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terça-feira, 19 de junho de 2018

Claro tem 4G mais rápido do Brasil; TIM vence em disponibilidade de sinal

A OpenSignal publicou nesta terça-feira (19) um estudo que avalia a qualidade das redes móveis no Brasil. A pesquisa mostra que a Claro é imbatível em velocidade de download no 4G no território nacional e nas três maiores regiões metropolitanas do país. Quando o assunto é disponibilidade de sinal, no entanto, é a TIM que passa na frente de todas as outras.

O estudo foi realizado com base em 6,46 bilhões de medições entre 1º de março e 29 de maio de 2018. A Claro venceu em download, upload e latência no 4G, o que já era esperado: por enquanto, a operadora é a única no país a adotar o LTE Advanced Pro(também conhecido como 4.5G), que traz novas tecnologias de MIMO, modulação e agregação de frequências.

Há algumas peculiaridades por cidade. A Claro tem o 4G com download mais rápido nas três maiores regiões metropolitanas, mas fica encostada no upload com a Vivo no Rio de Janeiro e com a Nextel em São Paulo, mantendo a liderança isolada só em Belo Horizonte. Em latência, embora tenha sido a melhor em território nacional, ficou atrás das líderes Nextel (SP) e Oi (BH e RJ).

Este é o ranking nacional no 4G:
Claro: 28,18 Mb/s de download, 9,28 Mb/s de upload, 61,21 ms de latência;
Vivo: 20,62 Mb/s de download, 7,13 Mb/s de upload, 65,13 ms de latência;
TIM: 13,47 Mb/s de download, 5,23 Mb/s de upload, 62,06 ms de latência;
Oi: 13,1 Mb/s de download, 4,99 Mb/s de upload, 64,29 ms de latência.

A pesquisa também avalia a disponibilidade de 4G. Segundo a OpenSignal, os números tratam da frequência com que os usuários podem acessar uma rede 4G, não sendo uma medida de cobertura geográfica ou populacional. Mas não há muitas surpresas: a TIM, que cobre o maior número de municípios com 4G (3.120), lidera o ranking, enquanto a Oi, que fica na lanterna, também possui a cobertura mais limitada:
TIM: 75,87% de disponibilidade;
Claro: 62,21% de disponibilidade;
Vivo: 62,05% de disponibilidade;
Oi: 56,57% de disponibilidade.

A disponibilidade de 4G melhora nas regiões metropolitanas em todas as operadoras, com exceção da Oi. Em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, a TIM lidera com 82,96%, 83,68% e 83,4%, respectivamente. A Oi se destaca negativamente: em média, os cariocas que são clientes da empresa só conseguem sinal de 4G em 44,82% do tempo, caindo constantemente para o 3G, que também é o mais lento do Brasil.

O estudo completo está no site da OpenSignal.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Como impedir que Netflix, Spotify e YouTube acabem com a sua internet móvel


Se você gosta de assistir filmes e séries, vídeos ou ouvir música no celular, há uma grande chance de você possuir algum dos três apps mencionados no título desta reportagem. O problema é que esses aplicativos são os principais vilões dos planos de internet móvel, já que consomem uma alta quantidade de dados.

No tutorial abaixo você vai aprender como ajustar as configurações de Netflix, Spotify e YouTube para impedir que eles acabem com a internet do seu celular. 

Netflix

Basta abrir o menu e ir em “Configurações do aplicativo”. Depois disso, altere as opções em “Uso de dados da rede celular” conforme desejar. Por fim, não se esqueça de permitir o download dos conteúdos da Netflix apenas quando o smartphone estiver conectado via Wi-Fi.

Spotify

Ao tocar no ícone em formato de engrenagem, você pode optar por ativar a opção “Modo offline” para impedir que o Spotify realize qualquer download e, com isso, consuma dados móveis – mas só faça isso se você já possuir as músicas que deseja ouvir baixadas no aplicativo. Você também tem a opção de alterar a qualidade das músicas – e consequentemente o tamanho delas – em “Qualidade da música”. Ao final, desative a opção “Baixar pela rede do celular”.

YouTube

Vá nas opções da sua conta e clique em “Configurações”. Em “Gerais”, ative “Limitar dados móveis”. Isso fará com que o aplicativo só reproduza vídeos em alta qualidade quando o celular estiver conectado em uma rede Wi-Fi. 

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Pesquisa da Anatel revela qual a melhor operadora de celular do Brasil

Uma pesquisa realizada pela Anatel revelou qual é a melhor operadora de celular do Brasil. Os resultados, que levam em conta planos pré e pós-pagos, surpreendem por não contarem com as principais empresas do setor nas primeiras colocações.

De acordo com a pesquisa, Sercomtel e Porto Seguro lideram os rankings, respectivamente. Enquanto a primeira atua no território paranaense, a segunda foca seus serviços em terras paulistas, mais especificamente nas regiões da Grande São Paulo, Campinas, Vale do Paraíba e litoral.

Outra “intrusa” na lista foi a Algar. A empresa ficou em segundo lugar entre as companhias preferidas dos consumidores que contam com planos pré-pagos.

Para chegar a essas conclusões, a pesquisa ouviu 30 mil pessoas e identificou o grau de satisfação delas com seus atuais serviços de telefonia móvel, classificando-os em notas de 0 a 10. Foram analisados fatores como facilidade de contratação, resolução de problemas e qualidade das ligações e da conexão com a internet.

Ranking pré-pago por operadora e a presença no Brasil:
Sercomtel – nota: 7,8 – 1 estado
Algar – nota: 7,3 – 3 estados
Vivo – nota: 7,0 – 27 estados
Claro – nota: 6,8 – 27 estados
Tim – nota: 6,7 – 27 estados
Oi – nota: 6,5 – 27 estados

Ranking pós-pago por operadora e a presença no Brasil:
Porto Seguro – nota: 8,1 – 1 estado
Vivo – nota: 7,0 – 27 estados
Nextel – nota: 7,0 – 2 estados
Claro – nota: 6,9 – 25 estados
Algar – nota: 6,9 – 2 estados
Tim – nota: 6,8 – 26 estados
Oi – nota: 6,2 – 25 estados

Quem quiser conferir a pesquisa completa pode acessar os resultados no site da Anatel.

Fonte: https://olhardigital.uol.com.br/noticia/pesquisa-da-anatel-revela-qual-a-melhor-operadora-de-celular-do-brasil/68363

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Saiba como monitorar o consumo de dados no seu celular

Usar a internet no smartphone fora de casa pode ser preocupante para alguns usuários. Se não estiver conectado a uma rede Wi-Fi, o uso do plano de dados pode esgotar sua capacidade em pouco tempo - especialmente com aplicativos como o Facebook, YouTube e Netflix consumindo grande parte do que o plano permite.

Por isso é sempre importante manter-se de olho no quanto seu celular gasta do pacote de internet contratado. Afinal de contas, ninguém quer ser surpreendido pela temida mensagem de que "seu plano chegou ao limite", principalmente nos dias de hoje. Confira abaixo como monitorar os gastos do seu aparelho com a rede móvel ou Wi-Fi seja qual for o seu sistema operacional.

No Android

O Android possui uma ferramenta nativa de consulta bastante eficiente e precisa para medir o seu consumo de dados. Para conferir a situação, basta abrir o aplicativo de Configurações e procurar pela opção "Uso de dados". Um gráfico detalha a quantidade de megabytes ou gigabytes que você já consumiu do seu plano e quais são os aplicativos responsáveis pelo gasto. É possível até estabelecer um limite para que o smartphone simplesmente desligue-se totalmente da rede quando chegar ao máximo de download permitido.


Além disso, caso você perceba que algum app está gastando mais do que deveria, há a opção de impedir que esse programa use sua internet quando está em segundo plano. Basta tocar sobre ele e visualizar o gráfico que mostra quantos dados foram consumidos, em primeiro e segundo planos. Pressionando "Restringir dados de 2º plano", você impede que o aplicativo continue consumindo seus dados enquanto você não o utiliza.

No iOS

O iOS é um pouco mais limitado neste aspecto. Ele mostra quanto você consumiu em um mês, mas não detalha com precisão quais apps gastam mais, nem apresenta um gráfico amigável com as informações necessárias como o Android. Para quem quiser um relatório mais preciso, é necessário instalar um aplicativo próprio para isso, como o My Data Manager.


Esse aplicativo é gratuito e está disponível em português para iPhones e iPads na App Store. Com ele, você pode conferir o uso de dados, delimitar quanto você pode usar em um mês e também o seu limite diário. O app mostra estatísticas específicas para cada um dos aplicativos usados, permitindo maior controle.

No Windows Phone

O Windows Phone tem um aplicativo nativo chamado Sensor de Dados, que permite que você verifique o seu consumo de dados em detalhes e veja quais apps utilizam mais dados no seu celular. Você pode configurar um limite de dados referente ao seu plano e selecionar o dia em que a contagem é reiniciada. Funciona muito bem, e também possibilita a desativação do consumo de dados em segundo plano, o que ajuda bastante na economia.


sexta-feira, 17 de abril de 2015

Perdeu seu smartphone Android? É só procurar no Google

Você já conhece o Gerenciador de Dispositivos, que permite localizar seu smartphone Android, bloqueá-lo e até apagar seus dados remotamente. É um recurso embutido no Android 2.2 e superior, e o Google criou uma forma bem esperta de acessá-lo.

Digite “find my phone” no Google, e você verá quase imediatamente um mapa com a localização do celular, junto à opção de fazê-lo tocar no volume máximo.

Há alguns requisitos: você precisa estar logado no navegador com a mesma conta Google do seu smartphone, e você precisa usar o Google em inglês. O recurso funciona fora dos EUA, no entanto: basta ir em google.com/search?hl=en&q=find+my+phone para testar.


Ou seja, pode ser questão de tempo até que o Google entenda buscas em português como “cadê meu celular” ou “cadê meu Galaxy”. E quem sabe o Bing possa fazer o mesmo para Windows Phones, que têm o recurso Localizar Meu Telefone há anos.


E ao clicar no mapinha, você é levado para android.com/devicemanager, onde você pode bloquear o dispositivo: é possível mudar a senha remotamente, colocar uma mensagem na tela de bloqueio, e até exibir um botão Ligar – a outra pessoa pode tocá-lo para discar um número e entrar em contato com você.

Para usar tudo isso, abra o app Config. Google no seu smartphone, toque em “Segurança” e ative as opções “Localizar remotamente o dispositivo” e “Permitir bloqueio e limpeza remotos”.


No mês passado, o Android Wear também ganhou suporte ao Gerenciador de dispositivos, permitindo usar um relógio inteligente para encontrar seu smartphone – basta dizer “OK Google, iniciar Encontrar smartphone”.

Para tudo isso funcionar, seu smartphone precisa estar ligado e conectado via rede móvel ou Wi-Fi; senão, os comandos só serão enviados quando ele estiver online novamente.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Operadoras deverão entregar pelo menos 80% da velocidade contratada de internet

A partir de amanhã, os limites mínimos de velocidade da internet ficarão ainda mais rígidos para as operadoras. Terminando o cronograma iniciado em 2012, as empresas deverão entregar pelo menos 80% da taxa de transmissão média e 40% da taxa de transmissão instantânea.

Os valores estabelecidos pela Anatel são bem rígidos quando comparados com padrões internacionais. Em conjunto com usuários que se inscreveram no site Brasil Banda Larga, a agência realiza medições durante todo o mês e estabelece um índice de qualidade da conexão através de um roteador instalado nas casas dos clientes.


Para averiguar a qualidade, a Anatel aplica dois parâmetros: a taxa de transmissão média e a taxa de transmissão instantânea.

Por exemplo, se uma operadora oferece uma banda larga de 10 Mb/s ao cliente, ela deve atingir a média mensal de 8 Mb/s. Essa média é tida com base na taxa de transmissão instantânea, que representa o momento exato em que a conexão é medida. Nesse caso, a taxa de transmissão instantânea mínima seria de 4 Mb/s, mas a velocidade oferecida no restante do mês deve ser mais alta para que a operadora cumpra a meta.

Os índices de taxa de transmissão são exigidos tanto na banda larga fixa quanto em conexões de internet móvel, como 3G e 4G. No caso da fixa, o programa também mede a latência, jitter (variação de latência), perda de pacotes e disponibilidade (se uma conexão cai, por exemplo).

As exigências na banda larga fizeram com que as operadoras investissem mais em qualidade do serviço prestado. No Portal do Consumidor, todas as medições realizadas pela Anatel estão disponíveis e categorizadas por local, permitindo que o cliente escolha a operadora com os melhores índices de sua região.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Anatel lança aplicativo que mostra qualidade das operadoras móveis


A Anatel lançou, durante a Futurecom 2014, o ANATEL Serviço Móvel, um aplicativo para smartphones que mostra a qualidade das operadoras móveis em todos os municípios do país. O app, em versões para Android e iOS, mostra a localização das antenas e a disponibilidade de acesso em 2G, 3G e 4G, além das taxas de conexão de voz e dados.

De acordo com o presidente da Anatel, João Resende, a intenção não é confrontar os usuários com as empresas mas, sim, dar a chance deles terem maior contato com o trabalho da agência, além de informações sobre a qualidade da rede ofertada pelas operadoras em seu município e escolher aquela que tiver o melhor serviço.

“Pensamos no que interessa ao consumidor e adotamos dois grandes indicadores: a conectividade, ou seja, se existe rede disponível, e se, uma vez conectado, consegue concluir uma chamada. Além das estações radio base, apresentamos um ranking de voz e dados”, explica o superintendente de Controle de Obrigações da Anatel, Roberto Pinto Martins.

Segundo Martins, esse primeiro aplicativo da agência é uma prova de conceito, um teste para outros apps. “São informações que já estavam publicadas, mas aqui criamos uma interação com o usuário”, disse o superintendente. “Esse é um app da Anatel para o usuário. O interessante é termos um app que venha do consumidor para a Anatel”, completou.

O programa pode funcionar com a identificação da localização por GPS, ou o usuário pode escolher o município sobre o qual quer as informações. “Esse aplicativo vai ter informações sobre a realidade dos serviços prestados em cada município brasileiro”, destacou o presidente da agência, João Rezende.

O aplicativo também pode ser acessado pela web, na página da Anatel.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Anatel divulga resultado de pesquisa sobre banda larga brasileira

Em mais uma edição de seu relatório mensal sobre a velocidade média da banda larga brasileira, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) considerou a GVT como a líder em boa parte dos estados do país. O estudo colocou a empresa como a mais rápida em toda a região Sul e Sudeste, além de regiões como Alagoas, por exemplo.

No Rio de Janeiro a empresa apresentou a maior média entre todas as consultadas, atingindo uma marca de 19,36 Mbps. Em segundo lugar está a Net, com 15,46 Mbps, e a Oi, com 8,01 Mbps. Em São Paulo, o resultado foi parecido, com a GVT oferecendo uma banda larga de 17,31 Mbps em média e seguida da Net, Vivo e Algar.

Em comunicado oficial enviado à imprensa, a GVT comemorou os resultados e afirmou que os números mostrados pela Anatel refletem um compromisso com o investimento na própria infraestrutura. Há alguns anos, a empresa somente vende velocidades acima dos 15 Mbps, o que tem garantido um aumento na banda média do usuário brasileiro e uma melhoria na qualidade dos serviços.

O estudo da Anatel é realizado mensalmente em todos os estados da federação, com exceção do Amapá, onde não existe ainda um quórum de usuários suficiente para compor o estudo. Além disso, na mais recente medição, problemas relacionados aos servidores de mensuração da Entidade Aferidora de Qualidade (EAQ), ligada à agência, impediram a divulgação de resultados nos estados do Distrito Federal, Acre, Tocantins, Goiás, Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Os resultados estão disponíveis na internet e divididos por empresa e estado, de forma que os usuários possam conhecer exatamente a situação de velocidade oferecida pela operadora cujos serviços utiliza. A ideia é saber exatamente quais estão em um bom patamar e quais não cumprem o combinado com os clientes.


Fonte: http://corporate.canaltech.com.br/noticia/banda-larga/Anatel-divulga-resultado-de-pesquisa-sobre-banda-larga-brasileira/#ixzz3BS1oKRzH

terça-feira, 24 de junho de 2014

Saiba a diferença entre G, H, H+ e E no sinal do seu smartphone

Provavelmente você, ao usar seu smartphone ou tablet com 3G/4G, já se deparou com as letrinhas que aparecem junto com o sinal de celular, e ficou se perguntando que raios são aqueles G, H, H+, E… etc.

Outro fato também que você provavelmente já reparou é que quando aparece “E” ou “G”, a internet fica mais lenta, quase impossível de usar. Por que?

Bom, essa e demais perguntas são simples de responder, e farão bastante sentido após a explicação do que é cada letra. Vamos listá-las em ordem de velocidade e surgimento da tecnologia.

G - GPRS

Esse é o terror de quem assiste vídeos usando a rede do celular. O GPRS (General Packet Radio Service) foi implantado em 2000, podendo transmitir somente a 171 Kb/s. A grosso modo, quando implantado em conjunto com uma rede 2G, forma uma rede “2.5 G”. Ele na verdade é um protocolo que permite que redes 2G, 3G e WCDMA transmitam pacotes de dados para a internet, e é um subsistema do GSM. O formato é bem comum no Brasil em áreas onde não há cobertura 3G, mas onde chega o 2G. Por isso a internet normalmente é lenta.

E - EDGE

O infame “E” que deixa a internet lenta. O EDGE (Enhanced Data Rates for GSM Evolution) é uma tecnologia 3G que oferece um avanço considerável em relação ao 2G e ao GPRS, mas que é lenta em relação ao HSPDA e HSPDA+, e obviamente o 4G. Ela surgiu em 2003 e oferece velocidades de download na casa dos 400 Kbit/s, e normalmente está presente onde não tem HSPDA.

H - HSPDA

O formato é um aprimoramento do 3G, e também chamado de 3.5G, 3G+ ou Turbe 3G. Seu nome vem de High-Speed Downlink Packet Access e permite velocidades máximas teóricas de download de 42.3 Mbit/s, mas na prática o máximo que se chega é na casa dos 14 Mb/s.
H+ - HSPDA+

Essa é uma evolução do HSPDA, e fornece velocidade de download de até 168 Mb/s.

4G / LTE

Esse é o famoso 4G, que ainda está em implantação no Brasil. Tanto o 4G quanto o 2G e 3G na verdade são uma série de padronizações e protocolos, então não existe uma única definição. No geral, as redes 4G devem oferecer velocidades de download de até 300 Mbit/s.

Obviamente essas velocidades dependem das operadoras, e aqui no Brasil elas deixam a gente bem na mão. As redes 3G poderiam ter velocidades altíssimas, mas essas velocidades só são oferecidas pelo 4G (ainda bem abaixo do máximo do 3G), ou seja, o 4G tem velocidade de 3G, e o 3G tem velocidade bem abaixo do que deveria.

Dependendo do seu celular, é possível selecionar o tipo de rede a ser utilizada por ele. Em alguns smartphones com Android tem como você forçar o sistema a usar determinada rede, mas normalmente a seleção é automática.

Para quem usa iPhone, uma tática meio bruta para quem se depara com a mudança de “H” ou “3G” para “E” é ativar e desativar o modo de voo. Com isso, mesmo com o sinal 3G meio fraco, ele volta a usar a rede 3G. A mudança de conexão se dá por causa da intensidade do sinal, que normalmente é maior no EDGE. Com isso o iPhone (e os demais smartphones também, obviamente) acabam selecionando o EDGE. Porém, mesmo um HSPDA com sinal fraco é mais rápido do que o EDGE com sinal cheio.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Transforme seu notebook antigo num roteador Wifi

A tecnologia evolui todos os dias. Junto com ela, nossos dispositivos tecnológicos também evoluem. Essa evolução combinada com o capitalismo gera um grande número de aparelhos obsoletos todos os anos. Mas, só porque o seu dispositivo não é mais “atual”, não significa que você não poderá usa-lo para outros fins. Use sua criatividade! Por exemplo, considere um notebook antigo? Isso mesmo, aquele que está parado faz tempo. Esse notebook antigo ainda pode ser útil para você! Você sabia que pode transformá-lo num roteador Wifi?

Se o Wifi da sua casa não é lá essas coisas, você poderá aumentar o alcance desse sinal, transformando o seu notebook antigo numa ponte sem fio de sua rede. Se o seu roteador Wifi está na sala, por exemplo, quando você for para o quarto, as paredes, portas e etc., atrapalham a boa circulação do sinal. Assim, sua conexão fica lenta em determinados pontos da casa, pode ser que em alguns pontos nem exista conexão. Com o seu notebook antigo fazendo o trabalho de um extensor wireless, esse problema será resolvido. Vamos começar?!
Transforme o seu notebook antigo num roteador Wifi

Vamos começar falando do que você irá precisar:

Um notebook antigo;
Uma conexão sem fio ou com fio, modem 3G ou qualquer outro meio de acesso a internet.
Software connectify.

1º passo: Leve o cabo de rede do seu roteador principal até o notebook antigo e conecte os dois. Poderá também usar um modem 3G para acessar e distribuir internet ou usar uma conexão sem fio existente.

1º passo: Faça o download do software connectify. Depois que o download terminar, instale o programa.

2º passo: Depois de instalado, será criado dois ícones do programa na sua área de trabalho. Clique no “Connectify Hotspot”.


3º passo: Com o programa aberto vamos configurá-lo:

No campo “Hotspot name” coloque o nome da sua rede. Na versão gratuita, você não poderá mudar o nome, por padrão o nome será “Connectify-me”.
No campo “Password” você colocará uma senha. Uma grande vantagem é que o software utiliza chave WPA2 para criptografar o sinal da conexão, sendo assim, sua segurança está garantida.

No campo “Internet to Share” você escolherá de qual dispositivo o connectify irá pegar o sinal e distribuir via Wifi.

Por exemplo, se você está utilizando um cabo de rede para levar internet até o notebook, deverá procurar por sua placa de rede. Se estiver usando modem 3G, deverá escolhe-lo. Caso queira utilizar o sinal Wifi de seu roteador, fique a vontade.

Importante: Se escolher distribuir o sinal Wifi do seu roteador, entenda que o sinal não será melhorado. O notebook antigo irá distribuir o sinal com a mesma força que receber. Por exemplo, se está chegando apenas 20% de sinal no notebook antigo, ele irá transmitir os mesmos 20%. Assim, é mais recomendado utilizar um cabo de rede para levar internet ao notebook. Dessa forma ele transmitirá o sinal com 100% de qualidade.




4º passo: Depois de feita as configurações, basta apertar o botão “Start Hotspot”.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Economizar bateria do smartphone/ tablet

Economizar bateria na hora de ir dormir
Alguns dos telefones de hoje possuem ferramentas de automação que permitem, por exemplo, desligar o sinal de celular e Wi-Fi depois de um certo tempo.

Colocar o seu telefone nesse tipo de coma induzido irá economizar energia, por isso, se o seu telefone não tem suporte às atividades programadas, instale um aplicativo de gestão como o Tasker e desligue todas as coisas não essenciais durante a noite.

Tasker é o que oferece mais do que apenas a extensão da bateria e da tarefa de matar. Na verdade, eu recomendo este para quem quer ajudar a automatizar a experiência com Android.
 
Desabilite o Wi-Fi, o Bluetooth e o 3G
Se o seu telefone está constantemente procurando e tentando se conectar a cada sinal de Wi-Fi, você está desperdiçando energia.

Desligue Wi-Fi quando você sabe que você não vai precisar dele.

O mesmo vale para as outras ferramentas – bluetooth e rede de dados 3G;

Configure para sincronizar apenas em Wi-Fi:
Se você é um usuário do Dropbox ou costuma usar serviços de sincronização de músicas, vai se beneficiar muito se só fizer seu envio através de Wi-Fi.

É muito mais rápido, o que significa menos tempo de conectividade para o seu telefone e menos pressão sobre a bateria.

Desinstale aplicativos desnecessários
você nunca pode ter certeza do que está sendo executado em segundo plano, então pelo menos minimize as chances de algo estar sugando toda a bateria por tentar se conectar a algum servidor inexistente - desinstale os aplicativos não utilizados;

Utilize aplicativo que bloqueia e todos aplicativos fazem atualizaçao automatica todas as vezes que você conectar, um bom aplicativo é Data-sense, mas outros similares.

Verifique você mesmo
Aplicativos como Battery Doctor podem indicar muito melhor o que está acabando com a bateria do seu telefone do que o verificador do Android, e com isso você pode descobrir quem é o culpado, e é claro, deletá-lo, caso possa viver sem ele.

Já no windows phone utilizar app Datasense mostra quem são os vilões que consome mais bateria e principalmente internet.

Instale um widget de alternância de brilho
Defina o telefone para o brilho mínimo possível como padrão, já que o display é de longe o que mais consome bateria, principalmente se for uma tela grande. Em seguida, mantenha um widget de alternância de brilho alto / baixo na tela inicial, em um lugar que possa-se encontrar sem precisar olhar. E então, só use o brilho máximo quando for absolutamente necessário.

Evite jogar joguinhos
Eu sei, a principal razão para termos um smartphone são os joguinhos:minimom, surg, galaxy, corrida, sonic e tantos outros. Mas se você está precisando economizar a bateria, é melhor não jogá-los, pois eles são o tipo de app que mais gasta bateria, tanto durante estar jogando e quando ele fica buscando atualizações.

Se for possivel jogue o menos possivel.

Desligue o GPS:
A menos que você seja uma daquelas pessoas que ainda utilizam o Foursquare para dizer ao mundo cada vez que você sai para ir à loja comprar um pacote de batatas fritas, há pouca razão para ter o GPS constantemente ativo no seu telefone.

Ligue-o quando você precisar dele, e use a opção de o telefone detectar sua localização através da conexão wi-fi;

Coloque seu telefone perto da janela:
A forte ligação à rede requer menos energia para manter a conexão, dizem os técnicos. Então, em vez de deixá-lo em seu bolso, coloque-o em algum lugar, e aponte na direção certa, onde você possa ver o número máximo de barras de conexão.

Basta virar o telefone 45 graus em sua mesa, e isso pode realmente fazer a bateria durar mais tempo.

Que revelação, hein?

Utilize o modo avião sempre que possível:
Essa é a mais radical das dicas, mas é também a mais eficiente para economizar a bateria. No modo avião, você basicamente desliga tudo que é relacionado a rede, inclusive a rede de telefonia. Você fica incomunicável, mas durante uma viagem, você pode não precisar estar comunicável

o tempo todo. Se esse é seu caso, o modo avião pode fazer o seu Galaxy S de 2 anos ( alguém? ) economizar tanta bateria que ele aguentará quase 2 dias de uso.

domingo, 3 de novembro de 2013

Sobe para 30% exigência de velocidade mínima da internet

Passado um ano do início da medição da qualidade da banda larga, é hora de aumentar o rigor. A partir de hoje, as operadoras devem subir de 20% para 30% a velocidade mínima de acesso da taxa contratada e elevar o desempenho médio mensal de 60% para 70%. A regra vale para conexões fixas e móveis em casos de downloads e uploads.

Apesar do endurecimento, pesquisa realizada recentemente pela Anatel mostra que a maioria das operadoras não tem cumprido as metas. Na aferição feita em cinco estados durante agosto, Vivo, Tim e Oi não entregaram os 20% exigidos até então. Apenas a Claro esteve acima das expectativas.

Em novembro de 2012, a Anatel avisou que a cobrança aumentaria com o tempo. Daqui a um ano, as prestadoras serão obrigadas a entregar 40% da taxa mínima e média de 70%. No caso da banda larga móvel, o índice de queda do acesso deve ser inferior a 5% no mês.

Como funciona

Na banda larga fixa, são monitorados indicadores como velocidades de upload e de download, latência, variação da latência (ou jitter) e perda de pacotes; na banda larga móvel, taxas de velocidade média e instantânea.
 
A metodologia e os procedimentos realizados foram definidos pelo Grupo de Implantação de Processos de Aferição da Qualidade (GIPAQ), grupo de trabalho coordenado pela Anatel com participação de representantes das prestadoras, da Entidade Aferidora da Qualidade e de entidades convidadas, como o CGI.Br e o Inmetro. 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Banda larga fixa pode ter redução do preço

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse ontem, 22/05/2013, em evento em Brasília, que vai negociar com governadores para dar início à desoneração do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para banda larga fixa.

Segundo a Agência Brasil, Bernardo reconhece que a discussão pode ser difícil, mas acredita ser possível construir um modelo de redução tributária que não implique em queda significativa da arrecadação estadual. "Estudos preliminares mostram que cobrar taxas menores de ICMS leva a uma redução do preço dos serviços e, como conseqüência, aumento do número de clientes. É esse aumento na base tributária que compensará em grande parte o que se deixar de arrecadar com a redução da taxa", explica.

Internet na área rural
O ministro também ressaltou durante o evento que irá trabalhar para a regulamentação da desoneração da faixa de 450 MHz para a internet na área rural. A ideia é usar a frequência, que, em tese, permite transmissões com alcance de até 50km, para levar serviços de voz e dados às regiões isoladas do país.

As operadoras sustentam que a oferta de serviços nessas áreas escassamente povoadas é deficitária e relutam em adquirir a faixa, portanto, seria necessário a desoneração. O ministro informou que quer levar voz e internet para 10 mil distritos brasileiros carentes. Para isso, o governo discutiu com as operadoras a possibilidade de antecipar as metas de cobertura da zona rural, que começam a vencer em abril de 2014.

A princípio, o cronograma foi apresentado de forma gradual até dezembro de 2015. Em junho de 2014, 30% dos municípios deveriam contar com ofertas de acesso à internet, percentual elevado para 60% em dezembro do mesmo ano e 100% no fim do ano seguinte.

Fonte: http://www.oblogdoseupc.com.br/2013/05/Banda-larga-fixa-pode-ter-reducao-do-preco.html#ixzz2U910pSaT

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Celular pirata será bloqueado por teles no Brasil a partir de 2013

Anatel e operadoras estão desenvolvendo um sistema que vai impedir a ativação de chips em aparelhos falsificados.
 
As prestadoras de telefonia móvel e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estão trabalhando para combater o uso de aparelhos celulares piratas e clonados. A partir do próximo ano, deverá começar a funcionar um sistema de monitoramento desses terminais e aqueles aparelhos novos que não tiverem certificação do órgão regulador não serão mais habilitados para operação na rede.

Pelo sistema, que ainda está em fase de elaboração, a identificação do terminal será feita no ato da ativação do acesso do usuário, quando é inserido um chip de celular para a utilização do aparelho. Nesse momento, a prestadora faz a leitura de um número de série do terminal, conhecido como Internacional Mobile Equipment Identy (IMEI) ou identificação internacional do aparelho de celular.

Se o aparelho não for homologado, não ocorre a habilitação imediata e o usuário é encaminhado para atendimento diferenciado pela prestadora.
A medida funcionará, num primeiro momento, para novas habilitações e a expectativa é de que os celulares sem homologação que já estejam em funcionamento passem por um processo natural de substituição.

Esse controle trará uma série de benefícios para os usuários e para o Brasil, colaborando, por exemplo, para o desenvolvimento da indústria, fortalecendo o mercado formal de aparelhos certificados e ampliando, consequentemente, a arrecadação do País.

A medida permitirá também uma redução nos problemas enfrentados pelos usuários, como dificuldades de fazer ligações e queda de chamadas, provenientes do mau funcionamento do aparelho terminal. Ampliará também as garantias do consumidor, já que quem compra esse tipo de terminal não tem direito à troca ou reparo no caso de defeito do celular.

O cadastro possibilitará ainda ter o conhecimento do tamanho desse mercado, que já vem sendo combatido com medidas restritivas à importação de celulares não homologados.