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sábado, 31 de maio de 2014

Como desinstalar para sempre o Hao123, Ask.com ou Babylon Search do meu pc?

Então você só queria instalar um software pra assistir filmes ou gravar CDs e acabou instalando um tal de Hao123, ou Ask.com ou Babylon Search como página inicial do seu navegador favorito?? Aposto que você não leu as entrelinhas, não é mesmo? Ok, vou te ajudar.

Eu sei. Te compreendo. Quando nos apresentaram a informática e as inúmeras coisas que podíamos fazer com ela, ficamos felizes. Descobrimos então que dava para baixar programas para facilitar nossa vida. Na época, eu lembro, os termos e serviços de cada software explicavam as funções do mesmo, e ninguém tinha tempo para ler tudo aquilo, certo? Bastava clicar em avançar até instalar.

A realidade mudou, amigo. Hoje podemos tocar o infinito, nada é impossível para quem tem acesso à internet. Justamente por isso que devemos ter mais cuidado. Bom, fato é que você instalou estes "queridos" programas em seu PC e agora está aqui para ver como remover esta praga. Então chega de conversa e vamos ao que interessa. 
Como remover?

Primeiro, veja nas imagens abaixo que o Hao123 é a página inicial do meu navegador, o mecanismo de busca padrão está marcado como o Ask.com e tenho até o atalho do Hao123 instalado na barra de inicialização rápida do Windows.



RELACIONADO
desinstalar o Baidu Antivírus e o PC Faster do seu computador' />Como desinstalar o Baidu Antivírus e o PC Faster do seu comp...Você deve ter tentando mudar o endereço da web que representa a página inicial, alterou também o mecanismo de busca padrão e excluiu o atalho maldito da barra do Windows; porém, ao piscar os olhos, a página inicial está novamente determinada pelo Hao123. Certo?

Vamos começar com as medidas básicas para desinstalar qualquer programa que você tenha em seu PC. Antes de mais nada, passe nas configurações dos navegadores e limpe toda a bagunça que as pragas fizeram: Altere a página inicial para www.oficinadanet.com.br, escolha um dos três mecanismos de busca mais famosos (Google, Bing ou Yahoo); se o navegador pode ser iniciado com um número "x" de páginas, certifique-se de que nenhuma das páginas maliciosas esteja salva neste campo.

Agora acesse o painel de controle de sua máquina, aqui estou usando um Windows 8.


Uma vez dentro do painel de controle, encontre a opção Programas e clique em Desinstalar um programa;


Vou remover também o Baidu Antivirus. Para isto, faça o mesmo procedimento.



Você pode notar que os programas não aparecem mais entre os que estão instalados em seu PC. Vamos conferir se a página inicial segue a mesma. Acessei o Chrome e alterei a página inicial para www.oficinadanet.com.br (Você também deve pode fazer o mesmo aí na sua casa), no entanto ao abrir o navegador, lá está o Hao123 como minha página inicial.

Beleza. Agora vamos detalhar os passos que você deve fazer para se ver livre destas pragas. Vá para a área de trabalho do computador, exclua o atalho do navegador que você utiliza, seja o Chrome - como é meu caso -, seja do Firefox, etc.

Clique também com o botão direito do mouse sobre o ícone do navegador na barra de tarefas do Windows, clique agora para Desafixar este programa da barra de tarefas.


Sua área de trabalho estará limpa, sem vestígios dos navegadores. Lembrando que se você utiliza vários navegadores, é aconselhado fazer o mesmo procedimento com todos eles.

Muito bem. Agora é a hora da verdade. Clique com o botão direito do mouse sobre a área de trabalho, e em seguida em Novo > Atalho.


Uma janela se abrirá. Nela você precisa encontrar o caminho de origem dos navegadores que você utiliza. Aqui é o seguinte: Computador > Disco Local > Arquivos e Programas (x86) > Google > Chrome> Application > Chrome.exe.

Clique no executável do Chrome e posteriormente em OK.


Depois digite o nome que você deseja para o ícone. Aqui coloquei Google Chrome. Depois disto, basta concluir. Você também pode fixar o navegador na barra de tarefas novamente.


E agora, o teste final:


Atualização:

Nosso leitor, Paulo Sollo, nos alertou para uma alternativa fácil para evitar de excluir o atalho da área de trabalho. Por isso, vamos explicar aqui pra você também poder aproveitar.

Em vez de excluir o ícone que está na área de trabalho, vá com o botão direiro do mouse sobre o ícone do Chrome (exemplo), selecione a opção de propriedades.


Dentro das propriedades, procure o campo Destino; ali o caminho deve ter as seguintes palavras: 
Files (x86)GoogleChromeApplicationchrome.exe"

Todo e qualquer link, palavra, endereço que esteja depois de chrome.exe" deve ser deletado. Depois disso aplique e feche.

Deu certo? Então não deixe de compartilhar com seu amigos no Facebook, Twitter e Google Plus.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Os melhores e piores antivírus do mercado

Qual antivírus você usa? Entre dezenas de opções, alguns gratuitos, outros muito bem pagos, pode ser difícil escolher um. Periodicamente, institutos independentes de segurança da informação testam a eficácia dos principais antivírus do mercado. AV-Comparatives e AV-TEST liberaram nos últimos dias os resultados dos testes realizados com malwares descobertos entre março e abril.

AV-Comparatives

O AV-Comparatives testou 23 antivírus em uma máquina com Windows 7 de 64 bits e softwares totalmente atualizados, com todas as correções de segurança aplicadas. Para simular infecções do mundo real, os resultados são baseados em 1.030 testes, que contêm páginas com exploits funcionais, links para download de malwares e anexos de email maliciosos.

Os dois únicos antivírus que bloquearam 100% das ameaças foram o Panda Cloud Free Antivirus e o Bitdefender Internet Security, mas o último perdeu pontos por detectar três ameaças que não existiam, contra zero do concorrente. O Avira Internet Security apareceu em terceiro, com 99,8% de eficácia.


Outros antivírus tradicionais aparecem a partir do sétimo lugar: ESET Smart Security (99,1%), Kaspersky Internet Security (99,0%, em 8º), McAfee Internet Security (98,6%, em 9º), F-Secure Internet Security (98,2%, em 10º), avast! Free Antivirus (96,6%, em 12º) e AVG Internet Security (95,3% em 14º). Chamou a atenção o alto número de falsos positivos das proteções da McAfee e da F-Secure: 26 e 14, respectivamente.

Entre todos, o pior foi a proteção nativa do Windows, no caso o Microsoft Security Essentials, que bloqueou apenas 88,4% das ameaças.
AV-TEST

O AV-TEST também liberou resultados atualizados, mas o método foi um pouco diferente: 25 antivírus foram testados em uma máquina com o recente Windows 8.1 de 64 bits. Além de avaliar a proteção contra malwares, o instituto verifica o impacto do antivírus no desempenho do computador e dá notas individuais para o quesito usabilidade: quanto maior for o número de interrupções por falsos positivos, menor a nota.

Nove softwares alcançaram a pontuação máxima nos quesitos proteção e usabilidade: Avira Internet Security, Bitdefender Internet Security, F-Secure Internet Security, G DATA Internet Security, Kaspersky Internet Security, McAfee Internet Security, eScan Internet Security Suite, Norton Internet Security e Trend Micro Titanium Maximum Security. Com exceção do eScan, todos detectaram 100% dos malwares em março e abril.


Entre os softwares que atingiram 100% de detecção, apenas o Kaspersky Internet Security conseguiu 6 pontos no quesito desempenho, a melhor nota possível. Três conseguiram 5,5 pontos: Avira Internet Security, Bitdefender Internet Security e McAfee Internet Security.

O Panda Cloud Antivirus, que ficou em primeiro no teste da AV-Comparatives, ganhou nota 5,5 em proteção na AV-TEST. Outros softwares que aparecem na lista são: ESET Smart Security (5 pontos), AVG Internet Security e AVG Anti-Virus Free (4 pontos) e avast! Free Antivirus (3,5 pontos).

O Windows Defender, proteção nativa do Windows 8.1, foi considerado o antivírus de referência e ganhou nota zero em proteção, tendo detectado apenas 67% e 68% dos malwares recém-descobertos em março e abril, respectivamente, contra 94% da média da indústria. Nos outros quesitos, no entanto, ele foi bem: 5 pontos em desempenho e 6 em usabilidade.

Rode aplicativos do Android no Windows 8

Agora seus aplicativos favoritos podem ser rodar direto no Windows 8! Embora estejamos acostumados com as facilidades e funcionalidades dos aparelho portáteis, a opção de podermos instalar aplicações móveis em computadores e interessante. Principalmente se você passa mais tempo na frente do computador do que utilizando um smartphone ou tablet. Também poderá ser especialmente útil para aqueles que não possuem um dispositivo móvel. Vamos para o passo-a-passo!


1º passo: Faça o download do programa bluestacks. No site escolha o download de acordo com seu sistema operacional. Depois que o download terminar, faça a instalação.


2º passo: Depois de instalado você notará que o programa lhe mostrará os aplicativos do mais baixados atualmente. No botão “My Apps” você poderá ver todos os aplicativos instalados. Para iniciar uma busca por algum aplicativo, basta clicar na lupa.


3º passo: Depois de encontrado o aplicativo desejado, basta fazer a instalação.

Pronto! Você poderá utilizar normalmente seus aplicativos favoritos direto do seu computador. O bluestacks ainda oferece outras opções muito simples de serem exploradas.

Se gostaram da dica de hoje, não deixe de compartilhar com os amigos!
 

Atualização de programas instalados

Quantos programas você tem instalados em seu computador? Manter toda a coleção de software atualizada pode ser uma tarefa ingrata, dependendo da configuração de auto update dos seus aplicativos. Abrir cada programa individualmente em intervalos de tempo regulares para que as últimas versões sejam baixadas e instaladas dá bastante trabalho.

Pensando em facilitar esse processo, e garantir a segurança e propriedade de tudo que está instalado em seu computador, você pode utilizar o Carambis Software Updater. Para isso, basta adicionar os locais de verificação (Scan Locations) e de exceção – os diretórios que você não quer que sejam conferidos – em Ignore List nas preferências (Settings) do aplicativo e salvar as mudanças em Save Changes.


Com esse banco de dados montado, e dependendo da sua configuração de atualização, o programa confere quais programas estão instalados em seu computador e abre uma página em seu navegador com os links para download das versões mais atuais dos seus aplicativos.


Desse ponto em diante é só uma questão de baixar os arquivos e instalá-los normalmente.

Fonte: http://www.baixaki.com.br/download/carambis-software-updater.htm#ixzz32z40iOAD

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Veja como conservar e prolongar a vida útil da bateria de sua câmera fotográfica

Sabe quando você está utilizando sua câmera fotográfica e no momento em que você mais precisa de sua bateria ela já está em nível de alerta vermelho? Pois é, muita gente deixou de registrar belas imagens porque a energia acabou.

O CNet dá algumas dicas de como prolongar a vida útil e a autonomia da sua bateria, confira:

1. Desligue a tela de LCD.

Se você está utilizando uma câmera com single lens reflex (SLR), semelhante às analógicas, é possível usar o visor para compor as imagens, ao invés de depender somente da tela LCD.

Obviamente, isso não é possível em câmeras que não dispõem de um visor. Leia com atenção a documentação de sua máquina para entender como você pode visualizar a cena sem a necessidade de estar com a LCD ligada para isso e preste atenção na possibilidade de erro de paralaxe, que pode distorcer o resultado final.

2. Faça boa manutenção da bateria.

Ao viajar para lugares de clima frio, mantenha as baterias em lugar com temperatura amena, pode ser nos bolsos ou numa mala. Alguns fotógrafos até mesmo carregam um aquecedor em torno da câmera para manter melhor a energia.

Retire as baterias da câmera quando não utilizá-la por um longo período, já que a máquina pode drenar energia aos poucos.

3. Modo de economia de bateria.

Se não puder desligar a tela de LCD da câmera, investigue os menus até encontrar alguma opção de economia de bateria, desde as alternativas de desligamento e espera até a intensidade de brilho do display.

Deixar o brilho da tela no automático e desligar a opção de conferir a foto depois que ela é feita também pode diminuir o gasto da bateria.

4. Desligue o que for supérfluo.


Algumas funcionalidades agregam charme e podem até ajudar iniciantes, contudo, não são assim necessárias para o uso cotidiano.

A estabilização de imagem é uma dessas opções que consomem bastante energia. Ao utilizar tripés ou em ambientes externos com grande claridade, vale a pena desligar essa alternativa e economizar.

O autofoco também gasta rapidamente a bateria, portanto, é de se considerar a possibilidade de tentar fazer o foco manualmente. O consumo de energia para isso é alto, especialmente em situações de pouca luz, em que as lentes fazem um esforço extra pra encontrar o conteúdo de maior relevância.

Se você não consegue viver sem o autofoco, então tente encontrar o modo "single-point AF" (autofoco em apenas um ponto) ou algo semelhante, capaz de "resumir" a imagem em apenas um ponto. Também evite usar o foco por meio da "meia-pressão" do gatilho, pressionando-o somente quando for fazer a imagem.

Se a câmera utilizar GPS e conexão via Wi-Fi, é aconselhável também desligar essas opções nos momentos em que os mesmos não forem necessários, porque são grandes responsáveis por alto consumo de bateria.

5. Invista em uma segunda bateria.

Ter uma bateria extra é uma das precauções mais comuns para quem quer ter energia a mais. No entanto, é bom lembrar que alguns fabricantes, como a Panasonic, não aceitam baterias de terceiros em suas máquinas. 

Muitas câmeras também são compatíveis com alças de baterias recarregáveis, que podem dar uma turbinada na bateria principal.

6. Faça fotos sem o uso de flash.

A luz do flash é uma das opções que mais consomem a bateria, portanto, tente sempre utilizar sua máquina sem a necessidade de brilho extra.

Considere também a possibilidade de usar outro dispositivo para fazer a luz e conservar a energia de sua câmera principal.

7. Evite exposição excessiva e vídeos.

A fotografia de longa exposição drena muita bateria, assim como ISO alto e a captação de imagens em alta resolução. Lembre-se, o registro audiovisual não só promove utilização interna mais intensa como também usa a tela LCD da máquina.

As dicas podem parecer óbvias, entretanto, se somadas, são capazes de preservar bastante a bateria, não somente em autonomia como também em vida útil. E, acima de tudo, se você lembrar dessas pequenas alterações, pode ser que tenha aquele extra para a última foto que perderia por falta de energia.


quinta-feira, 15 de maio de 2014

Veja como se livrar de um app pré-instalado no Android

Há poucas coisas em nossas vidas digitais que são piores do que os apps indesejados (apelidados de “bloatware”) que vem pré-instalados em um smartphone Android. As operadoras e os fabricantes são os responsáveis por sua instalação, e tornam quase impossível removê-los. Eles aparentemente acreditam que se você não pode remover um app, talvez acabe usando ele.

Mas você não precisa de três versões de um calendário, ou um app de armazenamento online pelo qual nunca optou. Felizmente não é necessário sofrer calado, nem fazer “root” no aparelho só para se livrar de um app indesejado. No Android 4.0 ou posterior há uma forma fácil de desabilitá-lo, de forma que você sequer irá se lembrar de que ele existiu.

A lista Todos em Configurações/Aplicativos mostra todos os apps em seu aparelho

A chave para se livrar do bloatware está no painel Aplicativos da tela de Configurações. Inicialmente ele mostra uma lista com os apps que você instalou (chamada Descarregados). Vá empurrando os painéis para a esquerda até chegar ao painel Todos, que lista todos os apps do aparelho. Role a lista até encontrar o app indesejado e dê um toque sobre ele.

Você verá uma tela com informações sobre o app. No topo há o ícone, nome do app, nome no sistema, versão e dois botões: Forçar Parada e Desinstalar (no caso de apps que você baixou e instalou) ou Desativar (no caso de apps pré-instalados ou que são parte do sistema). Forçar parada encerra imediatamente o app (se ele estiver rodando), mas você pode usá-lo normalmente mais tarde. É como dar Alt+F4 em um programa no Windows.

Clique em Desativar para se livrar de um app pré-instalado

Já o Desativar é o que queremos. O app para de rodar, e seu ícone ficará oculto na lista de apps. É como se ele não existisse. Um app desativado vai para o rodapé da lista Todos, e é indicado com a palavra Desativado à direita. Se posteriormente você descobrir que o app pode ser útil, pode trazê-lo de volta clicando no botão Ativar na mesma tela.

Aplicativos desativados são claramente indicados em Configurações/Aplicativos/Todos.
Você não irá vê-los na tela Aplicativos até que sejam reativados.

O único porém nesse método é que o app continua instalado e ocupando espaço na memória interna do aparelho. Para realmente remover um app pré-instalado é necessário fazer root no aparelho e usar apps como o Titanium Backup, um procedimento que dependendo do aparelho pode ser um pouco arriscado e invalidar sua garantia.

Uma última dica: a lista Todos mostra todos os apps no aparelho, e muitos deles tem nomes estranhos como com.android.provision. Pense duas vezes antes de desabilitá-los, pois podem ser componentes vitais do sistema operacional e sua ausência irá causar problemas. A regra é: se você não sabe o que é, não mexa!

terça-feira, 6 de maio de 2014

Transforme seu notebook antigo num roteador Wifi

A tecnologia evolui todos os dias. Junto com ela, nossos dispositivos tecnológicos também evoluem. Essa evolução combinada com o capitalismo gera um grande número de aparelhos obsoletos todos os anos. Mas, só porque o seu dispositivo não é mais “atual”, não significa que você não poderá usa-lo para outros fins. Use sua criatividade! Por exemplo, considere um notebook antigo? Isso mesmo, aquele que está parado faz tempo. Esse notebook antigo ainda pode ser útil para você! Você sabia que pode transformá-lo num roteador Wifi?

Se o Wifi da sua casa não é lá essas coisas, você poderá aumentar o alcance desse sinal, transformando o seu notebook antigo numa ponte sem fio de sua rede. Se o seu roteador Wifi está na sala, por exemplo, quando você for para o quarto, as paredes, portas e etc., atrapalham a boa circulação do sinal. Assim, sua conexão fica lenta em determinados pontos da casa, pode ser que em alguns pontos nem exista conexão. Com o seu notebook antigo fazendo o trabalho de um extensor wireless, esse problema será resolvido. Vamos começar?!
Transforme o seu notebook antigo num roteador Wifi

Vamos começar falando do que você irá precisar:

Um notebook antigo;
Uma conexão sem fio ou com fio, modem 3G ou qualquer outro meio de acesso a internet.
Software connectify.

1º passo: Leve o cabo de rede do seu roteador principal até o notebook antigo e conecte os dois. Poderá também usar um modem 3G para acessar e distribuir internet ou usar uma conexão sem fio existente.

1º passo: Faça o download do software connectify. Depois que o download terminar, instale o programa.

2º passo: Depois de instalado, será criado dois ícones do programa na sua área de trabalho. Clique no “Connectify Hotspot”.


3º passo: Com o programa aberto vamos configurá-lo:

No campo “Hotspot name” coloque o nome da sua rede. Na versão gratuita, você não poderá mudar o nome, por padrão o nome será “Connectify-me”.
No campo “Password” você colocará uma senha. Uma grande vantagem é que o software utiliza chave WPA2 para criptografar o sinal da conexão, sendo assim, sua segurança está garantida.

No campo “Internet to Share” você escolherá de qual dispositivo o connectify irá pegar o sinal e distribuir via Wifi.

Por exemplo, se você está utilizando um cabo de rede para levar internet até o notebook, deverá procurar por sua placa de rede. Se estiver usando modem 3G, deverá escolhe-lo. Caso queira utilizar o sinal Wifi de seu roteador, fique a vontade.

Importante: Se escolher distribuir o sinal Wifi do seu roteador, entenda que o sinal não será melhorado. O notebook antigo irá distribuir o sinal com a mesma força que receber. Por exemplo, se está chegando apenas 20% de sinal no notebook antigo, ele irá transmitir os mesmos 20%. Assim, é mais recomendado utilizar um cabo de rede para levar internet ao notebook. Dessa forma ele transmitirá o sinal com 100% de qualidade.




4º passo: Depois de feita as configurações, basta apertar o botão “Start Hotspot”.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Não é uma boa ideia salvar arquivos na Área de Trabalho

“Em qual local você deseja salvar seu arquivo?”, perguntam as mensagens do Windows assim que uma nova extensão está prestes a ser adicionada ao computador. E o lugar mais convidativo parece ser sempre a Área de Trabalho: ela está ali, ao alcance de um ou dois rápidos cliques. Saiba, porém, que optar pelo Desktop como local de armazenamento de arquivos não é a forma mais adequada de se guardar alguns dados. Arquivos de imagem, de música, documentos do pacote Office e até mesmo instaladores de programas são geralmente “hospedados” pela Área de Trabalho quando se está com pressa, é verdade. 

Mas e se algum tipo de problema acometer o funcionamento do PC e for preciso restaurá-lo? Se dados importantes estiverem em seu Desktop, a recuperação das extensões pode simplesmente não acontecer. Além deste risco, outros motivos podem lhe inspirar a encontrar outros locais para armazenar seus arquivos. Confira:

Falta de organização
É possível, de fato, organizar os arquivos da Área de Trabalho por categorias. Mas se mais e mais dados de imagem, por exemplo, forem descarregados em seu Desktop, pode ficar complicado até mesmo visualizá-los todos; em algum momento, as miniaturas vão “transbordar” pelo monitor – será preciso então acessar a Área de Trabalho por meio do Windows Explorer para encontrar um determinado dado.

Segurança
Arquivos salvos na Área de Trabalho não são tão bem protegidos quanto aqueles hospedados por pastas como “Minhas Imagens” ou “Minhas Músicas”. Se algum tipo de problema forçar a restauração de seu sistema para uma semana anterior ao download de um dado arquivado no Desktop, o Windows poderá não recuperá-lo. Mas acredite: é possível continuar salvando seus documentos na Área de Trabalho e protegê-los, ainda assim, de eventuais bugs.

Eis uma situação presenciada por quem trabalha com edição de áudio, vídeo ou imagem: ao criar um projeto e incluir uma mídia salva na Área de Trabalho, o software de edição sempre irá buscar pela tal extensão em seu local de origem (Desktop). Se, por qualquer motivo, uma imagem ou música for deletada, todo o projeto poderá ficar comprometido.

Altere o local de sua Área de Trabalho
Mover a Área de Trabalho a uma pasta devidamente protegida pelo Windows irá possibilitar a recuperação de dados por backups. E fazer isso é bastante simples. Primeiramente, acesse seu Windows Explorer e clique com o botão direito sobre “Documentos”. Em seguida, acione a opção “Propriedades”. Na janela aberta, aperte o botão “Incluir uma pasta...” e selecione, por fim, a “Área de Trabalho”.


Selecione "Documentos" em seu Windows Explorer


Inclua a pasta "Área de Trabalho" em "Documentos"

Uma vez alterado o local de armazenamento de arquivos do Desktop para “Documentos”, a restauração de sistema do Windows deverá resgatar tudo o que foi salvo às pressas na convidativa tela inicial de seu computador.

Existem maneiras de configurar determinados softwares para a recuperação de dados “hospedados” pela Área de Trabalho. Mas alterar ao menos o local de armazenamento de arquivos para “Documentos” parece ser a solução mais adequada a quem não consegue resistir à tela inicial do Windows como palco ao download de uma ou outra extensão.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

O que são Codecs, quais são os tipos, pra que servem?

Você já deve ter notado que existem por aí vários tipos diferentes de arquivos de som e imagem, principalmente se você costuma utilizar sistemas de compartilhamento peer to peer. Formatos como H.264, DivX, MP4, AVI, MPEG-2, AVCHD, AAC, OGG, MKV, entre outros são bastante frequentes.

Essa abrangência muitas vezes deixa bastante gente confusa, porque, de acordo com cada um, o tamanho do arquivo muda e também o programa necessário pra que eles sejam executados pode variar.

Sabendo que muita gente utiliza Codecs diariamente, o Canaltech, com ajuda do Online Tech Tips, te explica resumidamente o que eles são, pra que servem e quais os tipos mais populares, para você entender e aproveitar melhor seus arquivos e softwares.
O que são e pra que servem os Codecs

A palavra "Codec" vem de COdificação e DECodificação, ou seja, eles "traduzem" um arquivo que originalmente seria muito grande pra ser compartilhado/executado em conteúdo bem menos pesado. Aquele filme que ocuparia seu disco rígido inteiro ou demoraria dias pra ser baixado pode ser comprimido em um MPEG-2 ou um Windows Media Video.

Os Codecs pegam um arquivo grande e comprimem os elementos que fazem parte do mesmo - audio e video - em um formato menor, capaz de ser codificado e decodificado a partir de softwares específicos para isso, a exemplo do iTunes, Windows Media Player, Quicktime, Real Player, entre outros. Eles rearranjam o fluxo de bits para determinar coisas como largura e altura de imagens, velocidade de exibição, entre outras. Assim, aquele filme que precisaria de 500 GB teria agora um tamanho bem mais adequado, como 700 MB.

A diferença entre os Codecs está em como seus elementos são comprimidos ou descomprimidos. Por exemplo, uns apenas "resumem" ao máximo o tipo de conteúdo que não precisa da qualidade máxima; outros fazem isso com o mínimo de perdas possível e alguns variam de acordo com a necessidade, como nos momentos de silêncio de um filme, que não necessitam de compressão de som.

Os Codecs normalmente são agrupados em Containers, que explicamos mais abaixo.
Quais são os tipos mais populares de Codecs?

H.264 (MPEG-4 Part 10 AVC) – Mais conhecido como MPEG-4 Part 10, é um Codec bastante utilizado em smartphones, câmeras digitais e discos de Blu-ray. É um dos mais populares, especialmente porque consegue ter arquivos pequenos com alta qualidade e é compatível com Apple, YouTube, HTML 5 e Adobe Flash. A única deficiência é que a boa taxa de compressão de algoritmos também torna a tarefa de codificação lenta.

MPEG-2 - Esse é um dos Codecs mais antigos e também mais comuns por aí. Sua vantagem sobre o H.264 é que tem algoritmos de compressão inferiores, o que torna a codificação bem mais rápida. Isso porém, vira uma desvantagem quando falamos de video streaming, já que a qualidade do conteúdo para esse fim deixa o vídeo todo pixelado.

MPEG-4 Part 2 - Esse é o Codec anterior ao H.264, é o H.263, que costumava ser codificado com os softwares DivX e Xvid. Ele consegue manter uma qualidade razoável em um arquivo também de tamanho aceitável. Porém, não é indicado quando se fala em alta definição.

Windows Media Video (WMV) - É a versão da Microsoft para Codecs MPEG-4. Começou com o WMV 7, em 1999, como uma cópia do MPEG-4 Part 2. Desde então, assim como outro Codec da Microsoft, VC-1, faz um papel semelhante ao MPEG-4 Part 10 e é utilizado em discos Blu-ray também. Todos os programas relacionados da Microsoft, a exemplo do Windows Maker, Silverlight, entre outros, utilizam o WMV e o VC-1.

Estes são apenas alguns dos mais populares Codecs, existem outros (WAV, AIFF, FLAC, AC3, Dolby Digital Plus, DTS-HD, etc), no entanto, com esses já dá pra compreender melhor pra que servem essas siglas todas.
O que são Containers?

Os Containers têm tudo a ver com os Codecs. Na verdade, ele agrupa arquivos de som e imagem que utilizam Codecs. Se você já usou o Windows Media Player, VLC ou Quicktime, então já abriu um Container, que é um arquivo de vídeo, áudio ou ambos.

Um exemplo pode ser um filme: pra poder assistí-lo, você precisa de arquivos de som e imagem sincronizados em uma só peça. Os Containers juntam esses arquivos comprimidos e descomprimidos em Codecs e tornam eles acessíveis aos usuários.

O filme EXEMPLO.AVI (ou MP4, MPG, RMVB, etc) então, pode conter um formato de vídeo EXEMPLO.MPEG-1 (ou MPEG-2, MPEG-4, etc) sincronizado com o áudio EXEMPLO.ACC (ou MPEG-3 Layer, OGG Vorbis, etc). Sabendo disso, fica mais fácil entender por que existem também diferentes formatos de Containers.
Containers mais populares

MP4 - Esse é um dos mais encontrados e costuma funcionar bem para abrir vídeos codificados em H.264 e áudio em ACC. Também suporta os Codecs de vídeo MPEG-4 Part 2 e MPEG-2.

AVI - Este é o Container da Microsoft desde 1992 e continua na ativa até hoje. Porém, pode começar a ficar obsoleto, já que não suporta o Codec H.264.

ASF - O Advanced Systems Format utiliza extensões .WMA e .WMV mas não .ASF, o que torna ele amigável entre os produtos da Microsoft mas problemático fora desse ambiente, principalmente se você usa Codecs H.264.

AVHCD - Este é o Container mais conhecido pra quem utiliza câmeras digitais de alta definição. Normalmente contém vídeos em H.264 com áudio AC3 (Dolby Digital) ou Linear PCM.

MKV - É um dos mais recentes, que comporta vídeos de Codec H.264 e é popular com ferramentas como Boxee, PS3 Media Server, XMBC, VLC, entre outros. É comumente encontrado em arquivos extraídos de Blu-rays, mas ainda não conta com muita popularidade.

FLV - É um dos mais populares Containers, o Adobe Flash, que usa com mais frequência os Codecs H.264 e ACC. Ainda é o mais utilizado, porém, vem perdendo espaço para o HTML5 e porque a Apple não suporta o Adobe Flash.

Há outros Containers, como Quicktime File Format, OGG, WebM, entretanto, já dá pra entender melhor com os citados acima.
Pra finalizar: o que são Transcoders?

Com uma variedade tão grande de Codecs, faz-se necessário um software que possa transformar um formato no outro desejado. Por exemplo, você gravou alguma coisa em vídeo AVCHD e quer importá-lo para seu iPhone. Pra que ele rode, você precisa convertê-lo. Pra isso servem os Transcoders.

Os mais comuns por aí são o HandBrake, FFmpeg, SUPER, VirtualDUB, etc. Alguns são pagos, outros convertem diretamente para o tipo de dispositivo que será rodado e uns são mais detalhados com relação aos elementos do arquivo. Basta escolher o mais adequado à sua utilidade e compreensão sobre o assunto.

Isso é o básico para entender o universo dos Codecs. Agora você pode entender melhor as siglas e o formato de tudo o que tem armazenado aí na sua máquina.

10 coisas que você talvez não saiba que seu Android faz

Smartphones em geral são muito simples de ser usados, mas alguns recursos interessantes normalmente acabam soterrados entre tantas funções mais óbvias. Depois de listar ferramentas bacanas do iOS, a seleção abaixo, criada pelo Buzzfeed e adaptada pelo Olhar Digital, mostra algumas ferramentas legais e curiosas escondidas no Android. Confira: 

Compartilhar coisas apenas ao encostar os telefones
Um recurso bacana que raramente é lembrado pelos usuários do sistema do Google é o Android Beam. A ferramenta permite a transferência de arquivos, contatos, músicas, vídeos, fotos e aplicativos apenas encostando um aparelho no outro.

Para isso, é necessário ter dois aparelhos com a tecnologia NFC e o recurso deve estar ativado em ambos. Para ativar, é necessário acessar as Configurações e pressionar Mais…; em seguida, é só liberar o recurso Android Beam.

Bloqueio de tela com reconhecimento facial
Não é preciso usar uma senha toda vez que você liga o aparelho, basta colocar seu rosto em frente à câmera. Para isso, acesse Configurações > Segurança > Bloqueio de tela e selecione Desbloqueio facial. Em seguida, posicione seu rosto na área indicada para configuração.

O Google avisa que este método não é o mais seguro, porque pessoas parecidas com você podem desbloquear o aparelho. Para evitar que um engraçadinho use apenas uma foto sua para liberar o aparelho, basta ativar a Verificação de presença viva, que exige que a pessoa pisque para ser reconhecida. Você também pode acessar Melhorar a correspondência do rosto, para que o celular o reconheça-o com e sem óculos, com e sem barba e em diferentes condições de luz.

Transforme suas fotos em vídeo
A partir do Android 4.3, é possível criar vídeos divertidos com as fotos que estão guardadas no seu celular. Acesse o app Fotos, pressione o botão em formato de “claquete de cinema” e escolha as fotos que vão fazer parte do vídeo. Em seguida, é só escolher uma trilha sonora para o fundo do vídeo, um estilo visual, e o resultado sai automaticamente. É possível incluir até mesmo vídeos na brincadeira.

Busca por voz
O Google Now brasileiro é bem limitado, mas para quem tem um pouco de conhecimento do inglês, a busca por voz é bem eficiente, se aproximando do que o Moto X é capaz de fazer. Para quem não tem o aparelho da Motorola, basta falar “Ok, Google”, e dizer o que deseja buscar. É possível obter informações sobre o tempo na sua cidade ou em alguma outra região, por exemplo.

Acessar abas que estão abertas em outros dispositivos
Quem está logado no Google Chrome tem a possibilidade de acessar as abas abertas no navegador do desktop pelo Android. Para isso, é só abrir o navegador no seu celular e acessar a opção Outros dispositivos, no menu. Todas as abas abertas no seu desktop serão exibidas no aparelho e você pode abri-las como preferir.

Servir como roteador Wi-Fi
Para quem necessita urgentemente de internet Wi-Fi, é possível transformar o seu celular em um roteador, mudando o sinal de internet móvel em Wi-Fi para conectar seu notebook ou qualquer outro aparelho. Para tal, é necessário acessar Configurações > Mais… > Tethering e acesso portátil e configure um Ponto de acesso Wi-Fi portátil. Mas é importante ficar ligado, pois essa ferramenta consome seu plano de dados, então deve ser usada apenas em casos realmente necessários.

Mostrar informações na tela de bloqueio
Se você perder o telefone, não custa nada deixar seu e-mail para o caso de alguém achar o aparelho. Neste caso, basta entrar em Configurações > Segurança > Info do proprietário. Neste campo, digite um endereço de e-mail. Vai que uma pessoa legal encontra o seu aparelho e tenta devolvê-lo?

Controle de dados usados
O Android tem uma ferramenta bacana que permite que você veja em detalhes quantos megabytes ou gigabytes de seu plano você já usou. Você também pode visualizar quais são os programas que mais consomem dados. Basta entrar em Configurações > Uso de dados para ver o gráfico. Caso o consumo de dados esteja ativado, você pode estabelecer um limite, para garantir que você não vai estourar a cota do mês.

Sincronizar o tablet ou PC com o celular para enviar SMS
Esta função é nativa em alguns celulares, mas nem todos têm a ferramenta. Para quem não tem, é recomendado um aplicativo chamado AirDroid (clique aqui). Ele permite sincronizar o celular com o PC, possibilitando a transferência de arquivos pela rede Wi-Fi, gerenciar aplicativos, tirar fotos remotamente, ver as imagens guardadas no celular e inclusive responder mensagens SMS sem precisar sofrer com o tecladinho do celular. É uma 'mão na roda'. Outra alternativa para quem procura responder SMS pelo PC é o MightyText (clique aqui).

Liberar uma animação secreta
O easter-egg mais famoso do Android, que mostra uma animaçãozinha divertida relacionada à versão atual do sistema operacional. Entre em Configurações > Sobre o telefone e pressione várias vezes “Versão do Android”. Depois de algum tempo será mostrada uma imagem que tem a ver com a versão do sistema irá aparecer. No caso do “Jelly Bean”, várias jujubas aparecem. Para quem tem o “KitKat”, irá aparecer a letra K, que quando pressionada repetidas vezes, se transforma em uma brincadeira que une a marca Android com a marca de chocolates.