Pesquisar este blog

sábado, 20 de outubro de 2012

Prepare seu PC para o início do horário de verão

O horário de verão começa às 00:00 deste domingo, 21 de Outubro, e todos os relógios devem ser adiantados em uma hora. A maioria dos PCs com Windows deve ajustar o relógio automaticamente, então a princípio você não deveria se preocupar. Mas é sempre bom verificar se está tudo OK em seu micro para não ser pego de surpresa. Em um PC com o Windows Vista, 7 ou 8, basta clicar sobre o relógio na bandeja do sistema, no canto inferior direito da tela.

Logo abaixo do calendário deve surgir a mensagem: "O Horário de Verão começa no(a) domingo, 21 de outubro de 2011 às 00:00. O relógio está configurado para adiantar 1 hora nesse momento". O meu está, eu uso Windows 7, com a mensagem.
Data e hora do Windows
Se você vir a mensagem acima, tudo está certo
Se seu micro mostrar esta mensagem, tudo está certo. Mas se ela não aparecer você precisará instalar uma correção do Windows chamada KB2732052, que foi lançada em Agosto deste ano. A instalação é gratuita, e pode ser feita via Windows Update. Clique em Iniciar, digite Windows Update no campo de busca e tecle Enter.

Se houver atualizações disponíveis para seu computador você verá uma janela com um alerta dizendo Instalar atualizações para seu computador. Clique no botão Instalar atualizações e aguarde o download e instalação. Pode ser necessário reiniciar o computador ao final do processo.


Exceções à regra

Neste ano foi decidido, na última hora, alterar a participação dos estados da Bahia e Tocantins no horário de verão. A Bahia fica de fora, e Tocantis o adota. Com isso a Microsoft não teve tempo de incorporar a mudança ao Hotfix, e computadores nestes estados podem ficar com o horário errado. A solução é mudar o fuso-horário (timezone) do computador.

Para fazer isso, clique sobre o relógio na extrema direita da barra de tarefas, e no item Alterar configurações de data e hora. Clique no botão Alterar fuso horário. Defina o novo fuso de acordo com a regra abaixo:


Se você está na Bahia, altere o fuso-horário para (UTC -03:00) Caiena, Fortaleza.

Se você está em Tocantis, altere o fuso-horário para (UTC -03:00) Brasilia.

Clique em OK, em Aplicar e pronto.
 

Usuários na Bahia e Tocantins
Usuários na Bahia e Tocantins terão que alterar o fuso-horário manualmente

sábado, 6 de outubro de 2012

Eleições: você conhece a história da urna eletrônica?

Mais de 137,8 milhões de brasileiros devem sair de casa para votar, no próximo domingo, 7. É o dia para o qual estão marcadas as eleições municipais, quando serão apontados os novos prefeitos e vereadores do país. E todas essas pessoas contarão com uma forcinha da tecnologia na hora de oficializar suas escolhas.

Desde 1996 o Brasil dispõe de um sistema de votação informatizado que se tornou modelo no mundo inteiro. Naquele ano, cerca de um terço do eleitorado pôde escolher os candidatos por meio da urna eletrônica, e a novidade foi tão bem avaliada que Argentina, Equador, México, Paraguai e República Dominicana já realizaram eleições com urnas emprestadas pelo governo daqui.

Trata-se de um microcomputador dividido em dois terminais, um fica com o mesário e o outro, com o eleitor. O primeiro indica basicamente que a pessoa esteve presente, enquanto o segundo registra apenas o voto, sem identificar a pessoa - dessa forma, teoricamente é impossível associar uma informação à outra.

Cinco modelos de aparelho já foram usados: UE98, UE2000 (ambos com sistema operacional VirtuOS), UE2002, UE2004 e UE2006 (com Windows CE). A partir das eleições de 2008, adotou-se uma única plataforma, baseada no software livre Linux. E a urna não para de ser modificada; em 2010, 1,1 milhão de eleitores tiveram contato com um modelo equipado com leitor biométrico, que neste ano será testado por mais de 7,5 milhões de pessoas.

Nova velha inovação

A tecnologia chegou às eleições em 1986, quando houve um recadastramento nacional para unificar e informatizar a situação do eleitorado. Até então os cadastros eram regionais, então era possível tirar um título em cada Estado, e tudo era controlado por fichas. Depois da modernização foi possível instalar um parque computacional para o Tribunal Superior Eleitoral e uma rede que ligava o TSE a 27 tribunais regionais eleitorais e 2.854 zonas eleitorais Brasil afora.

Oito anos depois, em 1994, os votos passaram por um processo de modernização: continuavam sendo apurados manualmente, mas eram digitalizados em seguida. Em 1995, a Justiça Eleitoral já tinha um banco de dados informatizado, uma boa rede de dados e todos os votos disponíveis eletronicamente, então partiu para a informatização efetiva do voto.

Antes foi necessário pensar em formas de se simplificar o processo, já que muitos eleitores poderiam ter dificuldades, a exemplo de analfabetos e idosos. A solução foi adotar o código numérico e, para tornar as coisas ainda mais fáceis, o teclado da urna foi organizado para ficar igual ao do telefone.

Dá pra confiar?

Representantes dos partidos, da sociedade civil, da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério Público podem auditar todo o sistema eletrônico antes, durante e após o pleito para dar credibilidade ao processo. O TSE garante que tudo é seguro.

Em 2009, pela primeira vez, os sistemas foram abertos ao público para que qualquer um tivesse a oportunidade de hackear as urnas. Na ocasião, todos os planos de testes foram aceitos e cerca de 40 especialistas em tecnologia gastaram quatro dias tentando alguma violação, mas ninguém chegou lá.

A urna possui memória interna e externa, ambas com assinaturas digitais que impedem violações. Se houver tentativa de alteração nos votos, mesmo que o aparelho esteja desligado o sistema identifica inconsistência e aponta erro de integridade. Quando acaba o dia de votação, os dados são criptografados e gravados em uma mídia (pendrive ou disquete) com a assinatura digital - para garantir que os resultados partiram da urna adequada.

Só depois da verificação digital, o boletim de urna é decifrado, mas depois é feita uma sequência de testes de consistências. Qualquer tipo de problema que apareça no meio do caminho invalida o boletim inteiro.

Neste ano, uma equipe formada por professores e estudantes da Universidade de Brasília conseguiu passar por tudo isso e descobrir os votos de uma urna disponibilizada para testes. Eles acharam os votos, mas não a identidade de quem havia escolhido os candidatos, e para alcançar o objetivo tiveram ajuda do próprio TSE, que lhes entregou o código-fonte das urnas.

Controvérsia

Diversas entidades reprovam o sistema usado por aqui. Existe até um site dedicado ao combate do processo atual, o FUE - Fraude Urnas Eletrônicas, que reúne informações sobre o tema.

Em 2002, uma lei (10.408) chegou a ser aprovada para devolver o voto impresso ao processo e, naquele ano, cerca de 7 milhões de pessoas testaram outro formato de urna. Após o voto, surgia um papel para conferência visual, o eleitor não tinha contato físico com aquilo, só assentia e a impressão era posta em uma urna lacrada. No ano seguinte foi aprovada a Lei 10.740, instituindo o registro digital e revogando o texto anterior.

Em 2009, o Congresso Nacional trouxe mais uma vez o voto impresso, por meio da Lei 12.034, mas o TSE se posicionou contra. A Procuradoria Geral da República entendeu que a impressão feria a Constituição porque exporia a escolha dos eleitores, então ajuizou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade, acatada em 2011 pelo Supremo Tribunal Federal, que expediu medida cautelar para impedir a mudança até o julgamento do mérito.

Desvendados 5 mitos tecnológicos

Mesmo as pessoas que gostam de tecnologia têm suas dúvidas. Quem nunca ouviu falar de alguns mitos sobre a bateria do notebook ou segurança das redes Wi-Fi? Existem muitas lendas dentro do universo tecnológico que merecem ser desvendadas, veja a seguir uma lista com os 5 mitos mais famosos.

1 – Não remover o USB antes de desconectá-lo do computador pode afetar seu sistema operacional


Todo mundo se tornou bastante cauteloso quando está usando um USB e realmente é preciso certo cuidado, mas não é verdade que todo USB desconectado antes de ser removido da máquina pode causar problemas no sistema operacional. Se você desplugar o dispositivo quando ele ainda estiver rodando em seu computador, certamente terá problemas, mas, se a gravação de dados for concluída, e você puxá-lo sem qualquer remoção, dificilmente ocorrerá algum problema. A Microsoft informou ao site PC World que os danos dependem muito do tipo do dispositivo, mas, no geral, desconectar um USB antes de removê-lo não afeta o sistema. Não se sentiu seguro? Faça um teste com o seu USB.

2 – Recarregar o notebook sem ter zerado a energia, acaba com a bateria


De acordo com o Huffington Post, se o seu notebook for antigo e ainda usar uma bateria de níquel cádmio, isto pode acontecer. Este tipo de bateria possui um “efeito memória” e se você recarregá-la repetidamente sem zerar sua energia, a capacidade máxima de armazenamento diminui. No entanto, os computadores mais recentes, que usam bateria de íon de lítio, não sofrem com este problema, portanto, não é preciso esperar a bateria zerar para recarregá-la e nem é perigoso deixar a máquina ligada na tomada por muitas horas.

3 – Quanto mais pixels em uma câmera, melhor


O site Cnet explica que o pixel não remete à qualidade da foto, mas ao tamanho que a imagem pode ter sem perder qualidade. Na fotografia digital, um megapixel equivale a um milhão de pixels – pontos que formam uma foto. Ou seja, quanto mais pixels, mais você poderá ampliar as fotos sem distorcer a imagem. No entanto, além dos megapixels, a lente e sensores de luz também são essenciais para conseguir uma fotografia boa. Portanto, lembre-se: há mais detalhes para avaliar na hora da compra de uma câmera fotográfica.

4 – Ao aproximar um imã do seu HD, ele poderá ser apagado


A PC Mag explica que apenas ímãs enormes e superpotentes podem apagar os dados salvos no seu HD. Um ímã comum e de menor tamanho, no máximo, apaga conteúdos de um disquete. Enquanto que os demais dispositivos como USB, cartões SD e HDs são imunes.

5 – Redes Wi-Fi protegidas com senha estão livres de hackers


Uma rede pública de Wi-Fi com senha não está necessariamente protegida, segundo o site Life Hacker. Nas redes públicas, como de cafés, lanhouses ou de hotéis, nada impede que uma pessoa com más intenções consiga a senha de acesso e utilize este canal para fazer vítimas. A grande questão, de acordo com o site, é que você nunca sabe com quem está dividindo a rede. No Wi-Fi doméstico, mesmo que você saiba para quem está fornecendo a senha de acesso, ainda existem riscos da rede ser invadida. Existem programas que quebram as senhas, independente do nível de segurança implementada, seja WEP, WPA ou WPA2.

sábado, 15 de setembro de 2012

Protegendo seu pen drive contra vírus (sem programas adicionais)

Com a popularização desde tipo de dispositivo, o pen drive se tornou um item essencial para todos nós. Porém, ao conectá-lo em vários computadores aumenta a possibilidade de se contrair uma dessas terríveis pragas e infectar não só seu pen drive, mas também o micro em que conectá-lo. O diferencial dessa tutorial é que não é necessário a instalação de programas para realizar tal procedimento, sendo um método rápido e que deve ser executado seguindo exatamente o que se pede.

Primeiramente, faça um backup de seus arquivos. Vá em INICIAR/MEU COMPUTADOR, clique com o botão direito em cima da unidade do pen drive e depois em FORMATAR. Na janela que se abrirá, marque a opção de sistema de arquivos como NTFS, e dê um nome ao dispositivo. O tamanho da unidade de alocação, escolha o preferido e por fim clique em Iniciar.

                                                            

Logo após a formatação, crie uma pasta com o nome que desejar dentro do seu pen drive. Retorne ao MEU COMPUTADOR, e vá até as propriedades do pen drive.

                               
Na guia SEGURANÇA, clique em editar.


Na janela em que se abriu, selecione a opção NEGAR em CONTROLE TOTAL. Logo todas as opções serão marcadas.


Na mesma janela marque permitir nos itens LER & EXECUTAR, LISTAR CONTEÚDO DA PASTA e LEITURA. Marque também a opção GRAVAR como negar. Feito o processo clique em OK.


Entre na unidade do seu pen drive, selecione a pasta que você criou, clique com botão direito e em propriedades.


Na guia SEGURANÇA, clique em editar.


Como feito na unidade, marque apenas a opção PERMITIR em CONTROLE TOTAL que os itens necessários serão selecionados automaticamente. Para finalizar clique em OK. Pronto, seu pen drive agora está protegido contra vírus.


CONCLUSÃO
O procedimento realizado é bem simples. Você proibiu que fossem gravados arquivos na raiz do seu pen drive, onde geralmente se alojam os vírus, sendo a pasta criada dentro dele permitindo que você manipule seus arquivos de forma mais segura.

Faça o teste, grave algum arquivo dentro da pasta. Gravou sem nenhum problema. Agora tente gravar algum arquivo fora da pasta. Aparecerá a mensagem abaixo, significando que todo o procedimento foi realizado com sucesso.

OBS.: Todo arquivo que for salvo no pen drive, deverá ser salvo dentro da pasta criada. A realização deste procedimento não pode ser considerada como 100% de eficácia, pois, se tratando de vírus de computador, nunca se sabe o que virá por aí.

Veja como salvar celulares e tablets molhados

Ele pode pular do seu bolso ao sair do carro e cair em uma poça, ele pode escorregar do espaço entre o ombro e ouvido e ir parar direto na pia onde está lavando a louça, ele pode dar um mergulho “sem querer” na piscina, enfim, as situações são infinitas. Mas é muito provável que, alguma vez na vida, o seu smartphone ou tablet entre em contato com água. Mas calma, nem tudo está perdido. Existem algumas dicas que podem ajudar a salvar o seu equipamento.

Importante agir rapidamente

Antes de mais nada, é importante que as pessoas tomem alguma providencia imediatamente. Todos sabem que agua e eletricidade não acabam se dando muito bem quando estão muito próximas.

A primeira coisa que deve ser feita no momento que o celular cai em um local que tenha muita água é desligar o aparelho. Se o seu smartphone ou tablet permite que seja removida a bateria, faça isso imediatamente. Não caia na tentação de tentar deixar ele ligado para saber o que está funcionando.
cellrice
Seque com uma toalha a bateria e também aproveita para retirar o seu chip e também o seu cartão de memória, secando os dois também. Depois disso, seque a água que estiver visível do smartphone ou Gadget.

Por último, retire a umidade que pode estar dentro do equipamento. Para isso, você pode usar um secador de cabelos. Depois disso, você pode deixar o seu equipamento dentro de um recipiente com arroz cru, para que ele sugue toda a água que ainda estiver no telefone.

O que é a GPU?

Uma placa de vídeo é composta por diversos circuitos e elementos eletrônicos, porém seu papel mais importante é o de comportar um processador dedicado especialmente para a renderização de gráficos em tempo real. Este tipo de processador é chamado de Graphics Processing Unit, também conhecido como GPU.

O que é GPU?GPU exposta em uma placa de vídeo (Fonte da imagem: Divulgação/BuyNewComputer)


Normalmente, a GPU fica localizada na parte mais central de uma placa de vídeo, rodeada pelos demais componentes do dispositivo. Como estes processadores geram muito calor enquanto trabalham, quase todos as fabricantes incluem um conjunto de dissipador e ventoinha acoplado ao chip para mantê-lo na temperatura ideal.

GPUs também podem ser encontradas em placas-mãe, permitindo que o PC seja plugado ao monitor sem a necessidade de uma placa de vídeo à parte. Essa configuração costuma ser chamada de “GPU onboard”. Geralmente, modelos desse tipo são capazes de suprir apenas as necessidades básicas de vídeo, e uma placa “offboard” acaba sendo necessária para os jogos mais pesados.
O que é GPU?Asus MARS II, com duas GPUs NVIDIA GTX580 (Fonte da imagem: Asus)


Atualmente, as três maiores fabricantes de GPUs são a Intel, a NVIDIA e a ATI. A Intel, porém, produz processadores gráficos mais direcionados para aplicações de baixo custo integradas à placas-mãe, enquanto que a NVIDIA e a ATI atuam nos demais segmentos.

Quase sempre, o responsável por projetar, fabricar e unir os demais componentes de uma placa de vídeo à GPU costuma ser outra empresa que atua em parceria com os fabricantes dos chips. XFX, Asus, EVGA, MSI, Sapphire e Zotac estão entre as maiores montadoras de placas de vídeo da atualidade.

O que é GPU? 
GPU de um Xbox 360 (Fonte da imagem: Reprodução/XboxScene)


Processadores gráficos dedicados também estão presentes em dispositivos portáteis, sendo que a NVIDIA tem sido a principal atuante nesse ramo. Consoles de video game modernos também costumam confiar em uma GPU para a renderização dos gráficos dos jogos, incluindo o PlayStation 3, o Xbox 360 e o Nintendo Wii.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Windows 7 supera XP e é o sistema mais usado em desktops

Enquanto a Microsoft se prepara para lançar o Windows 8, duas versões antigas da sua plataforma brigam pela liderança do mercado de sistemas operacionais.

Números da Net Applications indicam que, em agosto, o Windows 7 se tornou o sistema mais usado em desktops pelo mundo. Ele está presente em 42,76% das máquinas, enquanto o Windows XP, com mais de dez anos de estrada, aparece com 42,52%.

A Microsoft domina os sistemas para desktops com ampla vantagem em relação à concorrência. Ao todo, a família Windows está em cerca de 92% do mercado, enquanto o Mac OS X tem menos de 5% de participação e outros sistemas aparecem com 3,74% do mercado.

O Windows 7 foi lançado em outubro de 2009 e demorou quase três anos para superar o Windows XP, lançado em 2001. Entre o lançamento dos dois teve o Vista, que saiu em 2006 e atualmente está em 6,15% dos PCs pelo mundo.

O próximo sistema de Microsoft é o Windows 8, que será lançado no dia 26 de outubro.

sábado, 11 de agosto de 2012

Como compartilhar a internet sem um roteador Wi-Fi

Na maioria das casas, o compartilhamento do acesso à internet é feito com o uso de roteadores. Mas existem formas de compartilhar a internet sem esse tipo de equipamento. Uma delas é a criação de uma rede sem fio a partir de um micro conectado à internet por meio de cabo, que funcionará como servidor da rede. Esse tipo de rede é conhecido como ad-hoc.

Rede ad-hoc
Redes ad-hoc dispensam roteador
Este método é muito útil para quem possui um computador com placa de rede sem fio, mas acessa a internet por cabo de rede conectado diretamente ao modem. E adquiriu algum outro produto com recurso Wi-Fi para uso eventual. Ele também é útil quando o roteador está com defeito e o usuário precisa compartilhar a internet com urgência.

A maior limitação de uma rede deste tipo é o fato de necessitar que o computador onde ela foi configurada esteja sempre ligado. Só assim a internet compartilhada permanece ativa. Essa limitação ocasiona maior gasto de energia em relação ao uso de um roteador. Por isso, nem sempre é recomendado seu uso.

A seguir como configurar um rede Wi-Fi sem roteador em diferentes sistemas operacionais. Não se esqueça de conectar seu micro diretamente ao modem por cabo. Feito isto, siga as instruções abaixo:
Windows XP

-- Clique em "Configurações" no menu "Iniciar";
-- Abra o "Painel de Controle";

-- Selecione "Conexões de Rede";

-- Clique com o botão direito do mouse na conexão correspondente a sua placa de rede sem fio;
-- Clique em “Propriedades”;

-- Selecione "Protocolo TCP/IP", clique em "Propriedades", certifique-se de estar automática a obtenção do IP, clique em "OK";

-- Selecione a aba "Redes sem fios";

-- Clique em "Adicionar" no campo "Redes preferidas";

-- Selecione a aba "Associação";

-- Digite o nome da rede sem fio no campo "Nome da rede(SSID)". Este é o nome que aparecerá quando outros dispositivos buscarem a rede ad-hoc criada;

-- Selecione o método de autenticação da rede e tipo de criptografia nos campos devidos. Escolha WEP caso algum computador que for se conectar a rede ad-hoc estiver com Windows XP. A WPA2 apesar de ser bem mais segura, apresenta certas incompatibilidades com este sistema operacional;

-- Desmarque a caixa de seleção "A chave é fornecida automaticamente";

-- Digite uma senha no campo "Chave de rede" e reconfirme-a. Esta será a senha solicitada toda vez que um computador ou dispositivo tentar se conectar à rede Ad-Hoc;

-- Marque a caixa de seleção "Esta é uma rede computador-a-computador(ad-hoc)...";

-- Clique em "OK".
Windows 7

-- Abra o menu "Iniciar"

-- Selecione "Painel de Controle";

-- Selecione "Rede e internet";

-- Abra a "Central de Rede e Compartilhamento";

-- Clique em "Configurar uma nova conexão ou rede";

-- Selecione "Configurar uma rede ad-hoc sem fio";

-- Clique duas vezes em "Avançar";Digite o nome da rede sem fio no campo "Nome da rede". Este é o nome que aparecerá quando outros dispositivos buscarem a rede Ad-Hoc criada;

-- Selecione a criptografia a ser usada no campo "Tipo de segurança". Escolha WEP caso algum computador que for se conectar a rede Ad-Hoc estiver com Windows XP. A WPA2, apesar de ser bem mais segura, apresenta certas incompatibilidades com este sistema operacional;

-- Digite uma senha no campo "Chave de segurança". Esta será a senha solicitada toda vez que um computador ou dispositivo tentar se conectar à rede Ad-Hoc;
-- Marque a caixa de seleção "Salvar esta rede";

-- Clique em "Avançar" para ativar o compartilhamento.
OS X Leopard

-- No menu "Apple" selecione "System Preferences";

-- Clique em "Network";

-- Selecione "Airport", marque a caixa de seleção "Show AirPort status in menu bar" e feche esta janela

-- Clique no ícone do AirPort no canto direito superior;

-- Selecione "Create Network";

-- Digite o nome da rede sem fio no campo "Name". Este é o nome que aparecerá quando outros dispositivos buscarem a rede Ad-Hoc criada;

-- Escolha "Automatic" no campo "Channel";

-- Marque a caixa de seleção "Require password";

-- Digite uma senha no campo "Chave de segurança". Esta será a senha solicitada toda vez que um computador ou dispositivo tentar se conectar à rede Ad-Hoc;

-- Selecione a criptografia a ser usada no campo "Security". Escolha WEP caso algum computador que for se conectar a rede Ad-Hoc estiver com Windows XP. A WPA2 apesar de ser bem mais segura, apresenta certas incompatibilidades com este sistema operacional;

-- Clique em "OK" para finalizar.

Sete truques para resolver problemas com sua rede Wi-Fi

Redes Wi-Fi nos dão o luxo de poder acessar a internet de qualquer lugar, seja deitados no sofá ou em um café à beira-mar, mas como toda forma de conexão baseada em ondas de rádio elas são sujeitas a interferência, limites no alcance, problemas e hardware e, claro, falha humana. 

Por isso elaboramos esse guia rápido, que mostra os problemas mais comuns com conexões Wi-Fi e como corrigí-los. Se você está sofrendo com sua rede Wi-Fi em casa ou no escritório, continue lendo para aprender como diagnosticar (e resolver) o problema.

Veja se o Wi-Fi está ligado
Você está tendo problemas pra se conectar à rede de um café ou aeroporto usando um notebook? O problema pode ser trivial e estar na ponta dos seus dedos. Se a máquina sequer consegue enxergar as redes próximas, verifique se não há um botão (ou sequência de teclas) que desliga o Wi-Fi e que foi acionado por acidente. Muitos notebooks tem uma chave na frente do gabinete, ou uma tecla de função (geralmente representada com o ícone de uma antena) para isso. Tente acionar a chave (ou pressionar a tecla) e veja se você consegue se conectar.

Se você está usando um tablet ou smartphone, a "chave" para ligar ou desligar o Wi-Fi é controlada por software. Num smartphone com Android 2.3 ela fica em Configurações / Redes sem fio e outras / Wi-Fi. Num iPhone ou iPad fica em Ajustes / Wi-Fi.

Reinicie seu computador (e talvez o roteador)
Se seu computador ainda não consegue se conectar, reinicie-o. Se subitamente nenhum computador consegue se conectar à rede e ela está sob seu controle (é sua rede doméstica, por exemplo), experimente também reiniciar o roteador. Parece simples, mas a interface Wi-Fi de seu computador ou o software de seu roteador por estar sofrendo com um problema temporário, e o “reboot” resolve. Para reiniciar corretamente seu roteador desligue-o da tomada, aguarde 30 segundos e ligue-o novamente.

Mude o canal de sua rede Wi-Fi
A maioria dos roteadores e dispositivos Wi-Fi opera na frequência de 2.4 GHz, geralmente dividida em 11 canais. Infelizmente só três deles podem operar simultâneamente sem se sobrepor ou interferir um no outro: são eles o 1, 6 e 11. Pra piorar, a maioria dos roteadores vem configurada por padrão para transmitir no canal 6. 

Como consequência, a interferência de outros roteadores na vizinhança é uma fonte comum de problemas de conectividade, especialmente em áreas densamente povoadas como condomínios e shopping centers. E outros rádios que operam na frequência de 2.4 GHz, como babás eletrônicas e telefones sem fios, além de aparelhos como fornos de microondas, também podem interferir com o sinal da rede Wi-Fi.

Você pode escolher cegamente um canal (os canais 1 ou 11 são provavelmente a melhor escolha), ou verificar antes quais canais as redes vizinhas estão usando para que você possa usar um canal diferente. Para isso use um programa gratuito como o InSSIDer ou Vistumbler, ou o Meraki WiFi Stumbler, que é baseado na web e roda em Macs e PCs. Outra opção é rodar um aplicativo em seu smartphone, usando o Wifi Analyzer (para Android) ou Wi-Fi Finder (para o iOS).

Depois de decidir qual canal usar, você vai precisar acessar a interface de administração de seu roteador para fazer a mudança. O processo varia com cada fabricante ou modelo de roteador, consulte o manual de instruções para o procedimento exato. Depois de mudar o canal provavelmente será necessário reiniciar o roteador. Aí é só reconectar seus aparelhos à rede e ver se os problemas de conectividade persistem. Se sim, pode ser necessário tentar um outro canal.

Mude o roteador de lugar
Se a dificuldade de conexão só acontece quando você está longe de seu roteador Wi-Fi, pode ser que você esteja no limite da zona de cobertura. A solução mais simples é comprar um roteador com um alcance maior, mas você pode tomar algumas medidas mais baratas antes disso. Primeiro, certifique-se de que as antenas estão bem presas ao roteador e apontando para cima. Depois, verifique se o roteador não está sendo bloqueado por grandes objetos que podem fazer o sinal se degradar mais rapidamente do que normalmente deveria.

Para melhores resultados, coloque o roteador em um espaço aberto (como sobre uma mesinha), para que o sinal possa trafegar livremente. Se você ainda não consegue o alcance de que precisa, experimente mover o roteador e o modem para um local mais central em relação à área de cobertura.

Restaure o roteador à configuração de fábrica
Se mesmo assim você continua tendo problema ao fazer com que vários computadores e aparelhos se conectem a seu roteador, você pode tentar restaurá-lo à configuração de fábrica. Infelizmente isso irá apagar todas as configurações, então você terá de recriar sua rede do zero. O procedimento é simples: a maioria dos roteadores tem um botão ou buraco chamado “RESET” na traseira. Pressione-o (ou insira um clipe de papel no buraco) por 10 segundos. Depois, reconfigure o roteador como fez quando o instalou.

Reinstale o driver da interface Wi-Fi
Se mesmo após resetar o roteador você ainda tiver dificuldade em fazer um PC se conectar à rede, experimente reinstalar os drivers e software da interface Wi-Fi desse PC. Procure o software no site do fabricante de seu PC (se for uma interface USB na forma de um pendrive ou um cartão ExpressCard, vá ao site do fabricante da interface). Siga as instruções que acompanham o software para fazer a reinstalação, reinicie o PC e pronto.

Atualize o firmware do roteador
Se os problemas de conexão persistirem mesmo após um reset do roteador e reinstalação dos drivers no PC, pode ser que você esteja sendo vítima de um “bug” no roteador. Roteadores Wi-Fi são praticamente pequenos computadores que rodam um software interno especializado. Esse software, chamado firmware, é sujeito a bugs como qualquer programa em um PC comum, e pode ser atualizado. De fato, os fabricantes constantemente lançam atualizações para corrigir problemas e até mesmo adicionar recursos.

Para ver se há uma nova versão do firmware de seu roteador, acesse o painel de controle dele e veja o número da versão instalada. Essa informação geralmente está numa seção chamada “sistema”, “sobre” ou “ajuda”. Depois vá até a seção de downloads no site do fabricante e veja qual a última versão disponível: são grandes as chances de que exista uma mais recente. Baixe-a e faça a atualização de acordo com as instruções do fabricante.

Uma alternativa é experimentar um firmware open-source, como o DD-WRT ou OpenWRT. Estes firmwares, baseados em Linux, são desenvolvidos por grupos de entusiastas e trazem recursos bastante avançados, mas sua instalação só é recomendada a usuários mais experientes. Consulte os sites de cada projeto para saber quais os roteadores compatíveis e obter instruções de instalação e configuração.

Softwares de Gestão de Bateria – Battery Optimizer

O Softwares de Gestão Bateria Battery Optimizer permite analisar o estado em que se encontra a bateria e otimizar seu funcionamento. Ajuda a manter o desempenho da bateria em um alto nível de desempenho.

Para tanto, oferece 2 tipos de diagnóstico: Express e Abrangente.

Modo Express: Realiza testes rápidos que vão detectar os principais problemas superfíciais existentes. Cada teste neste modo demora cerca de 10 minutos para ocorrer.

Modo Abrangente: Possui um maior grau de precisão e detalhamento do processo. Devido a isso o processo demora cerca de uma hora para ser realizado.

É recomendado quando realizar qualquer um dos processos que o notebook não esteja executando qualquer outra tarefa.

Imagens do Programa em execução:
Battery Optimizer homescreen
Battery Optimizer – Página Inicial

Battery Optimizer - Página de Diagnostico
Battery Optimizer – Página de Diagnóstico