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terça-feira, 28 de junho de 2011

Mistérios do PC: preciso mesmo “remover o dispositivo com segurança”?

Simplesmente puxar um pendrive que não vai mais ser usado pode parecer mais rápido, mas não é uma boa idéia: você pode acabar perdendo os arquivos que estão nele.

O gesto é quase automático: simplesmente puxar um pendrive depois que o Windows terminou de copiar aqueles arquivos dos quais você precisava. Mas se você fizer isso quando o sistema estiver lendo ou gravando dados no pendrive, pode acabar com arquivos corrompidos, um pendrive ilegível ou ambos.

O problema é que nem sempre é fácil saber quando o Windows ou um aplicativo estão acessando um pendrive: muitas vezes não há uma janelinha de cópia de arquivos ou barra de progresso na tela. É por isso que é necessário “remover o dispositivo com segurança”. É uma forma de dizer ao Windows: “terminei de usar o pendrive e quero removê-lo, por favor pare de acessá-lo”.

Para fazer isso, clique no ícone do cabo USB com um círculo verde na bandeja do sistema (perto do relógio na barra de tarefas) e selecione a opção correspondente. Por exemplo “Ejetar Kingston Datatraveler USB 2.0”. Se você tem múltiplos HDs e pendrives plugados ao micro e não sabe qual item da lista corresponde ao que quer ejetar, você pode clicar em Iniciar, Computador, clicar com o botão direito no ícone correspondente e selecionar a opção Ejetar no menu.

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2011/05/11/misterios-do-pc-preciso-mesmo-201cremover-o-dispositivo-com-seguranca201d

5 upgrades do PC onde quase todo mundo erra

Atualizar o hardware de seu PC é fácil, mas há uma forma certa e uma forma errada de fazer as coisas. Aqui estão 5 upgrades onde a maioria das pessoas erra, e dicas de como acertar.

Seja você um usuário calejado ou um novato tecnófobo, são grandes as chances de que o último upgrade que você fez em seu PC não tenha seguido as melhores práticas da indústria. Muitos novatos arruinam upgrades por inexperiência, mas é muito comum ver um veterano dispensar a cautela na hora de trocar um processador, um pente de RAM ou instalar um novo HD ou placa de vídeo. 


Não importa de que lado você está, cortar caminho enquanto trabalha com o computador lhe coloca em risco de danificar componentes sensíveis, e geralmente caros. No pior dos casos, você pode até mesmo destruir a máquina inteira.


Adicionar RAM, trocar um processador ou instalar um novo HD podem ser tarefas muito simples. Mas seguir as precauções básicas - não importa o quão paranóicas ou bobas elas pareçam ser - pode proteger sua máquina, seu bolso e evitar desperdício de tempo e frustração. Tirar alguns minutos a mais para passar os cabos pelos locais corretos, por exemplo, pode significar a diferença entre um PC frio e silencioso e uma “torradeira” que soa como um avião a jato prestes a decolar.


O erro mais comum - e isso vale para o upgrade de qualquer componente - é a ausência de proteção eletrostática. Os menos experientes sequer sabem que a eletricidade estática armazenada em seus corpos pode ser subitamente descarregada em um componente com um simples toque, “fritando” a peça como um raio.


Os veteranos, entretanto, enfrentam o problema oposto. Anos de manuseio de HDs, pentes de memória, placas de vídeo e processadores nos tornam insensíveis ao perigo real apresentado pela eletricidade estática, nos deixando vulneráveis a um problema que sabemos perfeitamente como evitar. Então vamos lá pessoal: usem uma pulseira anti-estática sempre que forem mexer em seus PCs.

Upgrade de RAM

O principal erro dos novatos na hora de instalar mais RAM é comprar o tipo errado de memória. Comprar componentes para o PC virou uma atividade “self-service”, e há poucos mecanismos para impedir que as pessoas escolham um modelo errado.


A primeira coisa a fazer é descobrir que tipo de memória seu PC usa, incluindo a velocidade do barramento. Esta informação pode constar nos manuais que acompanharam a máquina, ou você pode usar uma ferramenta disponível no site da Kingston: basta indicar o fabricante de seu PC, o modelo e o site lhe diz qual o tipo de memória ideal, e qual o máximo que a máquina pode comportar.


upgrade_ram-306px.jpg

Antes de comprar RAM, verifique qual o tipo recomendado para seu computador


Fabricantes de memória produzem pentes com variadas configurações de pinos, taxas de transferência e velocidade de barramento. Se seu laptop usa pentes PC2-5300 de 667 MHz, mas a loja só tem pentes PC3-10600 de 1333 MHz, resista à tentação de “experimentar”. Não vai funcionar, você pode danificar seu PC durante o teste e a loja provavelmente não irá devolver seu dinheiro se os pentes já tiverem sido usados.


Outro grande erro é ignorar a capacidade máxima de memória de cada máquina. Alguns modelos, expecialmente netbooks e ultraportáteis (e muitos Macs), só aceitam uma quantidade limitada de memória. Mesmo que sua loja de informática favorita tenha pentes de 4 GB compatíveis com seu computador, você pode acabar descobrindo que ela aceita pentes de no máximo 2 GB. Verifique a documentação antes de comprar.


Trocando o processador

Não deve ser surpresa que os erros mais devastadores durante um upgrade envolvem o processador. Ele é basicamente o “cérebro” do computador e se você errar, mesmo que por pouco, durante a instalação pode esperar problemas sérios à frente.


Assumindo que você tenha comprado o processador certo para sua máquina, você ainda tem que evitar os seguintes erros incrivelmente comuns que assolam o processo de instalação: pinos tortos, pasta térmica mal aplicada e instalação imprópria do dissipador de calor. 


Processadores tem milhares de pequenos pinos que o ligam ao soquete na placa-mãe, formando a conexão vital por onde passam os dados. Se um destes pinos for dobrado ou quebrado, você estará em sérios apuros. Sempre que manusear o processador, tenha extremo cuidado para não tocar nestes pinos de forma alguma, e não os apoie sobre a mesa, borda do gabinete, outros componentes ou qualquer outra coisa. 

Da mesma forma, nunca force o processador no soquete. Se ela não encaixar perfeitamente é sinal de que há algo errado, e colocar pressão sobre o processador é receita certa para entortar um pino. Em vez disso levante o processador, verifique se a posição dos pinos está alinhada com a do soquete, se a alavanca do soquete está totalmente aberta e tente novamente.


Caso um pino do processador entorte, você pode tentar endireitá-lo usando um pedaço de material não condutivo como um cartão de crédito. Com muita paciência e delicadeza tente empurrar o pino de volta para a posição original, sem danificar os que estão ao redor. Não use força, ou você irá piorar o problema.


Entre o processador e o dissipador de calor deve haver uma fina camada de pasta térmica cujo propósito é conduzir o calor até o dissipador, onde ele pode ser eliminado. Para garantir um bom contato entre os dois componentes e evitar a criação de “pontos quentes” sobre o processador esta camada deve ser lisa, fina e uniforme.


Um erro comum é deixar a pasta térmica original no lugar, ou então “completar” com um pouco de pasta nova. Isto pode produzir “nódulos” na pasta, o que resulta em uma irradiação de calor desigual e pode em alguns casos até diminuí-la, deixando o processador mais quente do que deveria. Para evitar este problema remova a pasta antiga do processador e do dissipador, e aplique uma nova camada ultrafina de pasta em ambos antes de remontar o conjunto.


upgrade_processador-360px.jpg

Pasta térmica: aplique apenas uma camada fina e uniforme


Por fim, evite o erro de usar um dissipador inadequado ou incompatível com seu processador. Se o novo processador é substancialmente mais rápido que o antigo, ele provavelmente gera mais calor e o dissipador original não dará conta do recado. Portanto, considere um dissipador novo como parte do processo de upgrade. 


Mas você não precisa investir centenas de reais em um caríssimo sistema de refrigeração a água. Simplesmente compre um dissipador de qualidade compatível com seu processador. E se seu novo processador já veio com um dissipador na embalagem, não há motivo para não usá-lo.

Upgrade de HD

Junto com a RAM, um disco rígido é um dos componentes mais fáceis de atualizar em um PC. E geralmente a parte mais complicada do processo é alcançar todos os parafusos com a chave Philips. Isto acontece porque muitos gabinetes para PCs só abrem facilmente de um lado, ou contém componentes que ficam no caminho da “gaiola” com os HDs. Resista à tentação de parafusar o HD apenas de um lado: um HD mal-instalado pode vibrar, tornando seu PC mais ruidoso do que deveria e potencialmente encurtando a vida útil do disco.


Quase todos os gabinetes de PCs são projetados para permitir acesso aos dois lados da gaiola, e em muitos casos ela é removível, permitindo que você a retire, parafuse o HD corretamente e a coloque de volta sem muito esforço. Faça isto e você colherá os frutos na forma de um PC mais silencioso e um HD que irá durar mais.


Outro erro comum - mesmo entre quem tem experiência na montagem de PCs - é usar o tipo errado de parafuso para fixar o HD. Geralmente este erro não é desastroso, porque a diferença de diâmetro entre os parafusos do gabinete e do HD é sutil. Mas os parafusos 6-32 usados nos gabinetes são ligeiramente mais grossos e tem uma rosca com espaçamento maior que os M3 usados nos HDs, o que pode danificar os buracos dos parafusos no disco, levando a problemas mais tarde se você precisar removê-lo.


Não ignore a fonte de alimentação

À medida em que atualizamos nossos PCs, quase nunca reduzimos o consumo de energia. Com isso, após alguns upgrades os componentes podem acabar excedendo a capacidade da fonte de alimentação que veio com o computador. Um exemplo é a troca de uma placa de vídeo por um modelo mais poderoso, que exige dois conectores de força: trocar uma GeForce 8600 por uma GeForce GTX 295 pode quadruplicar a demanda por energia no barramento PCI-Express. 


Se a fonte não for capaz de dar conta do recado, os resultados podem variar de “reboots” inesperados sempre que a máquina exigir mais energia (como na hora de rodar um jogo 3D) a uma fonte queimada, e torça para ela não levar nenhum outro componente junto.


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Assim como os HDs, fontes tem de ser bem parafusadas para evitar vibração


Portanto, na hora de atualizar o PC reserve um momento para avaliar se sua fonte atual aguenta a carga que você está colocando sobre ela. A ASUS tem uma boa calculadora online que ajuda a fazer as contas. Você pode acabar descobrindo que está esperando que uma fonte de 650 Watts dê conta de um sistema que exigem mais de 800 Watts sob carga total.


Organize os cabos

Sei bem como é: você não se importa com a estética dos componentes de seu sistema, ou simplesmente está com pressa e quer terminar logo o upgrade para poder jogar. Mas deixar os cabos dentro do PC pendurados como cipós na selva é um erro grave.


Uma boa dissipação de calor é crítica para a estabilidade e desempenho de qualquer PC, especialmente à medida em que você adiciona componentes mais poderosos (e que produzem mais calor) ao sistema. Se você bloquear o fluxo de ar através do centro do chassis com um emaranhado de cabos, estará prejudicando o desempenho dos ventiladores e dissipadores de seu PC. Organizar os cabos aumenta o fluxo de ar através do sistema e ajuda a manter o seu PC mais frio.


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Organize os cabos com amarrilhos para garantir um bom fluxo de ar


Se você olhar dentro de uma daquelas “super-máquinas” produzidas por fabricantes focados em desempenho como a Velocity Micro ou Maingear, verá que os cabos estão praticamente fora de vista, passando por trás das paredes do chassis, sob a placa-mãe e ao longo dos cantos do gabinete, presos por amarrilhos precisamente cortados.


Você não precisa ser tão meticuloso quanto os profissionais para dar à sua máquina um melhor fluxo de ar e uma aparência organizada. Simplesmente compre um pacote de amarrilhos e agrupe os cabos de forma coerente, deixando o máximo possível de espaço disponível no centro do gabinete.


Siga nossas dicas e seu PC “renascido” irá lhe agradecer com melhor desempenho e estabilidade. Isso vale ou não o esforço?

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2011/06/27/5-upgrades-do-pc-onde-quase-todo-mundo-erra

Windows, Mac ou Linux? Veja as vantagens e as falhas de cada um deles

Um velho ditado vale aqui: gosto não se discute! Sistema operacional, cada um tem o seu preferido. Mas para aqueles que ainda não decidiram ou não conhecem os principais concorrentes do mercado, a gente dá uma mãozinha; fomos conversar com um especialista no assunto para saber quais as principais diferenças entre Windows, Mac OS e Linux.

Vamos começar com o campeão de audiência: o Windows. Provavelmente todo mundo que já usou um computador, conhece. Ele começou apenas como interface gráfica para o antigo MS-DOS – alguém aí se lembra das telas verdes dos computadores? -  e hoje, além de ser um dos sistemas operacionais mais antigos no mercado é também o mais popular. E, claro, isso tem suas vantagens.

"É mais fácil encontrar aplicativos, é mais fácil encontrar drivers nos dispositivos que você vai usar nele, além de ser mais fácil de achar pessoas que saibam usar por ser o mais utilizado no mundo. Então não há dificuldade para treinar pessoas em uma empresa para usá-lo", conta Wellington Watanabe, CEO da Bug Busters, empresa de assistência técnica para computadores. "Por ser o mais utlizado, é mais fácil de ser atacado por vírus. Então, ele acaba sendo muito mais assediado por este tipo de problema de vírus e malware, porque  pode-se atingir uma quantidade muito maior de usuários", conclui.

Lançado em 2009 e prestes a ser substituído, o Windows 7 é a última versão do sistema operacional da Microsoft. A atualização foi focada na intenção de torná-lo totalmente compatível com aplicações e hardwares com os quais o Windows Vista já era compatível. Mas, mais do que isso, o sistema apresentou infinitamente menos travamentos e um grau de maturidade inédito na família Windows.

"O Windows 7 já é uma versão que veio corringindo uma série de coisas do Vista e XP. É uma versão nova que veio com uma dinâmica muito melhor e é mais seguro", explica Wellington.

O Windows 7 está indo de vento em popa. Vendeu muito. Mas, prepare-se no começo de 2012 já vem aí o Windows 8. Pelo que já deu para saber, o novo sistema operacional da Microsoft vai adotar várias soluções que hoje estão presentes no Windows 7 mobile. Tem também a possibilidade de você começar a interargir com o computador por meio de gestos, usando a tecnologia que foi criada para o Kinect, acessório do XBox, o console de games da Microsoft.

De um tempo para cá, principalmente depois do sucesso que iPod e iPhone fizeram mundo afora, os computadores da Apple vêm ganhando espaço. Conseqüentemente, o MAC OS, sistema operacional que vem nas máquinas da empresa de Steve Jobs, se torna cada vez mais conhecido.

"Design sempre foi um diferencial e um ponto positivo. A inovação também chama atenção, então a usabilidade acaba sendo um atrativo para as pessoas", explica Wellington. 

Esse aumento de vendas de computadores Apple atrai cada vez mais fabricantes de aplicativos para a plataforma. E, diferente do que acontece no Windows, existe um controle rigoroso para que um programa seja disponibilizado para o Mac OS; antes, ele deve ser testado e pré-aprovado pela Apple, o que garante padrão e qualidade dos aplicativos.

Até pouco tempo atrás, os MACs eram conhecidos por não serem suscetíveis a vírus. Mas isso já não é mais realidade. Os hackers já descobriram falhas para serem exploradas e criaram pragas virtuais. O número desses malwares ainda é pequeno, mas, sim, os usuários de Mac também devem se preocupar e utilizar um antivírus nas suas máquinas. Ainda no quintal de Steve Jobs, nas próximas semanas vêm grandes novidades. O sistemas operacionais dos MACs recebem nomes de felinos Atualmente, o sistema está na versão Snow Leopard. No mês de julho, chega a nova versão, a Lion. E tem alguns recursos bem bacanas vindo com ela. O Lion tem uma interface muito próxima à dos iPads e iPhones: os programas podem ser exibidos assim, como ícones no seu desktop – e o touchpad dos notebooks passa a ser ainda mais versátil, com diferentes gestos e toques para várias funções. Outra coisa interessante é o trabalho em rede. Com o Lion, se você estiver numa rede com outros Macs, e quiser transferir documentos entre eles, bastará clicar e arrastar para o outro computador. Simples assim. O pessoal da Apple diz que será o fim dos pendrives para transportar arquivos de um micro para outro.

Por último, o Linux, um sistema de código aberto; isso significa que qualquer pessoa pode utilizar, estudar, modificar e distribuir o sistema operacional, de acordo com os termos da licença. Por isso, existem diversas versões de Linux, chamadas de distribuições. Talvez o Ubuntu seja a mais famosa dessas versões – e também a de interface mais amigável.

"O Linux tem a vantagem da questão de custo, por não ter que pagar para usar o sistema operacional. Mas, os outros fabricantes defendem que este não é o custo que tem que ser medido, porque você acaba tendo mais custos na administração do sistema. É necessário ter um treinamento do usuário, porque não é tão intuitivo quanto o Windows, que é usado por mais pessoas", afirma Wellington. 

Essa é uma das maiores desvantagens dos sistemas em Linux; não há suporte. E, se você não for um usuário um pouco mais avançado e se virar sozinho, normalmente vai ter que recorrer aos fóruns para pesquisar uma solução para qualquer problema que tiver.

Por outro lado, a maior vantagem está na segurança. O mundo Linux é pouquíssimo visado pelos hackers, mesmo porque o número de atingidos com um vírus para Linux seria bastante pequeno, o que não interessa para esses piratas virtuais. Além disso, por ser uma comunidade de usuários bastante ativa, as correções a possíveis falhas são super rápidas.

Nos links que acompanham a matéria, você já pode conhecer todas as novidades que a próxima versão do Windows, que tem lançamento previsto para 2012, vai trazer. Quem usa Mac, pode descobrir dicas de como melhorar o desempenho das baterias dos Macbooks e mais detalhes sobre a nova versão que vem aí, a Lion. E para os que acham o Linux um bicho de sete cabeças, tem um vídeo que mostra facilidades de como usar o sistema sem muitas complicações.
 
Fonte:  http://olhardigital.uol.com.br/produtos/central_de_videos/analisamos_os_principais_sistemas_operacionais_do_mercado?utm_source

Hackers e Crackers: as diferenças

Termos indicam ações bem diversas. Enquanto os Hackers usam habilidades para o bem das empresas, os crackers podem ser criminosos.

Com os acontecimentos dos últimos dias, muito foi falado sobre hackers e crackers. Mas, afinal, o que estes termos significam e quais as diferenças entre esses experts da computação?

Para entender um pouco melhor, é necessário saber o que cada um dos nomes significa. Hackers são indivíduos que elaboram e modificam softwares e hardwares de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas ou adaptando as antigas. Já cracker é o termo usado para designar quem pratica a quebra (ou cracking) de um sistema de segurança.

Na prática, os dois termos servem para conotar pessoas que têm habilidades com computadores, porém, cada um dos "grupos" usa essas habilidades de formas bem diferentes. Os hackers utilizam todo o seu conhecimento para melhorar softwares de forma legal e nunca invadem um sistema com o intuito de causar danos. No entanto, os crackers têm como prática a quebra da segurança de um software e usam seu conhecimento de forma ilegal, portanto, são vistos como criminosos.

As denominações foram criadas para que leigos e, especialmente a mídia, não confundissem os dois grupos. O termo "cracker" nasceu em 1985, e foram os próprios hackers que disseminaram o nome em sua própria defesa. A ideia era que eles não fossem mais confundidos com pessoas que praticavam o roubo ou vandalismo na internet.

Contradição

Apesar dos termos serem mundialmente conhecidos, chamar alguns de “bons” e outros de “maus” não agrada a todos. O programador Vinicius Camacho, por exemplo, acredita que tanto o hacker quanto o cracker são habilidosos e podem fazer as mesmas coisas. Na opinião dele, a intenção vale mais do que o ato. “Uma pessoa pode quebrar um software, como fazem os crackers, mas não usar as informações de forma antiética. O oposto também pode acontecer: um hacker usar sua habilidade de forma mal-intencionada”, conclui.

O que isso quer dizer? Isso significa que, para ele, o termo cracker, criado para denotar um “Hacker do mal”, é bastante subjetivo. Para ele os termos mais corretos são os usados dentro da ética hacker : “White Hat” (Chapéu Branco), “Black Hat” (Chapéu Preto) e “Gray Hat” (Chapéu Cinza). Os hackers "Chapéu Branco" são pessoas interessadas em segurança e, na maioria das vezes, usam suas habilidades a favor das empresas, sendo 100% éticos em suas ações. São eles que ocupam os cargos de analista de sistema, especialista em TI ou outros empregos na área de informática. Já os hackers "Chapéu Preto" são criminosos e, normalmente, especializados em invasões maliciosas de sites. Os hackers "Chapéu Cinza" têm as intenções de um Chapéu Branco, mas suas ações são eticamente questionáveis.

Apesar dessa contradição dentro do próprio cenário de profissionais da segurança, ainda muitos programadores aceitam os termos hacker e cracker como definições corretas. Diversos Fóruns sobre programação, blogs de tecnologia, sites como Wikipedia e até dicionários conceituam os hackers como profissionais do bem e crackers como criminosos.
Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/cache_true/produtos/digital_news/noticias/hackers_e_crackers_saiba_as_diferencas

quarta-feira, 22 de junho de 2011

5 motivos para baixar o novo Firefox

Nova versão do browser, além de estar mais leve, rápida e estável, conta com o recurso do-not-track.

É difícil acreditar que dois meses após o lançamento do Firefox 4, uma nova versão do popular navegador já chegou. Oficialmente liberado nesta terça-feira (21/06) – embora seu download tenha vazado na última segunda-feira – poucas alterações podem ser notadas em relação ao modelo anterior, mas a promessa é de que as melhorias internas sejam significativas.

De fato, venho utilizando-o desde ontem e, por mais que não seja uma grande atualização, sua estabilidade me impressionou – assim como sua velocidade. Sinceramente, não encontrei nada que justifique postergar o update, mas tenho cinco razões para incentivar sua instalação imediata.

Privacidade
O recurso do-not-track (não me siga) do Firefox dá ao usuário mais controle sobre sua privacidade. Ele pode, por exemplo, impedir que sites monitorem seu comportamento online – tática utilizada para personalizar as ofertas publicitárias. A novidade é que a ferramenta está bem mais fácil de ser localizada nas opções do navegador.

Lembrem-se que a versão do Firefox para Android também inclui a opção. É o primeiro browser para dispositivos móveis que oferece essa alternativa.

Mais leve. Mais rápido
Eu tinha a sensação de que o novo Firefox estava significativamente mais rápido, e o pressentimento, segundo o portal Digitzor, estava correto. Ele promoveu alguns estudos de benchmark e verificou a superioridade do browser da Mozilla ante Chrome e Opera – considerados os mais velozes até então – para abrir códigos JavaScript.

O consumo de memória também melhorou. Mesmo com 25 abas abertas, meu computador continuou funcionando sem paralisações.

Open Web
Com o suporte avançado a padrões como HTML5, XHR, MathML, SMIL e canvas, o Firefox 5 é a melhora escolha para incentivar uma Web aberta e transparente. A nova versão inclui o Add-on SDK para Windows, Mac e Linux, que permite o desenvolvimento de complementos locais, enquanto que o Firefox Add-on Builder Beta oferece uma plataforma para a construção baseada na nuvem.

Por último, animações em CSS passaram a ser compatíveis com o browser.

Estabilidade
O Firefox 5 tem mais de 1000 pequenas correções em relação ao seu antecessor. São modificações individualmente imperceptíveis, mas que, juntas, aprimoram a estabilidade do software.

O modelo para Android também chega com correções que aprimoram, inclusive, a velocidade de abertura de páginas – especialmente em redes 3G. O suporte a IPv6 foi adicionado.

Seguro e independente
O Firefox é open-source, o que significa que ele é desenvolvido com a ajuda de milhares de usuário espalhados pelo mundo. O monitoramente, portanto, é constante, o que facilita na hora de identificar uma falha de segurança e corrigi-la.

A Mozilla, por sua vez, é uma fundação independente. Dificilmente um software proprietário – como o Internet Explorer, da Microsoft – ou um preso a empresas privadas – como o Chrome, da Google – pode ter todos seus esforços concentrados única e exclusivamente na satisfação do usuário.

Fato é que o Firefox enfrenta uma concorrência acirrada no setor – basta ver o crescimento do Chrome nos últimos anos. Mas ele não está ficando para trás; pelo contrário, a sexta versão já bate à porta.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/06/21/5-motivos-para-baixar-o-novo-firefox

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Entenda o que são os ultrabooks

Ao longo dos anos, computadores portáteis vem sofrendo diversas alterações estéticas, principalmente no quesito tamanho. Os primeiros notebooks eram grandes e pesados, sem praticidade para locomoção - o que deveria ser sua função inata. Com o tempo, os modelos foram afinando, ficando menores e mais leves, até a chegada dos netbooks, pequenos notebooks entre oito e dez polegadas, em média.

Os smartphones estão, cada vez mais, potentes, e agora, a última novidade são os tablets - um pouco maiores que os smartphones e com a capacidade de processamento similar a de um netbook. Tendo em vista esse panorama, para onde mais evoluir?

A Intel, durante o evento Computex 2011, sugeriu um caminho: os ultrabooks. Mais do que um nome, há todo um conceito por trás dessa nova nomenclatura para designar um gadget. Assim, é necessário esmiuçar as novidades propostas pela Intel para essa nova série de aparelhos portáteis, começando pelo processador.
Wafer de processadores (Foto: Intel) 
Wafer de processadores (Foto: Intel)
Os primeiros ultrabooks do mercado chegarão com os tais processadores Sandy Bridge da Intel. O nome, dado a segunda geração de processadores Core da empresa, já é famosa nos notebooks.

Os Sandy Bridge foram lançados no começo do ano de 2011 e possuem uma estrutura de 32nm, além da nova tecnologia Turbo Boost 2.0, que dá um melhor desempenho para o processador e apresenta menor consumo que sua antiga geração.
Já pensando na segunda onda de seus ultrabooks, a Intel anunciou que os aparelhos lançados em 2012 terão processadores com codinome "Ivy Bridge", que promete uma taxa de consumo tão baixa de energia a ponto de se tornar revolucionária, nos seus pequenos 22 nm. A última promessa da Intel, no quesito processador, virá em 2013, com a nova linha com codinome "Haswell". Veja um vídeo comparativo entre os processadores Intel Core i& e a segunda geração, os "Sandy Bridge", no vídeo abaixo.



Outro diferencial que poderá ser feito com o uso dos novos processadores é o tamanho e a espessura dos ultrabooks. Em média, os ultrabooks terão 11 polegadas, em um corpo com menos de 2cm de espessura, distribuídos em 1kg. O baixo consumo de seus aparelhos fará com que a bateria tenha uma autonomia real de até 10 horas. Como conexão, portas USB 3.0 e a novíssima Thunderbolt (que alcança velocidades 20x mais rápidas que o USB) se encontrarão presentes nos aparelhos.
Asus UX21: o primeiro ultrabook do mercado ainda não chegou às lojas (Foto: Divulgação) 
Asus UX21: o primeiro ultrabook do mercado ainda não chegou às lojas (Foto: Divulgação)
Em resumo, esses novos aparelhos são uma fusão entre a praticidade de um netbook com um melhor tempo de resposta, usual nos tablets. Por serem superfinos e leves, podem ser facilmente transportados em mochilas e bolsas, o que é ideal para se levar na rua.
A princípio, o maior prejudicial pode ser a pouca capacidade de armazenamento, já que os ultrabooks usarão memórias flash, que costumam transitar entre 8 e 64gb para poder economizar no consumo de energia. Ganha-se, no entanto, no tamanho e na capacidade de uso, mas perde-se no armazenamento. Eles deverão custar, em média, US$ 1 mil.
O primeiro ultrabook anunciado foi o Asus UX21. Sua configuração consiste em um case de 1,7cm de espessura (mais fino que o Macbook Air), uma tela de 11,6 polegadas (1366 x 768 pixels), trackpad de vidro, pesa pouca mais de um quilo, duas portas USB (2.0 e 3.0), uma saída mini-HDMI, e equipado com processadores Intel Core i7. Terá memória de 4GB de RAM e foi exibido pela primeira vez durante a Computex. Seu lançamento está previsto para o final do ano.

Nos resta, então, aguardar e saber qual será o futuro dos ultrabooks no mercado.

Fonte: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2011/06/entenda-o-que-sao-os-ultrabooks.html

Vaza download do Windows 8 build 7989

Coincidência ou não, após o boato de que a Microsoft teria demitido funcionários por colaborarem com o vazamento de informações acerca do Windows 8, o ritmo de vazamentos diminuiu bastante. Mas para a felicidade dos aventureiros de plantão, não cessou.


Mais uma compilação do Windows 8 vazou na Internet esta semana. O download já está disponível no seu tracker torrent favorito.


Windows 8 build 7989


Pesando cerca de 3,5 GB, o Windows 8 build 7989 foi compilado no dia 21 de abril e faz parte da terceira etapa de desenvolvimento — a milestone 3 (M3), um dos últimos estágios antes da versão beta. Se você já perdeu as contas, esta é a quarta compilação que cai em domínio público.


Embora o download seja novo, é provável que a build vazada não traga nenhuma novidade. A Microsoft demonstrou o Windows 8 publicamente em um evento recente de tecnologia e apresentou as principais novidades que o sistema trará quando for lançado, o que deve acontecer já no próximo ano.


Por fim e não menos importante, vale lembrar que a instalação de versões do Windows vazadas ou baixas ilegalmente da Internet não são recomendadas. Faça por sua conta e risco — ou use uma máquina virtual.

Fonte: http://www.guiadopc.com.br/noticias/18870/vaza-download-windows-8-build-7989.html

sábado, 18 de junho de 2011

Perdeu o notebook? Rastreie-o e localize-o onde quer que esteja e, o melhor, sem pagar nada por isso!

Os computadores portáteis têm ganhado um grande número de adeptos nos últimos anos. No shopping, na faculdade, em cybercafés e atém em restaurantes é comum encontrar pessoas utilizando seus notebooks.


Para esses usuários, o LockItTight é uma ferramenta de segurança indispensável. Este programa permite que o dono rastreie a localização do equipamento perdido ou furtado por meio de um serviço baseado na web.


Assim, caso você esqueça seu laptop em algum recinto é possível saber se ele foi removido do local e para onde foi levado. Quanto custa ter tais preciosas informações? Nada! O LockItTight é gratuito.


Atrás de uma agulha no palheiro

Este serviço de rastreamento disponibiliza três recursos fundamentais para a recuperação do laptop perdido: a captura do que se passa na tela do notebook, a visualização de imagem por meio da webcam e a identificação da localização física do equipamento.

Descubra onde seu notebook foi parar.

A combinação destas funcionalidades proporciona meios mais eficientes de encontrar computadores portáteis, como dados da posição geográfica e cenas capturadas pelo sistema operacional. Todos os relatórios enviados do cliente instalado no notebook para o serviço web podem ser originados de 30 a 1.440 minutos, basta configurá-los de acordo com a sua preferência.
 

Como funciona?

O LockItTight funciona entre a combinação de um cliente instalado no laptop e o serviço de rastreamento online. Isso possibilitará a localização do aparelho em caso de perda ou roubo. Para isso, o primeiro passo é se cadastrar no site do LockItTight. Clique aqui para acessá-lo e preencha o formulário solicitado.


Alguns minutos depois um email será enviado para o endereço cadastrado, acesse-o e clique no link para a ativação da sua conta. Em seguida, instale o arquivo baixado depois de ter pressionado o botão “Clique para Baixar”.

Tablet de 35 dólares da Índia será lançado neste mês

Faz um tempo desde que ouvimos falar do ambicioso tablet de 35 dólares da Índia. Entretanto, finalmente o dispositivo está avançando em direção à realidade. Segundo o Times of India, o controverso projeto está se aproximando de fechar um lote de 100 mil unidades esperadas para serem lançadas ainda neste meio de ano, começando neste mês. O governo espera entregar 10 mil tablets ao IIT Rajasthan no final de junho, enquanto outras 90 mil unidades serão entregues nos próximos 4 meses.

O preço de lançamento será um pouco maior na realidade, de 2200 rupees, o que equivale a aproximadamente 49 dólares. Embora seja maior que o alvo inicial, de 35 dólares, o governo planeja cortar o preço pela metade, claro, com subsídios. Assumindo que esta informação seja verdadeira, os estudantes poderão comprar seus tablets por um preço menor ainda que o original. Ainda assim, 49 dólares é um valor muito interessante para o tablet, considerando que muita gente sequer acreditava no projeto.

Chamado de "Sakshat", o tablet foi anunciado primeiramente no ano passado, sendo adiado em janeiro deste ano devido a complicações com o principal fornecedor de hardware, a HCL Infosystems. Projetado para uso acadêmico, o Sakshat possui tela sensível ao toque de 7 polegadas, suporte a vídeo conferência, 32 GB de armazenamento interno, 2 GB de RAM, uma porta USB, conectividade Wi-Fi, e poder de fogo suficiente para rodar vídeos do YouTube. E, para manter os custos baixos, o dispositivo utiliza Linux como sistema, e vem apenas com aplicativos de código aberto.


 

Fonte: http://www.hardware.com.br/noticias/2011-06/sakshat.html

Ubuntu 11.10 facilitará instalação via pen drive com imagens híbridas

Finalmente o Ubuntu passou a adotar imagens híbridas de CD/USB. A partir desta semana as compilações diárias (de desenvolvimento) já são imagens híbridas.

Com essas imagens será mais fácil instalar o Ubuntu a partir de um pendrive, sem precisar recorrer a ferramentas específicas de conversão. Outras distros, como openSUSE e Fedora, já suportam isso há um bom tempo.

No Debian (e consequentemente Ubuntu) esse tipo de imagem híbrida não está disponível por um problema com o Jigdo. No caso do Ubuntu, estão usando o xorriso como gerador das imagens, agora que ele suporta JTE.

Os usuários ainda poderão usar ferramentas de conversão diversas, especialmente se quiserem aproveitar o armazenamento persistente no dispositivo. Todavia a mudança facilita bastante para quem quer apensa instalar o Ubuntu num notebook, netbook ou qualquer outro hardware compatível sem um leitor de CDs.

Pelo lado negativo, nos CDs para desktops será perdido cerca de 1 MB nessa mudança. A princípio não parece muito, mas cada MB num CD de 700 é precioso para um sistema que vem com vários programas compactados.

Como resultado teremos isso oficialmente no Ubuntu 11.10, em outubro.

Fonte: http://www.hardware.com.br/noticias/2011-06/ubuntu-imagens-hibridas.html