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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Encurtador de links

Desde os primeiros serviços da internet que encurtam URLs, a maior preocupação é quanto à segurança dos links disponibilizados pela web. McAf.ee promete ser uma ferramenta que permite encurtar links com segurança.

O site funciona basicamente como qualquer outro serviço do gênero, mas até o momento, possui poucas opções disponíveis para os internautas. Para encurtar um link, insira a URL na caixa de texto e clique em “SHORTEN”.

O site informa um novo link, geralmente menor do que o original e com algumas opções de compartilhamento, como Facebook, Twitter, email, Google, entre outros. Utilize essa nova ferramenta para enviar links seguros.

Encurtador de links seguros.

Por ser uma versão BETA, podem existir falhas no serviço. Dessa forma, fique atento a mudanças no serviço para obter todas as vantagens que ele pode oferecer.

Caso o site não apareça diretamente, então você estará olhando para um banner informando se o site é seguro ou não, e na parte direita inferior do banner (mas isto estarána parte superior do site) terá o link remove banner ou botão fechar "x", então você será direcionado do site desejado.

Site: http://mcaf.ee/

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Justiça proíbe prazo de validade para créditos de celulares pré-pagos

Uma decisão da 5ª Turma do TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região proibiu que as operadoras de telefonia móvel estabeleçam prazo de validade para créditos pré-pagos, em todo o território nacional. Ainda cabe recurso da decisão, que é válida a partir da notificação de todas as partes citadas no processo.
Segundo a resolução, que foi unânime entre os juízes, o estabelecimento de prazos de validade para os créditos pré-pagos é como um "confisco antecipado dos valores pagos pelo serviço público de telefonia, que é devido aos consumidores".
Anulação de sentença
Foram declaradas nulas as cláusulas contratuais e as normas da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) que estipulem a perda dos créditos adquiridos após a expiração de determinado tempo ou que condicionem a continuidade do serviço à aquisição de novos créditos.
A decisão foi tomada na apreciação de um pedido de recurso do Ministério Público Federal contra uma sentença dada na 5.ª Vara Federal do Pará, que havia considerado regular o estabelecimento de prazo de validade para os créditos pré-pagos das operadoras Vivo, Oi, Amazônia Celular e Tim.
Portanto, com a anulação da sentença da Justiça paraense, essas empresas "deverão reativar, no prazo de 30 dias, o serviço de todos os usuários que o tiveram interrompido, restituindo a eles a exata quantia em saldo existente à época da suspensão dos créditos". A decisão deve ser cumprida em todo o território nacional, sob pena de multa diária no valor de R$ 50 mil reais.
Cláusula abusiva
Segundo o desembargador federal Souza Prudente, relator do processo, a cláusula existente em contratos das operadoras de telefonia é abusiva "por não tratar com isonomia usuários de menor poder aquisitivo". Quando os consumidores não conseguem reinserir créditos durante o período estipulado pelas empresas, perdem créditos comprados anteriormente, mas "expirados".
O relator citou também uma decisão de maio de 2004 do desembargador federal Paulo Roberto de Oliveira Lima, do TRF da 5ª Região, que indica jurisprudência para casos similares, em que foi considerada abusiva a imposição de prazos para consumo dos créditos adquiridos pelos usuários.
Segundo Prudente, as cláusulas limitantes vão contra o que estabelece o Código de Defesa do Consumidor no artigo 39, que "veda ao fornecedor condicionar o fornecimento de produtos ou de serviços ao fornecimento de outro produto ou serviço, bem como, sem justa causa, a limites quantitativos".
O relator frisou ainda que se trata de um serviço público essencial, "concedido a essas concessionárias, para disponibilizá-lo a seus usuários, com eficiência, qualidade, sem qualquer discriminação, observando-se os princípios da razoabilidade, proporcionalidade e moralidade".

Aprenda as diferenças entre vírus, trojans, spywares e outros

Quem usa um computador — ainda mais com acesso à internet — ouve diariamente as palavras vírus, trojan, spyware, adware e, de vez em quando, a palavra malware. É comum pensarmos que, de uma maneira geral, todos são vírus e perigosos para o computador.

Em parte, esta afirmação é verdadeira: de fato, todos eles podem nos prejudicar de alguma maneira. No entanto, eles não são todos vírus nem iguais. Eles são todos malwares, isso sim.

Malware
Malware é a combinação das palavras inglesas malicious e software, ou seja, programas maliciosos. São programas e comandos feitos para diferentes propósitos: apenas infiltrar um computador ou sistema, causar danos e apagar dados, roubar informações, divulgar serviços, etc.

Obviamente que quase 100% desses malwares entram em ação sem que o usuário do computador perceba. Em suma, malware é a palavra que engloba programas perigosos, invasivos e mal intencionados que podem atingir um computador. O primeiro erro dos usuários é este: desconhecendo o termo malware, categorizar tudo como vírus.

Os malwares se dividem em outras categorias, e provavelmente vão continuar se dividindo à medida que malfeitores descobrirem e inventarem novas maneiras de ataques a computadores. Essas categorias incluem vírus, worms, trojans, rootkits, spywares, adwares e outros menos conhecidos. Vejamos um por um.

Vírus
Não é à toa que a palavra vírus é a que mais circula quando o assunto é perigos de computador. Afinal, os vírus são os programas mais utilizados para causar danos, roubar informações, etc.

Os vírus se diferenciam dos outros malwares por sua capacidade de infectar um sistema, fazer cópias de si mesmo e tentar se espalhar para outros computadores, da mesma maneira que um vírus biológico faz.

Vírus são típicos de arquivos anexos de emails. Isso acontece porque quase sempre é necessário que um vírus seja acionado através de uma ação do usuário.
Um dos vírus mais perigosos já registrados foi o “ILOVEYOU”, uma carta de amor que se espalhou por email e é considerada responsável pela perda de mais de cinco bilhões de dólares em diversas empresas.

Worms
Um worm (verme, em inglês) de computador é um programa malicioso que se utiliza de uma rede para se espalhar por vários computadores sem que nenhum usuário interfira neste processo (aí está a diferença entre vírus e worm).

Os worms são perigosos pois podem ser disparados, aplicados e espalhados em um processo totalmente automático e não precisar se anexar a nenhum arquivo para isso. Enquanto vírus buscam modificar e corromper arquivos, os worms, costumam consumir banda de uma rede.

Trojan
Trojan, forma abreviada de Trojan Horse (cavalo de tróia, em português), é um conjunto de funções desenvolvido para executar ações indesejadas e escondidas. Pode ser, por exemplo, um arquivo que você baixou como um protetor de telas, mas, depois da instalação, diversos outros programas ou comandos também foram executados.

Isso significa que nem todo trojan prejudica um computador, pois, em alguns casos, ele apenas instala componentes dos quais não temos conhecimento, forçadamente.

Daí a relação com o cavalo de tróia, historicamente falando. Você recebe um conteúdo que acha ser uma coisa, mas ele se desenrola em outras coisas que você não esperava ou não foi alertado.

Rootkits
Os rootkits englobam alguns dos mais escabrosos malwares já conhecidos. Isso porque estes programas miram simplesmente o controle de um sistema operacional sem o consentimento do usuário e sem serem detectados.

O grande mérito do rootkit é sua capacidade de se esconder de quase todos os programas antivírus através de um avançado código de programação. Mesmo que um arquivo rootkit seja encontrado, em alguns casos ele consegue impedir que você o delete. Em resumo, os rootkits são a maneira mais eficiente para invadir um sistema sem ser pego.

Spywares
Spy, em inglês, significa espião, e foi com essa característica que os spywares surgiram. No começo, os spywares monitoravam páginas visitadas e outros hábitos de navegação para informar os autores. De posse dessas informações, tais autores podiam atingir os usuários com mais eficiência em propagandas, por exemplo.

Porém, com o tempo, os spywares também foram utilizados para roubo de informações pessoais (como logins e senhas) e também para a modificação de configurações do computador (como página home do seu navegador).

Hoje, os spywares ganharam atenção especial de diversas empresas que desenvolveram programas específicos para acabar com este tipo de malware.

Adware
O último malware dessa lista geralmente não prejudica seu computador, mas te enche o saco, com certeza. Adwares são programas que exibem, executam ou baixam anúncios e propagandas automaticamente e sem que o usuário possa interferir.

Geralmente, ícones indesejados são colocados em sua área de trabalho ou no menu Iniciar para que você acesse o serviço desejado.

Hoje, os adwares são considerados como uma categoria de software, diferenciando-se de freewares (programas gratuitos) e demos ou trials (programas para testar), uma vez que eles têm a intenção de divulgação, e não de prejudicar um computador.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Como saber se a conta do Facebook foi infectada pelo vírus Clickjacking

Clickjacking é como ficou conhecida uma forma de disseminação de spam através do Facebook. Quando contaminado, o usuário passa a publicar automaticamente um suposto vídeo com conteúdo atrativo, que, ao ser clicado, passa a replicar o link malicioso. Saiba como verificar se sua conta está contaminada, como limpá-la e o que fazer ao se deparar com um conteúdo suspeito publicado por um amigo.
Passo 1. Para descobrir se você foi uma vítima de clickjacking, acesse sua conta no Facebook e abra seu perfil. Nele, observe tudo que foi publicado em seu nome. Caso encontre algo estranho, exclua imediatamente.
Analise as publicações da sua timeline (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Analise as publicações da sua timeline (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 2. Para excluir uma publicação, posicione o cursor do mouse sobre ela. Clique no botão que aparece no canto superior direito e clique em “Excluir…”.
Excluindo publicação (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Exclua a publicação (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 3. Na mensagem de confirmação que aparece, confirme clicando em “Excluir”.
Confirmando exclusão (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Confirme a exclusão (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 4. Volte ao topo do seu perfil e clique em “Registro de atividades”.
Acessando o registro de atividades (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Acesse o registro de atividades (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 5. No “Registro de atividades”, são listadas todas as ações realizadas pelo usuário. Observe há alguma página, link ou qualquer outro tipo de conteúdo curtido sem o seu consentimento.
Analisando registro de atividades (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Analisando registro de atividades (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 6. Para excluir algo ou ‘descurtir’ uma página ou publicação, clique sobre o último botão da direita ao lado do item que deseja remover. Saiba mais sobre o registro de atividades.
Removendo curtida (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Remova a publicação "curtida" (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 7. Por fim, vale a pena dar uma conferida nos aplicativos que possuem permissão para acessar a sua conta. A recomendação é desautorizar todos os apps que você não está utilizando, principalmente se encontrar algum que não se lembre de ter autorizado. Saiba como fazer isso.
Reportando conteúdo suspeito
Passo 8. Ao se deparar com um conteúdo suspeito publicado por um amigo, além de não clicar no link, você reportar a publicação ao Facebook. Para isso, clique em “Não quero ver isso”, no menu suspenso no canto superior direito da mensagem.
Reportando conteúdo suspeito (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Reporte como conteúdo suspeito (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 9. Marque a opção “É spam”.
Denunciando publicação como spam (Foto: Reprodução/Helito Bijora)A publicação como spam será denunciada como spam (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 10. Em seguida, marque “Apenas uma publicação de spam” – ou outra opção, se for o caso.
Denunciando publicação como spam (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Selecione o tipo de spam que você tenha notado (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 11. A mensagem será enviada para análise pela equipe do Facebook. Caso queira alertar o amigo sobre a publicação, clique em “Enviar mensagem”.
Conteúdo reportado à equipe do Facebook (Foto: Reprodução/Helito Bijora) (Foto: Conteúdo reportado à equipe do Facebook (Foto: Reprodução/Helito Bijora))O conteúdo será reportado à equipe do Facebook (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Entenda a diferença entre os cartões SD


Realmente, eles são todos iguais – mas só por fora. Você sabia que os cartões SD, hoje usados em mais de 90% das câmeras fotográficas e filmadoras, são bem diferentes entre si? E mais: sabia que se, por acaso, você errar na escolha, isso pode comprometer bastante o desempenho do seu equipamento?

Basicamente três pilares dividem os cartões SD: memória, classe e velocidade. Vamos começar pelo mais simples. Todos são SD, mas existem nomenclaturas específicas para distinguir os cartões com maior capacidade de memória. Aliás, para começar, o SD do nome dos cartões quer dizer Secure Digital – ou digitalmente seguro.



Aí, temos os com capacidade para até 2 GB são chamados apenas de SD mesmo. Já o padrão SDHC denomina cartões com capacidade de armazenamento entre 4 e 32 GB e são os mais utilizados hoje em dia. O HC, dá até para adivinhar: significa High Capacity. Mas como espaço nunca é demais, o mercado já estabeleceu um novo padrão; o SDXC, que pode chegar a 2 Terabytes de memória. O “xis” do nome quer dizer Extended, ou Estendida.



A segunda característica a ser observada em um cartão SD é sua “classe”. Os diferentes modelos são classificados em classes de um a dez, mas as três mais comuns disponíveis no mercado são as classes quatro, seis e dez. A classe do cartão SD corresponde à quantidade de quadros por segundo que o cartão consegue armazenar.

Importante ressaltar também que a classe do cartão pouco tem a ver com a fotografia. O que tem a ver com fotos é a velocidade do cartão SD; normalmente expressa em megabytes por segundo. Há diferentes valores para a taxa de gravação e leitura nos cartões SD. A velocidade deve ser bem avaliada principalmente para quem for usar o cartão em câmeras fotográficas.

Cartões simples e baratos costumam ter velocidade de 5 megabytes por segundo; os mais caros e modernos, chegam a até 100 megabytes por segundo. Para usufruir bem da tecnologia que seu equipamento oferece, procure um cartão SD com, no mínimo, 15 megabytes por segundo – com essa velocidade já é possível inclusive fazer fotos em sequência.

Mas lembre-se da dica: consulte sempre o manual da sua câmera. As marcas sempre recomendam qual classe e velocidade de cartão SD é mais adequada àquele equipamento.

"Por exemplo, se você tiver uma câmera mais simples, compacta, tem de olhar para mais capacidade - quantas fotos quer armazenar. Se a câmera for mais profissional, você já começa a olhar tanto a classe, pra fazer vídeo, quanto a velocidade do cartão", explica Paulo Vizaco, diretor comercial da Kingston Technology. "Muitas vezes a pessoa compra uma câmera semiprofissional e um cartão com velocidade baixa e não consegue fazer as fotos quadro a quadro, ter velocidade e acaba achando que é problema da câmera."

Para quem quer mais memória em tablets e smartphones, o cartão SD também tem uma versão micro, que segue as mesmas regras dos SD tradicionais de classe e velocidade.

"Como o celular, hoje, reúne foto, vídeo etc, acho que é mais interessante comprar um microSD de maior capacidade. Sempre olhando, obviamente, se o seu celular suporta a capacidade que você quer comprar", comenta Vizaco.

Agora que você já conhece as diferenças entre os cartões, tem outra pergunta. O que é melhor: uma câmera fotográfica que filma ou uma filmadora que tira fotos? Confira a comparação que fizemos recentemente aqui no site. Fique por dentro e acerte nas suas escolhas.


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Mito ou verdade: é preciso aguardar alguns segundos antes de religar o modem?

Quando a conexão à internet está com problema e você liga para o suporte técnico da operadora, é comum ser solicitado que você retire o cabo de energia do modem, aguarde de 10 a 30 segundos, e então o reconecte. Reiniciar o aparelho faz sentido, mas será que realmente é preciso aguardar todos esses segundos?

Assim como outros eletrônicos, como o próprio computador, o modem contém diversos capacitores, pequenas baterias que são carregadas à medida que recebem energia. A verdade é que os 10 segundos é o tempo que leva para que essas baterias sejam descarregadas, desligando o aparelho por completo.

E é somente quando isso acontece que o modem é resetado de fato. O desligamento completo influencia no armazenamento de dados do aparelho, que usa memórias NVRAM e RAM para trabalhar com dados. Dessa forma, respeitar o tempo de 10 a 30 segundos antes de religar o modem e reconectar a internet é importante e pode garantir o funcionamento correto da rede.

Reiniciar resolve?

Reiniciar o modem pode ser a solução para uma internet que não funciona ou que não está da forma como deveria, na maioria dos casos. Isso acontece porque esses aparelhos podem apresentar travamentos devido à sobrecarga decorrente de picos de energia. Devido à instabilidade do sinal, a reinicialização do modem pode acabar com a chamada "sujeira na linha", uma vez que o reset reordena as informações que por ali circulam.



quinta-feira, 11 de julho de 2013

Saiba quanto ganham os profissionais de TI pelo Brasil

Levantamento feito pela Brasscom (Associação Brasileira de Empresas deTecnologia da Informação e Comunicação) a pedido doOlhar Digital revela quais são os cargos de TI mais populares e seus respectivos salários em oito Estados brasileiros.


Na média geral, o Gerente de Projetos é o profissional que mais ganha: R$ 5.493,75 no momento da admissão. Já o cargo com o pior salário é o Técnico em Manutenção de Equipamentos de Informática, com média de R$ 1.000,62.

Os melhores salários se concentram em São Paulo (9 das 18 profissões listadas) e Rio de Janeiro, com 8. Pernambuco paga melhor que os dois Estados em apenas um cargo: Operador de Rede de Teleprocessamento. Na outra ponta da tabela, a Bahia lidera o ranking da região com os salários mais baixos.

Na comparação regional entre os cargos, o Gerente de Projetos contratado em São Paulo tem a melhor remuneração inicial: R$ 7.445.76, enquanto o Operador de Computador Admitido na Bahia embolsa o menor salário: R$ 787,54.

A pesquisa avaliou as médias salariais de 2012 em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia, Minas Gerais, Pernambuco e Santa Catarina – estados com maior representatividade no segmento de tecnologia, segundo a Brasscom. Os 18 cargos listados são os que mais contratam no setor.

Veja abaixo ranking geral e as remunerações separadas por região:

Reprodução



terça-feira, 9 de julho de 2013

Facebook desmente boato e diz que não vai cobrar acesso de usuários

Não, o Facebook não será pago. Repassem. A despeito do que tem aparecido em posts de seus amigos nos últimos dias, a rede social disse ao blog nesta terça-feira (9) que não tem a menor intenção de cobrar os usuários pelo uso da ferramenta.
Essa não é a primeira vez que um alerta contra essa 'ameaça' à gratuidade da rede se multiplica pelo Facebook. Volta e meia elas aparecem, repetindo a mesma ladainha, mas com um texto diferente. Como um vírus que se torna mais complexo a cada estação, esses hoaxs (nome que se dá aos boatos que se espalham pela web) são cada vez mais elaborados e fazem as correntes de e-mail parecerem brincadeira de criança.
Tem gente que acredita, mas o último deles, que tem aparecido em perfis de amigos desde o fim de semana, é de uma criatividade ímpar. Diz lá que o aviso já foi repetido em diferentes programas de TV, rádios e até durante um show da banda Calypso: o Facebook cobrará uma taxa de US$ 5,99 por semana caso o texto não fosse colado e postado pelos usuários. Se o procedimento, que inclui um printscreen da tela 'colado e registrado em arquivo word no seu computador', for seguido corretamente, o acesso permanecerá gratuito, como num passe de mágica.
A pérola fala ainda de 'fiscais do Face' que farão 'uma busca seletiva avançada' em busca do aviso postado em murais rede social afora. E, se o incauto não tiver repassado a mensagem à frente, terá seu nome incluído na lista de inadimplentes dos órgãos 'SCP – CPT – SERAZA – OLGIZ - BANK CITY - BOBONIS E TROLINS'. Nenhum deles existe, obviamente.
Esse tipo de boato tem se espalhado tanto na rede  que, em maio, o próprio Facebook veio a público esclarecer e negar que pretenda cobrar pelo acesso dos usuários. No mais, ainda vale o que está escrito na tela de login do site: "é gratuito e sempre será".

Google corrige bug que afeta 99% dos Androids

O time de engenharia do Google corrigiu uma vulnerabilidade que poderia afetar até 99% dos aparelhos Android e colocar a segurança dos smartphones em risco.
A correção, por enquanto, não está disponível para os usuários. O Google liberou o patch de atualização para os fabricantes que vendem aparelhos Android. Eles, por meio de serviço de updates, vão liberar em breve a correção.
Este malware, diz a BlueBox, permitiria aos crackers remotamente capturar dados e controlar funções no dispositivo como ligações e mensagens, tudo sem chamar a atenção do dono do aparelho, do Google e mesmo do desenvolvedor do app.A falha foi descoberta neste ano pelo time da empresa BlueBox Security. Os técnicos da empresa identificaram uma “chave mestra” no Android que poderia permitir a um cracker tornar qualquer app virtualmente em um aplicativo malicioso.
4 anos - De acordo com a BlueBox Security, a vulnerabilidade existe desde o lançamento do Android 1.6 Donut, que estreou em 2009.
A empresa revela que identificou um método por onde o cracker poderia modificar o código APK do aplicativo sem precisar quebrar a assinatura criptografada usada para autenticá-lo. Ou seja, apps poderiam ser carregados com malware, mas apareceriam como legítimos.
Já que apps verificados têm acesso completo ao sistema Android e todas as aplicações instaladas no aparelho, a falha de segurança identificada é potencialmente alarmante, no entanto segue apenas na teoria uma vez que não há detalhes de como os apps maliciosos e suas atualizações seriam entregues aos usuários.
A BlueBox Security afirmou que relatou o ocorrido ao Google em fevereiro deste ano.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

3 dicas para saber se seu PC está com vírus

Existem três coisas que vão acontecer pelo menos uma vez na vida de quem usa computador e internet com uma certa frequência: esquecer uma senha, queimar o HD e pegar um vírus. Para a primeira tragédia, sempre há um email cadastrado ou uma nova conta a ser criada. Já a segunda pode ser resolvida com um bom backup e com alguns cuidados de manutenção. Contudo, o terceiro desastre pode render algumas dores de cabeça a mais, já que nem sempre você se dá conta que está infectado. 

Há alguns anos os vírus de computador mais conhecidos eram escandalosos e alteravam elementos perceptíveis da tela do usuário, tais como cores, padrões e comandos. Hoje em dia, os malwares estão mais sofisticados e tímidos: mais do que aparecer, eles querem se propagar rapidamente, infectando a maior quantidade de máquinas possíveis. Mas como saber se o seu computador está com vírus, então? O Digital Trends separou algumas dicas e nós escolhemos as melhores.

1.Pop ups e banners

Esse tipo de vírus já está ultrapassado, mas ainda existe por aí para atormentar a sua vida. Se muitas mensagens pop up começarem a aparecer mesmo com o seu navegador estando habilitado para não mostrá-las, desconfie. 

O mesmo acontece com mensagens ditas como “oficiais”, de órgãos como o FBI, a CIA e a Polícia Federal, anunciando que você infringiu determinada lei e que precisa pagar uma taxa para continuar usando seu computador ou a internet normalmente. Viu um banner estranho ou fora do normal no desktop ou no próprio navegador? Verifique! Pode ser um vírus.

2.Emails automáticos

Email
Seus amigos estão recebendo mensagens de email esquisitas do seu remetente mesmo você não tendo enviado nada? Quando abrimos nossa conta de email, geralmente verificamos apenas as novas mensagens na caixa de entrada, deixando de lado a caixa de enviados. E é justamente disso que esse tipo de vírus se aproveita. 

Devido à sua desatenção, mensagens de email em redes sociais e em chats são enviadas automaticamente, de forma a propagar o vírus. Portanto, ficar de olho no que é enviado e sempre ouvir seus amigos quando “uma mensagem estranha chegou” pode ajudar você a detectar uma infecção. Na dúvida, não fique parado: antivírus já!

3.Lentidão

Tudo bem, seu computador pode não ser uma super máquina, mas funcionava direito até que um dia começou a travar, ficar lento e se recusar a abrir determinados programas. O que será que aconteceu? Nesses casos, há dois prováveis motivos: a falta de manutenção ou o temido vírus.

Quando acumulamos muitos arquivos e programas no PC, a tendência é que ele fique mais lento e apresente algumas dificuldades de funcionamento. Isso pode ser evitado com a limpeza e a atualização periódica. Contudo, se você já faz tudo isso e mesmo assim está tendo que lidar com uma carroça, a verdadeira solução pode estar noantivírus

Os malwares podem se instalar no computador sem dar muita bandeira, apenas prejudicando o funcionamento da máquina e aproveitando a capacidade de processamento para realizar tarefas não autorizadas, colocando você em uma rede zumbi de computadores. Se os travamentos são frequentes e o seu computador está trabalhando mais que o normal, uma boa dica é verificar as tarefas do sistema por meio do monitor de atividade. Assim, é possível saber quais programas ou tarefas mais estão consumindo o processamento da máquina.