões deles, chamadas “Solitaire Collection” e “Minesweeper”, disponíveis gratuitamente na Loja.

– gadgets de área de trabalho do Windows 7: eles foram removidos do Windows 8 e não voltarão. Se você ainda usa, melhor dar adeus antes de instalar o Windows 10. Boa parte da funcionalidade deles – como calendário e previsão do tempo – é facilmente substituída por blocos dinâmicos no menu Iniciar.

– drivers de leitor USB de disquete: se você usa drives de disquete em 2015 (para fazer música, talvez?), você precisará baixar um driver mais recente a partir do Windows Update ou do site da fabricante – ele não funcionará imediatamente após instalar o Windows 10.

Além disso, a Microsoft avisa que você precisa ter um programa separado para assistir a DVDs. Isso vinha embutido até o Windows 7, e depois foi removido no Windows 8. Por quê? A ideia é cortar custos: para usar os codecs, é preciso pagar royalties a detentores de patentes. O VLC não paga esses royalties pois tem sede na França, onde patentes de software não existem.

Por fim, a Microsoft diz: “atualizações do Windows Update serão disponibilizadas automaticamente para os usuários do Windows 10 Home”. Parece que os usuários serão obrigados a instalar atualizações, mas resta ver como isso vai funcionar. (No caso do Windows 10 Pro, será possível adiar atualizações.)
Como será a atualização

Estes são os requisitos de sistema para o Windows 10:


Processador: Processador de 1 gigahertz (GHz) ou mais rápido
RAM: 1 gigabyte (GB) para 32 bits ou 2 GB para 64 bits
Espaço em disco rígido: 16 GB para 32 bits ou 20 GB para 64 bits
Placa gráfica: DirectX 9 ou posterior com driver WDDM 1.0
Tela: 1024×600

Esta é a tabela de atualização para o Windows 7 e 8.1:


O Windows 10 Pro “é basicamente o Windows 10 Home, mas com alguns recursos extras voltados para pequenas empresas”, explica a Microsoft.

Haverá duas formas de atualizar. Uma delas é através do Windows Update, caso você esteja rodando uma cópia legítima do Windows 7 Service Pack 1 ou Windows 8.1 Update. Siga estes passos para saber sua versão:


– no Windows 7: abra o menu Iniciar, clique com o botão direito em “Computador”, depois clique em “Propriedades”. Se você encontrar o termo “Service Pack 1″, tudo bem. Senão, siga estas instruções da Microsoft para instalar o SP1.

– no Windows 8/8.1: abra a tela Iniciar. No canto superior direito, existem botões Pesquisar e Liga/Desliga? Se sim, ótimo. Senão, siga estas instruções para atualizar.

A outra forma é queimando um DVD (ou usando um pendrive) para gravar um arquivo ISO. Neste caso, você pode atualizar a partir de qualquer versão elegível do Windows 7 ou 8(.1).

E a atualização é gratuita mesmo? SIM. Como explica a Microsoft: “Essa atualização gratuita será oferecida por um ano depois que o Windows 10 estiver disponível. Após fazer a atualização, o Windows 10 é seu.”

Isso significa que você terá até julho de 2016 para baixar a atualização. Depois de baixar e instalar, o Windows 10 será seu permanentemente.

O Windows 10 será lançado inicialmente para PCs, e virá nos meses seguintes para smartphones, Xbox One, Arduino e HoloLens.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Android, iOS ou Windows Phone: o que é melhor para você?

Sistemas operacionais para celulares são quase como times de futebol atualmente. O seu é sempre o melhor e o dos outros é inferior. No Olhar Digital não acreditamos nisso, no entanto. A verdade é que cada um tem seus pontos positivos e negativos que se adequam melhor às necessidades de cada pessoa.

Por isso, listamos abaixo as principais características fortes e fracas de cada uma das plataformas móveis. Confira abaixo e veja o que melhor se encaixa no seu perfil.

Do Android:
Se você está pensando em adquirir um aparelho Android, você faz parte de uma maioria. O sistema é bastante popular, por estar disponível para todas as classes sociais, desde os mais pobres, com aparelhos de baixo custo, até os mais ricos, com smartphones que custam uma fortuna como o Galaxy S6 Edge.

Como parte de uma maioria, também é necessário saber: você se tornará o principal alvo de ataques virtuais do que os usuários de outras plataformas. Mas não se assuste. A maioria dos vírus e aplicativos maliciosos que se espalha no Android faz isso por apps instalados de forma “alternativa”, por lojas suspeitas ou por meio de APKs. Baixe o que você tem que baixar direto do Google Play e você estará seguro na maior parte dos casos, mas mantenha-se atento às avaliações dos outros usuários e na reputação do desenvolvedor para garantir.

Outra observação sobre segurança, talvez um pouco mais séria. Existe uma possibilidade grande de que você não receba as atualizações de software necessárias para manter seu sistema seguro em dia. Por haver muitos aparelhos, de muitas fabricantes, cada modificando o sistema à sua maneira, com muitos tamanhos de tela, com o envolvimento de muitas operadoras, o processo de atualização costuma ser moroso, a menos que você tenha um smartphone da linha Nexus. Um software desatualizado é um convite a ataques digitais, infelizmente.

Também é importante observar que, se você está procurando um celular muito barato, você pode ter problemas com o Android. O sistema é notoriamente mais pesado que os concorrentes, e os aparelhos que apelam pelo preço mais baixo geralmente não têm os componentes necessários para rodar o software de maneira satisfatória. Se procura custo-benefício com o Android, é recomendável começar a procurar aparelhos por a partir dos R$ 600; abaixo disso, o Windows Phone costuma oferecer uma experiência melhor.

No mais, o Android atende a todos os tipos de público, desde os mais leigos, que procuram apenas usar alguns aplicativos básicos, quanto o aficionado por tecnologia, que gosta de extrair o máximo do produto. Isso porque ele permite todo tipo de configuração mais profunda e várias opções de customização, que não existe em nenhum outro sistema. Há ainda a opção do root para ter o controle definitivo de basicamente todas as funções do aparelho, o que é recomendado apenas para quem realmente sabe o que está fazendo.

Os aparelhos também costumam oferecer a opção de expansão de memória via cartão microSD, que pode ser uma mão na roda para quem precisa de mais espaço no celular, mas não quer pagar muito mais por isso.

Do iOS
Escolher o iOS é escolher o iPhone. A afirmação parece redundante, mas é significativa para o que a Apple se propõe a fazer. Diferente do Android, que foi abraçado por inúmeras fabricantes, com o iOS só existe o iPhone, que é controlado a rédeas curtas pela Apple. Isso tem alguns pontos positivos e outros negativos.

Segurança talvez seja o principal dos pontos positivos. A Apple tem um processo rígido de aprovação de aplicativos em sua loja, e instalar aplicativos por meios alternativos é quase impossível, o que torna praticamente inviável a infecção do aparelho por algum software malicioso.

As atualizações são um ponto forte. Quase toda a base de usuários recebe a nova versão do iOS no mesmo dia em que ela sai, exceto os aparelhos que não são mais suportados. O problema é que talvez a Apple vá um pouco além do limite em quais aparelhos ela deve atualizar. O iPhone 4s, por exemplo, recebeu o iOS 8 no ano passado e houve severas críticas de queda de desempenho, já que o hardware de 2011 já não conseguia mais dar conta do novo software.

Estabilidade é outro fator importante. Por ter controle total do hardware, a Apple é capaz de extrair o máximo de desempenho de seu produto, mesmo que suas configurações pareçam inferiores à concorrência no papel. Ao mesmo tempo, desenvolvedores de aplicativos também sabem exatamente o que esperar dos aparelhos, evitando erros súbitos.

Dito isso, há os pontos negativos. O que o iPhone tem em estabilidade, ele perde em customização para os demais concorrentes. Todos os aparelhos da Apple são iguais entre si, e a única forma de ter um modelo “diferente” é comprar uma capinha para o aparelho.

Você também não tem a liberdade de instalação de aplicativos que há no Android. Se a Apple não aprova, você não tem acesso, simples assim (a menos que você faça o jailbreak). Assim, você está restrito ao “jardim” da empresa. Acessórios também dependem da aprovação da empresa para funcionar.

E, finalmente, preço. No exterior, por algum motivo, a Apple não pratica valores muito mais altos do que da concorrência, mas no Brasil isso acontece e é bastante evidente. É uma tradição o novo iPhone ser o aparelho mais caro do mercado. E, como nenhuma outra empresa do mercado faz iPhones, quem quer um aparelho iOS é obrigado a aceitar (ou dar um jeito de importar).

Outro ponto fraco é a não-existência da possibilidade de expandir a memória do celular. Se você precisa de espaço, precisa comprar um iPhone com mais armazenamento interno e pagar US$ 100 ou R$ 400 a mais por isso, quando um cartão microSD de R$ 50 faria o mesmo trabalho.

Ele também não é tão versátil em relação aos widgets, um dos destaques do Android, que permitem acesso rápido a vários recursos dos aplicativos instalados.

Do Windows Phone
Você será parte de uma minoria, e precisará lidar com isso, infelizmente. Novos aplicativos demorarão a ser lançados, isso se forem lançados. Você precisa se acostumar a perguntar “quando X sairá para o Windows Phone?” e não obter uma resposta clara. Também é necessário saber que os aplicativos que você já tem instalados no seu aparelho estão defasados em comparação com o mesmo serviço nas outras plataformas.

No entanto, isso pode estar para mudar com o Windows 10 Mobile, que chega provavelmente até o fim deste ano. A Microsoft está fazendo um esforço para facilitar a vida de desenvolvedores das plataformas rivais para que levem seus apps para o Windows, aproveitando o domínio massivo do sistema operacional nos PCs. Os aplicativos universais para a plataforma Windows, abrangendo mobile e computadores, podem mudar o mercado, mas isso é algo para acompanharmos no futuro.

Dito isso, o Windows para celulares é uma plataforma bastante interessante, que serve como um bom meio termo entre a liberdade (às vezes caótica) do Android e a segurança (às vezes restritiva) do iOS.

Não há muitos relatos de vírus e malwares que atinjam o Windows Phone, então o seu usuário está basicamente seguro, a não ser que uma surpresa aconteça. Ao mesmo tempo, o processo de liberação de aplicativos para a loja da Microsoft não é tão fechado quanto o da Apple, permitindo maior diversidade, embora o volume total de aplicativos na loja do iOS seja consideravelmente maior do que o do Windows.

Há diversidade de aparelhos na linha de produtos com Windows Phone, embora atualmente todos os modelos venham da própria Microsoft, o que permite que todo o tipo de público tenha acesso a um, desde um Lumia 430, que pode ser encontrado por R$ 300, até os tops Lumia 930 e 1520, que já estão há algum tempo no mercado e graças a isso já tiveram um corte de preço, custando menos do que a média do mercado. Os modelos são diversificados e não passam a impressão que todo mundo tem o mesmo aparelho que o seu.

Falando no Lumia 430, o Windows Phone oferece uma experiência excepcionalmente boa em aparelhos de baixo custo, já que por ser um sistema muito leve, não exige hardware parrudo para funcionar com fluidez. Portanto, se o dinheiro está realmente curto, o WP é uma opção ainda melhor que o Android. A competição entre os dois só começa a ficar parelha na faixa de preço dos R$ 600 ou mais.

Em relação à interface, ele se diferencia bastante de Android e iOS graças aos blocos dinâmicos, que podem ser redimensionados e reposicionados livremente, dando um bom senso de customização para o usuário. Os live tiles também servem como widgets, oferecendo informação dos aplicativos em tempo real, o que pode ser bastante útil para aplicativos de esportes, previsão do tempo, e basicamente qualquer outro serviço que se beneficie de informação rápida.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Economizar bateria do smartphone/ tablet

Economizar bateria na hora de ir dormir
Alguns dos telefones de hoje possuem ferramentas de automação que permitem, por exemplo, desligar o sinal de celular e Wi-Fi depois de um certo tempo.

Colocar o seu telefone nesse tipo de coma induzido irá economizar energia, por isso, se o seu telefone não tem suporte às atividades programadas, instale um aplicativo de gestão como o Tasker e desligue todas as coisas não essenciais durante a noite.

Tasker é o que oferece mais do que apenas a extensão da bateria e da tarefa de matar. Na verdade, eu recomendo este para quem quer ajudar a automatizar a experiência com Android.
 
Desabilite o Wi-Fi, o Bluetooth e o 3G
Se o seu telefone está constantemente procurando e tentando se conectar a cada sinal de Wi-Fi, você está desperdiçando energia.

Desligue Wi-Fi quando você sabe que você não vai precisar dele.

O mesmo vale para as outras ferramentas – bluetooth e rede de dados 3G;

Configure para sincronizar apenas em Wi-Fi:
Se você é um usuário do Dropbox ou costuma usar serviços de sincronização de músicas, vai se beneficiar muito se só fizer seu envio através de Wi-Fi.

É muito mais rápido, o que significa menos tempo de conectividade para o seu telefone e menos pressão sobre a bateria.

Desinstale aplicativos desnecessários
você nunca pode ter certeza do que está sendo executado em segundo plano, então pelo menos minimize as chances de algo estar sugando toda a bateria por tentar se conectar a algum servidor inexistente - desinstale os aplicativos não utilizados;

Utilize aplicativo que bloqueia e todos aplicativos fazem atualizaçao automatica todas as vezes que você conectar, um bom aplicativo é Data-sense, mas outros similares.

Verifique você mesmo
Aplicativos como Battery Doctor podem indicar muito melhor o que está acabando com a bateria do seu telefone do que o verificador do Android, e com isso você pode descobrir quem é o culpado, e é claro, deletá-lo, caso possa viver sem ele.

Já no windows phone utilizar app Datasense mostra quem são os vilões que consome mais bateria e principalmente internet.

Instale um widget de alternância de brilho
Defina o telefone para o brilho mínimo possível como padrão, já que o display é de longe o que mais consome bateria, principalmente se for uma tela grande. Em seguida, mantenha um widget de alternância de brilho alto / baixo na tela inicial, em um lugar que possa-se encontrar sem precisar olhar. E então, só use o brilho máximo quando for absolutamente necessário.

Evite jogar joguinhos
Eu sei, a principal razão para termos um smartphone são os joguinhos:minimom, surg, galaxy, corrida, sonic e tantos outros. Mas se você está precisando economizar a bateria, é melhor não jogá-los, pois eles são o tipo de app que mais gasta bateria, tanto durante estar jogando e quando ele fica buscando atualizações.

Se for possivel jogue o menos possivel.

Desligue o GPS:
A menos que você seja uma daquelas pessoas que ainda utilizam o Foursquare para dizer ao mundo cada vez que você sai para ir à loja comprar um pacote de batatas fritas, há pouca razão para ter o GPS constantemente ativo no seu telefone.

Ligue-o quando você precisar dele, e use a opção de o telefone detectar sua localização através da conexão wi-fi;

Coloque seu telefone perto da janela:
A forte ligação à rede requer menos energia para manter a conexão, dizem os técnicos. Então, em vez de deixá-lo em seu bolso, coloque-o em algum lugar, e aponte na direção certa, onde você possa ver o número máximo de barras de conexão.

Basta virar o telefone 45 graus em sua mesa, e isso pode realmente fazer a bateria durar mais tempo.

Que revelação, hein?

Utilize o modo avião sempre que possível:
Essa é a mais radical das dicas, mas é também a mais eficiente para economizar a bateria. No modo avião, você basicamente desliga tudo que é relacionado a rede, inclusive a rede de telefonia. Você fica incomunicável, mas durante uma viagem, você pode não precisar estar comunicável

o tempo todo. Se esse é seu caso, o modo avião pode fazer o seu Galaxy S de 2 anos ( alguém? ) economizar tanta bateria que ele aguentará quase 2 dias de uso.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Os smartphones não ficarão tão baratos

Smartphones mais baratos O governo aprovou ontem, dia 09/04/2013, o decreto de desoneração de PIS/Cofins para smartphones fabricados no Brasil e informou que a medida poderia reduzir até 30% no preço final dos aparelhos. No entanto, a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) estima que a redução ficará na faixa dos 7%. O presidente da associação afirmou que o valor de redução apresentado pelo governo é irreal, já que os impostos desonerados somam apenas 9,25%. “Estamos considerando uma redução de 7%, que é um número razoável. Qualquer valor acima disso eu acho um pouco absurdo”, comentou.

A assessoria de imprensa do Ministério de Comunicações confirma a possibilidade de redução de até 30% nos preços. Essa porcentagem é citada para comparar uma possível diferença de valores cobrados entre os aparelhos produzidos no Brasil e modelos importados, que pagam IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).

A Abinee ainda estima que os smartphones responderão por 44% das vendas de telefones móveis no Brasil em 2013 e aparelhos mais simples 56%. Caso os números estejam corretos, serão vendidos 29 milhões de celulares inteligentes, contra 16 milhões do ano passado. Segundo o Ministério das Comunicações, cerca de 65 milhões de pessoas usam smartphones no Brasil.

O decreto entra em vigor na data da publicação, mas ainda não há informações de quando esse desconto chegará efetivamente aos consumidores. O ministro Paulo Bernardo deu como prazo o Dia das Mães.

Decreto
O incentivo ao setor faz parte do Programa de Inclusão Digital. No entanto, para garantir o benefício, o valor de venda dos aparelhos não poderá exceder R$ 1,5 mil. A desoneração também inclui roteadores digitais com preços de até R$ 150. O decreto ainda prevê as características técnicas que o celular deverá ter para ser considerado um smartphone. Segundo o ministério, o celular precisa de conectividade Wi-Fi, navegador, email, tela igual ou superior a 18 centímetros quadrados, aplicativos desenvolvidos no país e kit de desenvolvimento do sistema operacional. O governo acrescentou que poderá no ato estabelecer valores inferiores ao previsto, "a depender dos requisitos técnicos estabelecidos".Descrição: http://img.hoteisepousadas.blog.br/tur-gramado.gif

O governo aprovou ontem, dia 09/04/2013, o decreto de desoneração de PIS/Cofins para smartphones fabricados no Brasil e informou que a medida poderia reduzir até 30% no preço final dos aparelhos. No entanto, a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) estima que a redução ficará na faixa dos 7%. O presidente da associação afirmou que o valor de redução apresentado pelo governo é irreal, já que os impostos desonerados somam apenas 9,25%. “Estamos considerando uma redução de 7%, que é um número razoável. Qualquer valor acima disso eu acho um pouco absurdo”, comentou. A assessoria de imprensa do Ministério de Comunicações confirma a possibilidade de redução de até 30% nos preços. Essa porcentagem é citada para comparar uma possível diferença de valores cobrados entre os aparelhos produzidos no Brasil e modelos importados, que pagam IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). A Abinee ainda estima que os smartphones responderão por 44% das vendas de telefones móveis no Brasil em 2013 e aparelhos mais simples 56%. Caso os números estejam corretos, serão vendidos 29 milhões de celulares inteligentes, contra 16 milhões do ano passado. Segundo o Ministério das Comunicações, cerca de 65 milhões de pessoas usam smartphones no Brasil. O decreto entra em vigor na data da publicação, mas ainda não há informações de quando esse desconto chegará efetivamente aos consumidores. O ministro Paulo Bernardo deu como prazo o Dia das Mães. Decreto O incentivo ao setor faz parte do Programa de Inclusão Digital. No entanto, para garantir o benefício, o valor de venda dos aparelhos não poderá exceder R$ 1,5 mil. A desoneração também inclui roteadores digitais com preços de até R$ 150. O decreto ainda prevê as características técnicas que o celular deverá ter para ser considerado um smartphone. Segundo o ministério, o celular precisa de conectividade Wi-Fi, navegador, email, tela igual ou superior a 18 centímetros quadrados, aplicativos desenvolvidos no país e kit de desenvolvimento do sistema operacional. O governo acrescentou que poderá no ato estabelecer valores inferiores ao previsto, "a depender dos requisitos técnicos estabelecidos".
O governo aprovou ontem, dia 09/04/2013, o decreto de desoneração de PIS/Cofins para smartphones fabricados no Brasil e informou que a medida poderia reduzir até 30% no preço final dos aparelhos. No entanto, a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) estima que a redução ficará na faixa dos 7%. O presidente da associação afirmou que o valor de redução apresentado pelo governo é irreal, já que os impostos desonerados somam apenas 9,25%. “Estamos considerando uma redução de 7%, que é um número razoável. Qualquer valor acima disso eu acho um pouco absurdo”, comentou. A assessoria de imprensa do Ministério de Comunicações confirma a possibilidade de redução de até 30% nos preços. Essa porcentagem é citada para comparar uma possível diferença de valores cobrados entre os aparelhos produzidos no Brasil e modelos importados, que pagam IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). A Abinee ainda estima que os smartphones responderão por 44% das vendas de telefones móveis no Brasil em 2013 e aparelhos mais simples 56%. Caso os números estejam corretos, serão vendidos 29 milhões de celulares inteligentes, contra 16 milhões do ano passado. Segundo o Ministério das Comunicações, cerca de 65 milhões de pessoas usam smartphones no Brasil. O decreto entra em vigor na data da publicação, mas ainda não há informações de quando esse desconto chegará efetivamente aos consumidores. O ministro Paulo Bernardo deu como prazo o Dia das Mães. Decreto O incentivo ao setor faz parte do Programa de Inclusão Digital. No entanto, para garantir o benefício, o valor de venda dos aparelhos não poderá exceder R$ 1,5 mil. A desoneração também inclui roteadores digitais com preços de até R$ 150. O decreto ainda prevê as características técnicas que o celular deverá ter para ser considerado um smartphone. Segundo o ministério, o celular precisa de conectividade Wi-Fi, navegador, email, tela igual ou superior a 18 centímetros quadrados, aplicativos desenvolvidos no país e kit de desenvolvimento do sistema operacional. O governo acrescentou que poderá no ato estabelecer valores inferiores ao previsto, "a depender dos requisitos técnicos estabelecidos".
Smartphones mais baratos O governo aprovou ontem, dia 09/04/2013, o decreto de desoneração de PIS/Cofins para smartphones fabricados no Brasil e informou que a medida poderia reduzir até 30% no preço final dos aparelhos. No entanto, a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) estima que a redução ficará na faixa dos 7%. O presidente da associação afirmou que o valor de redução apresentado pelo governo é irreal, já que os impostos desonerados somam apenas 9,25%. “Estamos considerando uma redução de 7%, que é um número razoável. Qualquer valor acima disso eu acho um pouco absurdo”, comentou. A assessoria de imprensa do Ministério de Comunicações confirma a possibilidade de redução de até 30% nos preços. Essa porcentagem é citada para comparar uma possível diferença de valores cobrados entre os aparelhos produzidos no Brasil e modelos importados, que pagam IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). A Abinee ainda estima que os smartphones responderão por 44% das vendas de telefones móveis no Brasil em 2013 e aparelhos mais simples 56%. Caso os números estejam corretos, serão vendidos 29 milhões de celulares inteligentes, contra 16 milhões do ano passado. Segundo o Ministério das Comunicações, cerca de 65 milhões de pessoas usam smartphones no Brasil. O decreto entra em vigor na data da publicação, mas ainda não há informações de quando esse desconto chegará efetivamente aos consumidores. O ministro Paulo Bernardo deu como prazo o Dia das Mães. Decreto O incentivo ao setor faz parte do Programa de Inclusão Digital. No entanto, para garantir o benefício, o valor de venda dos aparelhos não poderá exceder R$ 1,5 mil. A desoneração também inclui roteadores digitais com preços de até R$ 150. O decreto ainda prevê as características técnicas que o celular deverá ter para ser considerado um smartphone. Segundo o ministério, o celular precisa de conectividade Wi-Fi, navegador, email, tela igual ou superior a 18 centímetros quadrados, aplicativos desenvolvidos no país e kit de desenvolvimento do sistema operacional. O governo acrescentou que poderá no ato estabelecer valores inferiores ao previsto, "a depender dos requisitos técnicos estabelecidos".
Smartphones mais baratos O governo aprovou ontem, dia 09/04/2013, o decreto de desoneração de PIS/Cofins para smartphones fabricados no Brasil e informou que a medida poderia reduzir até 30% no preço final dos aparelhos. No entanto, a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) estima que a redução ficará na faixa dos 7%. O presidente da associação afirmou que o valor de redução apresentado pelo governo é irreal, já que os impostos desonerados somam apenas 9,25%. “Estamos considerando uma redução de 7%, que é um número razoável. Qualquer valor acima disso eu acho um pouco absurdo”, comentou. A assessoria de imprensa do Ministério de Comunicações confirma a possibilidade de redução de até 30% nos preços. Essa porcentagem é citada para comparar uma possível diferença de valores cobrados entre os aparelhos produzidos no Brasil e modelos importados, que pagam IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). A Abinee ainda estima que os smartphones responderão por 44% das vendas de telefones móveis no Brasil em 2013 e aparelhos mais simples 56%. Caso os números estejam corretos, serão vendidos 29 milhões de celulares inteligentes, contra 16 milhões do ano passado. Segundo o Ministério das Comunicações, cerca de 65 milhões de pessoas usam smartphones no Brasil. O decreto entra em vigor na data da publicação, mas ainda não há informações de quando esse desconto chegará efetivamente aos consumidores. O ministro Paulo Bernardo deu como prazo o Dia das Mães. Decreto O incentivo ao setor faz parte do Programa de Inclusão Digital. No entanto, para garantir o benefício, o valor de venda dos aparelhos não poderá exceder R$ 1,5 mil. A desoneração também inclui roteadores digitais com preços de até R$ 150. O decreto ainda prevê as características técnicas que o celular deverá ter para ser considerado um smartphone. Segundo o ministério, o celular precisa de conectividade Wi-Fi, navegador, email, tela igual ou superior a 18 centímetros quadrados, aplicativos desenvolvidos no país e kit de desenvolvimento do sistema operacional. O governo acrescentou que poderá no ato estabelecer valores inferiores ao previsto, "a depender dos requisitos técnicos estabelecidos".
Smartphones mais baratos O governo aprovou ontem, dia 09/04/2013, o decreto de desoneração de PIS/Cofins para smartphones fabricados no Brasil e informou que a medida poderia reduzir até 30% no preço final dos aparelhos. No entanto, a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) estima que a redução ficará na faixa dos 7%. O presidente da associação afirmou que o valor de redução apresentado pelo governo é irreal, já que os impostos desonerados somam apenas 9,25%. “Estamos considerando uma redução de 7%, que é um número razoável. Qualquer valor acima disso eu acho um pouco absurdo”, comentou. A assessoria de imprensa do Ministério de Comunicações confirma a possibilidade de redução de até 30% nos preços. Essa porcentagem é citada para comparar uma possível diferença de valores cobrados entre os aparelhos produzidos no Brasil e modelos importados, que pagam IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). A Abinee ainda estima que os smartphones responderão por 44% das vendas de telefones móveis no Brasil em 2013 e aparelhos mais simples 56%. Caso os números estejam corretos, serão vendidos 29 milhões de celulares inteligentes, contra 16 milhões do ano passado. Segundo o Ministério das Comunicações, cerca de 65 milhões de pessoas usam smartphones no Brasil. O decreto entra em vigor na data da publicação, mas ainda não há informações de quando esse desconto chegará efetivamente aos consumidores. O ministro Paulo Bernardo deu como prazo o Dia das Mães. Decreto O incentivo ao setor faz parte do Programa de Inclusão Digital. No entanto, para garantir o benefício, o valor de venda dos aparelhos não poderá exceder R$ 1,5 mil. A desoneração também inclui roteadores digitais com preços de até R$ 150. O decreto ainda prevê as características técnicas que o celular deverá ter para ser considerado um smartphone. Segundo o ministério, o celular precisa de conectividade Wi-Fi, navegador, email, tela igual ou superior a 18 centímetros quadrados, aplicativos desenvolvidos no país e kit de desenvolvimento do sistema operacional. O governo acrescentou que poderá no ato estabelecer valores inferiores ao previsto, "a depender dos requisitos técnicos estabelecidos".