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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Qual é o melhor meio para guardar arquivos de backup?

Há, uma série de opções para backup, das mais baratas às mais caras. Veja abauxo cada uma delas, junto dos pontos positivos e negativos, além de recomendação de uso e estimativa de custo por GB. A lista vai das opções indicadas para a maioria das pessoas até as soluções que atendem melhor certos nichos. 


Pen drive
Positivo: usa memória flash, menos sujeita a erros; portátil; disponível em várias capacidades

Negativo: não é tão rápido quanto outras mídias, especialmente em modelos mais baratos; custo por GB fica alto em modelos de grande capacidade.

Custo por GB: Entre R$ 1,25 (modelos de 16 e 32 GB) a R$ 2+ (modelos de 128 GB)

Recomendação de uso: adequado para backups de poucos arquivos ou arquivos que tenham de ser atualizados com certa frequência, como documentos, planilhas e algumas fotos e vídeos.

Nuvem
Positivo: disponibilidade; conveniência; preço (pode ser grátis)

Negativo: risco de acesso indevido (caso você tenha sua senha roubada); risco de modificação por vírus (a nuvem é normalmente usada como armazenamento local no seu computador, o que não é correto para backup); necessidade de conexão com a internet pode impedir ou dificultar o acesso aos dados em certas ocasiões

Custo por GB: o custo por GB varia muito, mas é possível facilmente obter 20 GB ou mais de armazenamento gratuito combinando o uso de vários serviços. 
- Dropbox: US$ 0,099 por ano (R$ 0,32 GB / ano)
- OneDrive: R$ 0,06 por ano (no Office 365 Home com 5.000 GB divididos em 5 usuários, não pode ser usado por empresas)
- Google Drive: US$ 0,12 por ano (R$ 0,40 GB / ano). Opção com armazenamento ilimitado disponível para contas empresariais do G Suite Business com mais de quatro usuários (cada usuário é US$ 10 / mês)

Recomendação de uso: A nuvem é cara fora das opções gratuitas ou vendidas em pacotes (como no Office da Microsoft ou G Suite). Comprar especificamente armazenamento em serviços dedicados a esse fim, como o Dropbox, não sai nada barato: você vai pagar o equivalente a um disco rígido externo por ano por menos armazenamento que esse HD lhe daria. Quando é possível usá-la de graça, ela é útil como complemento. Recomenda-se o uso da nuvem para ter uma cópia extra de arquivos em que você está trabalhando ou que mudam com muita frequência. Backups de longo prazo e de arquivos maiores, como fotos e vídeos, não funcionam bem na nuvem.


Disco rígido externo (USB)
Positivo: preço; portabilidade; capacidade de armazenamento

Negativo: partes mecânicas introduzem um risco maior de falha que opções com memória flash e normalmente não é indicada para arquivamento de longo prazo

Custo por GB: R$ 0,28 - R$ 0,22, dependendo da capacidade

Recomendação de uso: o HD externo é o indicado para quem precisa armazenar grandes quantidades de informação e não é atendido por apenas um pen drive. Tem um custo por GB atrativo e seu uso é conveniente e rápido.

Blu-ray
Positivo: mídia não regravável é ideal para arquivos que não serão modificados; pode durar anos para arquivamento com mídia de qualidade 

Negativo: custo de mídias de boa qualidade é alto e a disponibilidade delas no Brasil é baixa (diversas "marcas" diferentes são todas fabricadas pela mesma empresa); há custo de entrada (gravador / leitor de Blu-Ray); seu uso não é conveniente ou rápido
Custo por GB: R$ 0,50 - R$ 0,10

Recomendação de uso: caso você consiga mídias de qualidade no Brasil ou possa importar mídias de longa duração como M-DISC ou mídias japonesas legítimas, o Blu-Ray pode ser uma opção até mais barata que o disco rígido externo e indicada para armazenamento de arquivos grandes a longo prazo, como fotos e vídeos.

DVD
Positivo: custo

Negativo: baixa capacidade, lentidão, qualidade das mídias no mercado, custo de aquisição (muitos notebooks não são mais vendidos com gravadores de DVD)
Custo por GB: R$ 0,15 - R$ 0,30

Recomendação de uso: é difícil conseguir mídias graváveis de DVD de alta qualidade no Brasil. Devido ao custo e à especificidade de uso, o DVD simplesmente não é mais indicado hoje para armazenamento de dados a longo prazo, apenas para armazenamento de dados menos importantes ou no curto prazo. O Blu-Ray é só um pouco mais caro e seu uso é muito mais conveniente, tendo versões com até 100 GB contra o máximo de 8,5 GB do DVD de dupla camada.


Cartões de memória
Positivo: portabilidade

Negativo: custo; velocidade de gravação; necessidade de leitor

Custo por GB: R$ 1,50+

Recomendação de uso: Não há motivo para usar cartões de memória como backup. Eles são mais caros que pen drives e não oferecem vantagens, exceto a portabilidade. Essa vantagem, porém, acaba destruída pela necessidade de um leitor de cartão, que não está disponível em qualquer computador.

Network Attached Storage (NAS)
Positivo: fica conectada à rede para ser usada por vários computadores; oferece espelhamento para evitar perda de dados com falhas de disco; há soluções diversas escalas de uso; pode ter alto desempenho e oferecer recursos de valor agregado, como streaming de vídeo para Smart TVs e celulares.

Negativo: custo de aquisição e manutenção; fica disponível na rede e portanto é mais indicado como solução de armazenamento do que propriamente backup 

Custo por GB: varia dependendo do disco rígido usado, tem custo de entrada/aquisição que começam em R$ 700 e vão até onde o orçamento permitir e a necessidade exigir

Recomendação de uso: soluções de NAS devem ser usadas para quem trabalha com muitos arquivos grandes. São ideais para escritórios ou quem trabalha com foto e vídeo e quer armazenar dados para arquivamento, mas ainda pode precisar deles com frequência. Opções de RAID garantem mais desempenho que discos externos comuns.

sábado, 2 de agosto de 2014

O que é SSD?

SSD refere-se a uma sigla em inglês que significa "solid-state drive" ou, em português, "unidade de estado sólido". Essa nova tecnologia é responsável pelo armazenamento de dados, mesma finalidade dos HDs. No entanto, o SSD é considerado uma evolução dos HDs por possuírem várias vantagens e não terem partes móveis para armazenamento não volátil de dados digitais.

Os SSDs são fabricados em torno de um circuito integrado semicondutor que é responsável pelo armazenamento, diferente dos sistemas magnéticos utilizados nos HDs e fitas LTO e dos óticos utilizados em CDs e DVDs, além de possuírem memória flash.

A memória flash e o controlador são dois componentes fundamentais que existem nos SSDs mais comuns do mercado. A memória flash não necessita de partes móveis ou de motores para funcionar. É ela a responsável direta por guardar todos os arquivos. Por funcionar eletricamente, o SSD consegue tornar as funções de leitura e escrita mais velozes. Além disso, por operar dessa maneira, o drive é completamente silencioso, diferente do que se vê nos HDs, e resistente a quedas.

Já o controlador possui a função de gerenciar a troca de dados e informações que envolvem o computador e a memória flash. Ele é um dos grandes responsáveis pelo desempenho do SSD, por isso, sua velocidade muitas vezes depende de como o controlador está executando suas tarefas. Ele é capaz de criptografar informações, mapear partes que apresentam defeitos no SSD, aumentar a vida útil da memória flash e administrar o cache de leitura e escrita de arquivos. Por conta de tantas tarefas, houve a necessidade do mercado melhorar os controladores para que a velocidade dos SSDs aumentasse. E isso aconteceu rapidamente, visto que antes um Intel X25-M, por exemplo, atingia velocidades de leitura de 250 MB/s e para escrita de 70 MB/s, enquanto que os SSDs modernos chegam a 555 MB/s de leitura e 520 MB/s de escrita.

O SSD possui basicamente duas divisões: as páginas e os blocos. As páginas são a menor parte física do SSD, enquanto que os blocos são um agrupamento de páginas.

As vantagens do SSD são muitas, incluindo o consumo menor de energia, a possibilidade de trabalhar em temperaturas mais altas que os HDs comuns do mercado, a não existência de partes móveis eletro-mecânicas que reduz as vibrações, além do tempo de acesso reduzido por meio do circuito integrado semicondutor. Os SSDs também possuem uma largura de banda muito maior do que os demais dispositivos. 

As desvantagens também existem, mas são menores. O custo de um SSD é mais elevado do que dos HDs, por exemplo. A capacidade de armazenamento também não chegou aos níveis dos discos rígidos SATA e IDE.


terça-feira, 11 de março de 2014

Como instalar o Windows através de um HD externo



Hoje em dia é bastante comum encontrarmos pessoas que usam ultrabook, netbook ou outro computador sem driver óptico. Esses computadores facilitam muito a vida de quem precisa esta sempre se locomovendo e precisa de muita praticidade. No entanto, numa emergência, se for necessário formatar a maquina, muitos ficam sem saber o que fazer, visto que esses aparelhos não possuem driver óptico. Mas existe uma maneira! Você pode instalar o Windows através de um HD externo.


A primeira coisa que você se certificar é de que a sua placa-mãe suporte a inicialização de dispositivos USB. Agora basta seguir o tutorial.

Passo 1. Conecte seu HD externo no computador.

Passo 2. Pressione as teclas “WinKey + R” para abrir o “Executar”. Nele, entre com o comando “cmd” (sem aspas) e pressione Enter.

Passo 3. Na janela do “Prompt de comandos”, digite “diskpart” seguido de um Enter.


Passo 4. Uma nova janela deverá ser aberta. Nela, entre com o comando “List Disk” e aguarde até que a lista dos discos conectados ao computador seja exibida.


Passo 5. Agora, entre com o comando “Select Disk” seguido pelo número do disco (por exemplo, “Select Disk 2”). Geralmente o HD externo é o último disco da lista, mas vale a pena observar a coluna “Tam.” (tamanho) para identificar se o disco selecionado é o correto.



Passo 6. Selecionado o disco, entre com o comando “Clean”. Lembre-se: todos os dados do HD (inclusive particionamento) será excluído. Portanto, só continue se estiver certeza do que está fazendo.



Passo 7. Execute o comando “Create partition primary” para criar uma nova partição primária. Após ser informado sobre o êxito da operação, entre com “Active” para ativar a partição que acabamos de criar.


Passo 8. Para finalizar, resta formatar a nova partição e associá-la a uma letra, para que possa ser acessada facilmente pelo Windows Explorer. Para isso, entre com “Format fs=fat32 quick” e, em seguida, “Assign”. Veja a imagem acima.

Passo 9. Entre com o comando “Exit” para fechar o “Prompt de comandos”.

Agora para finalizarmos basta copiar a instalação do Windows para dentro do HD e iniciar o computador pelo dispositivo USB. O seu HD externo esta com propriedades de boot e poderá instalar o Windows por ele sempre que precisar!


Gostou da dica, não deixe de compartilhar com seus amigos! Deixe nos comentários alguma dúvida ou o que você achou da dica de hoje! Abraços e até a próxima!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

SSD x HD: saiba como deixar o computador mais rápido

"A probabilidade de falha é uma das principais vantagens. Muitas pessoas perdem informações caso o HD caia no chão, esta probabilidade de perder dados é muito grande. Já com o SSD, sem nada mecânico, isso não existe, porque as informações são armazenas em microchips", diz Gerardo Rocha, dir. executivo da Kingston Technology.
"Quando você avalia o desempenho do computador pelo processador e pela memória, temos evoluído. A frequência da velocidade atende a necessidade do processador. O HD se mantém igual. Quando você olha todos os componetentes do computador, aquele que não tem evoluído quanto à velocidade é o HD. É o mais devagar. e, portanto, se torna um gargalo no desempenho", completa Gerardo Rocha, dir. executivo da Kingston Technology.

domingo, 3 de novembro de 2013

Como remover vírus de pendrive que converte arquivos e pastas em atalhos

Uma nova praga vem perturbando a vida de muitos usuários. Trata-se de um vírus que infecta o pendrive e converte documentos e programas em meros atalhos. Tal atividade impede que o utilizador abra qualquer coisa e muitas vezes leva a uma atitude desesperadora: a formatação da unidade removível.

A solução do problema não é tão complicada e pode poupar algumas dores de cabeça. Primeiramente, vale salientar que o vírus não apaga nenhum arquivo do pendrive. Esta praga apenas oculta documentos e cria atalhos falsos, por isso, mantenha a calma.

Agora que sabemos que os arquivos, em teoria, estão no pendrive, devemos verificar se o problema em questão está relacionado ao vírus. Para averiguar se seus arquivos continuam na unidade, veja se no ícone do pendrive (disponível em “Meu Computador”) o espaço utilizado continua idêntico ao que era anteriormente.
Espaço ocupado por arquivos presentes no pendrive
Caso o Windows informe que a unidade está vazia, então é possível que o vírus que você pegou seja outro. Do contrário, a execução dos passos a seguir deverá resolver seu problema.
Recuperando arquivos
  1. Abra o Prompt de Comando (item presente no “Menu Iniciar” dentro da pasta “Acessórios”)
  2. Prompt de Comando
  3. Agora digite o seguinte comando:

    attrib -h -r -s /s /d F:\*.*
Digite o comando
Nota: a letra “F” deve ser substituída pela letra atribuída ao seu pendrive.
Método manual
  1. Acesse a pasta que foi afetada pelo vírus e clique com o botão direito sobre o arquivo contaminado (que atualmente é um atalho).
  2. Abra as Propriedades do arquivo.

  3. Acesse a aba “Atalho” e remova quaisquer informações que não tenham relação com o caminho do arquivo em questão (realizar o processo no item "Destino" e "Iniciar em"). Veja o exemplo abaixo:
  4. Remover informações inúteis
Etapas finais
  1. Utilize um bom antivírus e análise o pendrive e o HD.
  2. Instale um anti-malware no seu computador e faça outra varredura no disco local e na unidade removível.
Se nenhum problema foi informado pelos programas, então o vírus deve ter sido removido do seu pendrive. Em casos de persistência do problema, tente outros softwares. Boa sorte!

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/virus/6544-como-remover-virus-de-pendrive-que-converte-arquivos-e-pastas-em-atalhos.htm?utm_source=facebook.com&utm_medium=referral&utm_campaign=imggrande

quarta-feira, 12 de junho de 2013

O que é armazenamento em nuvem?

Guardar documentos importantes no HD do computador já é coisa do passado para muitos usuários. Isso porque além de os arquivos ficarem a mercê de possíveis vírus e defeitos do sistema, ficam localizados somente uma máquina e podem ser dificilmente acessados, caso o usuário esteja em outro lugar. Para quem utiliza HDs externos e pendrives também corre o risco de possíveis danos nos dispositivos ou de, simplesmente, perdê-los, por isso muitos vêm apostando no armazenamento em nuvem.

Nuvem

O conceito nuvem vem da ideia de algo alocado na rede mundial de computadores – a internet. Dessa forma, é possível acessar fotos e documentos importantes em qualquer máquina. Para isso, basta contratar algum serviço de armazenamento em nuvem disponível e, por meio do navegador, acessar seus dados de onde quer que você esteja.

Segurança

Por ser protegido com senhas, assim como e-mails, esse tipo de armazenamento acaba sendo muito seguro. Mas claro que precauções são sempre bem-vindas. Cuidados como ao acessar links duvidosos ou entrar em sites desconhecidos.

O que eu posso guardar em nuvem?

Qualquer tipo de documento, desde fotos até vídeos. Só é necessário ver quanto o seu pacote permite armazenar, 5GB, 10GB, 20GB, e por aí vai. E evite acessar seus documentos em computadores desconhecidos.


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Dica: Veja como “ejetar” um pendrive ou HD externo teimoso

Ao terminar de usar um pendrive ou HD externo num PC com Windows, o correto é clicar sobre seu ícone com o botão direito do mouse e escolher a opção “Ejetar” antes de simplesmente desplugar o acessório da máquina. Assim você dá ao sistema a chance de fechar quaisquer arquivos no drive que ainda estejam sendo acessados, e evita a corrupção de dados. 

Mas às vezes parece que o Windows “se apega” ao drive e, em vez de dizer que “O hardware pode ser removido com segurança” ele diz que “Este dispositivo está sendo usado no momento. Feche os programas ou janelas que possam estar usando o dispositivo e tente novamente”. Ou seja, o sistema se recusa a ejetar o dispositivo.

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O Windows avisa: tem alguém usando o Pendrive

A primeira coisa que você deve fazer é seguir a sugestão do sistema. Dê uma olhada na barra de tarefas ou na bandeja do sistema (a área ao lado do relógio) e veja se não há nenhum arquivo do pendrive aberto em algum programa. Fechar o arquivo geralmente resolve o problema. 

Se não houver nenhum arquivo ainda aberto, tente fechar programas que já acessaram algum arquivo do pendrive, mesmo que não estejam acessando mais. Por exemplo, uma vez eu estava editando um documento do Word armazenado em um pendrive, e tive de fechar o Word inteiro, e não só o arquivo, para poder ejetar o pendrive. Fechar janelas do Windows Explorer também pode ajudar.

Se nenhuma destas dicas funcionar, o jeito é apelar para o processo mais demorado: desligue o PC, desconecte o pendrive e ligue o PC de novo.

Mas se o problema acontece com frequência, tente baixar e instalar o Unlocker, disponível gratuitamente em versões para sistemas de 32 ou 64 Bits. Preste atenção ao instalá-lo e rejeite as ofertas de software extra que vem junto, como a Bing Bar.

O programa foi projetado para auxiliar na exclusão de arquivos que o Windows não permite que sejam apagados porque estão em uso, mas também ajuda na remoção de drives. Se o Windows não lhe disser que o hardware pode ser removido com segurança, clique com o botão direito do mouse sobre o ícone do drive na janela Computador e escolha a opção Unlocker no menu. Ele vai mostrar uma janela com todos os programas e processos em andamento que estão acessando o drive.

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Unlocker ajuda a identificar que programas estão usando o Pendrive


O Unlocker tem botões como Kill Process e Unlock, que permitem forçar o encerramento de um programa ou processo e então “liberar” o arquivo para exclusão. Mas não precisa ser bruto: simplesmente anote o nome do programa que está acessando o drive e feche-o normalmente.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/ti-pessoal/2012/12/30/dica-veja-como-201cejetar201d-um-pendrive-ou-hd-externo-teimoso/