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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Atalhos de Teclado para Windows 8

Confira uma série de atalhos de teclado para Windows 8.


Ambiente Metro do Windows 8
Windows + Q: Pesquisar aplicativos através do ambiente Metro.

Windows + W: Pesquisar ferramentas do Windows 8.

Windows + F: Pesquisar arquivos.
Windows + O: Trava a orientação de dispositivos.
Windows + Z: Abre a barra de aplicativos relativa ao programa executado no momento.


Ambiente Desktop do Windows 8

Windows + Setas Direcionais: Ajusta janelas de aplicativos à esquerda, direita da tela e também maximiza e minimiza a tela atual.

Windows + Shift + Setas Direcionais: Maximiza, restaura ou move janelas.

Windows + , (vírgula): Exibe a área de trabalho.
Windows + números (1 a 0): Utilizado para abrir o programa correspondente na barra de tarefas.
Windows + B: Focaliza o cursor do mouse na área de notificação.
Windows + Pause/Break: Exibe as propriedades do sistema.
Windows + E: Abre o Windows Explorer.
Windows + Ctrl + F: abre a janela de pesquisa por computadores quando estiver em uma rede.
Windows + G: Percorre os gadgets da área de trabalho se caso instalados.
Windows + M: Minimiza todas as janelas.
Windows + Shift + M: Restaura janelas minimizadas.
Windows + R: Abre a função Executar.
Windows + T: Foca o cursor do mouse na barra de tarefas e passa pelos atalhos.
Windows + Alt + Enter: Abre o Media Center caso tenha instalado.
Windows + F1: Abre a Ajuda do sistema.
Windows + U: Abre a Central de Facilidades de Acesso.


Atalhos para ambos os ambientes

Windows + P: Abre as opções de projeção para 2 monitores.
Windows + L: trava o computador caso esteja conectado em rede ou alterna entre usuários.

Windows + X: Abre um menu no canto inferior esquerdo da área de trabalho que oferece alguns recursos do sistema.
Windows + (- ou +): Executa a Lupa do sistema para aumentar e diminuir zoom.
Windows + Esc: Fecha a lupa.
Windows + Barra de espaço: Define o idioma e layout do teclado.
Windows + Enter: Abre o narrador.
Windows + C: Abre a barra lateral do sistema com atalhos para configurações, dispositivos, compartilhamentos, busca.
Windows + I: Abre o painel de configurações para desligar o computador, configurar o aplicativo atual, ajustar volume, conferir a rede e ajustar o brilho.
Windows + K: Abre o painel de conexões onde é possível configurar um projetor ou outro dispositivo.
Wincows + H: Abre o painel de compartilhamento.
Windows + Tab: Alterna entre janelas abertas.
Windows + Shift + Tab: Alterna entre janelas abertas na ordem inversa.
Windows + Print Screen: Captura uma imagem da tela.
Windows + Page Up ou Page Down: alterna entre o monitor primário e secundário.
Ctrl + botão de rolagem do mouse: na tela Start aumenta e diminui zoom. Na área de trabalho modifica o tamanho de ícones ou letras.
Ctrl + Shift + N: Cria uma nova pasta no diretório atual.


quarta-feira, 12 de junho de 2013

Como limpar um PC infectado por malware

Seu PC foi infectado apesar de seus esforços para mantê-lo seguro? O notebook de um amigo tem tantos vírus que parece um laboratório? Siga estes passos para recuperá-lo!

Você trabalha duro para manter seu PC protegido dos vilões do mundo digital. Mantém seu antivírus sempre atualizado. Evita sites de natureza duvidosa. Não abre anexos suspeitos. Mantém o Flash, o Java e o Adobe Reader sempre atualizados ou, melhor ainda, aprendeu a viver sem eles.
Mas ainda assim um novo e engenhoso Trojan conseguiu passar por uma fresta e agora você é o infeliz proprietário de um PC infectado. Ou então talvez um amigo menos atento tenha lhe pedido para ajudar a salvar uma máquina assolada por pragas.
É óbvio que é necessário fazer uma varredura no computador e remover o malware. Mas como? Preparamos este guia com uma abordagem metódica, que você pode usar para determinar qual é o problema, como fazer uma varredura e como proteger um PC recuperado de invasões futuras.
1. Verifique se há mesmo uma infecção
Será que o PC está mesmo infectado? Cansei de ver pessoas culpando um “vírus maldito” por tudo, de uma placa de som com defeito à própria estupidez. O primeiro passo para recuperar a saúde do sistema é determinar se você está mesmo lidando com um vírus, em vez de um problema de hardware, software ou erro de usuário.
Se o PC está muito mais lento do que de costume, ou se costuma fazer coisas que você não pediu por “vontade própria” (abrir apps, acessar sites, etc), então há motivos para suspeita. Mas antes de dizer que um vírus é o responsável, abra o Gerenciador de Tarefas do Windows (clique com o botão direito do mouse sobre a barra de tarefas no rodapé da tela e selecione a opção Gerenciador de Tarefas no menu). Abra a aba Processos e veja se encontra algum app estranho ou desconhecido rodando em segundo plano, especialmente aqueles com um nome que parece não fazer sentido ou uma descrição suspeita. Por exemplo, um processo chamado wuauclt pode parecer suspeito, mas consultando a descrição descobrimos que ele pertence à Microsoft e é parte do Windows Update.
Claro, essa é apenas uma orientação geral. Não há nada que impeça um malware de se disfarçar de programa legítimo usando uma descrição inofensiva, ou mesmo de se ocultar do Gerenciador de Tarefas. Ainda assim, você ficaria surpreso ao ver quantas vezes um malware “entrega o jogo” com uma descrição ou nome do processo cheio de caracteres estranhos.
2. Procure por sinais claros de malware
Os piores malware irão tentar todos os truques possíveis para evitar que sejam removidos. Se seu PC subitamente deixar de abrir utilitários que podem ser usados na tarefa, como o msconfig ou regedit, fique de olho. Se seu antivírus subitamente deixar de funcionar, é um péssimo sinal.
Às vezes o ataque é mais óbvio. Se um programa que você não reconhece aparece do nada e começa a dar “avisos” de “problemas sérios” com seu PC, ou pede seu número de cartão de crédito, seu PC está definitivamente infectado com malware.
Nunca dê o número de seu cartão de crédito, ou qualquer outra informação, a qualquer programa ou site que avise que seu PC está prestes a “morrer”. É quase certeza de que se trata de um componente de malware, que tenta assustar o usuário com avisos de erros críticos ou falhas de hardware.
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Essas janelas mostrando centenas de ameaças em

seu PC geralmente são malware tentando te assustar

Muitas vezes eles usam nomes que sugerem um app de segurança, como “PC Protector Pro”, "Windows Web Security" e afins, e prometem uma “cura rápida” para os problemas se você pagar por um “upgrade”. Se você der seu número de cartão de crédito ou endereço de e-mail, duas coisas vão acontecer com certeza: a primeira é que você vai ser roubado. A segunda é que em breve irá começar a receber spam, boa parte dele contendo mais malware.
3. Faça uma busca por soluções
Um benefício destes falsos alertas é que eles podem apontá-lo na direção de uma cura. Faça uma pesquisa por frases que aparecem em meio aos alertas, ou pelo nome do “programa” que os está exibindo. Você provelmente encontrará pessoas que estão sofrendo com o mesmo problema, e eventualmente informações que ajudarão a identificar seu inimigo ou um passo-a-passo de como removê-lo. Mas tenha cuidado! Só aceite conselhos de sites que parecem confiáveis, e faça uma varredura completa no PC depois de seguir quaisquer instruções, mesmo as nossas.
Se não houver pistas levando a uma solução rápida, uma varredura no sistema é o próximo passo importante.
4. Assuma que seu antivírus foi comprometido
Não perca tempo tentando fazer uma varredura em seu PC usando o antivírus que já está instalado. Afinal de contas, pra começo de conversa ele não conseguiu pegar o malware quando ele se instalou em sua máquina. E depois que o vírus se instala, assuma que seu antivírus foi comprometido e agora está sob controle dos vilões. Ele pode ter sido modificado para dizer que tudo está bem, quando a verdade é longe disso.
Você precisa de uma nova ferramenta para varredura (um “scanner” no jargão) em busca de malware, uma que já não esteja instalada em seu computador. Ela precisa ser capaz de detectar e remover o malware de seu PC, e precisa rodá-la a partir de um ambiente onde o malware não pode agir. Linux é a melhor opção, mas antes disso tente executar o Windows em modo de segurança.
5. Use uma ferramenta leve para varredura no Modo de Segurança.
O Windows tem um modo de segurança que inicia o PC com uma versão mínima do sistema operacional, com drivers genéricos e nada mais. Nesse modo a maioria dos aplicativos que são abertos junto com o sistema operacional não é carregada e, com sorte, o malware que está assolando seu PC também não será.
Para entrar em modo de segurança, inicie seu computador e pressione a tecla F8 antes que o Windows comece a ser carregado. Você precisa ser rápido, então o melhor a fazer é teclar F8 repetidamente do momento em que o logo do fabricante aparece na tela até um menu de boot aparecer na tela.
Nesse menu selecione a opção Modo de segurança com rede. A conexão de rede é importante, você precisará de acesso à internet para resolver seu problema.
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ESET Online Scanner: varredura completa via web

Uma vez em modo de segurança abra o Internet Explorer (outros navegadores podem não funcionar corretamente) e rode uma ferramenta de varredura online. Eu recomendo o ESET Online Scanner, que roda dentro do navegador, está sempre atualizado e é executado a partir de um servidor remoto. Dependendo do navegador pode ser necessário aceitar um plugin, mas ele será removido quando a varredura terminar. Antes de começar, clique em Advanced Settings e habilite todos os níveis de segurança extra que puder, incluindo a varredura de arquivos comprimidos e cache do navegador.
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House Call, da Trend Micro: pode ser instalado em um pendrive

Experimente também o HouseCall, da Trend Micro. Ele não é um aplicativo web mas é “portátil”, ou seja, você pode baixá-lo em um outro computador, copiá-lo para um pendrive e rodá-lo a partir de lá. Mas você precisará de uma conexão à internet para atualizar as definições de vírus. E não rode o HouseCall na configuração padrão: antes de clicar no botão azul que diz Scan Now clique em Settings e marque a opçãoFull system scan (varredura completa do sistema).
Não importa qual opção você usar, não tenha pressa. Observe as opções disponíveis e faça a varredura mais completa disponível, mesmo que seja demorada. Depois de iniciá-la saia da frente do PC e vá ler um livro, lavar a louça ou passar um tempo com a família. A varredura deve demorar algumas horas.
6. Peça uma segunda opinião
Quando a primeira varredura terminar roda uma outra com uma ferramenta diferente. Assim você poderá dormir sossegado se ambas disserem que seu PC está limpo.
7. Use o Linux como linha de defesa
O modo de segurança pode não ser o suficiente para impedir a ação dos malware mais sofisticados. Se você ainda tiver problemas após múltiplas varreduras em modo de segurança, terá de ignorar o Windows e evitar “dar boot” na máquina a partir do HD interno. A solução é criar um CD ou pendrive “bootável” com um utilitário antivírus baseado em Linux.
Você não precisa conhecer nada de Linux para fazer isso. Mas novamente precisará de uma conexão à internet para atualizar as definições do antivírus.
O primeiro passo é baixar um scanner “bootável”, como o Kaspersky Rescue Disk 10, que é distribuído na forma de um arquivo .ISO. Esse arquivo deve ser gravado em um CD, criando um disco de boot para seu PC. No Windows 7 basta dar um duplo-clique no arquivo .ISO e seguir as instruções. No Windows 8 clique com o botão direito do mouse sobre o arquivo e selecione a opção Gravar imagem de disco. Em versões anteriores do Windows você terá de usar um utilitário para gravar o CD, como excelente (e gratuito) ImgBurn.
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Kaspersky Rescue Disk: interface simples, similar à do Windows

O Kaspersky Rescue Disk tem uma interface similar à do Windows, então você irá se sentir “em casa”. Mas é preciso ter cuidado ao configurar a varredura, já que o programa não atualiza suas definições automaticamente. Para fazer isso clique na aba Update Center e clique em Start Update. Depois da atualização volte à aba Objects Scan, clique em Settings e coloque o nível de segurança na posição máxima. Certifique-se de que todos os seus HDs estão marcados antes de começar a varredura, e vá tomar um café ou assistir a um filme.
Também é possível rodar o Kaspersky Rescue Disk a partir de um pendrive em vez de um CD. Para isso você precisará da ferramenta Utility to record Kaspersky Rescue Disk 10 to USB devices. Coloque-a na mesma pasta que o arquivo .ISO, dê dois cliques para executá-la e siga as instruções.
Já o F-Secure Rescue CD não é tão amigável quanto o programa da Kaspersky. Na verdade, pode acabar te lembrando dos velhos tempos do DOS, mas ele funciona. Não se assuste com o alerta em vermelho dizendo: “If a Windows system file is infected, the computer may not restart”. (“Se um arquivo de sistema do Windows estiver infectado, o computador pode não reiniciar”). Nunca soube de um PC que não reiniciou corretamente após uma varredura com o utilitário da F-Secure, e suspeito que as chances de que isso ocorra são pequenas. E de qualquer forma, se um malware conseguir infectar um arquivo de sistema crucial ao Windows uma reinstalação do sistema será a única opção.
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F-Secure Rescue CD: não é bonito, mas funciona bem

O F-Secure Rescue CD tem uma interface básica em modo texto que não é nada atraente. Mas ao contrário da ferramenta da Kaspersky ele atualiza suas definições automaticamente (se encontrar uma conexão à internet) e começa uma varredura completa quase que imediatamente. Você só precisa aceitar a licença.
O F-Secure não tem um utilitário especial para instalação em um pendrive, mas você pode fazer isso usando o Universal USB Installer. Na janela do programa, no menu abaixo de Step 1, você irá encontrar o F-Secure Rescue CD quase no final da lista. 
8. Seu PC está limpo? Então proteja-o!
Depois que seu PC estiver limpo, reinicie o Windows normalmente e desinstale seu “velho” antivírus, já que ele foi comprometido. Depois reinstale-o e atualize as definições ou, se tiver perdido a confiança nele, instale um concorrente. E não deixe um incidente de abalar, continue investindo tempo e esforço na proteção de seu PC. Quando o assunto é malware, um byte de prevenção vale por um terabyte de cura.

O que é armazenamento em nuvem?

Guardar documentos importantes no HD do computador já é coisa do passado para muitos usuários. Isso porque além de os arquivos ficarem a mercê de possíveis vírus e defeitos do sistema, ficam localizados somente uma máquina e podem ser dificilmente acessados, caso o usuário esteja em outro lugar. Para quem utiliza HDs externos e pendrives também corre o risco de possíveis danos nos dispositivos ou de, simplesmente, perdê-los, por isso muitos vêm apostando no armazenamento em nuvem.

Nuvem

O conceito nuvem vem da ideia de algo alocado na rede mundial de computadores – a internet. Dessa forma, é possível acessar fotos e documentos importantes em qualquer máquina. Para isso, basta contratar algum serviço de armazenamento em nuvem disponível e, por meio do navegador, acessar seus dados de onde quer que você esteja.

Segurança

Por ser protegido com senhas, assim como e-mails, esse tipo de armazenamento acaba sendo muito seguro. Mas claro que precauções são sempre bem-vindas. Cuidados como ao acessar links duvidosos ou entrar em sites desconhecidos.

O que eu posso guardar em nuvem?

Qualquer tipo de documento, desde fotos até vídeos. Só é necessário ver quanto o seu pacote permite armazenar, 5GB, 10GB, 20GB, e por aí vai. E evite acessar seus documentos em computadores desconhecidos.


segunda-feira, 10 de junho de 2013

Cuidado: uso excessivo de internet e celular pode viciar


Danos ao cérebro seriam similares aos de drogas como a cocaína


A tecnologia está definitivamente presente na vida cotidiana. Seja para consultar informações, conversar com amigos e familiares ou apenas entreter, a internet e os celulares não saem das mãos e mentes das pessoas. Por esse motivo, especialistas alertam: o uso excessivo dessas ferramentas pode viciar. Apesar de o distúrbio ainda não constar no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, estudos recentes apontam que as mudanças causadas no cérebro pelo abuso na utilização da web são similares aos efeitos de drogas químicas, como o álcool e a cocaína.

— A dependência pela tecnologia é comportamental, as outras são químicas, mas ela causa o mesmo desgaste na ponta do neurônio que as drogas — explica Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Fobia de perder o celular
O problema, dizem os especialistas, é o usuário conseguir diferenciar a dependência do uso considerado normal. Hoje, a internet e os celulares são ferramentas profissionais e de estudo. De acordo com pesquisa realizada pela Google no ano passado, 73% dos brasileiros que possuem smartphones não saem de casa sem eles. A advogada Nídia Aguilar, por exemplo, diz se sentir ansiosa e incomodada quando fica longe do celular, pois usa o aparelho para se comunicar com clientes. Apesar de estar ciente do uso excessivo, ela considera o telefone fundamental para o trabalho.

— A linha que separa o uso do abuso é tênue. Mesmo que se use muito o celular, isso não caracteriza o vício. Na dependência patológica, o uso excessivo está ligado a um transtorno de ansiedade, como pânico ou fobia social — afirma a psicóloga Anna Lucia Spear King, pesquisadora do Laboratório de Pânico e Respiração do Instituto de Psiquiatria da UFRJ.
A pesquisadora é a pioneira no estudo científico da nomofobia, nome cunhado na Inglaterra para descrever o medo de ficar sem celular (no + mobile + fobia).
Ela explica que os principais sintomas da síndrome são angústia e sensação de desconforto quando se está sem o telefone e mudanças comportamentais, como isolamento e falta de interesse em outras atividades.

— Isso pode indicar que a pessoa está com algum problema que precisa ser investigado.

Atenção especial às crianças
A professora de piano Olga de Lena não se considera viciada em celular, mas admite que faz uso exagerado do seu iPhone. Ela diz não largar o telefone por questões profissionais. E ressalta os pontos positivos de ter conexão à internet na palma da mão, como pesquisar músicas durante uma aula ou usar o mapa para se localizar.

— Estou sempre com ele. O aluno pede uma música e eu acesso na mesma hora. Quando vou a um restaurante, ele fica em cima da mesa. Sei que não é de bom tom, mas eu deixo mesmo que seja no silencioso — conta Olga, que relata a sensação de ficar sem o smartphone. — É desesperador! Eu perdi o meu aparelho recentemente e me senti como se estivesse doente, faltando uma parte de mim.

O relato de Olga pode ser considerado normal, mas existem casos que chamam atenção. Cristiano Nabuco atendeu a uma mãe que tinha que dar o celular para o filho de dois anos para que ele saísse da cama. Pior, no shopping a criança pedia colo para as vendedoras das lojas para tocar no teclado. Segundo o psicólogo, a tecnologia está se tornando uma espécie de babá eletrônica, e os pais não conseguem medir as consequências disso.
É comum ver, em festas infantis, crianças isoladas com o celular do pai na mão em vez de estar brincando com os colegas. De acordo com Nabuco, tal comportamento interfere no desenvolvimento emocional do indivíduo, o que pode acarretar transtornos na fase adulta. Ele recomenda que os pais não deem smartphones e tablets para crianças muito novas e monitorem como os filhos estão usando a internet.

No Hospital das Clínicas de São Paulo, o tratamento da dependência em tecnologia é feito com 18 reuniões semanais de psicoterapia de grupo, tratamento psiquiátrico e suporte emocional para os familiares, modelo parecido com o adotado para outros vícios. A pesquisadora Anna Lucia explica que, em alguns casos, é preciso tomar medicação.

A psicóloga Luciana Nunes, do Instituto Psicoinfo, pede ações do governo para o tratamento dos dependentes. Segundo ela, existem diversos projetos para promover a inclusão digital, mas não para apoiar quem sofre com o uso em excesso da tecnologia.

— Com a popularização dos smartphones, o problema tende a crescer. Quanto mais interativo é o aparelho, maior o potencial de dependência — afirma a psicóloga.

Para não sofrer desse mal, os especialistas recomendam moderação, mesmo que o smartphone ou a internet sejam essenciais para determinadas atividades. Cristiano Nabuco aconselha que as pessoas fiquem ao menos uma hora por dia longe do celular e desabilitem as notificações automáticas de e-mail e redes sociais. Também é essencial manter atividades ao ar livre, com encontros presenciais com outras pessoas. É o que faz o estudante de administração Felipe Souza. Pelo celular, ele joga, manda mensagens, lê e-mails e até assiste televisão. Na internet, conversa pelo Skype e participa de jogos on-line, mas não abandona o futebol semanal com os amigos.

— O celular não afeta o meu dia a dia. Só fico com ele na mão quando não tenho nada melhor para fazer — diz.

Os sintomas
- Preocupação constante com o que acontece na internet quando está offline.
- Necessidade contínua de utilizar a web como forma de obter excitação.
- Irritabilidade quando tenta reduzir o tempo de uso.
- Utilização da internet como forma de fugir de problemas ou aliviar sentimentos de impotência, culpa, ansiedade ou depressão.
- Mentir para familiares para encobrir a extensão do envolvimento com as atividades on-line.
- Diminuição ou piora do contato social com amigos e familiares.
- Falta de interesse em atividades fora da rede.
- Comprometimento das atividades profissionais e acadêmicas, como perda do emprego ou não ser aprovado na escola.
- Lesões nas articulações dos dedos causadas pela intensa digitação.
- Duração dos sintomas acima descritos por período maior que seis meses.
- A psicóloga Luciana Nunes explica que os sintomas descritos podem ser transpostos também para a dependência pelo celular.
- Um teste para medir a dependência da internet pode ser realizado no site www.dependenciadeinternet. com.br, mantido pelo Hospital das Clínicas de São Paulo.


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Estudo: roteadores Wi-Fi são muito fáceis de serem hackeados

Atualmente, o número de alvos de hackers está aumentando consideravelmente e nem os roteadores sem fio estão livres dessa ameaça, como afirma um novo estudo publicado pela Independent Security Evaluators (ISE). O grande problema é que não há muito o que ser feito para se proteger, e os usuários estão condicionados a uma atualização de segurança da própria fabricante do roteador. 

A ISE testou a segurança de 13 modelos diferentes de roteadores incluindo marcas como Linksys, Belkin, TP-Link e Verizon, e descobriu que todos os aparelhos podem ser facilmente atingidos por invasores remotos ou locais. Os invasores remotos são capazes de hackear um roteador mesmo se ele não estiver ligado à rede Wi-Fi, enquanto os locais têm que estar conectados à rede para conseguir hackear os aparelhos.

Os pesquisadores utilizaram dois métodos para identificar as falhas de segurança dos roteadores: ataques não-autenticados, que requerem que as vítimas cliquem sobre links maliciosos para que seus dispositivos sejam acessados remotamente, e ataques autenticados, onde os invasores conhecem as credenciais de login do roteador. Quando alguém consegue obter acesso ao roteador, informações sensíveis armazenadas na parte de trás do firewall também correm riscos como senhas, informações bancárias e de cartões de crédito. Em 2011, uma vulnerabilidade identificada em roteadores de seis marcas diferentes atingiu mais de 4,5 milhões de modems DSL no Brasil, e o ataque visava o roubo de informações bancárias.

A ISE afirmou que os fabricantes que tiveram seus aparelhos testados na pesquisa foram notificados sobre a vulnerabilidade apresentada e muitos afirmaram que em poucos dias irão disponibilizar aos usuários uma atualização de segurança. No entanto, algumas empresas ainda não sabem como lidar com a falha e lançar uma correção. Especialistas sugerem que os usuários mudem seu login e senha do roteador, usem o protocolo de segurança WPA2, alterem o endereço de IP do roteador sempre que possível e limpem os cookies e caches do navegador toda vez que realizar alterações na configuração do seu roteador.



Aprenda a esconder arquivos dentro de imagens JPG

Para quem está precisando encontrar um lugar mais seguro para guardar algumas informações mais importantes que estão salvas no seu computador, ou quer garantir que este arquivo chegue apenas a uma determinada pessoa, a dica é esconder ele em uma imagem. A tarefa pode ser mais simples do que o usuário imagina. Confira neste tutorial como fazer este tipo de operação:

Passo a passo

1 – Antes de mais nada os usuários terão que ter instalado no seu computador um compactador de arquivos, sendo que pode ser o WinRar, WinZip, dentre outros. Faça a compactação normal de um arquivo utilizando um destes dois programas;
2 – Pegue a foto que servirá para guardar este arquivo e arraste ela para dentro dos arquivos compactados;
3 – Abra a janela “Executar” do seu Windows e digite “cmd” e confirme.
4 – No diretório, digite o comando “CD Desktop” caso tenha colocado o arquivo compactado e a imagem na sua área de trabalho.
5- Digite o seguinte comando, fazendo as devidas substituições: copy /b Fotoarquivo.jpg + “nome do arquivo confidencial.rar” Fotoarquivo_copia.jpg
6 – Depois disso basta abrir a área de trabalho e encontrar uma imagem criada como cópia. Basta abrir esta imagem com um descompactador para ter acesso ao arquivo.



segunda-feira, 27 de maio de 2013

5 indícios de que seu smartphone Android está infectado

Os malwares para Android estão se espalhando rapidamente e se tornando cada vez mais difíceis de serem detectados. Em meio a esta questão, até mesmo os usuários mais experientes são pegos de surpresa. Para ficar mais preparado para um problema no seu aparelho, o ideal é saber alguns indícios de que seu dispositivo está infectado. Confira algumas dicas para saber se seu smartphone está com algum malware.

Saiba como identificar problemas de segurança no seu Android

Bateria com baixa duração
Todos os usuários de smartphones sabem que, em boa parte dos modelos, a bateria dura pouco. Entretanto, se sua bateria sempre teve uma média de duração e de repente começou a descarregar muito mais rápido, pode ser que algum aplicativo instalado recentemente tenha incluido um malware no seu dispositivo.

Por isso, se sua bateria está agindo de maneira estranha, fique bem atento. O malware instalado pode estar escondido e, por isso, é importante ficar atento a baixa autonomia do seu aparelho.

Queda de chamadas ou interrupções
Alguns malwares podem afetar até mesmo as ligações do seu telefone. Se suas chamadas caem ou há interrupções estranhas durante algumas, é bem possível que seu smartphone esteja infectado. Procure sua operadora e verifique junto a ela se há algum problema em sua região ou rede. 

Caso não haja nenhuma anormalidade, é possível que seu dispositivo esteja com um programa “espião”: alguma aplicação ou alguém podem estar tentando escutar a sua conversa ou realizar outras atividades suspeitas. 

Cobranças indevidas ou não identificadas na sua conta de telefone
Muitos dispositivos infectados podem enviar mensagem de texto SMS para números pré-definidos sem que você saiba. Um malware pode enviar apenas uma mensagem no mês para não levantar suspeitas e, de repente, criar uma grande lista de envios contra a sua vontade. Depois, o programa pode se desinstalar sozinho, deixando um rombo em seu orçamento.

Apesar de serem detectados facilmente no seu detalhamento de conta, os efeitos do malware causam estrago rapidamente, pois a maioria dos atentendes das operadoras não possuem conhecimento técnico e não resolverão o seu problema. Ou seja, você terá que arcar com os prejuízos. Se você usa um plano fixo mensal de envio de mensagem, fique atento.

Consumo exagerado do plano de dados
Além de enviar mensagens contra a sua vontade, um programa mal-intencionado pode também consumir muito o seu pacote de dados. Neste caso, o malware pode estar capturando informações do usuário a todo o momento e transferindo-os para um local específico, gerando um aumento abusivo no tráfego de dados e aumentando consideravelmente o valor da sua conta telefônica.

Baixo desempenho
Um malware pode interferir no desempenho de um dispositivo enquanto ele tenta ler, escrever ou transmitir dados do seu celular. É como um computador infectado. A queda de desempenho do seu smartphone é mais um sinal que ele pode estar com um vírus ou programa malicioso. A verificação de como está sendo utilizada a memória RAM do seu aparelho. aliás, pode ajudar a revelar sua presença.

Smartphones são quase tão suscetíveis a vírus
quanto computadores

O que fazer ao encontrar o malware?
As versões Android mais visadas pelos malware são os mais populares: 2.3 Gingerbread, 4.0 Ice Cream Sandwich e 4.1 Jelly Bean. Estas versões possuem uma chance de 88% de serem infectadas. Para prevenir seu telefone de ser invadido, verifique atentamente cada permissão que um aplicativo Android te pedir no ato do download. 

Caso identifique o programa malicioso, exclua imediatamente o aplicativo que trouxe o malware. Se mesmo assim ele continuar a causar algum dos problemas citados acima, o ideal é reiniciar completamente o seu dispositivo e restaurar as configurações como o padrão de fábrica. Por último, baixe um aplicativo de segurança para que ele monitore o seu smartphone. Confira uma lista com os melhores antivírus para seu celular Android.


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Banda larga fixa pode ter redução do preço

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse ontem, 22/05/2013, em evento em Brasília, que vai negociar com governadores para dar início à desoneração do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para banda larga fixa.

Segundo a Agência Brasil, Bernardo reconhece que a discussão pode ser difícil, mas acredita ser possível construir um modelo de redução tributária que não implique em queda significativa da arrecadação estadual. "Estudos preliminares mostram que cobrar taxas menores de ICMS leva a uma redução do preço dos serviços e, como conseqüência, aumento do número de clientes. É esse aumento na base tributária que compensará em grande parte o que se deixar de arrecadar com a redução da taxa", explica.

Internet na área rural
O ministro também ressaltou durante o evento que irá trabalhar para a regulamentação da desoneração da faixa de 450 MHz para a internet na área rural. A ideia é usar a frequência, que, em tese, permite transmissões com alcance de até 50km, para levar serviços de voz e dados às regiões isoladas do país.

As operadoras sustentam que a oferta de serviços nessas áreas escassamente povoadas é deficitária e relutam em adquirir a faixa, portanto, seria necessário a desoneração. O ministro informou que quer levar voz e internet para 10 mil distritos brasileiros carentes. Para isso, o governo discutiu com as operadoras a possibilidade de antecipar as metas de cobertura da zona rural, que começam a vencer em abril de 2014.

A princípio, o cronograma foi apresentado de forma gradual até dezembro de 2015. Em junho de 2014, 30% dos municípios deveriam contar com ofertas de acesso à internet, percentual elevado para 60% em dezembro do mesmo ano e 100% no fim do ano seguinte.

Fonte: http://www.oblogdoseupc.com.br/2013/05/Banda-larga-fixa-pode-ter-reducao-do-preco.html#ixzz2U910pSaT

terça-feira, 21 de maio de 2013

Os melhores e mais confiáveis antivírus para Android

O Android possui uma estrutura prática e versátil que permite a criação de aplicativos dos mais variados tipos. O grande problema é que essa liberdade faz com que muitos dos programas disponíveis sejam arquivos mal intencionados, para prejudicar seu telefone ou seus dados pessoais. No entanto, esta desvantagem pode ser compensada pela grande quantidade de antivírus disponíveis no Google Play. Conheça os melhores e mais confiáveis.


Com uma versão gratuita para dispositivos móveis e outras pagas com mais recursos e específicos para certas funções, o AVG é um dos antivírus mais confiáveis na Google Play Store, tendo sido baixado por quase 500 mil usuários.

Concebido para detectar apps maliciosos depois de instalados, o aplicativo mantem um escaneamento automático funcionando junto de um sistema que alerta perigos ao navegar na web.

O programa também conta com um sistema antifurtos que bloqueia seus dados caso o aparelho seja roubado, e conta com recursos que protegem seus dados particulares de serem acessados por outros aplicativos sem o seu consentimento.

Além disso, o AVG controla o desempenho de seu aparelho, mostrando o status da bateria, gerenciando tarefas, agendando escaneamentos e oferecendo recursos para limpar dados da memória física.


Contando com mais de 400 mil downloads, o Lookout é um antivírus gratuito que conta com recursos básicos que vão desde a proteção do seu aparelho contra vírus, malware e spyware, até a cópia e o backup de todos os seus dados.

Com um rígido sistema de verificações, este programa investiga aplicativos instalados, contatos do celular e até mesmo anexos de e-mail. Ele disponibiliza ainda uma versão paga que garante uma navegação mais segura pela internet, verificando URLs suspeitos e bloqueado o acesso a dados privados por outros apps.

O Lookout Security Antivirus ainda conta com um eficiente sistema antifurtos que permite que o usuário acompanhe a última localização de seu aparelho pelo Google Maps, bloqueando dados e enviado fotos de quem estiver tentado desbloquear seu dispositivo.

Avast! Mobile Security

Considerado como um dos antivírus mais completos tanto para computador quanto para smartphones, este app garante uma extensa administração do seu dispositivo, fazendo um escaneamento assim que instalado, indicando o nível de energia de sua bateria e exibindo um ícone de controle na barra de notificação.

Com um widget bem completo para funcionar no Android, o app ainda revela as intenções de acesso aos seus dados privados por outros programas, verifica todos os sites que forem carregados, filtra mensagens de SMS e chamadas e ainda gerencia a memória interna de seu aparelho.

O Avast também possui um sistema econômico que é acionando no momento em que a bateria estiver no fim e um eficaz firewall para redes Wi-Fi, contando também com um interessante sistema antifurtos que funciona por SMS, e permite o bloqueio completo do aparelho, acionando o alarme e, em casos extremos, a limpeza dos dados de seu aparelho remotamente.


Apesar de só estar disponível em inglês, este aplicativo é bem objetivo e extremamente fácil de utilizar, contando com uma varredura que é constantemente atualizada e realizada de maneira rápida e precisa.

Garantindo uma maior proteção da memória interna de seu aparelho, o Dr.Web Anti-Virus Light também pode blindar e verificar o conteúdo presente no cartão SD que estiver inserido em seu dispositivo móvel.

Com um útil sistema de quarentena para arquivos suspeitos, o Dr.Web ainda permite o acesso a um quadro que exibe as estatística de dados dos arquivos maliciosos detectados desde a sua instalação.

McAfee Mobile Security

A versão para Android deste famoso antivírus é bem eficaz e possui vários recursos no seu sistema antifurto. Com uma varredura realizada por todo o conteúdo de seu smartphone ou tablet, o app também bloqueia o acesso a sites e mensagens de texto de origem duvidosa.

Oferecendo backups e a restauração de dados do usuário, o programa ainda rastreia e localiza aparelhos perdidos ou roubados, permitindo a limpeza de dados remotamente, inclusive do conteúdo no cartão SD que estiver no dispositivo, enviando mensagens e acionando alarmes enquanto envia a localização do aparelho por GPS.

No entanto, o aplicativo só tem seus recursos disponíveis gratuitamente apenas por 14 dias. Depois deste prazo é necessário comprar a permissão completa por R$ 50, ou assinar um acesso mensal por R$ 5,99.


Voltado especificamente para smartphones, este antivírus esta totalmente em português e é bastante eficiente, possuindo ainda um filtro para o bloqueio de contatos indesejáveis em chamadas telefônica ou por mensagens de SMS.

Com um sistema de escaneamento bastante eficiente, o Kaspersky Mobile Security Lite verifica todos os aplicativos de seu aparelho e ainda guarda o acesso aos seus dados particulares e ao conteúdo de seu cartão SIM.

Contando também com um sistema antifurtos, este app permite bloquear ou limpar seus dados privados remotamente, salvando os seus contatos em um banco de dados virtual

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Crie blocos para reiniciar e desligar o PC na Tela Iniciar do Windows 8

A nova interface do Windows 8 (que a Microsoft chama de “Interface Moderna”) pode ser mais bonita e mais fácil de usar em vários pontos, mas em outros a Microsoft deu alguns passos para trás. Por exemplo, o simples ato de desligar o PC é desnecessariamente complicado: é preciso abrir a barra de “Charms” (Teclando Windows+C), clicar em Configurações em Liga/Desliga e em Desligar.

Mas existe um jeito mais fácil: é possível criar um bloco na tela iniciar que faça todo o serviço com um só clique. Veja como.
1. Vá ao Desktop (teclando Windows+D), clique com o botão direito do mouse em um espaço vazio e escolha a opção Novo / Atalho no menu.
2. No campo Digite o local do item: escreva shutdown /p e clique em Avançar.
3. Na próxima tela dê um nome para o atalho. Por exemplo, “Desligar”. Clique em Concluir.
4. Clique com o botão direito do mouse sobre o novo atalho e no menu que surge escolha o item Fixar na Tela Inicial.
Prontinho! Na próxima vez que você voltar à Tela Iniciar, verá um bloco chamado Desligar. Basta um clique nele para desligar o PC.

O mesmo método pode ser usado para criar um bloco que irá reiniciar a máquina. O processo é o mesmo, mas no Passo 2 o comando deve ser shutdown /r /t 0. É um zero no final, não a letra O. E não inclua o ponto final depois do zero. Só tenha cuidado, porque um clique nesse bloco e seu PC será reiniciado imediatamente, se aviso.

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Blocos "Desligar" e "Reiniciar" na Tela Iniciar do Windows 8

Você também pode mudar os ícones dos blocos que criar. Antes de fixá-los à Tela Iniciar, clique com o botão direito do mouse sobre o atalho que criou e escolha o item Propriedades no menu. Na janela que surge clique na aba Atalho e no botão Alterar ícone. Escolha um novo ícone para o atalho, clique em OK, Aplicar e OK novamente. Prontinho!