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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

As mensagens no WhatsApp demoram a chegar? Saiba o que fazer

Se você está demorando para receber as mensagens do WhatsApp no seu Android, preste atenção. A demora pode acontecer por falta de conexão, ajustes na configuração de notificações ou até problemas no serviço de push do Google. Confira algumas dicas que podem ajudar a resolver a situação e garantir que o app funcione corretamente:

1. Confirme se o sinal de internet está forte no celular

Em primeiro lugar, é claro, verifique se o telefone está conectado à internet. Se estiver enfrentando problemas com a conexão, tente desligar e ligar o Wi-Fi ou os dados, verifique se o uso de dados está ativado e reinicie o aparelho. Se nada disso resolver, tente instalar novamente o app no smartphone.

Se a conexão estiver normal e ainda assim o WhatsApp não conectar, pode ser preciso entrar em contato com a operadora e administradora do sistema para assegurar que as configurações APN ou de roteador estão configuradas corretamente.

2. Altere as configurações de notificação do aplicativo

Abra o WhatsApp e clique em Configurações> Notificações. Defina as configurações de notificações de mensagens e de grupo como desejar. Isso vai garantir que você seja notificado assim que receber uma nova mensagem.

3. Corrija possíveis problemas nas notificações Push

Se nenhuma das opções resolver o problema, é possível que você não esteja recebendo notificações push de mensagens do serviço do Google. Tente instalar o Push Notifications Fixer para corrigir o problema.

4. Confira se os dados em segundo plano estão ativados

Confirme se os dados em segundo plano estão marcados em Configurações > Uso de dados > Botão de menu. 

5. Verifique as configurações de Wi-Fi

Caso fique conectado ao Wi-Fi com frequência, verifique a política de inatividade de Wi-Fi em Configurações > Wi-Fi > Botão de menu > Avançado > Manter Wi-Fi ligado quando inativo) e confirme se está definido para "Sempre". Em versões 4.4 ou superiores do Android, assegure-se de que a Otimização de Wi-Fi está desmarcada (Configurações > Wi-Fi > Botão de menu > Avançado > Otimização de Wi-Fi)

6. Desative modos de economia de bateria 

Tente desligar a Economia de Bateria. Em telefones HTC, desative a inicialização rápida em Configurações >Energia > Arranque rápido. 

7. Desinstale os task killers

Apps do tipo impedem o WhatsApp de receber mensagens quando não estiver ativo, o que pode retardar o recebimento das mensagens.

8. Reinicie o celular

Para garantir que as modificações sejam realizadas, reinicie o telefone.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Qual é a diferença entre as versões Home e Pro do Windows

O que há de realmente diferente entre as versões Home e Pro do Windows 10? Vale a pena investir mais na versão mais cara?

Uma dúvida bastante comum, em especial para quem monta seus próprios PCs. Afinal, estamos falando de uma diferença de R$ 340 entre uma versão e outra. O que há de realmente diferente entre as versões Home e Pro do Windows 10? Vale a pena investir mais na versão mais cara? Antes, um pouco de contexto.

Windows vs Linux e MacOS

Vale começar dizendo que essa escolha é uma particularidade do Windows. As distros Linux não trazem diferenciação de recursos entre uma versão e outra. O Ubuntu, por exemplo, possui diferentes versões, mas isso acontece pela escolha do ambiente de trabalho, não de recursos. Ubuntu, Xubuntu, Lubuntu e Kubuntu são, essencialmente, o mesmo sistema, mas trazem ambientes diferentes (Unity, Xfce, LXDE e KDE, respectivamente).


O mesmo acontece com o MacOS. Ao comprar um Mac, ele já está incluso no preço, sendo exatamente o mesmo sistema para todos os produtos (do Mac Mini ao Mac Pro). Há sim uma versão Server do sistema, mas ela tem um papel diferente, assim como o Windows Server da Microsoft. Não é o caso do Windows, que diferencia suas versões para um mesmo público. Aliás, versões anteriores eram ainda mais segmentadas, com muito mais versões disponíveis.
Windows 7

No caso do Windows 7, que possui 6 versões, e tudo começa com a Starter. Criada especificamente para os netbooks (lembra deles?), ela só estava disponível em 32 bits, não suportava o Windows Aero e permitia o uso de somente 3 programas ao mesmo tempo. Não era possível comprá-la, já que ela vinha pré-instalada em máquinas mais básicas. A versão Home Basic adicionava a possibilidade de rodar mais de 3 programas simultâneos e estava disponível para máquinas 64 bits. Ainda assim, nada de Aero Glass, Aero Peek, Aero Snap ou suporte a multi-toque.


A partir da versão Home Premium, já era possível comprar o sistema, já que os dois acima só estavam disponíveis de forma pré-instaladas. O grande limitador era o suporte a, no máximo, 16 GB de memória RAM, o que não chegava a ser um grande problema na época (mas hoje é). Máquinas que necessitavam de mais deveriam usar a versão Professional (até 192 GB), mas a Home Premium já contava com o Aero, Home Group, Media Center e capacidade de trabalhar com DVDs.


Partir para a versão Professional garantia também recursos de redes e proteção de dados avançados, mais voltadas para usuários corporativos. Além disso, incluía criptografia embutida, DirectAccess e BranchCache. Depois dela, havia a versão Enterprise incluía ainda mais ferramentas, mais o Bitlocker, Applocker e DirectAccess, voltada para corporações de maior porte. Por fim tínhamos a Ultimate, que era, essencialmente, o Windows 7 Entreprise para consumidores, trazendo todos os recursos originalmente projetados pela Microsoft.
Windows 8/8.1 e Windows 10


A partir do Windows 8/8.1, as versões Home passaram a suportar um máximo de 128 GB de memória RAM, o suficiente para a grande maioria das máquinas comuns. O mesmo vale para a segmentação do Windows 10, que suporta até 2 TB de memória RAM nas versões Pro. Mais do que isso, suporta virtualização de forma nativa (Hyper-V), o Bitlocker (criptografia de discos), Remote Desktop Connection (gerenciamento remoto de PCs) e capacidade de trabalhar com domínios de rede. Há alguns outros detalhes, mas essas são as principais diferenças entre as versões Home e Pro.

Vale a pena pagar mais pela versão Pro?

Vale um pequeno comentário aqui. Com exceção da quantidade de memória RAM, é possível usar ferramentas de terceiros que têm o mesmo papel da versão Pro. Muitas delas são, inclusive, gratuitas. A diferença é que estas ferramentas não são integradas no sistema, além de exigir uma curva de aprendizagem para dominá-las. Mas é uma questão de avaliar se os R$ 340 a mais da versão Pro em relação à Home se justificam.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Spotify está matando SSDs de uma forma lenta e silenciosa

Atenção você que costuma utilizar o Spotify em seu desktop: um bug presente em todas as versões (Windows, macOS e Linux) faz com que o software escreve quantidades titânicas de dados inúteis em sua unidade de armazenamento constantemente, mesmo quando deixado aberto sem execução e sem nenhuma música armazenada localmente.

O problema foi relatado pela primeira vez há cinco meses, mas desconfia-se que ele esteja em ação há mais tempo. Usuários perceberam que o a atividade do Spotify em desktops está muito acima de qualquer escala, com o app constantemente escrevendo dados nos discos de maneira desenfreada. O Ars Technica rodou alguns testes e constatou a falha, com o programa escrevendo cerca de 700 GB em apenas um dia, sem sequer ser operado diretamente. Os testes foram executados em PCs e Macs e em média o Spotify registra de 5 a 10 GB de dados por hora.

Muitos usuários estão relatando casos em que o Spotify grava centenas de gigabytes em apenas uma hora, e alguns inclusive falam em terabytes (muito provavelmente a velocidade de conexão é o gargalo). Em nota (após dois dias de silêncio) a empresa afirma que a versão 1.0.42 corrige o bug, entretanto ela ainda não foi disponibilizada para todos os usuários.

Tal bug representa uma ameaça potencial para SSDs principalmente. Escrever dados constantemente diminuem a vida útil dos discos (eu sei, a nomenclatura não faz sentido mas todo mundo usa, paciência) e embora em situações normais eles durem muito, temos um app louco escrevendo lixo constantemente e sem freio sem que o usuário perceba. Algo que deveria resistir décadas (em teoria) poderia morrer em meses, talvez semanas dependendo do caso.

Embora não haja casos de mortes de SSDs reportadas, a falha é grave e é muito estranho o Spotify ter levado tanto tempo para corrigi-la. Portanto fica o conselho: se você utiliza um disco de estado sólido o melhor a fazer é não rodar o Spotify, enquanto ele não for atualizado para a versão mais recente.

WhatsApp anuncia chamada em vídeo para Android, iPhone e Windows

O WhatsApp anunciou nesta segunda-feira (14) a liberação das videoconferências para as versões de seu aplicativo de mensagem para os sistemas Android (Google), iOS (Apple) e Windows Phone (Microsoft).


“Estamos apresentando este recurso ao WhatsApp, pois sabemos que as mensagens de texto e as mensagens de voz às vezes não são suficientes”, afirma a empresa em nota publicada em seu blog.

As chamadas em vídeo já haviam sido liberadas em uma versão de testes para os smartphones que rodam Android e Windows Phone.

Apesar de ter anunciado o novo recurso, o WhatsApp informa que a novidade só chegará a todos os usuários “dentro dos próximos dias”. Ainda na segunda, a Google Play recebeu uma nova atualização do app. A App Store e a Microsoft Store, no entanto, ainda não haviam recebido uma nova versão do serviço até a publicação deste texto.

Antes de iniciar as chamadas de vídeo, é preciso autorizar que o app use o microfone e a câmera do celular.

As videochamadas podem reforçar as rusgas entre WhatsApp e operadoras telefônicas, que já reclamavam de o aplicativo permitir ligações telefônicas.

O argumento é que o serviço do Facebook usa números telefônicos, administrados pelas empresas, para liberar as chamadas, mas não arca com todas as exigências regulatórias junto à Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) que essas companhas têm de arcar.

WhatsApp anuncia chamada em vídeo para Android, iPhone e Windows

O WhatsApp anunciou nesta segunda-feira (14) a liberação das videoconferências para as versões de seu aplicativo de mensagem para os sistemas Android (Google), iOS (Apple) e Windows Phone (Microsoft).


“Estamos apresentando este recurso ao WhatsApp, pois sabemos que as mensagens de texto e as mensagens de voz às vezes não são suficientes”, afirma a empresa em nota publicada em seu blog.

As chamadas em vídeo já haviam sido liberadas em uma versão de testes para os smartphones que rodam Android e Windows Phone.

Apesar de ter anunciado o novo recurso, o WhatsApp informa que a novidade só chegará a todos os usuários “dentro dos próximos dias”. Ainda na segunda, a Google Play recebeu uma nova atualização do app. A App Store e a Microsoft Store, no entanto, ainda não haviam recebido uma nova versão do serviço até a publicação deste texto.

Antes de iniciar as chamadas de vídeo, é preciso autorizar que o app use o microfone e a câmera do celular.

As videochamadas podem reforçar as rusgas entre WhatsApp e operadoras telefônicas, que já reclamavam de o aplicativo permitir ligações telefônicas.

O argumento é que o serviço do Facebook usa números telefônicos, administrados pelas empresas, para liberar as chamadas, mas não arca com todas as exigências regulatórias junto à Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) que essas companhas têm de arcar.

sábado, 17 de setembro de 2016

Usar notebook no colo pode fazer mal a saúde? E ao aparelho?

Os notebooks se tornaram ferramentas essenciais em nosso dia-a-dia, ele está na lista dos aparelhos eletrônicos mais usados para trabalhar, para o lazer entre outras atividades.

Em todos os lugares é possível encontrar uma pessoa usando um notebook, seja na praça, escritório, em casa, seja na sala ou até mesmo no quarto. No entanto o nosso maior costume é usar notebook no colo em qualquer lugar que estamos devido a sua versatilidade.

O notebook veio para trazer mais comodidade, assim não é preciso mais ficar sentado em uma cadeira desconfortável o dia todo para fazer pesquisas, estudar, jogar, assistir filmes enfim, isso já coisa do passado, agora com os notebooks você pode acessar a web em qualquer lugar que você deseja.

Os notebooks possuem bateria recarregável o que permite levá-lo para qualquer lugar depois de carregado, mas como apoiar um notebook em um local onde não há mesa? Muitas pessoas tem o costume de usá-lo no colo, no entanto elas desconhecem os riscos que isso pode oferecer para o notebook e também para a sua própria saúde.

Foto: Reprodução
Riscos à saúde de usar notebook no colo

Os notebooks realmente seriam excelentes se não fosse alguns fatores que podem causar riscos a saúde humana e também a vida útil do notebook, tudo isso pelo o simples fato de usar notebook no colo.

Para comprovar a veracidade desse fato médicos especialistas realizaram estudos para comprovar se realmente usar o notebook dessa forma, pode ocasionar algum mal para a saúde.

A doutora Kerstin Taniguchi Abagge participou dos estudos e afirma que usar notebook no colo pode sim causar danos à saúde, devido a alguns fatores como radiação infravermelha, que quando em contato com a pele pode fazer mal a sua saúde. Mais quais são os riscos que pode trazer para nossa saúde?

Queimadura leve na pele: Esse é um dos riscos mais comuns, essas queimaduras leves ocorrem devido à radiação infravermelha, ou seja, o calor que o notebook gera.
Ferimentos: Normalmente esse tipo de computador possui bateria recarregável e geralmente são apoiados no colo para serem usados, no entanto devido a sua radiação, a temperatura do mesmo cresce e consequentemente a temperatura do corpo também aumenta podendo assim ocorrer a explosão do aparelho e ocasionar ferimentos no corpo da pessoa.
Atrofia: Usar notebook no colo também pode ocasionar atrofia dos nervos existentes nessa região do corpo, devido ao calor do mesmo.
Câncer de pele e outros: Quando temos o costume de usar constantemente o aparelho dessa forma, o calor excessivo pode ocasionar queimaduras, alterações de pigmentação, ceratoses e por fim gerar câncer de pele.
Baixa produção de espermatozoides: O calor gerado pelo o notebook pode também, impedir a geração de espermatozoides.

Mas qual a temperatura pode oferecer riscos à saúde? Normalmente a temperatura de um notebook é inferior a 45 ºC, no entanto quando temos o costume de usar notebook no colo essa temperatura pode elevar e se tornar superior a 45 ºC, o que leva a esses riscos.

Segundo especialistas usar notebook no colo não é recomendado, além dos riscos que pode oferecer para sua pele, usá-lo dessa forma, também pode comprometer o aparelho.
Riscos ao aparelho de usar notebook no colo

Se observarmos as orientações do fabricante notaremos que eles não advertem quanto essa forma de uso, embora quando usamos o computado portátil no colo pode ocorrer alguns problemas no aparelho como por exemplo.

Descarregamento rápido da bateria: Esse é um dos principais riscos que você pode ter ao usar notebook no colo, pois quando usamo-lo no colo, normalmente a bateria fica em contato direto com a nossa pele, que por sua vez também puxa energia, favorecendo assim o descarregamento rápido.
Explosão do aparelho: Esse risco é pouco comum, no entanto, devemos ficar atentos quando usamos notebook no colo, pois quando a temperatura é excedida o aparelho pode chegar a explodir causando danos ao aparelho e também a sua saúde.
Queima do aparelho: O superaquecimento pode fazer com que seu notebook venha parar de funcionar, normalmente o superaquecimento pode ser ocasionado por usar ele no colo, exposto a luz solar ou até mesmo deixá-lo muito tempo conectado na tomada.

Mas como evitar esses problemas? Se você não quer correr o risco de perder seu notebook e ainda causar danos a sua saúde, evite usar notebook no colo, sempre que for usá-lo, procure apoia-lo em um local seguro desde que não esteja em contato com sua pele, assim você estará livre desse risco.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Descubra se alguma senha sua já vazou na internet

Um ataque em massa ocorrido em 2012 gerou alguns frutos nas últimas semanas: informações de usuários do Dropbox, Last.fm, LinkedIn e até Brazzers vazaram na web. O problema é grande especialmente para quem tem o hábito de reaproveitar as mesmas senhas em múltiplos serviços e acaba colocando várias contas em risco. Mas há uma forma de descobrir se suas informações foram vazadas.

Um dos mais conhecidos para verificar vazamentos é o Have I Been Pwned: eles capturam as informações vazadas e as incluem num banco de dados, que já possui 134 serviços e 1,4 bilhão de contas cadastradas. Basta fazer uma pesquisa pelo endereço de e-mail ou nome de usuário que você costuma utilizar nos serviços e o site retornará uma lista dos vazamentos que continham suas informações.


Outra boa fonte é o LeakedSource, que permite fazer pesquisar mais específicas: além do nome de usuário ou endereço de e-mail, você pode buscar por número de IP, nome completo ou até número de telefone. No blog do LeakedSource são publicadas estatísticas sobre os vazamentos — e frequentemente há centenas de milhares de e-mails @uol.com.br, @globo.com ou @yahoo.com.br no bolo, então tem muito brasileiro no meio das 2,2 bilhões de contas registradas pelo site.

A julgar pelos acontecimentos recentes, é bem mais provável que seus dados já tenham sido vazados do que o contrário. E a experiência mostra que não dá para confiar nas empresas que guardam seus dados, já que várias utilizam algoritmos de hash fracos (caso do Last.fm, que mantinha tudo em MD5 e teve 96% das senhas quebradas em duas horas) ou, pior, guardam as combinações em texto puro no banco de dados.

Estamos no meio de uma onda de vazamentos e amanhã é feriado. Talvez seja uma boa ideia gastar uns 30 minutos mudando as suas senhas (ao menos as mais importantes),organizando seu gerenciador de senhas e ativando a verificação em duas etapas, se você ainda não fez isso.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Troca de lâmpadas em casa ou escritório

Pensando em trocar de lâmpadas, olhe a tabela pra não comprar mais forte/ fraco do que já tem.


Mais rápido, novo Bluetooth 5 chega em breve ao mercado

Especificação final do sucessor do Bluetooth 4.2 deve ser divulgada até o começo de 2017 e também terá alcance bem maior.



Uma nova versão da especificação do Bluetooth chegará em breve aos aparelhos, dando aos usuários uma conectividade mais rápida entre aparelhos com distâncias maiores.

Chamada de Bluetooth 5, a nova versão representa um grande upgrade em relação ao Bluetooth 4.2, a especificação atual. Em uma linha clara de visão, o alcance do Bluetooth 5 pode chegar a até 400 metros, segundo uma pesquisa publicada pelos analistas do The Linley Group. Isso significa que será possível conectar o celular a um alto-falante Bluetooth que talvez nem esteja visível.

As especificações finais do Bluetooth 5 serão reveladas entre o final de 2016 e começo de 2017, apontam os analistas do Linley Group.

Em uma configuração típica e realista, o Bluetooth 5 oferecerá um alcance de até 120 metros, que é quatro vezes o do Bluetooth 4.2. A nova versão da especificação também será mais rápida, com taxas de transferência de dados de 2Mbps, afirmou o diretor de estratégia para negócios do Bluetooth-Special Interest Group, Chuck Sabin.

Historicamente, assim que uma especificação final de Bluetooth é lançada, os aparelhos seguem rapidamente a novidade. Então se as especificações do Bluetooth 5 forem finalizadas e lançadas até o final de 2016, os aparelhos que a usam podem chegar já no começo do próximo ano, afirmou Sabin.

Versões iniciais do Bluetooth eram usadas em equipamentos de áudio, fones e carros. Mas a tecnologia evoluiu desde então e hoje é central para a Internet das Coisas, sendo usada em produtos para casas inteligentes, aparelhos médicos, drones, robôs, medidores inteligentes e wearables.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Como desmarcar a opção de compartilhar dados da conta do WhatsApp com o Facebook

Ontem, o WhatsApp atualizou os termos e política de privacidade, e informou que sendo uma empresa parte do Facebook, você teria a chance de optar por compartilhar os dados da sua conta do WhatsApp com a rede social com o objetivo de otimizar a sua experiência com propagandas no Facebook. Caso você não queira este tipo de serviço, saiba como remover a permissão de compartilhamento de dados entre o WhatsApp e o Facebook para tal finalidade.


Antes de realizar este processo, você precisa saber que terá até o dia 24 de setembro para aceitar os novos termos e política de privacidade do WhatsApp. Caso você não concorde com o uso das suas informações pelo mensageiro, depois deste período você terá duas opções: aceitar os termos como estão ou excluir a sua conta.
Você terá até o dia 24 de setembro para aceitar os novos termos do WhatsApp

Além disso, aceitar ou não o fato do Facebook otimizar a sua experiência com anúncios e produtos através desta permissão, não modifica o fata da empresa ter acesso ao seu número de telefone ou monitorar o tempo que você passa no mensageiro. Em contato com a equipe de comunicação do WhatsApp no país, me foi confirmado que independente de sua escolha, o WhatsApp vai compartilhar alguns dados com o Facebook:

"Por exemplo, o número de telefone que as pessoas utilizam para se registrar no WhatsApp juntamente com informações do tipo quando e como estas pessoas utilizam nossos serviços (...) para que possamos entender as formas de utilização do serviço, sistemas de segurança e combate a abusos e spam entre serviços."

Dito isso, o processo abaixo deverá ser seguido por aqueles que pretendem manter uma conta no serviço.

Como desmarcar a opção de compartilhar dados da conta do WhatsApp com o Facebook para otimizar anúncios

Método 1

Existem duas maneiras de realizar este processo. A primeira delas é no momento em que aparecer o pop-up com os termos e política de privacidade, logo que o app for lançado. Antes de clicar no botão "Aceitar", primeiro peça para "Ler mais" sobre as mudanças.


Fazendo isso, você poderá remover a seleção do termo que permitiria compartilhar os dados da sua conta do WhatsApp com o Facebook para melhorar a sua experiência com anúncios e produtos no Facebook e, depois disso, aceitar os novos termos de uso e privacidade do WhatsApp.

Antes de aceitar os novos termos do WhatsApp, remova a permissão de acesso do Facebook aos dados da sua conta / © WhatsApp
Método 2

A segunda forma é feita a partir da revogação desta permissão depois que você aceitou os novos termos. Muitas vezes, não lemos os termos dos serviços que usamos e, com isso, por padrão as permissões já chegam ativadas.

Se este foi o seu caso, acesse as Configurações do WhatsApp > Conta e desmarque a opção “Compart. dados da conta”:Acessando as configurações, você terá até o dia 24 de setembro para revogar a permissão para compartilhar dados da sua conta do mensageiro com o Facebook / © AndroidPIT

Lembrando que, se essa opção permanecer marcada até o dia 24 de setembro deste ano, o Facebook terá a permissão de forma irrevogável para fazer sugestões de anúncios para você na rede social.

Fonte: http://www.androidpit.com.br/como-nao-compartilhar-dados-whatsapp-facebook